Depois de ver o vídeo em que eu aparecia, como um babaca tarado, observando babando como um pervertido fodendo minha mãe, entrei num estado de angústia e ansiedade tão grande que quase subia pelas paredes. Não podia falar com ninguém sobre o que aconteceu porque ninguém podia me ajudar. Não podia contar pra minha mãe porque já era uma vergonha pra ela ser infiel ao meu pai e eu não só saber, mas também ter sido espectador e não ter feito nada pra evitar. Também não podia contar pro meu pai porque ele não sabia da infidelidade da mulher e poderia ser motivo de divórcio e escárnio público. Nem pros meus amigos porque a fofoca se espalharia e todo mundo saberia, pra vergonha minha e da minha família. Pros professores também não, nem pra polícia nem pra ninguém, já que não é um ato criminoso, mas um assunto interno da minha família. Tinha que resolver sozinho, mas não sabia como. O que era evidente pra mim é que não podia permitir que o vídeo chegasse à minha mãe nem ao meu pai. Estava nas mãos do pervertido que podia fazer comigo o que quisesse. No meio das minhas divagações, meu celular tocou. Peguei sem pensar e sem olhar quem era. "Alô?" Respondi breve e bruscamente. "Não me diga que dessa vez você não viu?" Ouvi uma voz grave do outro lado da linha, mas não sabia quem era nem do que falava, então respondi com uma pergunta: "Como?" "Também não me diga que não gostou, porque, pela cara que você estava, quase gozou ali mesmo?" Ouvindo ele, de repente percebi quem tinha me ligado, mas, surpreso e apavorado, fiquei em silêncio, o que fez o cara me ameaçar num tom mais seco e violento: "Não tente me bloquear, garoto, porque eu mando o vídeo não só pra sua mãe mas pra todos os contatos que ela tem no celular, incluindo o corno do seu pai." Aí sim respondi, apavorado, com um monossílabo: "Não!" "Não o quê?" "Não... não... não te bloqueio." "Bom garoto!" "Não... não é minha mãe!" "O quê? Quem não é sua mãe? A que Você a viu transando? Não era ela. Não vi o rosto dela. Mas você bem que viu a bunda e a buceta dela enquanto eu comia ela. Após uma breve pausa, continuou: Não reconheceu pela bunda, porque ela tem bem grande e você não parou de olhar pra ela de pau duro? Ele riu depois da pergunta. Não era ela. Continuei negando teimoso a evidência, e o sujeito me respondeu: Se o que você quer é ver a cara de puta dela enquanto eu como ela, tá convidado pro próximo fodaço que eu der nela. Fiquei assustado e em silêncio. Foi o cara que continuou: Você já sabe onde eu moro. Amanhã te espero à uma menos um quarto na minha casa e seja pontual se não quiser que eu pegue sua mamãezinha doce. Não… não quero! Não quer o quê? Não quer ver como eu como ela? Pois ontem você bem que viu, babando como o viciado filho da puta que você é e quase gozou ali mesmo, moleque. Como eu continuava sem falar, o cara continuou: E se você não estiver aqui, na minha casa, amanhã à uma menos um quarto, eu mando o vídeo pra sua querida mamãezinha. Entendeu, moleque? Sim… sim… eu vou! Mas não… não quero que ela saiba… não quero que ela me veja! Uau! Você é bem contraditório, moleque! Se não é sua mamãezinha, que diferença faz se ela te ver ou não? Uma breve pausa e continuou: Eu também não quero que ela te veja. Quero continuar comendo ela e, se você estiver