Miranda abriu a porta com o coração batendo na garganta, o sorriso safado e gostoso iluminando a cara dela. Raúl e Norberto estavam ali, enchendo a entrada com a presença pesada e bruta deles.
Raúl, o de sempre: macacão sujo, barba branca desleixada, barriga de chopp, cheiro de suor e cimento. Norberto, o novato: um gigante de 1,95, 60 anos, corpo grosso igual um guarda-roupa velho, mãos calejadas enormes, barba grisalha curta mas descuidada, olhos pequenos e escuros que olhavam com vergonha e fome ao mesmo tempo. Vestia uma calça de trabalho gasta que não conseguia esconder o volume impressionante dos seus 25 cm.
—Entrem, seus safados… sejam bem-vindos —disse Miranda com voz rouca, rebolando os quadris ao dar um passo para trás.
Raúl entrou primeiro. Sem dizer uma palavra, agarrou a nuca dela com a mão calejada e deu um beijo brutal, enfiando a língua grossa e áspera até a garganta. A saliva espessa e quente se misturou com a boca limpa e fresca de Miranda, que gemia baixinho enquanto devolvia o beijo com fome. Norberto, mais tímido mas igualmente ansioso, esperou a vez. Quando Raúl se afastou, ele se aproximou, segurou a cintura dela com as mãos enormes e enfiou a língua fundo, beijando com jeito desengonçado mas com força bruta. O hálito de cigarro velho e cerveja barata encheu a boca de Miranda, que se deixou apalpar sem resistência: mãos calejadas subindo pelos peitos dela, apertando a bunda, beliscando os bicos por cima da roupa.
—Que puta, peitão, vermelhinha… —rosnou Raúl, mordendo o pescoço dela—. Olha como você se molha só de dois velhos sujos meterem a língua na sua boca limpinha.
Norberto, mais quieto, só soltava um gemido: —Buceta gostosa… —enquanto enfiava a mão por baixo da saia dela.
Miranda se separou ofegante, os lábios inchados e brilhando com saliva alheia.
—Venham… apresento a vocês meu marido —disse com um sorriso perverso, guiando-os até o quarto.
Lá estava Eduardo, transformado e pronto: peruca loira platinada caindo em ondas, lábios vermelho-sangue, maquiagem de puta barata, lingerie preta com fio-dental subido, meia arrastão e a bunda depilada exposta, tremendo de nervoso e tesão. Tava de pé do lado da cama, mãos cruzadas na frente que nem uma menina tímida.
Raúl soltou uma gargalhada rouca.
—Olha o viadinho… todo vestido de puta. Esse é o corno?
Miranda se aproximou de Eduardo, deu um beijo suave nos lábios vermelhos dele e o apresentou com orgulho:
—Esse é meu corno manso... minha puta gostosa. Até agora só provou picas de plástico... mas hoje quer perder a virgindade anal com uma pica de verdade. Quer sentir 25 cm arrombando a buceta dela na minha frente.
Norberto olhou Eduardo de cima a baixo, a vergonha nos olhos misturada com uma fome crua. Não disse nada, mas a calça dele ficou visivelmente apertada.
Raúl riu ainda mais alto.
—Vamos subir nós quatro pro quarto de casal… vamos começar.
Os quatro entraram no quarto. Miranda apontou pra uma cadeira na frente da cama.
—Senta aí, corno manso —ordenou com voz doce, mas firme—. Como o bom cuck que você é. Primeiro o Raúl e o Norberto vão me foder… você vai olhar tudo, vai ver como eles arrebentam minha buceta e meu cu com paus de verdade… pra você saber exatamente o que te espera depois. Senta e olha, putinha… e não se toca ainda.
Eduardo obedeceu tremendo. Sentou na cadeira, as pernas abertas, a calcinha fio-dental preta subindo pelas coxas depiladas, a peruca loira caindo sobre os ombros maquiados. Olhou pra cama com olhos vidrados de medo e tesão extremo, a piroquinha pequena pulsando por baixo do tecido.
Raúl e Norberto se olharam, baixaram as calças sem cerimônia e se aproximaram de Miranda, que já tirava a roupa com um sorriso ansioso.
—Primeiro a puta ruiva... depois o viado travesti —rosnou Raul.
Miranda se jogou na cama, abriu as pernas e encarou Eduardo bem nos olhos.
—Olha bem, corno… olha como eles me arrebentam… e se prepara, porque depois é a sua vez.
O timbre do tesão ecoava no quarto. Eduardo engoliu seco, a bunda ainda lubrificada e aberta pelos dedos de Miranda, esperando a vez dele com uma mistura de terror e desejo absoluto.

Raúl e Norberto não perderam tempo. Assim que Miranda se jogou na cama de casal, abriu as pernas e tirou a saia curta com um movimento rápido, os dois pedreiros baixaram as calças. Raúl, com a rola grossa e cheia de veias já dura, subiu em cima dela primeiro. Meteu com um empurrão brutal na buceta encharcada, fazendo ela gemer alto enquanto agarrava os peitos dela com mãos calejadas e mordia o pescoço.
—Toma essa pica de pedreiro, sua puta ruiva… olha como esse velho sujo abre sua buceta — grunhiu Raúl, metendo nela na posição missionária clássica, com as pernas de Miranda abertas em V e os calcanhares cravados nas costas dele.
Eduardo, sentado na cadeira em frente à cama, travestido com a peruca loira caindo sobre os ombros maquiados, os lábios vermelhos entreabertos e a calcinha fio-dental preta subida, olhava com os olhos vidrados. Sua pica pequenininha pulsava debaixo do tecido, pingando sem parar.
Norberto, o gigante de 1,95m, se aproximou pelo lado. Era calado, tímido, mas a pica dele de 25 cm se erguia como um tronco grosso e cheio de veias. Esperou a vez dele enquanto Raúl comia a Miranda com estocadas profundas e secas, fazendo os peitos dela balançarem selvagemente.
—Vai, Norberto… vem… —ofegou Miranda, olhando pra ele com fome—. Quero sentir aquela besta de 25 cm dentro de mim.
Norberto subiu na cama, se posicionou atrás da Miranda e levantou ela um pouco pela cintura. Raúl ficou por baixo, metendo na buceta dela, enquanto Norberto encostou a glande enorme no cuzinho rosado e lubrificado dela. Ele foi devagar no começo, mas quando a cabeça entrou, Miranda gritou de prazer e dor.
