Miranda: esposa puta e seu corno beta

Miranda e Eduardo ficaram largados na cama de casal, os corpos suados e tremendo, as bundas doloridas e abertas, esperma grosso do Raúl e do Norberto escorrendo devagar pelas coxas e pingando nos lençóis bagunçados. O quarto fedia a sexo cru: suor rançoso de pedreiro, porra quente, lubrificante, bafo de velho e entrega total. O silêncio era pesado, só quebrado pelas respirações ofegantes e pelos gemidos baixos que ainda escapavam.
Miranda foi a primeira a se mexer. Ela se arrastou devagar por cima dele, beijando a testa suada, o nariz, os lábios vermelhos ainda pintados e borrados.
—Vem, meu cuckold precioso… —sussurrou com voz rouca, mas cheia de ternura—. Vamos nos limpar um ao outro… como sempre. Quero engolir o esperma que o Norberto deixou no teu cu… e quero que tu engulas o do Raúl que ele deixou em mim. Vamos saborear o que fizeram com a gente… e dizer o quanto nos amamos.
Eduardo assentiu com os olhos vidrados, ainda tremendo do orgasmo e da humilhação. Virou-se com cuidado, colocou a bunda pra cima e separou as nádegas com as mãos trêmulas. O cu vermelho e inchado escorria porra branca e grossa, pingando devagar pelo períneo.
Miranda se colocou atrás, beijou as nádegas depiladas dele e enfiou o rosto entre elas. Passou a língua devagar e lambeu o primeiro fio de porra que saía do cu do Eduardo. Recolheu com cuidado, saboreando a mistura quente e salgada, e engoliu com um gemido baixo.
—Mmm… que delícia… o sêmen do Norberto na sua bunda de travesti… —sussurrou, enfiando a língua mais fundo, chupando com devoção—. Te amo tanto por ter se deixado arrebentar assim na minha frente… te amo por ser minha puta corajosa… por deixar um macho encher seu cu enquanto eu olhava e me molhava toda.
Eduardo gemia baixinho, empurrando a bunda contra a boca dela.
—Te amo… te amo, Miranda… —ofegava—. Meu cu tá doendo pra caralho… mas adoro que você limpe ele… que engula o que deixaram em mim… te amo por ser minha dona… por me amar do mesmo jeito depois de me ver quebrado e usado.
Miranda continuou chupando, enfiando a língua até o fundo, sugando os restos grossos, engolindo tudo com gemidos de prazer. Quando já não tinha quase nada, ela se levantou e deitou de barriga pra cima ao lado dele.
—Sua vez, meu amor… vem… limpa minha bunda… engole a porra do Raul que ele deixou dentro de mim.
Eduardo se arrastrou com cuidado, o corpo dolorido, e se colocou entre as pernas dela. Miranda abriu bem a bunda com as mãos, mostrando o cu vermelho e escorrendo porra branca. Eduardo enfiou a cara no meio, lambeu devagar o primeiro fio que saía, saboreando a mistura quente e salgada.
—Eu te amo… te amo tanto… —murmurava contra a pele dela, enfiando a língua mais fundo—. Adoro engolir o que deixaram em você… saber que você foi a putinha deles… que arrebentaram sua buceta na minha frente… te amo por ser tão livre… por ser minha esposa puta e minha rainha ao mesmo tempo.
Miranda gemia baixinho, acariciando a peruca loira dele enquanto ele chupava com devoção.
—Continua, corno manso… chupa bem… engole tudo… te amo por me limpar assim… por ser meu cuck perfeito… por deixar me comerem e depois vir lamber o esperma alheio… te amo mais do que nunca… nosso amor é mais forte porque não tem nada que não compartilhemos… te amo enquanto limpa minha bunda cheia de porra de pedreiro…
Eduardo enfiou a língua até o fundo, sugando, engolindo cada gota que saía, lambendo cada dobra até deixar ela limpinha. Quando terminou, se levantou e se jogou do lado dela. Miranda abraçou ele forte, beijando fundo, compartilhando o gosto salgado e grosso dos dois na boca.
—Te amo… te amo tanto… —sussurrou ela, beijando os lábios, o nariz, os olhos dele—. Somos perfeitos… você sendo minha putinha travesti que se deixa arrombar por machos… eu sendo sua putinha infiel que te olha e te ama do mesmo jeito… esse casamento é indestrutível… te amo por se entregar assim… te amo por me limpar… te amo por tudo.
Eduardo beijou ela de volta, longo e devagar, abraçando ela com força.
—Eu te amo… te amo por ser minha dona… por me deixar ser seu cuck passivo… por me amar depois de me ver quebrado e cheio de porra alheia… te amo por ser a mamãe doce de dia e a foxy dominadora de noite… te amo por me fazer sentir vivo… por me fazer sentir seu… eu te amo, Miranda… te amo pra sempre.
Ficaram abraçados, se beijando de leve, lambendo os restos de porra dos rostos, os corpos suados e doloridos colados, o quarto ainda fedendo a sexo sujo e a amor absoluto. As bundas doloridas, os corações batendo forte, e o segredo mais doentio e mais lindo que jamais compartilhariam.