como espectador, talvez ela se acanhe um pouco. Não é, moleque? Ou talvez deixe ela ainda mais excitada e ela queira que a gente faça um ménage, que você meta também nessa buceta peluda que ela tem. Como eu continuava em silêncio, finalizou com ameaça: Venha sozinho e não bloqueie meu número se não quiser que eu mande o vídeo pra todo mundo. E desligou a ligação, me deixando olhando chocado pro meu celular. Agora sim eu estava sobrecarregado, embora… também de pau duro. Pensar que eu ia ver como ele comia minha mãe tinha deixado meu pau a mil, mas… era minha mãe que eu ia ver transar? Era minha mãe que ele tinha comido pelo menos em duas ocasiões? Eu não confiava nada naquele pervertido. Ele estava me chantageando, mas pra quê? O que ele queria? Ele também estava chantageando minha mãe e por isso a estava comendo? E além disso, como ele tinha conseguido meu número de celular? Então percebi o que ele tinha dito, que tinha todos os contatos do celular da minha mãe. Como ele os tinha obtido? Tinha acessado o celular dela ou ela tinha dado para ele? Um monte de perguntas surgiu na minha mente, mas eu estava preocupado, muito preocupado, e... excitado... de pau duro. Era contraditório, como o pervertido tinha me dito! Evitei minha mãe e depois meu pai a noite toda e, na cama, tive dificuldade para dormir, pensando no que fazer, e sonhei que era eu que estava comendo ela na frente de um monte de conhecidos, entre os quais estavam meu pai, meus avós, meus amigos, os professores..., todo mundo como o pervertido disse. Na manhã seguinte acordei molhado e não era exatamente que eu tinha mijado, mas sim gozado, porque o cheiro que impregnava a parte da frente da minha cueca e da calça do meu pijama era de esperma. Tomei o café da manhã correndo para não coincidir com minha mãe que estava ocupada em outra parte da casa. E às quinze para a uma, estava chamando o interfone do pervertido, não sem antes me certificar de que minha mãe não estivesse à vista e pudesse me ver. Fui ao encontro por medo de que o sujeito cumprisse sua ameaça e enviasse o vídeo, embora também por tesão de ver de novo transando a gostosa de tetas grandes e empinadas e bunda grossa e carnuda... minha mãe? Tinha também a certeza de que estava me metendo na boca do lobo e que me traria ainda mais problemas, mas, inconscientemente, decidi continuar, seguramente impulsado pela força do desejo, de ver transar... minha mãe nua. Logo ouvi o barulho de que a porta do prédio estava sendo destrancada e, empurrando, consegui entrar no interior do edifício, chamando desta vez o elevador. Estava muito nervoso, com o coração batendo a mil, e até envergonhado de seguir o perigoso jogo do pervertido. A espera foi curta, embora tenha me dado tempo ao ler o nome que aparecia nas caixas de correio do prédio e não lembro de ter escutado ou ouvido seu nome e sobrenome antes, ou talvez sim, por ser um nome de tantos, o nome mais comum de todo o mundo hispânico, ordinário como ele era, o pervertido. Assim que cheguei ao apartamento, encontrei a porta da casa do cara fechada e, quando fui apertar a campainha, uma voz grave soou atrás de mim, me surpreendendo e assustando. Bem-vindo, garoto! Virei-me para ele tão rápido que perdi o equilíbrio e quase caí no chão. Calma, garoto! Disse