— Aaaahhh… você tá rasgando minha buceta, seu velho safado! — gemeu ela, empurrando pra trás —. Isso… mete tudo!
Norberto, sem falar quase nada, começou a meter devagar mas fundo, abrindo o cu da Miranda enquanto Raúl continuava na buceta. Dupla penetração total: buceta e cu cheios ao mesmo tempo, duas pirocas grossas se esfregando dentro dela através da parede fina.
Miranda olhou fixo nos olhos de Eduardo, ofegante entre gemidos.
— Cê tá gostando, corno manso? Cê tá gostando de ver sua esposa sendo uma puta com dois pedreiros sujos? — perguntou com voz rouca, enquanto as estocadas a faziam tremer —. Olha como eles me arrombam… olha como enchem meus buracos com paus de verdade… Cê fica molhado vendo sua mulher gritando de prazer com esses velhos nojentos?
Eduardo assentiu tremendo, a mão sobre a calcinha fio dental tentando não se tocar.
—S-sim… eu gosto… adoro te ver assim… sendo uma puta suja… —sussurrou com voz aguda e trêmula, a peruca balançando a cada tremor do corpo—. Te amo… te amo enquanto te comem…
Raúl soltó uma risada áspera e mudou de posição. Tirou Miranda de cima e a colocou de quatro na beirada da cama, olhando direto para Eduardo. Raúl se posicionou atrás e enfiou a pica na buceta dela de uma só vez, comendo ela de quatro enquanto dava tapas na raba dela.
—Olha bem, viadinho traveco… olha como eu rasgo a buceta da sua mulher —rosnou Raúl, metendo forte—. Depois é a sua vez… você vai gemer igual ela.
Norberto se colocou na frente da Miranda, segurou a cabeça dela com as mãos calejadas e enfiou a pica de 25 cm até a garganta. A Miranda engasgou por um segundo, babando toda em volta da pica enorme, os olhos marejados de prazer enquanto chupava e gemia.
— Cê gosta de ver sua putinha de esposa engasgando com uma pica gigante, corno? — perguntou Miranda entre engasgos, olhando pro Eduardo com os olhos cheios de tesão —. Te excita ver eu engolir 25 cm enquanto outro arrebenta minha buceta?
Eduardo gemia baixinho, a tanga encharcada de porra.
—S-sim… me excita… adoro ver você sendo a putinha dele… te amo… te amo tanto…
Raúl acelerou as investidas, açoitando a bunda da Miranda até deixá-la vermelha.
—Seu corno vai gozar só de olhar, olha como escorre… —riu Raúl—. Se prepara, viadinho… depois de encher a sua mulher, o Norberto vai arrebentar essa bunda de traveco.
Norberto grunhiu algo incompreensível e começou a foder a boca dela mais fundo, enquanto Raúl a macetava por trás sem piedade.
Miranda, entre gemidos e ânsias, olhou para Eduardo e disse com voz rouca:
—Olha bem, minha putinha… é isso que te espera… uma rola de verdade arrombando teu cu… e eu olhando e te amando mais do que nunca.
Eduardo tremia na cadeira, os lábios vermelhos entreabertos, a maquiagem começando a escorrer pelas lágrimas de prazer e humilhação, esperando sua vez com o coração a mil.

Norberto, o gigante silencioso de 1,95m, não disse uma palavra. Só se posicionou atrás da Miranda, que já tava de quatro na cama de casal, com a raba empinada e a buceta toda molhada depois das investidas do Raúl. Norberto cuspiu na mão calejada, lubrificou a pica monstruosa de 25 cm — grossa como uma lata de cerveja, cheia de veias, com a cabeça inchada e vermelha — e encostou a ponta no cu rosado e já aberto da Miranda.
Raúl continuava embaixo, fodendo a buceta dela com estocadas lentas e profundas, segurando-a pelos quadris pra mantê-la firme.
Abre bem essa buceta, vermelhinha… —rosnou Raúl—. O Norberto vai te partir no meio.
Norberto foi empurrando devagar no começo. A cabeça entrou com dificuldade, esticando o cu até o limite. Miranda soltou um grito abafado, os olhos virados, as unhas cravadas nos lençóis.
— Aaaahhh… tá doendo… tá doendo pra caralho! —gemeu com a voz trêmula—. É o maior pau que já enfiou na minha buceta na vida… tá rasgando meu cu, seu velho gigante!
Mas ela não se afastou. Pelo contrário, empurrou pra trás ela mesma, gemendo entre dor e prazer enquanto Norberto continuava entrando centímetro por centímetro. Quando a metade já estava dentro, Miranda tremeu inteira, o corpo suado e arqueado.
—Dói… dói tanto… mas… mas é tão gostoso… —ela ofegou, olhando Eduardo bem nos olhos—. Tá me arrombando a buceta com 25 cm de pica véia… e eu tô amando! Dói pra caralho, corno… dói e me deixa com um tesão que nunca senti!
Raúl acelerou as investidas na buceta, esfregando o pau dele contra o de Norberto através da parede fina.
—Toma dupla rola, puta... peitão... buceta e cu cheios ao mesmo tempo —grunhiu Raúl, dando um tapa na bunda dela—. Tá sentindo como os dois buracos tão sendo abertos?
Norberto, sem falar nada, começou a se mover mais rápido, metendo fundo e devagar, cada estocada fazia Miranda gritar e se arquear ainda mais.
Miranda olhou para Eduardo, travestido na cadeira, com a peruca loira bagunçada, os lábios vermelhos entreabertos e a tanga encharcada de porra.
—Olha bem, corno… olha como essa besta de 25 cm tá arrombando minha buceta —ela disse, ofegante, entre gemidos—. Dói tanto que eu choro… mas não quero que pare! É tão cheio… tão arrebentado… tão puta! E você… você vai levar o mesmo, sua travequinha puta… te espera uma foda violenta com esse mesmo pau. O Norberto vai te arrebentar o cu igual tá arrebentando o meu… você vai gritar que nem eu, vai chorar de dor e prazer… e depois vai gozar sem se tocar enquanto eu olho e me molho toda. Tá pronto pra ter seu cu arrombado pelo pau mais gigante que você vai sentir na vida?
Eduardo gemia baixinho na cadeira, a mão sobre a calcinha fio dental, tremendo de medo e excitação extrema.
