Este é um daqueles relatos loucos que acontecem com frequência, principalmente quando a gente é do armário e levava uma vida dupla. A internet é um mundo estranho, mas uma bela porta para a experimentação. Eu, sempre que podia, ia a um cyber próximo, me conectava no chat em busca de algum contato quando leio "procuro rapaz jovem para punhetas cruzadas e experimentar, tenho lugar, senhor mais velho atlético e bem dotado". Falei, e por que não? Quem é que não se dá bem com uma masturbação e depois a gente vê o que acontece. Conversamos no chat, nos demos bem e ele me diz que gostaria de me conhecer, combinamos, fui tomar banho, me troquei e disse que estava indo, por que não tem foto de perfil, não tinha nada, era totalmente às cegas, ele me disse que tem uma caminhonete vermelha, a gente se espera ali. Fui pronto para ir a uma casa pegar um homem que disse que tinha grande, mas não. Ele me convidou para tomar um café. Homem cinquentão, amável e cordial, conversava comigo, dava em cima de mim, pagou tudo, eu era a mocinha dele praticamente, aí ele me diz "bom, você passou no filtro, vamos". Subimos na caminhonete e ele arrancou para a praia, pleno inverno na região não tem ninguém e eu pensei que ele morava perto da praia. Fomos conversando e eu perguntei... Aonde a gente vai? Ele: no pescador, não tem ninguém lá. Aaaah, tá bom então, nunca fiz nada em público. Ele: você vai gostar. Chegamos, procuramos um lugar para estacionar por um caminho que tinha, ele já sabia de tudo, me diz "abre aí" apontando para o porta-luvas, abro e tinha lubrificante e rolo de papel. Já sabemos como isso termina. O cara tira um pau, grande, não cabia, além disso estava dura, e ele sacudia e olhava para mim, o excitava como eu olhava o pau dele, era o troféu dele. Ele ficava excitado que vissem o quão grande era o pau dele e que tocassem e adoravam. Ele: você gosta? Sim. Ele: vem, toca. Aí comecei a punhetá-lo e me dava vergonha tirar meu pau porque era menor. Ele me diz para, vamos para trás, fomos para os bancos de trás e ele abriu o zíper e começou a me tocar. Eu queria chupar o pau dele todinho costa o que ele tentava me pegar com aquele pauzão que ele tinha, mas pras minhas investidas ele respondia com neutralidade e rejeição. Mantendo a posição dele. Usei todas as minhas táticas mas não consegui convencer ele. Enquanto a gente se masturbava ele começou a acelerar e eu também. Não tinha noção do tamanho do pau até ver ele jorrar toda aquela porra, no mínimo era 21x6, no mínimo, eu acho que mais. Começou a jorrar porra e não parava, então tentei limpar o máximo que pude, fiz menção de chupar o pau de novo mas ele me segurou. Aí ele começou a me punhetar até eu gozar, foi lindo. A gente terminou e ele me disse "vamos?" E toda aquela qualidade que ele tinha apagou por um tempo. E de repente depois de muito silêncio esquisito ele me diz. Ele: eu gosto disso, de brincar, só isso, nada de chupar pau, nem de transar, nem de beijo nem de carinho nem de nada, tá claro? Eu: tá bom, anota meu número. Não nos vimos muitas vezes, e sempre se repetia a mesma coisa eu querendo mais e ele se limitando ao mesmo, enquanto isso ele ousava, às vezes me tocava a bunda enquanto eu masturbava ele, um dia ele enfiou um dedo por um tempinho e meio que se assustou e tirou. Já tínhamos entrado na confiança, às vezes ele me escrevia, às vezes eu. Um dia ele me ligou, coisa que a gente tinha dito que nunca ia fazer. Eu naquele momento estava solteiro mas morava com meu velho. Não dava satisfação pra ninguém. Vejo a chamada e não atendo, depois de um tempo outra e falo tá bom. Ligo pra ele. Ele: que que tu tá fazendo? (Tom de bêbado) Dormindo, é quinta. Ele: não seja chato, passo aí pra te buscar? Kkkkk, tu tá bêbado. Ele: vai cara tô muito excitado vamos. Tá bom vai. A gente se encontra e ele me recebe com uma cerveja e me diz "toma, entra no clima" eu rio e aceito. Ele me diz "vamos pra minha casa vai?" Assenti com a cabeça. Chegamos