o pervertido, me olhando com um sorriso entre irônico e depravado, e, quando eu, embora muito nervoso, estava estabilizado, ele ordenou: Tira a roupa! Có... como? Que tire a roupa, moleque, se não quiser que eu tire na porrada! Fiquei gelado de puro terror, sem mover um único músculo e sem dizer nada. Meu rosto mostrava o grau de agitação que eu tinha e que seguramente fez o cara querer me acalmar, não por piedade, mas para que eu não fodesse o jogo perverso dele. Calma, garoto, que não sou um bicha que queira arrebentar teu cu! Só quero ver se você tá levando algo escondido, como, por exemplo, um canivete! algo com que você possa me atacar! Não... não tô levando nada! Desnuda... e não vou dizer de novo! Aqui? Sim, aqui mesmo. Comecei a tirar a roupa e, conforme eu ia tirando, ele ia pegando e revistando. Parei quando só me restava a cueca e o interroguei com o olhar, para ver se ele se apiedava da minha vergonha, mas ele, implacável, respondeu sem parar de sorrir: Sim, tudo! Fica pelado, quero ver teu pau! Tirando rápido a única peça que me restava, estendi para ele, enquanto cobria com uma mão a virilha. Valeu! fuck tua roupa e pra dentro! Disse ele após uma revisão praticamente instantânea da minha última peça e, abrindo a porta da casa dele, me indicou com um movimento de cabeça que passasse primeiro. Abraçando o amontoado no que tinha se transformado minha roupa, entrei para dentro, fechando o cara a porta atrás de mim ao mesmo tempo que me indicava, diante das minhas dúvidas:
¡No fundo! ¡Você já conhece o caminho! ¡Segue o cheiro inconfundível de buceta da sua mamãezinha!Caminhei pelado com o monte de roupa nos braços, caindo um dos meus tênis no chão. Me abaixei pra pegar, escutando o pervertido que ria e me dava um chute numa das bundas. Envergonhado e assustado, entrei no quarto onde o cara tinha se jogado em … minha mãe?, e ele bem que me lembrou rindo:
¡Bem-vindo à cama onde eu como sua mamãezinha!Naquele momento tocou a campainha do interfone.
¡Já está aqui a safada da sua mamãezinha! ¡Vem buscar o tasty sexo diário!
Disse o pervertido e, depois de uma breve olhada na tela do aparelho, apertou um botão que devia ser o que abria a porta do prédio.
Se aproximou rápido de onde eu estava e, abrindo a porta do único armário que tinha no quarto, pegou minha roupa e jogou pra dentro. Em seguida me empurrou também pra dentro, ao mesmo tempo que me dizia:
¡Daqui você vai ver tudo, garoto, mas, se fizer qualquer barulho, você vai ser pego pela sua mamãezinha pelada, e aí vê o que você conta pra ela!Fechando a porta do armário me deixou ali chocado, pisando nas minhas próprias roupas. Embora não tivesse luz dentro, eu podia ver pelas frestas da porta o exterior.
Não demorei a escutar o barulho da porta da casa se abrindo e a voz do cara, perguntando:
¿Você tá com a fio-dental que eu te dei?Sim.
Escutei a resposta em voz baixa de uma mulher que não identifiquei como minha mãe.
¡Já vamos ver! ¡Entra! ¡Você já sabe onde!
Disse o sujeito, escutando em seguida uns saltos altos que se aproximavam.
Meu coração batia a mil e, se eu pudesse, teria saído dali o mais rápido possível.
Alguém entrou no quarto. Vi através das frestas da porta do armário. Era uma mulher.
Senti o perfume dela e me pareceu familiar, familiar demais.