—S-sim… dói te ver assim… mas me excita… me excita tanto… —sussurrou com voz aguda e trêmula—. Te amo… te amo enquanto te estraçalham…
Norberto acelerou as investidas anais, fodendo ela com força bruta, enquanto Raúl metia sem parar na buceta dela. Miranda gritava e gemia, o corpo tremendo entre os dois paus, sempre olhando pro Eduardo.
—Se prepara, corno… porque depois de me encher… o Norberto vai te arrebentar. E eu vou ficar olhando… te amando mais do que nunca enquanto te estouram a bunda.
Os gemidos enchiam o quarto, o cheiro de sexo e suor rançoso tomando conta de tudo, enquanto Eduardo esperava sua vez com o cu lubrificado, aberto e tremendo de antecipação.
Norberto se levantou da cama, a pica de 25 cm ainda dura e brilhando com os sucos da Miranda. Sem dizer uma palavra, foi até Eduardo, que continuava sentado na cadeira na frente da cama, travestido, tremendo, com a peruca loira bagunçada, os lábios vermelhos entreabertos e a fio dental preta encharcada de porra.
Raúl sentou ao lado de Miranda na cama, os dois olhando a cena como espectadores privilegiados. Miranda se aninhou contra Raúl, mas os olhos dela não desgrudavam de Eduardo.
—Norberto… —disse Miranda com voz rouca, mas maternal—. É a primeira vez dele com uma pica de verdade. Mete com cuidado no começo… devagar… pra ele sentir cada centímetro. Depois mete forte, igual em mim. Quero ver ele arrombado e gemendo.
Norberto só assentiu uma vez, envergonhado mas decidido. Agarrou Eduardo pelos braços com suas mãos calejadas e o levantou da cadeira sem delicadeza. Levou ele até a beira da cama e o colocou de quatro: joelhos no colchão, rabo empinado, fio dental descido até as coxas, cu depilado e lubrificado exposto e tremendo.
Não teve beijo. Não teve carícia. Só sexo puro e cru.
Norberto cuspiu na mão, lubrificou a pica monstruosa dele e encostou a glande inchada no cu apertado do Eduardo.
—Abre… —rosnou baixinho, a primeira palavra que disse em toda a tarde.
Empurrou devagar. A cabeça entrou com dificuldade. Eduardo soltou um grito abafado, o corpo tenso, as unhas cravadas nos lençóis.
— Aaaahhh… dói… dói pra caralho! — gemeu com voz aguda e trêmula, a peruca caindo sobre o rosto maquiado.
Miranda, sentada ao lado do Raúl, passou a mão no braço do marido sem encostar, olhando pra ele com amor e tesão.
—Respira, corno manso… sente ele… é o primeiro pau de verdade que você tem… 25 cm rasgando seu cu… —ela sussurrou—. Eu te amo tanto por isso… te amo por se entregar assim.
Norberto continuou entrando centímetro por centímetro, devagar no começo, como Miranda tinha pedido. Cada empurrada fazia Eduardo arquear as costas e gemer mais alto.
—Tá doendo… tão me rasgando… —ofegava Eduardo, lágrimas escorrendo pela maquiagem borrada—. Mas… te amo, Miranda… te amo enquanto me fodem o cu… te amo por me olhar… por querer me ver assim…
Norberto, já com mais da metade pra dentro, começou a acelerar o ritmo. As estocadas ficaram mais fundas, mais rápidas. O som seco de carne batendo em carne enchia o quarto. Eduardo gritava e gemia, empurrando a bunda pra trás instintivamente.
— Sim… mais forte… arrebenta ele! —gritava entre soluços de prazer—. Te amo, amor… te amo por ser minha dona… por deixar esse macho me sodomizar na sua frente… te amo enquanto ele rasga minha bunda…
Miranda, abraçada no Raúl, se tocava a buceta encharcada enquanto olhava a cena com os olhos brilhando.
—Olha como ele te arrebenta, corno… olha como esse traveco abre teu cu com 25 cm de pica de verdade… —ela gemia—. Te amo tanto… te amo por ser minha putinha passiva… por se entregar por completo… nosso casamento é perfeito porque você é meu cuck que deixa um pedreiro te sodomizar enquanto eu olho e fico toda molhada.
Raúl, se masturbando ao lado, soltou uma risada áspera.
—Grita mais alto, viadinho… deixa todo mundo ouvir como tão arrombando teu cu na frente da tua mulher.
Norberto, sem falar nada, só grunhia e metia com força bruta, as mãos calejadas agarrando os quadris de Eduardo, comendo ele sem piedade. Eduardo gozou sem se tocar, um jato fraquinho saindo da sua pica pequenininha, tremendo inteiro enquanto continuava recebendo as metidas.
—Te amo… te amo… —ela repetia entre gemidos—. Te amo enquanto me comem… te amo por me olhar… somos perfeitos…
Miranda chegou um pouco mais perto, sem tocar nele, só olhando com amor absoluto.
—Eu te amo, meu corno… te amo mais do que nunca… continua recebendo pica… continua sendo minha puta travesti… te amo.
Norberto continuou fodendo ele com força, o ritmo brutal, o cu do Eduardo aberto e vermelho, enquanto Raúl e Miranda assistiam à cena com tesão e amor doentio.

Miranda e Eduardo se olharam nos olhos, cara a cara, a poucos centímetros de distância sobre a cama de casal. Ela estava de quatro, com a bunda empinada e os peitos balançando pesados, enquanto Raúl se posicionava atrás e enfiava o pau grosso no cu dela com uma estocada lenta, mas implacável. Eduardo, travestido e tremendo, estava na frente dela na mesma posição, o cu depilado e aberto, esperando por Norberto.
Norberto, sem palavras, agarrou os quadris de Eduardo com suas mãos calejadas e encostou a ponta monstruosa de 25 cm no cu dele. Empurrou devagar no começo: a cabeça entrou com um esticão brutal que fez Eduardo soltar um grito abafado.
— Aaaahhh… tá me partindo…! — gemeu Eduardo, os olhos maquiados cheios de lágrimas, a peruca loira caindo no rosto dele.
Ao mesmo tempo, Raúl meteu com força no cu da Miranda, abrindo ela com tudo enquanto ela gemia de prazer e dor.
— Sim… arrebenta minha buceta, velho safado…! —ofegou Miranda, olhando fixo para Eduardo.
