Em quarentena com a mamãe 2

Se a pandemia já tinha aprofundado o desejo doentio que eu vinha sentindo pela mamãe, o vídeo que a Luana me mostrou na noite anterior intensificou tudo até ficar insuportável. No dia seguinte, toda vez que eu olhava pra ela, não conseguia evitar lembrar dela nua, lambendo aquele pau grosso, engasgando enquanto um fio de saliva escorria da boca, com o papai, transformado num ator secundário que nem dava pra ver o rosto, metendo forte por trás. E ela, entregue, soltando aqueles sons molhados, profundos, carregados de prazer. Nesse mesmo dia chegaram as compras do supermercado. O protocolo era simples e frio: fazíamos o pedido pela internet, pagávamos com cartão, e quando a campainha tocava, o entregador deixava a caixa na porta. A gente não o via mais do que alguns segundos. Ele vinha vestido com uma roupa especial, completamente coberto, como se fosse um astronauta, e desaparecia logo em seguida. Essa imagem nos lembrava o quão sozinhos estávamos, o quão isolados naquela quarentena que parecia infinita. Nós recebíamos a caixa, borrifávamos álcool, esperávamos alguns segundos e depois começávamos a tirar as coisas. Naquele dia eu ajudei a mamãe a arrumar tudo na cozinha. Ela estava vestida de um jeito que me pareceu letal. Uma saia azul-clara simples, uma blusa creme de mangas compridas, nada muito ostensivo. Mas nela, até o simples ganhava um magnetismo erótico impossível de ignorar. Ela parecia aquelas donas de casa dos comerciais americanos: perfeitas, sóbrias, lindas. Com uma sensualidade que tentava esconder, mas que acabava destacando ainda mais. O cabelo ondulado estava solto.Em quarentena com a mamãe 2De repente, entendi por que no video ela tinha estado com o cabelo preso, coisa que fazia muito raramente: para poder chupar aquele pau sem que o cabelo a atrapalhasse. Era um detalhe minimo, quase insignificante, mas que me fez olhar para ela com uma estranha admiracao.
—O que foi? —me perguntou de repente, ao notar que eu a encarava fixamente.
Na sala, tia Mariana e Luana cochichavam e riam juntas. Sempre estavam grudadas. As vezes parecia que Mariana tinha mais afinidade com a sobrinha do que com a propria irma, o que tambem nao era estranho: a diferenca de idade entre elas era quase a mesma que separava a tia Mariana da Mama.
—Nada... —respondi, tentando disfarcar.
—Por que voce me olha assim, entao? —insistiu, arqueando uma sobrancelha.
Fiquei nervoso, engoli em seco.
—Nada... e que eu gosto de te ver —disse, sem coragem de falar que na verdade estava devorando a bunda dela com os olhos, que tinha ficado preso nas tetas e em cada curva do corpo dela.
—Voce ta estranho, ne? —comentou, mas logo se corrigiu—. Mas todo mundo ta estranho.
—E que eu nao pensei que a quarentena fosse ser tao pesada —confessei.
—Sim, mas tem que aguentar. Nao tem outra —disse, enquanto se esticava para abrir o armario e guardar umas latas.
O movimento me deixou sem ar. A saia esticou, marcando o traseiro dela de um jeito obsceno, e a blusa grudou no torso, desenhando a redondeza dos seios. O cabelo loiro caia solto sobre o rosto, e eu, de pe a alguns passos, nao conseguia parar de lembrar dela outra vez no video: ajoelhada, babada, com dois paus entrando e saindo do corpo dela. Senti meu pau comecar a inchar sem remedio.
Terminei de ajuda-la a arrumar as coisas e, para escapar daquela situacao, falei que ia para o meu quarto.
—Ok, mas nao se tranca o dia todo jogando videogame —me repreendeu com um tom suave.
—Ta bom...