¡Vi o rosto dela! ¡Era … minha mãe! ¡Minha mãe! ¡Minha mãe! Recuei assustado ao identificá-la, batendo minhas costas no fundo do armário, embora felizmente não fiz barulho ou assim acreditei. Sem perder tempo, ela tratou de soltar os botões da saia que vestia e, ao tirá-la pelos pés, vi sua bunda nua. Uma meia-calça preta de renda cobria suas pernas torneadas até praticamente a totalidade de suas coxas. Colocou a saia sobre a única cadeira que havia no quarto e começou a desabotoar a camisa que vestia. Vi o sutiã, preto de renda, que cobria seus grandes e empinados seios. Livrou-se da camisa e agora sim pude ver sua bunda carnuda e uma minúscula calcinha fio-dental, preta e transparente, que desaparecia na fenda do seu cuzinho suculento, e que na frente mal cobria o sexo, embora as transparências não deixassem nada à imaginação. Depois de colocar a camisa na cadeira, em cima da saia, levou uma das mãos às costas para soltar o sutiã que mal segurava seus grandes peitos, aparecendo naquele momento o pervertido que a disse: — Eu tiro pra você! Um leve empurrãozinho o cara deu nela, de modo que a colocou de frente para o armário onde eu estava. Vi o rosto dela de perto, a menos de meio metro de onde eu estava. Tinha os lábios pintados de vermelho berrante e sombra escura nos olhos. Nunca a tinha visto sair assim na rua! Tão...! E uma palavra cruzou naquele momento pela minha mente: vadia! Tão vadia! O cara soltou o sutiã dela, deixando seus redondos e empinados peitos à mostra. Deixando a peça cair no chão, as mãos do pervertido pegaram os peitos da minha mãe, amassando-os lentamente, ao mesmo tempo que dizia no ouvido dela: — Como eu gosto dos seus peitos, Rosi! Tão grandes, tão macios, com esses mamilos grossos e duros como pedra! Deixando-se amassar os peitos, minha mãe fechou os olhos e os lábios, apertando-os com força com uma sensação de nojo mal contida, enquanto o sujeito agora lhe dava longas lambidas num lado do pescoço e numa das suas orelhas. Diante da falta de reação da minha mãe, o pervertido, soltando os seios dela, deu um tapa forte e sonoro numa das nádegas nuas, e ordenou: Venha pra cama! Foda-se! Naquele momento percebi que o cara estava completamente nu e uma ereção forte levantava seu pau grosso e congestionado em direção ao teto. Aproximando-se os dois da cama, o homem, pegando-a por um dos antebraços, fez com que ela se virasse para ele e, empurrando-a levemente, a fez cair de costas na cama. Minha mãe usava como únicas peças a calcinha fio-dental minúscula, as meias-calças pretas e os sapatos de salto alto. Pouco durou a calcinha no lugar porque o cara, inclinando-se para frente, pegou-a pelas laterais, uma mão em cada lateral, e, puxando, tirou-a pelos pés, para o que ela contribuiu levantando as pernas para facilitar que ele a tirasse. Vi então a vulva dela, mal coberta por uma fina faixa de pelos pubianos castanho-claros. Uma vez a calcinha na mão, o cara levou-a ao nariz e, sem desviar o olhar da minha mãe, cheirou-a profundamente por vários segundos para jogá-la desdenhosamente em direção ao armário onde eu estava escondido. Em seguida, separou com as mãos as coxas da minha mãe, posicionando-se entre elas, e, inclinando-se para frente, colocou as mãos sobre o colchão, uma de cada lado da cabeça da minha mãe. Dirigiu então seu pau ereto à vulva e esfregou-o insistentemente entre os lábios vaginais, fazendo com que ela soltasse um suspiro profundo e fechasse os olhos, penetrando-a em seguida lentamente, aos poucos, e, quanto mais o membro entrava, mais minha mãe suspirava, revirando os olhos e até fechando-os. Não me deu a impressão naquele momento de que ele a estivesse estuprando, que a estivesse fodendo contra a vontade dela, mas sim que ela gozava sendo fodida por ele. Uma vez que todo o pau desapareceu dentro, ele o manteve ali, nas profundezas da buceta da minha mãe Por alguns segundos que pareceram eternos, o pervertido a encarava o tempo todo, sorrindo de forma mórbida, sabendo que a tinha em seu poder, tanto ela quanto seu filho, e que podia fazer com eles tudo o que quisesse. Minha mãe abriu os olhos e viu aquela