Os dois demônios começaram a foder eles no mesmo ritmo: estocadas profundas e brutais, sincronizadas, fazendo os corpos de Miranda e Eduardo se moverem pra frente a cada empurrão. As caras deles ficaram a centímetros, nariz com nariz, lábios vermelhos (os de Eduardo pintados de sangue, os de Miranda inchados de beijos anteriores) quase se roçando.
Miranda esticou o pescoço e deu um beijo profundo nele, enfiando a língua até o fundo. Foi um beijo babado, desesperado, cheio de saliva e gemidos abafados enquanto os dois eram penetrados analmente sem piedade.
—Te amo… te amo tanto, meu corno manso… —sussurrou contra a boca dele, a língua enroscada na dele—. Olha como os dois se fodem ao mesmo tempo… isso nos fortalece… nosso amor é perfeito porque não tem limites… te amo enquanto te arrombam o cu igual a mim…
Eduardo gemia na boca dela, empurrando a bunda pra trás pra receber as investidas de Norberto, que agora metia com mais força, sem piedade, os 25 cm entrando e saindo quase por completo.
—Te amo… te amo, Miranda… —balbuceava entre beijos, lágrimas de prazer escorrendo pela maquiagem borrada—. Dói tanto… mas é tão gostoso… te amo por me olhar… por querer me ver quebrado… isso fortalece nosso casamento… você sendo minha puta infiel e eu seu putinho passivo… a gente se ama mais do que nunca…
Norberto resmungou algo incompreensível e acelerou, metendo com estocadas brutais que faziam o corpo inteiro de Eduardo tremer. Raúl fazia o mesmo com Miranda, dando tapas na bunda vermelha dela enquanto a penetrava no cu com força.
Miranda beijou ele de novo, língua com língua, saliva se misturando enquanto os dois eram fodidos de frente um pro outro.
—Sente, amor… sente como eles nos arrebentam os dois… —ela gemeu na boca dele—. Isso é amor de verdade… você se entregando por mim… eu te olhando e te amando enquanto me comem… nosso casamento é indestrutível… te amo mais do que nunca… te amo enquanto te arrebentam a bunda com 25 cm…
Eduardo empurrava a bunda pra trás, recebendo cada estocada, beijando a Miranda com desespero.
—Eu te amo… eu te amo… isso nos une pra sempre… você é minha dona… eu sou seu cuck travesti… te amo enquanto me comem na sua frente… te amo enquanto te comem também… somos perfeitos…
Os gemidos dos dois se misturavam: gritos de prazer e dor, beijos babados e palavras de amor sussurradas entre investidas brutais. Raúl e Norberto transavam sem parar, sem carícias nem palavras doces, só sexo cru e animal, enquanto o casal se beijava e dizia o quanto se amavam, o quanto esse momento de entrega total e humilhação compartilhada os fortalecia.
Raúl e Norberto aceleraram o ritmo ao mesmo tempo, como se tivessem combinado sem palavras. Raúl metia na bunda de Miranda com força brutal, as mãos calejadas cravadas nos quadris dela, soltando insultos baixos e roucos:
—Toma cum de pedreiro, puta de peitão… encho tua bunda até transbordar…
Miranda gritava de prazer, o cu vermelho e aberto apertando a pica do Raúl enquanto o corpo inteiro tremia. Ela olhou nos olhos do Eduardo, os lábios inchados e babados, e gemeu:
—Olha, corno… olha como tão enchendo minha bunda… te amo…
Raúl soltou um rugido animal e gozou dentro dela: jatos quentes e grossos inundaram o cu dela, transbordando e escorrendo pelas coxas grossas. Ficou lá dentro uns segundos, ofegando, até sair com um som molhado, deixando a bunda da Miranda aberta e escorrendo porra branca.
Ao mesmo tempo, Norberto comia Eduardo com estocadas profundas e silenciosas. O gigante de 1,95 não falava, só grunhia baixinho enquanto seus 25 cm entravam e saíam do cu depilado e esticado de Eduardo. Eduardo gemia agudo, a peruca loira grudada na cara suada, os lábios vermelhos entreabertos, lágrimas de prazer e dor escorrendo pela maquiagem borrada.
—Te amo… te amo, Miranda… —repetia Eduardo entre gemidos, olhando pra esposa enquanto Norberto partia ele no meio—. Dói tanto… mas eu adoro… te amo…
Norberto acelerou pela última vez, as mãos calejadas apertando com força os quadris de Eduardo. Soltou um gemido grave e gozou dentro: jatos grossos e abundantes encheram o cu de Eduardo, transbordando e escorrendo pelas coxas depiladas e as meias de rede. Ficou lá dentro uns segundos, respirando pesado, até sair devagar, deixando a bunda de Eduardo aberta, vermelha e escorrendo porra grossa.
Os dois pedreiros ficaram um segundo respirando, suados e ofegantes. Depois, sem dizer nada, levantaram as calças, abotoaram os macacões sujos e foram em direção à porta.
Raúl olhou pra Miranda uma última vez, com um sorriso torto:
—Boa foda, ruivinha… e teu maricona aguentou bem. Até mais.
Norberto só concordou em silêncio, envergonhado mas satisfeito, e saiu atrás de Raúl. A porta da entrada bateu com um estalo seco.
O quarto ficou em silêncio, só interrompido pelos gemidos de Miranda e Eduardo.
Os dois se jogaram na cama, suados, tremendo, as bucetas doloridas e abertas, porra alheia escorrendo devagar pelas coxas. O ar fedia a sexo sujo: suor rançoso de pedreiros, porra grossa, lubrificante, sexo cru e animal. O quarto cheirava a macho velho, a cimento, a cerveja barata e a entrega total.
Miranda se arrastou até Eduardo, abraçou ele forte contra o peito suado e beijou a testa dele.
—Eu te amo… te amo tanto, meu corno manso… —sussurrou, com a voz trêmula de prazer e emoção—. Você fez tudo perfeito… te arrombaram a buceta na minha frente… e você ainda é meu.
Eduardo, ainda tremendo, afundou o rosto no pescoço dela e soluçou baixinho de felicidade e humilhação.
—Eu te amo… te amo… obrigado por me olhar… obrigado por me amar assim… nosso casamento está mais forte do que nunca.
Ficaram abraçados na cama bagunçada, suados, doloridos, com as bucetas escorrendo porra alheia, o quarto fedendo a sexo sujo e a amor doentio. A porta trancada, as crianças ainda na escola, e eles dois, mais unidos do que nunca no seu segredo pervertido e lindo.