na casa dele, bonita, arrumada e organizada, fotos com filhos, esposa e amigos. Ele: vem, senta aqui. Me sento, no sofá de 2 lugares que ele tinha. Ele: quer alguma coisa? Outra breja tá bom. Ele se prepara um whisky e tira o pau pra fora enquanto tava pra vir caminhando e ele passa o pau praticamente na minha cara, tipo quando você afasta o cachorro com o osso. Ele: tô super excitado, me toca. Sim e bêbado pra caralho kkkk Ele: você me cai muito bem, sabia? Sim, tô vendo. Ele: é que os caras não respeitam, não obedecem, você sim Kkkk Ele: vem, me punheta. Eu tava de legging e camiseta bem básica assim mesmo, mas ideal pra ocasião. Ele me abraça, apoio minha cabeça no ombro dele e começo a acariciar toda a área perto do pau enquanto ele passava lubrificante e eu sentia ele se arrepiar. Começo a sentir a mão dele inquieta procurando o pau, ele abaixa meu short até o joelho, mas em vez de tocar meu pau dessa vez ele tava empolgado com meu rabo, meu safadinho, e me dava tapas enquanto eu batia uma pra ele. Gostou do meu rabo? Ele: sim, adoro. Mmm O pau dele ficava super duro e eu, em vez de usar mais lubrificante, decidi usar saliva. Pra ver como ele se comportava quando eu aproximava meu rosto. No começo ele cuspia de longe, cheguei perto e estiquei a língua, encostei a ponta da língua na cabeça e ele não falou nada, continuou gemendo e curtindo o que tava rolando, então avancei. Comecei com um oral suave, tentando fazer o máximo do pau entrar na minha boca, mas não conseguia. Ele começou a acariciar meu cabelo, minha cintura, minhas pernas, começou a me tocar todo. E de repente sinto o primeiro dedo no rabo e depois o segundo. Eu tava curtindo tanto que ele me deixava chupar o pau dele pela primeira vez que não queria falar nada pra não quebrar o clima. Ele começou a me punhetar e eu gozei. Ele: noooossa, você me abandonou. Agora falta você. Fiquei de quatro no sofá e ele me diz: olha que é muito pau pro cu estreito que você tem. Você vai aguentar. Sim sim, vai. Apoio o pau um tempo na entrada e eu acho que ele hesitou um pouco, mas eu não parava de me mexer e esfregar o rabo no pau dele. Chegou num ponto de rolar um silêncio esquisito, ele passou lubrificante e começou a se masturbar com meu cu, mas não me comia, então comecei a empurrar com o rabo, cada vez que ele se movia pra trás eu ajeitava o rabo pra bater no cu fui me dilatando, meu plano funcionou mais do que eu pensava porque de repente senti a pancada, a dor e a ardência. Por estar brincando entre a cabeça de uma vez só, esperneei um pouco porque doeu muito, parece que o excitei mais porque depois disso começou a querer me abrir o cu enquanto metia e tirava a cabeça. Eu não estava passando muito bem, digamos assim, porque doía pra caralho, ficamos assim um tempo até que ele quis meter tudo. Esperneei de novo mas ele não deixava eu tirar de dentro. "Deixa eu sentar em cima", falei, ele aceitou e eu virei de costas assim ele tinha a boa visão do meu cu. Comecei a dar sentadas cada vez que podia. Recebi tapas na bunda e apertos de cintura lindos, até que veio o momento culminante, ele começou a me bater uma. Apertava meu pau como querendo segurar o gozo dele, eu super excitado soltei o primeiro jato e ele derramou toda a porra dele no meu cu. Continuei me movendo desejando que não acabasse mais. Levantei e a porra caía como uma cachoeira. Ele: adorei, é minha primeira vez foi e tomou um whisky e tudo ficou frio, pedi o banheiro, me limpei e me troquei. Falei bom, vou embora se você achar melhor, "sim, já te chamo um táxi". Fui pra casa com muitas dúvidas do que tinha acontecido, além da dor no cu que eu tinha. No dia seguinte acordo e tinha uma mensagem dele dizendo que a noite anterior estava errada, que ele não era assim e que eu o confundia. Pediu pra não nos vermos mais e assim foi. Mas é algo normal nisso de ser gay de closet. Histórias estranhas mas lindas e excitantes.
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