—Temos um quintal lindo. Aproveita. Agora e mais valioso do que nunca. Imagina as pessoas que nao tem nem quintal, ou tem um quintalzinho —insistiu. —Você tem razão —admiti. Eu estava prestes a me virar quando, de repente, ela me lançou: —E hoje você não me dá um beijo? —Hã? —balbuciei, sem entender no começo—. Bom… não é que eu estivesse me despedindo de você. Mas… se você quiser. Me aproximei, nervoso. Dessa vez foi ela quem me abraçou primeiro, de frente. Senti seus peitos se espremendo contra meu torso, quentes, firmes. Seu perfume me envolveu. Depois me beijou na testa, com uma ternura maternal que contrastava com tudo o que eu estava sentindo. Por sorte meu pau ainda não tinha endurecido, embora eu temesse que ela notasse que estava inchado. —Vai. Você é um bom garoto —sussurrou. Me virei como pude, com o pau endurecendo dentro da calça, e saí. Na sala estavam Mariana e Luana, jogadas no sofá grande. Luana em cima da minha tia, brincando de luta como duas meninas caprichosas. Mas eu não conseguia vê-las com inocência. O short de algodão da minha irmã se enfiava entre as nádegas, desenhando aquele rabo empinado, juvenil, irresistível. Nossa tia, de barriga pra cima, ria com a boca aberta; seus peitos balançavam suavemente, sem sutiã, sob a camiseta. Invejei que pudessem se tocar assim, com naturalidade, como se não fosse nada. Aquele contato físico contínuo, aquela liberdade de pele contra pele, enquanto eu mal conseguia controlar os desejos obscuros que me percorriam. Senti como o pau terminava de endurecer, e subi rápido pro meu quarto, escapando dos meus próprios pensamentos. Esse segundo dia pareceu correr tudo bem. No entanto, não conseguia tirar da cabeça o que Luana tinha me dito: que mamãe não conseguia passar mais de um dia sem transar. E eu tinha medo das consequências que isso podia trazer pra convivência. O que aconteceria se, de verdade, ela não conseguisse saciar esse apetite no meio do confinamento? Durante todo o dia não se notou nada estranho, exceto pequenas tensões. Mas o dia nunca termina até terminar. À noite me acordou a sede. Desci pra cozinha meio dormindo, arrastando os pés. A casa era bem grande, silenciosa às vezes. Em cima ficavam os três quartos: o meu, o da Mariana — que usava o quarto de hóspedes — e o da Luana. Embaixo, no quarto principal, dormia a mamãe. Acendi só uma luz fraca na cozinha e me servi um copo d'água. Estava calor, então eu estava só de cueca. O ar noturno estava impregnado daquele silêncio que na pandemia ficava mais pesado do que nunca: sem carros, sem gente, sem vida além daquelas paredes. Apoiado na bancada, bebi devagar. E, como sempre ultimamente, os pensamentos começaram a me martelar a cabeça. Lembrei do vídeo: mamãe de fio-dental, depois pelada, babando com dois paus ao mesmo tempo. Lembrei do sorriso da Luana quando me mostrou, como se estivesse esperando aquele momento pra expor minha reação. E depois as duas, Luana e Mariana, no sofá, se agarrando e rindo, se tocando como se fossem novinhas, mas me fazendo ferver o sangue. O pau ficou duro na hora. Não tinha como segurar. E agora, quase coberto só pela cueca, a ereção era óbvia demais, um volume obsceno que me marcava sem pudor. Apaguei a luz da cozinha e comecei a subir de novo, com a intenção de voltar pro meu quarto. Mas aí escutei algo. Barulhos. Não podiam vir de outro lugar que não fosse do quarto da mamãe. Fiquei parado, paralizado na escada, com o coração batendo forte no peito. Avancei com cuidado, devagar, até ficar na frente da porta fechada do quarto principal. Os sons eram estranhos. No começo achei que ela chorava. Era um soluço, um gemido, algo entrecortado. Mas logo percebi que não era um choro comum. Soava diferente. Como uma dor física… De repente, um grito rasgou o silêncio. E sem pensar, com o estômago embrulhado e o sangue fervendo nas veias, empurrei a porta e entrei. Quando acendi a luz, percebi, tarde demais, o quanto tinha sido idiota por não prever o que ia encontrar. Ela estava ali, deitada na cama matrimonial, os lençóis de seda escorregados para o lado como se estivessem atrapalhando. Seu corpo brilhava sob o abajur, nu, úmido. O som que eu tinha escutado continuava escapando da garganta dela, entrecortado, vibrante. Não era um choro. Também não era dor. Ou sim, talvez uma mistura das duas coisas. Era um gemido áspero, carregado de prazer e desespero.