Raúl, o de sempre: macacão sujo, barba branca desleixada, barriga de chopp, cheiro de suor e cimento. Norberto, o novato: um gigante de 1,95, 60 anos, corpo grosso igual um guarda-roupa velho, mãos calejadas enormes, barba grisalha curta mas descuidada, olhos pequenos e escuros que olhavam com vergonha e fome ao mesmo tempo. Vestia uma calça de trabalho gasta que não conseguia esconder o volume impressionante dos seus 25 cm.
—Entrem, seus safados… sejam bem-vindos —disse Miranda com voz rouca, rebolando os quadris ao dar um passo para trás.
Raúl entrou primeiro. Sem dizer uma palavra, agarrou a nuca dela com a mão calejada e deu um beijo brutal, enfiando a língua grossa e áspera até a garganta. A saliva espessa e quente se misturou com a boca limpa e fresca de Miranda, que gemia baixinho enquanto devolvia o beijo com fome. Norberto, mais tímido mas igualmente ansioso, esperou a vez. Quando Raúl se afastou, ele se aproximou, segurou a cintura dela com as mãos enormes e enfiou a língua fundo, beijando com jeito desengonçado mas com força bruta. O hálito de cigarro velho e cerveja barata encheu a boca de Miranda, que se deixou apalpar sem resistência: mãos calejadas subindo pelos peitos dela, apertando a bunda, beliscando os bicos por cima da roupa.
—Que puta, peitão, vermelhinha… —rosnou Raúl, mordendo o pescoço dela—. Olha como você se molha só de dois velhos sujos meterem a língua na sua boca limpinha.
Norberto, mais quieto, só soltava um gemido: —Buceta gostosa… —enquanto enfiava a mão por baixo da saia dela.
Miranda se separou ofegante, os lábios inchados e brilhando com saliva alheia.
—Venham… apresento a vocês meu marido —disse com um sorriso perverso, guiando-os até o quarto.
Lá estava Eduardo, transformado e pronto: peruca loira platinada caindo em ondas, lábios vermelho-sangue, maquiagem de puta barata, lingerie preta com fio-dental subido, meia arrastão e a bunda depilada exposta, tremendo de nervoso e tesão. Tava de pé do lado da cama, mãos cruzadas na frente que nem uma menina tímida.
Raúl soltou uma gargalhada rouca.
—Olha o viadinho… todo vestido de puta. Esse é o corno?
Miranda se aproximou de Eduardo, deu um beijo suave nos lábios vermelhos dele e o apresentou com orgulho:
—Esse é meu corno manso... minha puta gostosa. Até agora só provou picas de plástico... mas hoje quer perder a virgindade anal com uma pica de verdade. Quer sentir 25 cm arrombando a buceta dela na minha frente.
Norberto olhou Eduardo de cima a baixo, a vergonha nos olhos misturada com uma fome crua. Não disse nada, mas a calça dele ficou visivelmente apertada.
Raúl riu ainda mais alto.
—Vamos subir nós quatro pro quarto de casal… vamos começar.
Os quatro entraram no quarto. Miranda apontou pra uma cadeira na frente da cama.
—Senta aí, corno manso —ordenou com voz doce, mas firme—. Como o bom cuck que você é. Primeiro o Raúl e o Norberto vão me foder… você vai olhar tudo, vai ver como eles arrebentam minha buceta e meu cu com paus de verdade… pra você saber exatamente o que te espera depois. Senta e olha, putinha… e não se toca ainda.
Eduardo obedeceu tremendo. Sentou na cadeira, as pernas abertas, a calcinha fio-dental preta subindo pelas coxas depiladas, a peruca loira caindo sobre os ombros maquiados. Olhou pra cama com olhos vidrados de medo e tesão extremo, a piroquinha pequena pulsando por baixo do tecido.
Raúl e Norberto se olharam, baixaram as calças sem cerimônia e se aproximaram de Miranda, que já tirava a roupa com um sorriso ansioso.
—Primeiro a puta ruiva... depois o viado travesti —rosnou Raul.
Miranda se jogou na cama, abriu as pernas e encarou Eduardo bem nos olhos.
—Olha bem, corno… olha como eles me arrebentam… e se prepara, porque depois é a sua vez.
O timbre do tesão ecoava no quarto. Eduardo engoliu seco, a bunda ainda lubrificada e aberta pelos dedos de Miranda, esperando a vez dele com uma mistura de terror e desejo absoluto.

Raúl e Norberto não perderam tempo. Assim que Miranda se jogou na cama de casal, abriu as pernas e tirou a saia curta com um movimento rápido, os dois pedreiros baixaram as calças. Raúl, com a rola grossa e cheia de veias já dura, subiu em cima dela primeiro. Meteu com um empurrão brutal na buceta encharcada, fazendo ela gemer alto enquanto agarrava os peitos dela com mãos calejadas e mordia o pescoço.
—Toma essa pica de pedreiro, sua puta ruiva… olha como esse velho sujo abre sua buceta — grunhiu Raúl, metendo nela na posição missionária clássica, com as pernas de Miranda abertas em V e os calcanhares cravados nas costas dele.
Eduardo, sentado na cadeira em frente à cama, travestido com a peruca loira caindo sobre os ombros maquiados, os lábios vermelhos entreabertos e a calcinha fio-dental preta subida, olhava com os olhos vidrados. Sua pica pequenininha pulsava debaixo do tecido, pingando sem parar.
Norberto, o gigante de 1,95m, se aproximou pelo lado. Era calado, tímido, mas a pica dele de 25 cm se erguia como um tronco grosso e cheio de veias. Esperou a vez dele enquanto Raúl comia a Miranda com estocadas profundas e secas, fazendo os peitos dela balançarem selvagemente.
—Vai, Norberto… vem… —ofegou Miranda, olhando pra ele com fome—. Quero sentir aquela besta de 25 cm dentro de mim.
Norberto subiu na cama, se posicionou atrás da Miranda e levantou ela um pouco pela cintura. Raúl ficou por baixo, metendo na buceta dela, enquanto Norberto encostou a glande enorme no cuzinho rosado e lubrificado dela. Ele foi devagar no começo, mas quando a cabeça entrou, Miranda gritou de prazer e dor.
