Mito: gordos têm pau pequeno

Sou Gabriel, 28 anos. Eu e minha namorada Gisele, de 26, já estamos juntos há 4 anos e decidimos ir morar juntos. Alugamos uma casinha barata num bairro bom e tranquilo do Paraná. Esteban, um vizinho, nos ajudou a nos mudar nos primeiros dias. A verdade é que foi uma grande ajuda, porque entre o trabalho e os estudos, a gente não tinha muito tempo. Esteban era um senhor de uns 50 anos, viúvo — ele nos contou que a esposa morreu de uma doença há alguns anos. Ele era obeso, tinha limitações por causa do corpo, mas ajudava como podia. Eu e minha namorada, entre a gente, chamávamos ele de "o gordo", e a gente ria, dizendo que ele tinha a piroca murcha e não dava pra ver por causa da barriga. Uma tarde, cheguei mais cedo do trabalho e passei direto pra cozinha fazer um mate, pra não incomodar a Gise, porque esses dias ela tava fazendo ioga na sala. Vi que a porta estava entreaberta. Gise sempre usava umas leggings que marcavam bem a bunda enorme que ela tem. Sempre que dava, eu aproveitava pra admirar aquela beleza de rabo que ela tinha. Fiquei paralisado quando me inclinei pra ver: minha namorada estava de quatro, com a calça no joelho, a calcinha fio dental puxada pro lado, e em cima dela, montando, estava o Esteban. Dava pra ouvir o som de palmas quando a rola e as bolas do gordo batiam na carne da bunda da minha namorada. Vi o rosto da minha namorada com os olhos fechados e mordendo a boca pra abafar um pouco os gemidos que o gordo provocava nela. Com as mãos, ela agarrava o colchonete cada vez mais forte a cada estocada do gordo. Num momento, minha namorada, entre gemidos, pediu pro Esteban comer ela mais devagar porque tava doendo. — Gisele, mais devagar, Esteban! Você vai muito fundo, tá doendo. — O gordo, sem dizer nada, começou a meter mais forte. Não mais forte em velocidade, mas com mais força nas estocadas. Minha namorada começou a gemer de dor e tentar se soltar do gordo, mas não conseguiu por causa do peso e da força dele. Notei como os olhos da Gisele se ficaram brancos e com a boca aberta como se estivesse tentando buscar ar, é o sinal de que tinha chegado ao orgasmo, sempre que goza faz isso. Não podia acreditar que o gordo do vizinho tinha feito minha mina gozar, em vez de ficar puto, notei que meu pau ficou duro e comecei a bater uma. Tava muito excitado. O gordo depois de continuar bombando parece que gozou e ficou um tempão dentro da minha mina. Depois de uns minutos ele levanta e, pra meu espanto, vejo um pau enorme pendurado já meio mole, não podia acreditar que um gordo todo flácido podia ter um pau tão grande. Fiz de besta, peguei a mochila do trampo e saí de casa, dei uma volta no quarteirão andando bem devagar, enquanto caminhava pensava no que tinha rolado, em como podia ser tão otário de bater uma enquanto outro comia minha mina, e ainda por cima um gordo de merda. Me deu uma raiva, voltei pra casa e entrei de novo. Minha mina tava no banho e o Esteban, o gordo, já não tava mais lá. Fui pra cozinha, preparei mate e cumprimentei minha mina, que disse que ia dormir um pouco porque tava cansada. No outro dia trabalhei à tarde, então tive a manhã livre, minha mina tinha saído o dia todo porque estudava em Santa Fé. Saio no quintal e vejo o gordo juntando as folhas da árvore, nos cumprimentamos e falamos de como tava o dia. Olhava pra ele e sentia uma raiva, me segurei pra não bater nele, ia fazer de bobo e puxar o assunto pra ver o que ele dizia. Convidei ele pra tomar uns mates em casa e conversar, coloquei a TV pra ter um barulho de fundo enquanto conversávamos e via como puxar o assunto. Ficamos em silêncio um momento e na TV começou a passar um filme meio quente, a verdade é que fiquei um pouco excitado e o Esteban também, porque começou a aparecer um volume entre as pernas dele. Que gordo pau duro, pensei enquanto olhava, mas não percebi que fui muito na cara e o gordo notou, com um sorriso ele pegou no pau com a mão e deu pra ver muito mais a grossura do pênis dele. — O gordo - cê gosta?
A pergunta me pegou de surpresa e fiquei mudo. O gordo tirou a rola pra fora e começou a bater uma com uma mão, tranquilamente dava pra colocar outra mão naquela piroca, ela começou a ficar cada vez maior e mais dura, não conseguia acreditar como minha namorada tinha aguentado tanta pica na buceta dela.
-Esteban- pega ela se quiser
Com vergonha, estiquei minha mão e segurei a rola do gordo, não conseguia fechar a mão de tão grossa que era, era quente e pesada, tinha que fazer força pra manejá-la, comecei a bater uma pra ele.
-Esteban- dá um beijo nela
Me aproximei e dei uns beijos na cabeça da rola do gordo, era muito grande, tentei enfiar na boca mas não entrou, fiquei lambendo a cabeça daquela pica, o gordo gemia, parecia que tava gostando. Eu batia uma e lambia a cabeça com a língua. Depois de um tempo, ele segurou minha cabeça e enfiou o que deu da vara dele na minha boca, senti ela inchar e ficar mais grossa, me engasguei com a quantidade de porra que ele despejou na minha boca, não tive escolha a não ser engolir tudo que saiu da rola dele. Fiquei sentado no chão, em branco. O gordo se levantou, subiu as calças e foi embora. Gordo filho da puta, me fez de corno e engolidor de leite.

6 comentários - Mito: gordos têm pau pequeno

Klm666 +1
Excelente relato. De cual página conseguiste el relato. Quiero leer más
Es así. Me ha pasado. Muchos gordos con re pijudos y muy morbosos. Me calientan mal.
buenas. acá ee Paraná si les interesa. buen post