Nesta parte, vou ser o mais detalhista e explícito que puder. Soltei minha mãe e me afastei pra trás, a toalha já tinha caído. Ela se virou e não demorou pra olhar pra minha pica, eu não me tapei nem nada. — Que que cê tá fazendo, idiota? — E você, o que que cê tá fazendo? — Como é que você vai me encarar assim? Além disso, olha como você tá. — É, sim, olha como você tá. Dá pra ver tudo, você vem e me enche o saco. Não consegui nem colocar a cueca, e bom, não é minha culpa, o que você espera? Que não suba? — Mesmo assim, não te dá direito, e tapa essa pica, por favor! Quando ouvi aquela palavra saindo da boca dela, fiquei louco, me excitou demais. Peguei minha pica e comecei a me tocar devagar, mas apertando ela. Minha velha olhou nos meus olhos e baixou o olhar de novo, colocou a mão na teta e mordeu o lábio. Eu já não tinha mais vergonha nenhuma. — Você não consegue parar de olhar pra minha pica, querida. Ela não disse nada, e eu rebati. — Chupa ela um pouquinho pra mim, vai. — Quê? Você é louco? — VAI, SE AJOELHA E CHUPA MINHA PICA. Ela ficou surpresa e, me olhando nos olhos, se ajoelhou e começou a chupar minha pica, se transformou. Minha tarada e tesão estavam nas alturas, ela, entre gemidos e ânsias, me olhava. Enfiava até o fundo, aguentava e saía sem ar. Peguei ela pelo cabelo, dei um tapa e um beijo, passando minha língua toda pela boca dela. Dava pra ver o tesão dela. E eu tinha cruzado o limite, falava coisas que nunca imaginei, e ela estava entregue, submissa. — Que gostoso como você chupa pica. — Cê gosta? E enfiou de novo na boca, tocava as tetas dela e sentia os bicos duros. Eu segurava a cabeça dela, e ela ia até o fundo. Que prazer ouvir aqueles barulhos, ver ela não aguentar! Eu não queria nem deixar ela respirar, e segurar ela pelo cabelo e falar daquele jeito me dava uma sensação de poder única. — Fica de quatro. Ela se levantou, me olhou com olhos de gata e apertou minha pica. Se colocou de quatro e apoiou o peito na cama, uma bunda linda. Mordi e passei a língua umas duas vezes na buceta dela enquanto Ela se tocava e gemia, esfreguei várias vezes até deixar ela vermelha, comecei a meter nela e não demorei muito pra gozar, o momento foi foda, amei! Gozei dentro dela e saí, ela se jogou de bruços e não sei se tava esperando ou o quê! Mas enfiei na bunda dela, custou um pouco e ela reclamava, se mexia como se não quisesse, segurei as mãos dela e coloquei pra trás nas costas. Fica quieta. — Ai não, não, por aí não, por favor. — Shhh, já foi, já entrou um pouquinho. Já foi. Ela colocou o travesseiro no rosto pra abafar os gritos, eu meti forte, era isso que eu queria! Ela pediu pra parar quase chorando. — Tá doendo? E tapei a boca dela, continuei mais um pouco e gozei. Fui me movendo devagar até ficar parado! Fui no banheiro, voltei e ela fez a mesma coisa. Eu me deitei e ela veio e deitou do meu lado. Isso foi o começo de tudo, a partir daí começamos a fazer mais vezes e a experimentar outras coisas também!
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