— Aaaahhh… você tá rasgando minha buceta, seu velho safado! — gemeu ela, empurrando pra trás —. Isso… mete tudo!
Norberto, sem falar quase nada, começou a meter devagar mas fundo, abrindo o cu da Miranda enquanto Raúl continuava na buceta. Dupla penetração total: buceta e cu cheios ao mesmo tempo, duas pirocas grossas se esfregando dentro dela através da parede fina.
Miranda olhou fixo nos olhos de Eduardo, ofegante entre gemidos.
— Cê tá gostando, corno manso? Cê tá gostando de ver sua esposa sendo uma puta com dois pedreiros sujos? — perguntou com voz rouca, enquanto as estocadas a faziam tremer —. Olha como eles me arrombam… olha como enchem meus buracos com paus de verdade… Cê fica molhado vendo sua mulher gritando de prazer com esses velhos nojentos?
Eduardo assentiu tremendo, a mão sobre a calcinha fio dental tentando não se tocar.
—S-sim… eu gosto… adoro te ver assim… sendo uma puta suja… —sussurrou com voz aguda e trêmula, a peruca balançando a cada tremor do corpo—. Te amo… te amo enquanto te comem…
Raúl soltó uma risada áspera e mudou de posição. Tirou Miranda de cima e a colocou de quatro na beirada da cama, olhando direto para Eduardo. Raúl se posicionou atrás e enfiou a pica na buceta dela de uma só vez, comendo ela de quatro enquanto dava tapas na raba dela.
—Olha bem, viadinho traveco… olha como eu rasgo a buceta da sua mulher —rosnou Raúl, metendo forte—. Depois é a sua vez… você vai gemer igual ela.
Norberto se colocou na frente da Miranda, segurou a cabeça dela com as mãos calejadas e enfiou a pica de 25 cm até a garganta. A Miranda engasgou por um segundo, babando toda em volta da pica enorme, os olhos marejados de prazer enquanto chupava e gemia.
— Cê gosta de ver sua putinha de esposa engasgando com uma pica gigante, corno? — perguntou Miranda entre engasgos, olhando pro Eduardo com os olhos cheios de tesão —. Te excita ver eu engolir 25 cm enquanto outro arrebenta minha buceta?
Eduardo gemia baixinho, a tanga encharcada de porra.
—S-sim… me excita… adoro ver você sendo a putinha dele… te amo… te amo tanto…
Raúl acelerou as investidas, açoitando a bunda da Miranda até deixá-la vermelha.
—Seu corno vai gozar só de olhar, olha como escorre… —riu Raúl—. Se prepara, viadinho… depois de encher a sua mulher, o Norberto vai arrebentar essa bunda de traveco.
Norberto grunhiu algo incompreensível e começou a foder a boca dela mais fundo, enquanto Raúl a macetava por trás sem piedade.
Miranda, entre gemidos e ânsias, olhou para Eduardo e disse com voz rouca:
—Olha bem, minha putinha… é isso que te espera… uma rola de verdade arrombando teu cu… e eu olhando e te amando mais do que nunca.
Eduardo tremia na cadeira, os lábios vermelhos entreabertos, a maquiagem começando a escorrer pelas lágrimas de prazer e humilhação, esperando sua vez com o coração a mil.

Norberto, o gigante silencioso de 1,95m, não disse uma palavra. Só se posicionou atrás da Miranda, que já tava de quatro na cama de casal, com a raba empinada e a buceta toda molhada depois das investidas do Raúl. Norberto cuspiu na mão calejada, lubrificou a pica monstruosa de 25 cm — grossa como uma lata de cerveja, cheia de veias, com a cabeça inchada e vermelha — e encostou a ponta no cu rosado e já aberto da Miranda.
Raúl continuava embaixo, fodendo a buceta dela com estocadas lentas e profundas, segurando-a pelos quadris pra mantê-la firme.
Abre bem essa buceta, vermelhinha… —rosnou Raúl—. O Norberto vai te partir no meio.
Norberto foi empurrando devagar no começo. A cabeça entrou com dificuldade, esticando o cu até o limite. Miranda soltou um grito abafado, os olhos virados, as unhas cravadas nos lençóis.
— Aaaahhh… tá doendo… tá doendo pra caralho! —gemeu com a voz trêmula—. É o maior pau que já enfiou na minha buceta na vida… tá rasgando meu cu, seu velho gigante!
Mas ela não se afastou. Pelo contrário, empurrou pra trás ela mesma, gemendo entre dor e prazer enquanto Norberto continuava entrando centímetro por centímetro. Quando a metade já estava dentro, Miranda tremeu inteira, o corpo suado e arqueado.
—Dói… dói tanto… mas… mas é tão gostoso… —ela ofegou, olhando Eduardo bem nos olhos—. Tá me arrombando a buceta com 25 cm de pica véia… e eu tô amando! Dói pra caralho, corno… dói e me deixa com um tesão que nunca senti!
Raúl acelerou as investidas na buceta, esfregando o pau dele contra o de Norberto através da parede fina.
—Toma dupla rola, puta... peitão... buceta e cu cheios ao mesmo tempo —grunhiu Raúl, dando um tapa na bunda dela—. Tá sentindo como os dois buracos tão sendo abertos?
Norberto, sem falar nada, começou a se mover mais rápido, metendo fundo e devagar, cada estocada fazia Miranda gritar e se arquear ainda mais.
Miranda olhou para Eduardo, travestido na cadeira, com a peruca loira bagunçada, os lábios vermelhos entreabertos e a tanga encharcada de porra.
—Olha bem, corno… olha como essa besta de 25 cm tá arrombando minha buceta —ela disse, ofegante, entre gemidos—. Dói tanto que eu choro… mas não quero que pare! É tão cheio… tão arrebentado… tão puta! E você… você vai levar o mesmo, sua travequinha puta… te espera uma foda violenta com esse mesmo pau. O Norberto vai te arrebentar o cu igual tá arrebentando o meu… você vai gritar que nem eu, vai chorar de dor e prazer… e depois vai gozar sem se tocar enquanto eu olho e me molho toda. Tá pronto pra ter seu cu arrombado pelo pau mais gigante que você vai sentir na vida?
Eduardo gemia baixinho na cadeira, a mão sobre a calcinha fio dental, tremendo de medo e excitação extrema.