Miranda: esposa puta e seu corno beta


Miranda se levantou devagar da cama, o corpo ainda suado e tremendo, a buceta dolorida e escorrendo os últimos restos de porra do Raúl. Deu um beijo suave na testa do Eduardo, que ainda estava largado de bruços, a peruca loira bagunçada, os lábios vermelhos borrados e o cu vermelho e inchado vazando a porra grossa do Norberto.
—Fica assim, minha putinha travesti… não se mexe —sussurrou com voz rouca e carinhosa—. Vou pegar o cinto… quero te comer agora… quero que sinta como eu rasgo teu cu depois que um macho de verdade te deixou aberta e cheia.
Eduardo gemeu baixinho, concordando com a cabeça afundada no travesseiro. A bunda ardia deliciosamente, ainda pulsando pelas investidas brutais do Norberto, mas a ideia de que a Miranda fosse meter nele agora já o deixava no limite de novo.
Miranda saiu do quarto pelada, rebolando o quadril, e voltou em menos de um minuto com o arreio preto na mão. O consolo grosso e cheio de veias já estava lubrificado de antes; ela ajustou ele em volta do quadril largo com movimentos rápidos e precisos, a cabeça apontando pra frente como uma ameaça carinhosa.
Subiu na cama atrás do Eduardo, passou as unhas nas nádegas depiladas e avermelhadas, separando-as devagar pra ver o cu aberto e escorrendo.
—Olha como o Norberto te deixou… —sussurrou, enfiando um dedo pra sentir a porra quente lá dentro—. Aberta, vermelha, cheia de leite de um pedreiro de 25 cm… e agora a mamãe vai entrar com a pica falsa dela pra te lembrar quem manda.
Ele apoiou a glande contra o ânus já esticado e empurrou devagar. Eduardo soltou um gemido longo quando a cabeça entrou, o corpo tenso mas entregue.
—Dói… doi gostoso… —ele gemeu, empurrando a bunda pra trás.
Miranda foi entrando centímetro por centímetro, devagar mas firme, até o consolo estar completamente dentro. Ela ficou parada um segundo, abraçando ele por trás, beijando a nuca dele.
—Te amo… te amo tanto… —sussurrou, começando a se mover devagar, estocadas profundas e controladas—. Me deixou com tanto tesão ver você se submeter ao Norberto… ver você de quatro, travestido, com a peruca loira caindo no rosto, os lábios vermelhos abertos e aquela pica monstruosa abrindo seu cu sem piedade… você gemia feito puta, corno manso… empurrava pra trás pra ele meter mais fundo… e eu me molhava te olhando, batendo uma na minha buceta enquanto o Raúl me comia… ver você quebrado e entregue por mim… isso me deixou mais cachorra do que qualquer coisa na minha vida.
Eduardo gemia mais alto a cada estocada, o consolo entrando e saindo num ritmo constante, esfregando bem no lugar onde Norberto tinha deixado sua marca.
—Eu te amo… te amo por me olhar… —ele ofegava, a voz falhando—. Doeu tanto… mas eu amei… sentir aquela pica de verdade me rasgando na sua frente… te ver excitada… te ver gemir enquanto me arrombavam… te amo por ser minha dona… por me fazer sua putinha passiva…
Miranda acelerou um pouco, metendo com mais força, as cadeiras batendo contra a bunda dele.
—Sente, meu amor… sente como eu te arrebento depois dele… —ela gemia, beijando as costas dele—. Me excitou ver você gritar quando o Norberto enfiou os 25 cm… ver você tremer e chorar de prazer… ver você empurrar a bunda pra ele meter mais fundo… ver você gozar sem se tocar enquanto ele te enchia de porra… isso me fez gozar só de olhar… te amo por ser tão corajoso… tão entregue… tão meu… nosso casamento é mais forte do que nunca porque você é meu cuck travesti e eu sou sua puta dominadora… te amo enquanto como seu cu cheio de sêmen alheio…
Eduardo gozou de novo sem se tocar, um jato fraquinho saindo da sua pica pequenininha, tremendo inteiro enquanto Miranda continuava metendo nele.
—Eu te amo… eu te amo… —repetia entre gemidos—. Te amo por me ver assim… por me amar quebrado e usado… te amo por ser quem me despedaça depois dos males… somos perfeitos…
Miranda continuou fudendo ele por mais alguns minutos, fundo e constante, até que ela também chegou ao orgasmo: um clímax forte de puro poder e amor, gemendo baixinho enquanto ficava por dentro, abraçando ele forte por trás.
Ela caiu de costas, o consolo ainda dentro, beijando a nuca suada dela.
—Eu te amo, meu corno travesti… te amo mais do que nunca… você é a melhor coisa que já me aconteceu na vida.
Eduardo, exausto e feliz, virou a cabeça só o suficiente para beijar ela na boca.
—Eu te amo… te amo pra sempre… obrigada por me fazer sentir assim… obrigada por me amar quebrado.
Ficaram abraçados, o consolo ainda dentro dele, os corpos suados colados, as bundas doloridas e cheias, falando baixinho o quanto se amavam, o quanto aquela entrega total os tinha fortalecido.