Mamãe tinha acabado de gozar. Vi no corpo inteiro dela, ainda tremendo, estremecendo como se cada músculo respondesse atrasado ao espasmo que tinha acabado de atravessá-la.
A mão direita dela estava enfiada entre as coxas, ainda agarrada à buceta. E eu vi tudo.
Vi latejante, inchada, aberta, molhada, brilhando com aquele esplendor íntimo e brutal que eu nunca tinha visto tão de perto numa mulher. Um rosa aceso, obsceno. O cheiro metálico e doce do orgasmo flutuava no ar, misturado com o perfume dela, com o calor sufocante do quarto fechado.
Fiquei de queixo caído. O coração batia no meu peito como querendo sair.
Ela levantou a cabeça de leve e olhou pra mim. Os olhos azuis dela, intensos, pareciam saltar das órbitas. A boca entreaberta, ofegante. Percebi na hora: ela também estava me olhando, sim, mas não nos olhos. Tinha notado o volume grotesco na minha cueca, aquela verdade dura que se marcava como um animal preso querendo escapar.tia—Eu… não… —tentei dizer, nervoso, mas as palavras se desfizeram antes de sair.
Ela não respondeu. Continuava ali, agitada, com o peito subindo e descendo de forma violenta, os mamilos eretos, pontiagudos, como flechas. Sua pele perolada de suor brilhava com um fulgor quase doentio. Parecia recém-atropelada por um trem invisível, ainda sob os espasmos do prazer que tinha se dado a si mesma.
E eu, idiota, não conseguia me mover. Não atinei a me virar nem a pedir desculpas. Só fiquei ali, observando-a. Meus olhos percorreram cada canto do seu corpo: os seios firmes, as aréolas rosadas endurecidas; o abdômen liso tremendo com a respiração agitada; os lábios úmidos, brilhantes, entreabertos; e sua buceta, essa buceta melada, latejando ainda, como se me chamasse, como se me tentasse a dar um passo a mais.
O tempo parecia suspenso. O ar estava tão carregado que me custava respirar.
—Estou bem… —conseguiu dizer, com a voz rouca, mal audível.
Com um gesto lento, como sabendo que já era inútil, esticou a mão esquerda para o lençol de seda que jazia amassado ao lado. Cobriu-se com ele, ocultando o que já tinha mostrado sem remédio. Mas fez isso tarde, tarde demais: meus olhos já estavam tatuados com essa imagem.
—Vai embora… não se preocupe. Estou bem —repetiu, embora seus olhos continuassem fixos em mim, me atravessando com uma intensidade que me queimava a pele.
—Tá bem… já vou indo —murmurei, a garganta seca, com um fio de voz que mal saiu.
Me virei devagar, como se estivesse flutuando, com as pernas moles, sentindo o sangue arder em cada veia. Saí do quarto fechando a porta sem fazer barulho, embora soubesse que o silêncio não apagaria o que aconteceu.
Subi para o meu quarto sem entender nada, com o coração disparado e o pau duro pulsando sob o tecido. Levava grudada na retina a imagem de mamãe nua, tremendo, molhada, convulsionada de prazer. E a certeza brutal de que essa visão ia me perseguir por muito tempo.
Para completar o meu vergonha, quando subi pro primeiro andar esbarrei com a tia Mariana. Ela tinha acabado de sair do banheiro que dividia com a Luana, então tava no corredor, na meia-luz que a única lâmpada acesa deixava. O coração parou por um instante. Ela tava com uma camisola de tecido fino, apertada na cintura por uma fita que realçava a silhueta de vespa dela. O decote era enorme, deixando ver um canal profundo onde meus olhos se afundaram sem conseguir evitar. As curvas do corpo dela pareciam esculpidas pro pecado: as tetas enormes se insinuavam firmes sob o tecido, a camisola mal roçava os quadris dela, e quando ela virou um pouco, o tecido se moldou naquele cu perfeito que sempre me obcecou.maeMariana abriu a boca como se fosse dizer algo, mas ao me ver, parou de repente. Seu olhar baixou imediatamente e parou no volume grotesco que apertava minha cueca.
E então ela sorriu. Um sorriso breve, malicioso, como se tivesse entendido tudo em um segundo.
—Boa noite. Nos vemos amanhã —disse com voz suave, quase cantarolada.