—S-sim… dói te ver assim… mas me excita… me excita tanto… —sussurrou com voz aguda e trêmula—. Te amo… te amo enquanto te estraçalham…
Norberto acelerou as investidas anais, fodendo ela com força bruta, enquanto Raúl metia sem parar na buceta dela. Miranda gritava e gemia, o corpo tremendo entre os dois paus, sempre olhando pro Eduardo.
—Se prepara, corno… porque depois de me encher… o Norberto vai te arrebentar. E eu vou ficar olhando… te amando mais do que nunca enquanto te estouram a bunda.
Os gemidos enchiam o quarto, o cheiro de sexo e suor rançoso tomando conta de tudo, enquanto Eduardo esperava sua vez com o cu lubrificado, aberto e tremendo de antecipação.
Norberto se levantou da cama, a pica de 25 cm ainda dura e brilhando com os sucos da Miranda. Sem dizer uma palavra, foi até Eduardo, que continuava sentado na cadeira na frente da cama, travestido, tremendo, com a peruca loira bagunçada, os lábios vermelhos entreabertos e a fio dental preta encharcada de porra.
Raúl sentou ao lado de Miranda na cama, os dois olhando a cena como espectadores privilegiados. Miranda se aninhou contra Raúl, mas os olhos dela não desgrudavam de Eduardo.
—Norberto… —disse Miranda com voz rouca, mas maternal—. É a primeira vez dele com uma pica de verdade. Mete com cuidado no começo… devagar… pra ele sentir cada centímetro. Depois mete forte, igual em mim. Quero ver ele arrombado e gemendo.
Norberto só assentiu uma vez, envergonhado mas decidido. Agarrou Eduardo pelos braços com suas mãos calejadas e o levantou da cadeira sem delicadeza. Levou ele até a beira da cama e o colocou de quatro: joelhos no colchão, rabo empinado, fio dental descido até as coxas, cu depilado e lubrificado exposto e tremendo.
Não teve beijo. Não teve carícia. Só sexo puro e cru.
Norberto cuspiu na mão, lubrificou a pica monstruosa dele e encostou a glande inchada no cu apertado do Eduardo.
—Abre… —rosnou baixinho, a primeira palavra que disse em toda a tarde.
Empurrou devagar. A cabeça entrou com dificuldade. Eduardo soltou um grito abafado, o corpo tenso, as unhas cravadas nos lençóis.
— Aaaahhh… dói… dói pra caralho! — gemeu com voz aguda e trêmula, a peruca caindo sobre o rosto maquiado.
Miranda, sentada ao lado do Raúl, passou a mão no braço do marido sem encostar, olhando pra ele com amor e tesão.
—Respira, corno manso… sente ele… é o primeiro pau de verdade que você tem… 25 cm rasgando seu cu… —ela sussurrou—. Eu te amo tanto por isso… te amo por se entregar assim.
Norberto continuou entrando centímetro por centímetro, devagar no começo, como Miranda tinha pedido. Cada empurrada fazia Eduardo arquear as costas e gemer mais alto.
—Tá doendo… tão me rasgando… —ofegava Eduardo, lágrimas escorrendo pela maquiagem borrada—. Mas… te amo, Miranda… te amo enquanto me fodem o cu… te amo por me olhar… por querer me ver assim…
Norberto, já com mais da metade pra dentro, começou a acelerar o ritmo. As estocadas ficaram mais fundas, mais rápidas. O som seco de carne batendo em carne enchia o quarto. Eduardo gritava e gemia, empurrando a bunda pra trás instintivamente.
— Sim… mais forte… arrebenta ele! —gritava entre soluços de prazer—. Te amo, amor… te amo por ser minha dona… por deixar esse macho me sodomizar na sua frente… te amo enquanto ele rasga minha bunda…
Miranda, abraçada no Raúl, se tocava a buceta encharcada enquanto olhava a cena com os olhos brilhando.
—Olha como ele te arrebenta, corno… olha como esse traveco abre teu cu com 25 cm de pica de verdade… —ela gemia—. Te amo tanto… te amo por ser minha putinha passiva… por se entregar por completo… nosso casamento é perfeito porque você é meu cuck que deixa um pedreiro te sodomizar enquanto eu olho e fico toda molhada.
Raúl, se masturbando ao lado, soltou uma risada áspera.
—Grita mais alto, viadinho… deixa todo mundo ouvir como tão arrombando teu cu na frente da tua mulher.
Norberto, sem falar nada, só grunhia e metia com força bruta, as mãos calejadas agarrando os quadris de Eduardo, comendo ele sem piedade. Eduardo gozou sem se tocar, um jato fraquinho saindo da sua pica pequenininha, tremendo inteiro enquanto continuava recebendo as metidas.
—Te amo… te amo… —ela repetia entre gemidos—. Te amo enquanto me comem… te amo por me olhar… somos perfeitos…
Miranda chegou um pouco mais perto, sem tocar nele, só olhando com amor absoluto.
—Eu te amo, meu corno… te amo mais do que nunca… continua recebendo pica… continua sendo minha puta travesti… te amo.
Norberto continuou fodendo ele com força, o ritmo brutal, o cu do Eduardo aberto e vermelho, enquanto Raúl e Miranda assistiam à cena com tesão e amor doentio.

Miranda e Eduardo se olharam nos olhos, cara a cara, a poucos centímetros de distância sobre a cama de casal. Ela estava de quatro, com a bunda empinada e os peitos balançando pesados, enquanto Raúl se posicionava atrás e enfiava o pau grosso no cu dela com uma estocada lenta, mas implacável. Eduardo, travestido e tremendo, estava na frente dela na mesma posição, o cu depilado e aberto, esperando por Norberto.
Norberto, sem palavras, agarrou os quadris de Eduardo com suas mãos calejadas e encostou a ponta monstruosa de 25 cm no cu dele. Empurrou devagar no começo: a cabeça entrou com um esticão brutal que fez Eduardo soltar um grito abafado.
— Aaaahhh… tá me partindo…! — gemeu Eduardo, os olhos maquiados cheios de lágrimas, a peruca loira caindo no rosto dele.
Ao mesmo tempo, Raúl meteu com força no cu da Miranda, abrindo ela com tudo enquanto ela gemia de prazer e dor.
— Sim… arrebenta minha buceta, velho safado…! —ofegou Miranda, olhando fixo para Eduardo.