esposa


JAULA DE CASTIDADE




Uns dias depois, era sábado à tarde na casa de Quilmes. A família tava reunida na sala: a TV ligada num filme infantil de desenho animado, risada das crianças no sofá grande, pipoca numa tigela entre eles. Eduardo e Miranda estavam sentados no sofá de dois lugares, ele com um braço em volta do ombro dela, ela aninhada contra o peito dele, igual qualquer mãe e pai normal.
O filme já estava na metade quando Miranda se inclinou devagar até o ouvido dele, falando num sussurro quase inaudível, a voz rouca e cheia de safadeza que só ele reconhecia.
—cuckold… tenho uma surpresa pra você —murmurou, roçando os lábios na orelha dele—. Uma parada que vai deixar nossa relação muito mais picante… mas não podemos falar disso aqui. Vem comigo pro quarto… devagarzinho, sem que os caras percebam.
Eduardo sentiu um arrepio na hora. O pauzinho dele mexeu debaixo da calça só com essas palavras. Deu uma olhada de canto pras crianças — vidradas na tela, rindo com os personagens — e concordou quase sem ninguém perceber.
Miranda se levantou primeiro, na disfarçada: “Vou pegar mais refrigerante, galera… continuem assistindo”. Deu um beijo na cabeça de cada um e foi andando pelo corredor. Eduardo esperou uns segundos, depois se espreguiçou como se tivesse com dor nas costas.
—Vou ver se a mamãe precisa de ajuda… não saiam do sofá, hein?
Os moleques nem olharam pra ele, vidrados na televisão.
Entraram no quarto e fecharam a porta com cuidado, sem trancar (por via das dúvidas). Assim que o silêncio do corredor se instalou, Miranda abraçou ele forte pela cintura e deu um beijo profundo, enfiando a língua com fome.
—Senti sua falta, ter você só pra mim, nem que seja cinco minutos —sussurrou contra os lábios dela—. E tenho uma coisa que vai te deixar louco…
Ela se separou, abriu a gaveta do criado-mudo e tirou uma caixinha preta pequena. Abriu ela devagar na frente dele.
Dentro tinha uma gaiola de castidade de plástico transparente, com um anel base e uma gaiolinha curvada pra rola, cadeadinho incluso.
Eduardo ficou olhando, os olhos arregalados.
—Isso… é pra mim? —perguntou em voz baixa, a voz tremendo de excitação e nervosismo.
Miranda sorriu com aquele sorriso lindo e perverso que o desmontava.
—Sim, meu cuckold… é pra você. Uma gaiola de castidade. Quero colocar em você agora mesmo… e eu vou ficar com a chave. Você vai ficar preso, sem poder se tocar, sem poder ficar duro de verdade… enquanto eu continuo saindo com outros caras, enquanto te como com o cintaralho, enquanto te vestimos de mulher e te arrombam o cu. Toda vez que eu voltar de uma trepada, você vai estar esperando com a gaiolinha apertando você, pingando sem poder gozar… e eu vou decidir quando te liberto… se é que vou te libertar.
Ela se aproximou mais, roçou a pica dele por cima da calça com a palma da mão.
—Isso vai dar mais tempero na nossa relação… você vai me sentir dona absoluta do seu prazer… vai ser meu cuck trancado, minha putinha beta enjaulada. Toda vez que eu der pra outros, você vai ficar aqui pensando nisso, com a gaiolinha lembrando que seu pintinho pequeno já não manda mais… quem manda sou eu. Aceita, amor? Quer que eu te tranque e seja sua chave?
Eduardo engoliu seco, a pica já dura se apertando contra o tecido, pulsando de pura humilhação e desejo.
S-sim… aceito… coloca em mim… quero ser seu completamente… quero que me prenda… te amo por isso… te amo por ser minha dona.
Miranda o beijou fundo de novo, enfiando a língua até o talo, e começou a puxar a calça dele pra baixo com mãos ansiosas.
—Moleque bonzinho… agora fica quietinho… mamãe vai colocar a gaiolinha em você… e depois a gente volta pro filme com os meninos como se nada tivesse acontecido… mas você já vai estar preso pra mim.
Ajoelhou-se na frente dele, limpou a piquitinha dele com um lencinho úmido que já tinha preparado, e começou a colocar o anel da base em volta dos ovos e da base do pau. Depois deslizou a gaiolinha transparente sobre a piquitinha pequenininha, encaixando com cuidado, e fechou o cadeado com um clique suave, mas definitivo.
—Pronto… agora você é meu de verdade —sussurrou, beijando a gaiolinha assim que a fechou—. Te amo, corno enjaulado… te amo por se entregar assim… isso vai fazer nosso amor ser ainda mais intenso… mais sujo… mais nosso.
Eduardo olhou para baixo: a gaiolinha transparente apertando seu pauzinho, o cadeado pequeno brilhando. Sentiu uma onda de humilhação deliciosa que o fez gemer baixinho.
—Eu te amo… te amo por me prender… por ser minha dona… isso vai nos unir ainda mais… te amo, Miranda.
Ela se levantou, abraçou ele com força e deu um último beijo nele.
—Vamos voltar pros meninos… como pais perfeitos. Mas você já sabe o que tá vestindo por baixo… e eu tenho a chave no bolso. Te amo, meu corno enjaulado.
Saíram do quarto de mãos dadas, voltaram pra sala como se nada tivesse acontecido. Sentaram no sofá, Miranda aninhada nele, as crianças ainda vidradas no filme. Mas Eduardo sentia a gaiolinha apertando a cada movimento, lembrando quem mandava agora… e isso o deixava mais excitado e mais apaixonado do que nunca.