cara de superioridade e perversão, e uma careta de medo contraiu seu rosto. Foi então que o cara, sem parar de olhá-la sorridente, começou, com a força dos quadris e das nádegas, a tirar lentamente o pau e, quando estava quase fora, enfiou de novo devagar, sem pressa. Repetiu o entra-e-sai várias vezes, aumentando aos poucos o ritmo da foda, tanto quanto os gemidos e suspiros da minha mãe iam aumentando. O ritmo era frenético, cavalgando sobre minha mãe, e ela gritava de prazer prestes a alcançar o orgasmo, quando… tocou um celular! Era o meu! Meu coração deu um salto! Não, eu não tinha desligado e agora ele troava pelo quarto inteiro! Fiquei petrificado! E quando reagi, me agachei para pegá-lo, provocando um estrondo, e quase caí para fora do armário, derrubando a porta. Remexendo desesperado nos bolsos, encontrei-o e, segurando-o com a mão, me levantei no exato momento em que a porta do armário se abriu, aparecendo o pervertido com uma cara de péssimo humor, e ele o arrancou da minha mão num instante, fechando de novo a porta do armário. Quem caralhos é você, filho da puta, que me estraga uma foda do caralho? Ouvi ele gritar furioso através do celular de quem tinha me ligado. Olhando pelas frestas da porta, vi que ele fez um gesto para minha mãe, que continuava deitada de barriga para cima na cama e com as pernas bem abertas. Ele indicava que ela não se levantasse da cama. Com o celular na mão, ele deve ter saído do quarto porque deixei de vê-lo, embora o ouvisse berrando ao telefone, até que seus gritos foram abafados quando ele fechou a porta, deixando minha mãe e eu sozinhos dentro do quarto. Mesmo assim, eu podia ouvir gritando:
¿Quem eu sou? Sou o cara que está comendo a gostosa da sua mulher!¿Onde está seu filho? Agora ele está ocupado! Está se masturbando vendo como eu como a mãezinha dele!Sim, sei quem você é! Claro que sei! Você é o marido corno da gostosa que eu como todos os dias!Embora o ouvisse, não prestava atenção, observando pelas frestas da porta, que ela continuava deitada de barriga para cima na cama, completamente nua e com as coxas bem separadas, mostrando bem aberta sua suculenta e brilhante sorriso vertical.
Apoiando-se nos antebraços, dirigiu, com desconfiança, seu olhar para o armário onde eu estava. Não acreditava que pudesse me ver através das frestas da porta, mas o que suspeitava era que havia uma vadia trancada, que havia alguém espiando dentro do armário enquanto comiam ela.
O coração batia a mil e suava copiosamente de puro medo de que minha mãe me descobrisse pelado vendo como um desconhecido comia ela.
Vi por um momento ela duvidar do que fazer, até que, finalmente, sem parar de olhar o armário, levantou-se devagar da cama e dirigiu-se para onde eu estava. Esticou seu braço para a maçaneta da porta e, quando estava prestes a gritar e sofrer um infarto, abriu-se a porta do quarto, aparecendo o pervertido que, ao vê-la levantada, gritou furioso, jogando o celular num canto do quarto:
Que porra você tá fazendo? Eu te disse pra levantar? Não! Né? Volta pra cama! Vai transar!Num salto minha mãe se afastou do armário, aproximando-se de novo da cama, mas o cara, agarrando-a pelo antebraço, a deteve gritando outra vez:
Espera! Você não foi obediente e tem que ser castigada!Sentou-se em seguida sobre o colchão e, puxando minha mãe, colocou-a de bruços sobre suas coxas, e começou a dar fortes e sonoros tapas nas nádegas dela, fazendo com que ela gritasse de dor e tentasse bloquear inutilmente os tapas com um dos braços, enquanto chutava em o ar.
Ai, ai, não, não, por favor, não! Guinchava ela soluçando e chutando no ar, enquanto o pervertido, sem parar de açoitá-la com força nas nádegas, gritava:
Você foi má, muito má, e toda menina má tem que ser castigada! Durou pouco tempo a surra, embora o suficiente para meu pau pulsar e começar a soltar porra. Ver como açoitavam o cu da minha mãe nua tinha me deixado muito excitado e meu pau reagiu da forma mais natural.
Gozei sem fazer o menor ruído ou, pelo menos, foi o que supus, segurando com uma das mãos o membro pulsante e com a outra tapando a saída do prazeroso fluido.