Os dois demônios começaram a foder eles no mesmo ritmo: estocadas profundas e brutais, sincronizadas, fazendo os corpos de Miranda e Eduardo se moverem pra frente a cada empurrão. As caras deles ficaram a centímetros, nariz com nariz, lábios vermelhos (os de Eduardo pintados de sangue, os de Miranda inchados de beijos anteriores) quase se roçando.
Miranda esticou o pescoço e deu um beijo profundo nele, enfiando a língua até o fundo. Foi um beijo babado, desesperado, cheio de saliva e gemidos abafados enquanto os dois eram penetrados analmente sem piedade.
—Te amo… te amo tanto, meu corno manso… —sussurrou contra a boca dele, a língua enroscada na dele—. Olha como os dois se fodem ao mesmo tempo… isso nos fortalece… nosso amor é perfeito porque não tem limites… te amo enquanto te arrombam o cu igual a mim…
Eduardo gemia na boca dela, empurrando a bunda pra trás pra receber as investidas de Norberto, que agora metia com mais força, sem piedade, os 25 cm entrando e saindo quase por completo.
—Te amo… te amo, Miranda… —balbuceava entre beijos, lágrimas de prazer escorrendo pela maquiagem borrada—. Dói tanto… mas é tão gostoso… te amo por me olhar… por querer me ver quebrado… isso fortalece nosso casamento… você sendo minha puta infiel e eu seu putinho passivo… a gente se ama mais do que nunca…
Norberto resmungou algo incompreensível e acelerou, metendo com estocadas brutais que faziam o corpo inteiro de Eduardo tremer. Raúl fazia o mesmo com Miranda, dando tapas na bunda vermelha dela enquanto a penetrava no cu com força.
Miranda beijou ele de novo, língua com língua, saliva se misturando enquanto os dois eram fodidos de frente um pro outro.
—Sente, amor… sente como eles nos arrebentam os dois… —ela gemeu na boca dele—. Isso é amor de verdade… você se entregando por mim… eu te olhando e te amando enquanto me comem… nosso casamento é indestrutível… te amo mais do que nunca… te amo enquanto te arrebentam a bunda com 25 cm…
Eduardo empurrava a bunda pra trás, recebendo cada estocada, beijando a Miranda com desespero.
—Eu te amo… eu te amo… isso nos une pra sempre… você é minha dona… eu sou seu cuck travesti… te amo enquanto me comem na sua frente… te amo enquanto te comem também… somos perfeitos…
Os gemidos dos dois se misturavam: gritos de prazer e dor, beijos babados e palavras de amor sussurradas entre investidas brutais. Raúl e Norberto transavam sem parar, sem carícias nem palavras doces, só sexo cru e animal, enquanto o casal se beijava e dizia o quanto se amavam, o quanto esse momento de entrega total e humilhação compartilhada os fortalecia.
Raúl e Norberto aceleraram o ritmo ao mesmo tempo, como se tivessem combinado sem palavras. Raúl metia na bunda de Miranda com força brutal, as mãos calejadas cravadas nos quadris dela, soltando insultos baixos e roucos:
—Toma cum de pedreiro, puta de peitão… encho tua bunda até transbordar…
Miranda gritava de prazer, o cu vermelho e aberto apertando a pica do Raúl enquanto o corpo inteiro tremia. Ela olhou nos olhos do Eduardo, os lábios inchados e babados, e gemeu:
—Olha, corno… olha como tão enchendo minha bunda… te amo…
Raúl soltou um rugido animal e gozou dentro dela: jatos quentes e grossos inundaram o cu dela, transbordando e escorrendo pelas coxas grossas. Ficou lá dentro uns segundos, ofegando, até sair com um som molhado, deixando a bunda da Miranda aberta e escorrendo porra branca.
Ao mesmo tempo, Norberto comia Eduardo com estocadas profundas e silenciosas. O gigante de 1,95 não falava, só grunhia baixinho enquanto seus 25 cm entravam e saíam do cu depilado e esticado de Eduardo. Eduardo gemia agudo, a peruca loira grudada na cara suada, os lábios vermelhos entreabertos, lágrimas de prazer e dor escorrendo pela maquiagem borrada.
—Te amo… te amo, Miranda… —repetia Eduardo entre gemidos, olhando pra esposa enquanto Norberto partia ele no meio—. Dói tanto… mas eu adoro… te amo…
Norberto acelerou pela última vez, as mãos calejadas apertando com força os quadris de Eduardo. Soltou um gemido grave e gozou dentro: jatos grossos e abundantes encheram o cu de Eduardo, transbordando e escorrendo pelas coxas depiladas e as meias de rede. Ficou lá dentro uns segundos, respirando pesado, até sair devagar, deixando a bunda de Eduardo aberta, vermelha e escorrendo porra grossa.
Os dois pedreiros ficaram um segundo respirando, suados e ofegantes. Depois, sem dizer nada, levantaram as calças, abotoaram os macacões sujos e foram em direção à porta.
Raúl olhou pra Miranda uma última vez, com um sorriso torto:
—Boa foda, ruivinha… e teu maricona aguentou bem. Até mais.
Norberto só concordou em silêncio, envergonhado mas satisfeito, e saiu atrás de Raúl. A porta da entrada bateu com um estalo seco.
O quarto ficou em silêncio, só interrompido pelos gemidos de Miranda e Eduardo.
Os dois se jogaram na cama, suados, tremendo, as bucetas doloridas e abertas, porra alheia escorrendo devagar pelas coxas. O ar fedia a sexo sujo: suor rançoso de pedreiros, porra grossa, lubrificante, sexo cru e animal. O quarto cheirava a macho velho, a cimento, a cerveja barata e a entrega total.
Miranda se arrastou até Eduardo, abraçou ele forte contra o peito suado e beijou a testa dele.
—Eu te amo… te amo tanto, meu corno manso… —sussurrou, com a voz trêmula de prazer e emoção—. Você fez tudo perfeito… te arrombaram a buceta na minha frente… e você ainda é meu.
Eduardo, ainda tremendo, afundou o rosto no pescoço dela e soluçou baixinho de felicidade e humilhação.
—Eu te amo… te amo… obrigado por me olhar… obrigado por me amar assim… nosso casamento está mais forte do que nunca.
Ficaram abraçados na cama bagunçada, suados, doloridos, com as bucetas escorrendo porra alheia, o quarto fedendo a sexo sujo e a amor doentio. A porta trancada, as crianças ainda na escola, e eles dois, mais unidos do que nunca no seu segredo pervertido e lindo.

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