cuckold


Voltaram pro sofá como se nada tivesse acontecido. As crianças nem se mexeram, ainda grudadas na tela com os olhos brilhando e as mãos cheias de pipoca. Miranda se aninhou contra o Eduardo de novo, a cabeça apoiada no ombro dele, a mão disfarçada na coxa. A gaiola de castidade já apertava por baixo da calça, um lembrete constante e gostoso de quem tava no comando agora.
O filme continuava: risadas animadas, músicas pegajosas, explosões de cor na tela. Passaram-se alguns minutos em silêncio familiar. Eduardo sentia a pressão da gaiolinha cada vez que se mexia, o pinto pequeno tentando endurecer sem sucesso, pingando um fio de porra que molhava o tecido da cueca.
Miranda se inclinou de novo pro ouvido dele, voz baixinha, quase um sussurro que se perdia no meio da música do filme.
—corníjola… —murmurou, roçando o lábio na orelha dele—. Quero te penetrar agora… na cozinha. Quero foder teu cu com o cinto enquanto os meninos veem o filme… e quero que você goze só com estimulação anal, sem se tocar, com a gaiolinha apertando você.
Eduardo sentiu um arrepio percorrer suas costas. A piroca pulsou inutilmente dentro da gaiola, o corpo se tensionando de antecipação e nervosismo.
Miranda levantou a voz só o suficiente pras crianças ouvirem, aquele tom casual de mãe:
—Amor, vamos fazer mais pipoca? Tá acabando.
Os caras balançaram a cabeça sem tirar os olhos da TV.
—Vai, vamos rápido —respondeu Eduardo, tentando soar normal, embora a voz tenha saído um pouco mais aguda do que o normal.
Levantaram do sofá. A Miranda pegou na mão dele na surdina e guiou ele pra cozinha. Fecharam a porta de correr atrás, mas sem trancar — caso alguma criança chamasse. A luz da cozinha tava apagada, só entrava o brilho fraco da sala pelo vidro fosco.
Miranda se virou pra ele, empurrou ele de leve contra a bancada e beijou fundo, enfiando a língua com fome guardada.
—Abaixa as calças, meu cuckold enjaulado… —sussurrou contra a boca dele—. Quero ver essa bunda pronta pra mim.
Eduardo obedeceu tremendo. Baixou a calça e a cueca até os tornozelos. A gaiolinha transparente brilhava sob a luz fraca, o pinto pequeno apertado e inútil lá dentro, pingando porra. Miranda se ajoelhou por um segundo, beijou a gaiolinha dele e deu uma lambida suave na cabecinha presa.
—Que gostoso você tá preso… —sussurrou—. Agora vira… apoia as mãos na pia e abre essa buceta.
Eduardo se virou, se inclinou sobre a bancada, separou as nádegas com as mãos. Miranda tirou o cinto de couro da gaveta onde tinha deixado escondido (o consolo grosso já lubrificado de antes). Ajustou ele rápido em volta dos quadris, a glande apontando pra frente.
Cuspiu na mão, lubrificou um pouco mais o consolo e encostou a ponta no cu ainda sensível e aberto do Eduardo.
—Respira, meu amor… —sussurrou, beijando a nuca dela—. Vou entrar devagarinho… quero que sinta cada centímetro… e que goze só com isso… sem tocar na sua bucetinha apertada.