Quando voltei a olhar pelas frestas, observei o cara sentado sobre o colchão com as pernas abertas e minha mãe de joelhos entre as pernas dele. Estava de costas para onde eu estava, e só podia ver as nádegas maciças dela e um mais que suspeito movimento de cabeça e de braços.
Ela estava chupando o pau dele! Estava mamando! fim do primeiro capítulo
¡No fundo! ¡Você já conhece o caminho! ¡Segue o cheiro inconfundível de buceta da sua mamãezinha!Caminhei pelado com o monte de roupa nos braços, caindo um dos meus tênis no chão. Me abaixei pra pegar, escutando o pervertido que ria e me dava um chute numa das bundas. Envergonhado e assustado, entrei no quarto onde o cara tinha se jogado em … minha mãe?, e ele bem que me lembrou rindo:
¡Bem-vindo à cama onde eu como sua mamãezinha!Naquele momento tocou a campainha do interfone.
¡Já está aqui a safada da sua mamãezinha! ¡Vem buscar o tasty sexo diário!
Disse o pervertido e, depois de uma breve olhada na tela do aparelho, apertou um botão que devia ser o que abria a porta do prédio.
Se aproximou rápido de onde eu estava e, abrindo a porta do único armário que tinha no quarto, pegou minha roupa e jogou pra dentro. Em seguida me empurrou também pra dentro, ao mesmo tempo que me dizia:
¡Daqui você vai ver tudo, garoto, mas, se fizer qualquer barulho, você vai ser pego pela sua mamãezinha pelada, e aí vê o que você conta pra ela!Fechando a porta do armário me deixou ali chocado, pisando nas minhas próprias roupas. Embora não tivesse luz dentro, eu podia ver pelas frestas da porta o exterior.
Não demorei a escutar o barulho da porta da casa se abrindo e a voz do cara, perguntando:
¿Você tá com a fio-dental que eu te dei?Sim.
Escutei a resposta em voz baixa de uma mulher que não identifiquei como minha mãe.
¡Já vamos ver! ¡Entra! ¡Você já sabe onde!
Disse o sujeito, escutando em seguida uns saltos altos que se aproximavam.
Meu coração batia a mil e, se eu pudesse, teria saído dali o mais rápido possível.
Alguém entrou no quarto. Vi através das frestas da porta do armário. Era uma mulher.
Senti o perfume dela e me pareceu familiar, familiar demais.
¡Vi o rosto dela! ¡Era … minha mãe! ¡Minha mãe! ¡Minha mãe! Recuei assustado ao identificá-la, batendo minhas costas no fundo do armário, embora felizmente não fiz barulho ou assim acreditei. Sem perder tempo, ela tratou de soltar os botões da saia que vestia e, ao tirá-la pelos pés, vi sua bunda nua. Uma meia-calça preta de renda cobria suas pernas torneadas até praticamente a totalidade de suas coxas. Colocou a saia sobre a única cadeira que havia no quarto e começou a desabotoar a camisa que vestia. Vi o sutiã, preto de renda, que cobria seus grandes e empinados seios. Livrou-se da camisa e agora sim pude ver sua bunda carnuda e uma minúscula calcinha fio-dental, preta e transparente, que desaparecia na fenda do seu cuzinho suculento, e que na frente mal cobria o sexo, embora as transparências não deixassem nada à imaginação. Depois de colocar a camisa na cadeira, em cima da saia, levou uma das mãos às costas para soltar o sutiã que mal segurava seus grandes peitos, aparecendo naquele momento o pervertido que a disse: — Eu tiro pra você! Um leve empurrãozinho o cara deu nela, de modo que a colocou de frente para o armário onde eu estava. Vi o rosto dela de perto, a menos de meio metro de onde eu estava. Tinha os lábios pintados de vermelho berrante e sombra escura nos olhos. Nunca a tinha visto sair assim na rua! Tão...! E uma palavra cruzou naquele momento pela minha mente: vadia! Tão vadia! O cara soltou o sutiã dela, deixando seus redondos