- Bom dia, mãe. E enquanto eu arrumava a pica na cueca. - Bom dia, não te ouvi. Nem tentou se cobrir, embora desse pra ver claramente os peitos dela. Me ofereceu um mate e foi se trocar. Voltou e de novo olhou pra minha cueca, óbvio que eu arrumei pra chamar a atenção dela. Conversamos sobre a noite dela, que tinha se divertido, que minha tia mandava lembranças e blá blá blá. - Não cheguei tão tarde, umas 4. - Ah, olha, te ouvi mas não vi a hora. - Me ouviu? - Sim, claro. Com certeza cê tava meia bêbada e nem percebeu o barulho! Ela ficou vermelha, mesmo eu não tendo dito que ouvi exatamente. Vou tomar banho, falei e fui pro chuveiro. Quando saí, percebi que não tinha toalha e pedi aos gritos. - Sempre a mesma coisa com você. - Bom, também não é tanto assim, querida. - Se não é tanto, lembra. Eu não sou sua empregada. - Suspirei e falei: ME DÁ A TOALHA E CALA A BOCA. Uma discussão normal, saí do banheiro e minha mãe estava de novo de camisola, sem sutiã e de fio dental. Fiquei surpreso ao ver ela. - Me manda calar a boca de novo e eu te encho de porrada, seu merda. Eu ri e falei: me traz uma cueca. - Vai você, e se não, anda pelado, querido. - Então vou pelado! E tirei a toalha. - O que cê tá fazendo, sem noção? Vai se vestir. Fui me trocar e falei: quem te entende? Ela veio atrás de mim. - O que cê disse? - Nada, querida, cê tá me seguindo? Parece que quer me ver pelado. - Já te vi pelado, querido. - Sim, mas agora tô maior. - E? A discussão era forte, mas sem gritos, e me excitava porque tinha algo desafiador e, sem pensar, falei. - E? Que foi, te deixaram com vontade ontem? Por isso o mau humor? - Cê é um sem noção, moleque. Ela tentou me bater e eu desviei, tentou de novo e eu falei: sai, para com isso. Deixa eu me trocar. - Não, agora você vai ver. Tentou de novo e aí segurei o braço dela. Eu claramente tinha mais força que ela, ela tentou se soltar e disse: sai. Naquele momento, não sei por que, mas simplesmente aconteceu, ela Virei o braço dela pra trás e encostei ela na parede. Ela soltou uma espécie de gemido e eu apoiei, já tava excitadíssimo. — Viu como eu cresci? Eu sentia ela se mexendo pra trás e falando "sai, me solta", mas não fazia muito esforço. Ela tava com a mão na parede, apertei um pouco mais o braço dela e me movi de novo, apoiando mais forte, e levantei a camisola dela. — Já foi? Pronto? — Me solta de verdade.
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