Girou sobre os calcanhares e se afastou em direção ao quarto dela. Eu fiquei parado, vendo como a bunda dela se movia sob o tecido da camisola, acariciada por cada dobra da peça. Era uma visão insuportável e deliciosa.
Me senti um idiota. De novo… Como se o que aconteceu com a mamãe não fosse suficiente, agora minha tia tinha me visto com o pau duro. Quem sabe o que ela pensaria. Embora, claro, em comparação com o outro, isso era uma bobagem.
Quando entrei no meu quarto, ainda com a cabeça um turbilhão, o celular vibrou na mesinha de cabeceira. Era uma mensagem.
“Não se preocupe. Foi só um acidente. A masturbação é a coisa mais normal do mundo. E sei que você entrou porque estava preocupado. Lamento que você tenha tido que me ver assim.”
Era da mamãe.
Fiquei olhando para a tela, sem saber como reagir. O alívio me percorreu inteiro, ao mesmo tempo que algo escuro me estremeceu. Agora tínhamos um segredo estranho, perigoso, que nos unia de uma maneira que eu não ia poder esquecer.
Respondi com jeito desajeitado: “Claro. E óbvio que não vou contar nada para as meninas.”
Isso eu disse mais por mim do que por ela. Mamãe reagiu à minha mensagem com umcurtir, o que me fez pensar que ela concordava em não mencionar nada. Guardei o celular, mas a inquietação continuava me queimando por dentro. Naquela noite, eu já não conseguia pensar em outra coisa. O vídeo, a cena no quarto dela, a mensagem. O corpo dela pulsando sob a luz, a buceta molhada, tremendo. E o sorriso da Mariana no corredor, os peitos dela, a bunda perfeita se afastando. Baixei a cueca e me deixei cair na cama. Fechei os olhos e comecei a me tocar, primeiro devagar, depois com mais desespero. Meus pensamentos se misturavam sem ordem: Mamãe nua, se masturbando até gritar; Mariana sorrindo com malícia, a camisola marcando as curvas; Luana rindo com seus olhos claros, as pernas perfeitas entrelaçadas nas da nossa tia. Me masturbava com violência, com raiva e com prazer, consciente de que a quarentena só estava começando e de que cada dia ia ser pior. Ou melhor… No dia seguinte, bati na porta da Luana. Meu celular tinha ficado sem bateria e meu carregador não servia, então eu precisava pedir o dela. — Entra — ela disse de dentro. Entrei e me surpreendi ao vê-la assim. Estava de bruços na cama, de bunda pra cima. Não nua, mas quase. Só usava uma calcinha fio-dental preta que marcava tudo, e uma regata curta, também preta. O contraste da roupa com a pele clara dela era hipnótico. Tinha um livro aberto na frente, apoiado no travesseiro, e mexia os pés no ar com um vaivém distraído.incestoEu não podia acreditar naquele rabo. Já tinha visto ela de roupa íntima muitas vezes, não era algo novo que ela precisasse esconder de mim. Mas agora as coisas tinham mudado. Eu já não a via como irmã. Bom, eu continuava pensando nela como minha irmã, óbvio, mas não a via só como isso. Era uma das mulheres com quem eu tinha que conviver. Uma das mulheres que iam fazer meu pau ficar duro todos os dias.
A calcinha fio-dental se enfiava no lugar certo, marcando os lábios do sexo dela, desenhando um relevo proibido que me deixou com a boca seca.
Ela levantou os olhos de leve e sorriu com ironia.
— Tá aí — disse, apontando o carregador em cima da mesinha de luz.
Me aproximei, nervoso, tentando não olhar tanto. Mas ela me cravou aquele olhar dela, irônico, safado, que usava quando queria me provocar.
— Então… a tia te viu numa situação bem difícil ontem à noite — soltou, e riu.
Fiquei gelado.
— Não acredito que ela te contou isso — falei, tentando rir também —. Às vezes ela parece até mais nova que a gente. O que mais ela te contou? — perguntei depois.
— E o que mais ela ia me contar? — respondeu com indiferença.
Aliviado, entendi que ela não fazia ideia do que tinha acontecido com a mamãe, que era o que realmente era grave.