e empinados peitos à mostra. Deixando a peça cair no chão, as mãos do pervertido pegaram os peitos da minha mãe, amassando-os lentamente, ao mesmo tempo que dizia no ouvido dela: — Como eu gosto dos seus peitos, Rosi! Tão grandes, tão macios, com esses mamilos grossos e duros como pedra! Deixando-se amassar os peitos, minha mãe fechou os olhos e os lábios, apertando-os com força com uma sensação de nojo mal contida, enquanto o sujeito agora lhe dava longas lambidas num lado do pescoço e numa das suas orelhas. Diante da falta de reação da minha mãe, o pervertido, soltando os seios dela, deu um tapa forte e sonoro numa das nádegas nuas, e ordenou: Venha pra cama! Foda-se! Naquele momento percebi que o cara estava completamente nu e uma ereção forte levantava seu pau grosso e congestionado em direção ao teto. Aproximando-se os dois da cama, o homem, pegando-a por um dos antebraços, fez com que ela se virasse para ele e, empurrando-a levemente, a fez cair de costas na cama. Minha mãe usava como únicas peças a calcinha fio-dental minúscula, as meias-calças pretas e os sapatos de salto alto. Pouco durou a calcinha no lugar porque o cara, inclinando-se para frente, pegou-a pelas laterais, uma mão em cada lateral, e, puxando, tirou-a pelos pés, para o que ela contribuiu levantando as pernas para facilitar que ele a tirasse. Vi então a vulva dela, mal coberta por uma fina faixa de pelos pubianos castanho-claros. Uma vez a calcinha na mão, o cara levou-a ao nariz e, sem desviar o olhar da minha mãe, cheirou-a profundamente por vários segundos para jogá-la desdenhosamente em direção ao armário onde eu estava escondido. Em seguida, separou com as mãos as coxas da minha mãe, posicionando-se entre elas, e, inclinando-se para frente, colocou as mãos sobre o colchão, uma de cada lado da cabeça da minha mãe. Dirigiu então seu pau ereto à vulva e esfregou-o insistentemente entre os lábios vaginais, fazendo com que ela soltasse um suspiro profundo e fechasse os olhos, penetrando-a em seguida lentamente, aos poucos, e, quanto mais o membro entrava, mais minha mãe suspirava, revirando os olhos e até fechando-os. Não me deu a impressão naquele momento de que ele a estivesse estuprando, que a estivesse fodendo contra a vontade dela, mas sim que ela gozava sendo fodida por ele. Uma vez que todo o pau desapareceu dentro, ele o manteve ali, nas profundezas da buceta da minha mãe Por alguns segundos que pareceram eternos, o pervertido a encarava o tempo todo, sorrindo de forma mórbida, sabendo que a tinha em seu poder, tanto ela quanto seu filho, e que podia fazer com eles tudo o que quisesse. Minha mãe abriu os olhos e viu aquela cara de superioridade e perversão, e uma careta de medo contraiu seu rosto. Foi então que o cara, sem parar de olhá-la sorridente, começou, com a força dos quadris e das nádegas, a tirar lentamente o pau e, quando estava quase fora, enfiou de novo devagar, sem pressa. Repetiu o entra-e-sai várias vezes, aumentando aos poucos o ritmo da foda, tanto quanto os gemidos e suspiros da minha mãe iam aumentando. O ritmo era frenético, cavalgando sobre minha mãe, e ela gritava de prazer prestes a alcançar o orgasmo, quando… tocou um celular! Era o meu! Meu coração deu um salto! Não, eu não tinha desligado e agora ele troava pelo quarto inteiro! Fiquei petrificado! E quando reagi, me agachei para pegá-lo, provocando um estrondo, e quase caí para fora do armário, derrubando a porta. Remexendo desesperado nos bolsos, encontrei-o e, segurando-o com a mão, me levantei no exato momento em que a porta do armário se abriu, aparecendo o