Ele empurrou devagar. A cabeça entrou com um leve estalo. Eduardo soltou um gemido abafado, mordendo o lábio vermelho pra não fazer barulho que chegasse até a sala.
—Shhh… devagarzinho… —sussurrou Miranda, entrando mais um centímetro—. Eu te amo… te amo por me deixar te foder assim… com os caras a metros assistindo um filme… com a gaiolinha apertando você… te amo por ser meu cuck perfeito.
Continuou entrando devagar, fundo, até que estava completamente dentro. Ela ficou parada um segundo, abraçando ele por trás, beijando a nuca dele.
—Tá sentindo como te preenche? —sussurrou—. Isso é o que te espera pra sempre… eu te penetrando enquanto sua piroquinha fica presa… e você gozando só pelo cu… como a putinha beta que você é.
Começou a se mover: investidas lentas no começo, saindo quase por completo e voltando a entrar até o fundo. Eduardo gemia baixinho, a testa apoiada na bancada, o corpo tremendo.
—Te amo… te amo… —ela ofegava—. Me deixa tão excitada… a gaiolinha apertando… você me comendo… os garotos ali… te amo por isso…
Miranda acelerou um pouco, metendo nele com ritmo constante, profundo, o consolo roçando bem onde ele mais precisava.
—Sente isso… sente como eu te arrebento… —ela gemia no ouvido dele—. Te amo por se entregar assim… por ser meu cuck enjaulado… por gozar só com meu pau no seu cu… te amo enquanto te como na cozinha… com nossos filhos a metros… isso nos faz mais fortes… mais unidos… te amo, sua putinha perfeita…
Eduardo começou a tremer mais forte, a estimulação anal levando ele ao limite sem se tocar. A gaiolinha apertava cada vez que ele tentava endurecer, deixando o prazer mais intenso, mais humilhante, mais gostoso.
—Vou… vou gozar… —sussurrou, a voz trêmula—. Te amo… te amo…
Miranda investiu mais rápido, fundo, sem piedade.
—Corre, corno… corre só pelo cu… pra mim… te amo… te amo tanto…
Eduardo gozou sem se tocar: um orgasmo seco e profundo, a piroquinha pequena pulsando inutilmente dentro da gaiola, um filete fraco de saindo pelos buraquinhos da gaiolinha, pingando no chão da cozinha. Ele tremeu inteiro, as pernas falhando, se apoiando na bancada pra não cair.
Miranda ficou lá dentro por mais alguns segundos, abraçando ele forte por trás, beijando a nuca dele.
—Moleque bom… você gozou só com estimulação anal… com a gaiolinha no lugar… te amo, meu corno enjaulado… te amo por ser tão perfeito pra mim.
Ficaram assim por um momento, ofegando baixinho, abraçados no escuro da cozinha. Aí Miranda saiu devagar, beijou as costas dele e puxou a fio dental e a calça com carinho.
—Vamos voltar pros caras… como se nada tivesse acontecido. Mas você já sabe o que tá vestindo… e eu tenho a chave. Te amo.
Saíram da cozinha de mãos dadas, voltaram pro sofá. As crianças nem perceberam. Miranda se aninhou contra ele de novo, a mão na coxa dele, roçando disfarçadamente a gaiolinha por baixo da calça. Eduardo sentiu a pressão constante, o lembrete de quem mandava, e sorriu baixinho, mais apaixonado do que nunca.

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