— Por que você tem tanta vergonha? — me disse de repente, inclinando a cabeça —. É engraçado, mas é normal. E na sua idade o pau fica duro do nada, né?
Assenti com a cabeça, me sentindo ridículo ali parado com o carregador na mão. Sentei numa cadeira do lado.
— Alguma dica pra evitar isso? — perguntei.
— E por que você ia evitar? — respondeu ela, dando de ombros —. Essas coisas acontecem.
— Eu sei… mas não quero que aconteça na sua frente ou na da Mariana.
— Sei lá… não sou homem. Mas mesmo assim, a tia te dá tesão, né?
Fiquei duro. Ela tinha jogado a pergunta assim, de cara, como se nada.
— O quê? — tossi, surpreso —. Nada a ver.
— Nada a ver… — riu ela, divertida —. Se você não consegue parar de olhar as tetas dela, seu degenerado.
— É impossível não olhar — me defendi.
— Bom, isso é verdade. Mas… mesmo assim, você já conheço.Desde pequenininho você dizia que ela ia ser sua namorada, lembra? —Isso era quando eu era criança… —murmurei, desconfortável. O fato de ela continuar ali, na mesma posição, com o cu levantado, me mostrando descaradamente, me deixava cada vez mais nervoso. Sabia que a qualquer momento ia ficar de pau duro de novo, como na noite anterior. —Não me diga que ela também te falou que acha que estou com tesão nela? —perguntei, sondando o terreno. —Não precisa me falar diretamente —respondeu Luana, com calma. —Ou seja, você acha… que sim, ela sabe. —Pode ser —disse ela, encolhendo os ombros. Mas eu sabia que a resposta era que sim, ela sabia. Nossa tia sabia que eu sonhava em comer ela. E, se eu parasse pra pensar, era óbvio. Então me perguntei se por acaso minha irmã e minha mãe também percebiam o quanto me deixavam com tesão. A resposta me dava um arrepio. Mas eu me disse que elas não pensariam isso, porque aí sim seria algo muito degenerado, e por mais que me pegassem olhando pra elas, não se atreveriam a pensar em uma coisa dessas. —Você não acha anormal? —falei, buscando apoio. Ela só encolheu os ombros. —Sei lá. Relações intrafamiliares são mais comuns do que você imagina. Embora também seja verdade que, na maioria das vezes, são relações não consentidas. —Você tá falando de abuso sexual —falei. —Aham. Tios que abusam das sobrinhas, padrastos das enteadas, primos das priminhas… E em geral, são os homens que cometem o abuso. —Claro, entendo —balbuciei. —De qualquer forma você não deveria criar expectativas com ela. Não acho que ela te dê bola. —Óbvio que não —respondi rápido. Luana ficou em silêncio por alguns segundos, e de repente me pegou de surpresa: —Você é virgem, né? Fiquei vermelho na hora. —Por quê? —perguntei, nervoso. E depois, pra tirar o foco de mim, retruquei—: Você imagino que não. —Por que você assume que não? —Não sei… você parece muito… —busquei as palavras—. Muito sexual. Ela riu e se ajeitou de lado, agora sim me mostrando o perfil do corpo dela. —Bom… alguma razão você tem. —Fiquei olhando pra ela, perdido—. E aí? Vai me responder ou não? —insistiu.
Engoli em seco.
—Sim… sou virgem. E por que você quer saber disso?
—Por nada em particular. Mas… você gosta de garotas, obviamente.
—Sim, gosto —afirmei.
—E você sabe como se faz? Como se fode?
—Sim… o pau entra na buceta —soltei.
Luana soltou uma gargalhada deliciosa.
—Bom, sim, basicamente você tem razão. Mas não é tão simples, sabe? Principalmente você, que tem ela um pouco grande. Tem que ter cuidado. Primeiro fazer preliminares… beijar as partes mais erógenas. Fazer a mulher ficar toda molhada. E depois meter devagarzinho… e aos poucos mais forte.
Eu escutava sem poder acreditar. Não entendia por que ela estava me dizendo tudo aquilo. Mas estava dizendo. E eu estava sentindo na pele: o pau começava a inchar de novo.
O calor na minha virilha era insuportável, e a imagem da minha irmã, com aquela fio-dental preta marcando até o proibido, estava me deixando louco. Com muita dificuldade conseguia conter a ereção.