pervertido com uma cara de péssimo humor, e ele o arrancou da minha mão num instante, fechando de novo a porta do armário. Quem caralhos é você, filho da puta, que me estraga uma foda do caralho? Ouvi ele gritar furioso através do celular de quem tinha me ligado. Olhando pelas frestas da porta, vi que ele fez um gesto para minha mãe, que continuava deitada de barriga para cima na cama e com as pernas bem abertas. Ele indicava que ela não se levantasse da cama. Com o celular na mão, ele deve ter saído do quarto porque deixei de vê-lo, embora o ouvisse berrando ao telefone, até que seus gritos foram abafados quando ele fechou a porta, deixando minha mãe e eu sozinhos dentro do quarto. Mesmo assim, eu podia ouvir gritando:
¿Quem eu sou? Sou o cara que está comendo a gostosa da sua mulher!¿Onde está seu filho? Agora ele está ocupado! Está se masturbando vendo como eu como a mãezinha dele!Sim, sei quem você é! Claro que sei! Você é o marido corno da gostosa que eu como todos os dias!Embora o ouvisse, não prestava atenção, observando pelas frestas da porta, que ela continuava deitada de barriga para cima na cama, completamente nua e com as coxas bem separadas, mostrando bem aberta sua suculenta e brilhante sorriso vertical.
Apoiando-se nos antebraços, dirigiu, com desconfiança, seu olhar para o armário onde eu estava. Não acreditava que pudesse me ver através das frestas da porta, mas o que suspeitava era que havia uma vadia trancada, que havia alguém espiando dentro do armário enquanto comiam ela.
O coração batia a mil e suava copiosamente de puro medo de que minha mãe me descobrisse pelado vendo como um desconhecido comia ela.
Vi por um momento ela duvidar do que fazer, até que, finalmente, sem parar de olhar o armário, levantou-se devagar da cama e dirigiu-se para onde eu estava. Esticou seu braço para a maçaneta da porta e, quando estava prestes a gritar e sofrer um infarto, abriu-se a porta do quarto, aparecendo o pervertido que, ao vê-la levantada, gritou furioso, jogando o celular num canto do quarto:
Que porra você tá fazendo? Eu te disse pra levantar? Não! Né? Volta pra cama! Vai transar!Num salto minha mãe se afastou do armário, aproximando-se de novo da cama, mas o cara, agarrando-a pelo antebraço, a deteve gritando outra vez:
Espera! Você não foi obediente e tem que ser castigada!Sentou-se em seguida sobre o colchão e, puxando minha mãe, colocou-a de bruços sobre suas coxas, e começou a dar fortes e sonoros tapas nas nádegas dela, fazendo com que ela gritasse de dor e tentasse bloquear inutilmente os tapas com um dos braços, enquanto chutava em o ar.
Ai, ai, não, não, por favor, não! Guinchava ela soluçando e chutando no ar, enquanto o pervertido, sem parar de açoitá-la com força nas nádegas, gritava:
Você foi má, muito má, e toda menina má tem que ser castigada! Durou pouco tempo a surra, embora o suficiente para meu pau pulsar e começar a soltar porra. Ver como açoitavam o cu da minha mãe nua tinha me deixado muito excitado e meu pau reagiu da forma mais natural.
Gozei sem fazer o menor ruído ou, pelo menos, foi o que supus, segurando com uma das mãos o membro pulsante e com a outra tapando a saída do prazeroso fluido.
Quando voltei a olhar pelas frestas, observei o cara sentado sobre o colchão com as pernas abertas e minha mãe de joelhos entre as pernas dele. Estava de costas para onde eu estava, e só podia ver as nádegas maciças dela e um mais que suspeito movimento de cabeça e de braços.
Ela estava chupando o pau dele! Estava mamando! fim do primeiro capítulo
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