A enfermeira Adriana, uma puta completa, parte #3

A enfermeira Adriana, uma puta completa, parte #3Eu estava começando um plantão no pronto-socorro. Como mencionei antes, sou clínico geral do pronto-socorro de um hospital infantil. Hoje, mais uma vez, eu tinha um turno com a enfermeira Adriana. Quando cheguei ao meu turno, vi Adriana com umas meias-calças compridas e uma saia super justa no seu corpo lindo; estava uma boneca. Não estava de sutiã e dava pra ver os mamilos. Cumprimentei-a com um beijo no rosto e ela me disse no ouvido: "Hoje você seria meu de novo, esse pau preto vai ser só meu". Eu só ria. Dessa vez era época de Natal. O pronto-socorro estava completamente vazio, não tinha pacientes. Claro, todo mundo estava comemorando e o esperado era que chegassem feridos, mas de madrugada. Entre as enfermeiras e os médicos, a gente tinha planejado antes um jantar de Natal pra não deixar a ocasião passar, mesmo estando trabalhando. Estávamos na mesa dividindo a comida e eu sentei de frente pra Adriana. Ela piscou pra mim e depois senti o pé dela passando pela minha calça; ela estava descalça, não sei em que momento tirou os sapatos. Movia o pé em círculos na minha calça, meu pau ficou duro, tava duraço, ela me deixou completamente louco. Movia o pé de cima pra baixo, cada vez mais rápido, até que fiz sinal pra ela parar, porque nossos colegas iam perceber. Ela parou, mas continuava me olhando com olhos de desejo. Quando terminamos de comer, estávamos organizando a mesa e ela se colocou na minha frente; roçava o corpo dela no meu, meu pau ficou duro de novo, mas tinha muitas enfermeiras e meus colegas médicos. Falei que ela ia me pagar. Terminamos de organizar e sobrou comida pra mais tarde: peru, salada e creme. Fiquei muito satisfeito. Tinha passado uma hora; o turno estava calmo, só tinha atendido três pacientes a noite toda e já tinha quatro horas de hospital. Aí, uma auxiliar de enfermagem me disse que tinha chegado um paciente ferido na sala de procedimentos. Quando cheguei na sala, ¡Surpresa! Era a enfermeira Adriana completamente nua. Trancou a porta e me disse: "Dessa vez você não escapa de mim, meu doutor gostoso". Eu disse que era melhor esperarmos para mais tarde, mas ela insistia; disse que era o momento perfeito. Me abraçou, depois agarrou meu pau com as mãos enquanto nos beijávamos de língua, com muita saliva, era um beijo super apaixonado. Sentia sua respiração ofegante. Desci para seus seios lindos, pequenos mas belos, encantadores; eu chupava, lambia, até que ela abaixou meu short. Tira meu pau duro, negro, venoso, grosso, começa a me fazer sexo oral com paixão, enfia ele todo na boca, depois chupa minhas bolas, lambe meu pau, se entregando por completo enquanto me acariciava. Sem eu falar nada, ela se colocou na maca em posição de cachorrinho (de quatro). Acariciava ela profundamente e ela gritava de prazer, dava pra ver sua buceta depilada, completamente limpa, fechadinha e rosadinha, acaricio com um dedo, passo pelos lábios maiores e menores, enfio o dedo indicador e esse dedo entrou super rápido, depois enfio dois dedos dentro da buceta dela e ela grita de prazer, me diz: "enfia seu pau logo" passo meu pau pelos lábios vaginais dela, estavam completamente molhados, enfio o pau, e ela continua gritando de prazer. O encontro ficou completamente apaixonado e ela continuava gritando de emoção. Disse pra ela não fazer tanto escândalo porque poderiam nos ouvir; já estava muito excitado, o ritmo era intenso. Nos entregamos ao desejo. Já estava muito excitado, metia fundo, dava pra ouvir o som das minhas bolas na buceta dela, era uma batida forte e intensa, meti pau como se não houvesse amanhã. Ela me disse pra mudarmos de posição; deitei de barriga pra cima e ela subiu em cima de mim. Começou a se mover sobre mim: cavalgava meu pau, sobe e desce, sobe e desce. Fazia movimentos circulares, aumentava a intensidade cada vez mais rápido; sentia a pressão incrível e o calor da buceta dela no meu pau. Ela me disse que já estava quase terminando, Sentia como as pernas dela tremiam, ela vira e me diz: "papi, já tô quase gozando, me dá forte que eu quero seu gozo dentro de mim", sentia a intensidade do momento. Dou forte, aumento a intensidade, suava de tanto esforço, sinto que vou gozar, falei pra ela que vou gozar "enfermeira safada", gozamos juntos, mas mesmo assim ela subia e descia meu pau lentamente uma e outra vez, podia ver como meu sêmen escorria da buceta dela, ela continuava gemendo, me disse: "Papi, que gostoso que é sentir seu gozo na minha bucetinha" Naquele instante, bateram na porta. Ela pegou o uniforme, saiu correndo e entrou no banheiro da sala de procedimentos, trancando a porta. Eu subi a calça e abri a porta. Uma enfermeira me disse: "Doutor, chegou um paciente com dor". Imediatamente a excitação baixou, meu pau ficou mole na hora. Fui ao banheiro e Adriana estava colocando o uniforme; me deu um beijo e disse: "Isso é só o começo desse plantão noturno". Lavei as mãos e fui ver o paciente.

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