—E você? —perguntei, tentando provocá-la—. Você gosta muito de transar?
—Sim —reconheceu sem hesitar, com aquele sorriso safado que me deixava sem ar—. E também gosto de fazer com mulheres.
A confissão me atingiu. Era forte, excitante, mas ao mesmo tempo não me surpreendeu totalmente. Combinava perfeitamente com a personalidade irreverente dela, com essa liberdade com que se movia no mundo.
—Tem coisas que os homens não sabem fazer direito —acrescentou.
—Tipo o quê? —quis saber, intrigado.
—Sexo oral —respondeu de imediato, me olhando com malícia—. A maioria não sabe chupar uma pussy. Mas, claro, depois querem que todas as cuties sejam expert em chupar pau.
Engoli em seco, nervoso. Era óbvio que ela estava tocando nesse assunto pra me deixar sem graça. Sempre se divertiu vendo como eu ficava vermelho. Mas isso não tirava o fato de ser uma conversa sincera, carregada de erotismo, e com ela ali, quase pelada, falando como se nada comigo.
—Se quiser, posso te ensinar —soltou depois.
A maneira como ela disse me deixou gelado. Nervoso, mas ansioso ao mesmo tempo. Tinha medo de continuar perguntando, embora o desejo de ouvi-la fosse mais forte que qualquer prudência.
—E como eu tenho que fazer? —me animei finalmente, com a voz mais baixa do que eu gostaria.
Ela fechou o livro, deixou de lado, e se levantou um pouco, ficando de lado na cama, com a thong preta marcando cada dobra.
—Primeiro… —começou, com um tom didático que me enlouquecia—, um toquezinho nas coxas. É pra tatear o terreno, pra fazer ela esperar um pouquinho. Depois… nos lábios vaginais. Você brinca ali, suave, lento. Mas não fica só nisso.
—Okey —disse, sem conseguir evitar desviar o olhar pros próprios lábios vaginais dela, que se marcavam no tecido da calcinha.
—Uma vez que a buceta já está completamente molhada, quente… —continuou—, você usa o botãozinho mágico. O clitóris. Beija, acaricia… chupa. Como a gente chupa um pau, entendeu? Você faz isso com esse botãozinho pequeno. E fica ali… até a mina gozar.
Fiquei olhando pra ela, fascinado.
—E como eu percebo quando ela chega ao orgasmo? —perguntei, com jeito desajeitado.
—Fácil —disse, cravando o olhar em mim como se fosse óbvio—. Você vai perceber. Não se preocupa.
E na minha cabeça apareceu a imagem da mamãe, exata, a lembrança fresca da noite anterior: o gemido entrecortado dela, o corpo tremendo inteiro, o rosto desfigurado, os olhos azuis acesos no meio do prazer. Era inconfundível.
Senti como meu pau endurecia com violência. Estava completamente duro de novo. Não tinha como disfarçar, embora a calça ajudasse um pouco.
Luana riu ao me ver assim.
—É incrível como é fácil pra você ficar de pau duro —disse, entre divertida e cruel—. A gente mal fala um pouco de sexo e você já tá excitado.
—Você é uma filha da puta —respondi, com raiva, com a voz trêmula—. Você fez de propósito pra me foder, né?
—E por que você fica com raiva? —retrucou com aquela calma insolente—. Sim, eu fiz de propósito, mas pra gente se divertir. Eu também tô excitada, não tá vendo?
Com uma naturalidade que me deixou sem ar, ela levou as mãos ao peito e me mostrou como os mamilos se marcavam na camisetinha. Dois pontos duros, eretos, que tensionavam o tecido. Seus seios, embora pequenos, estavam inchados, tensos, respirando com ela.
Mordi o lábio, à beira de perder o controle.
—Bom, leva o carregador —disse de repente, como se nada—. Mas assim que terminar de usar, me traz, tá?
Voltou a pegar o livro, abriu como se eu não existisse, e se acomodou de novo de bruços na cama, me oferecendo outra vez aquele cu perfeito que estava me destruindo a cabeça.Saí do quarto confuso, com o coração batendo descompassado. Não entendia nada. Mas sabia de uma coisa: Luana estava brincando comigo. E, de alguma forma, tinha um plano. Um que eu ainda desconhecia por completo.

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