Estreia Falhada

Com o título eu já dou spoiler do final, assim vocês não perdem tempo se querem histórias de transas incríveis. Esse foi meu debut absoluto me encontrando com alguém conhecido pelo chat, deve ter sido em 2002. Lembrando vocês, chat de texto puro em algum portal de internet, muita gente ainda não tinha celular, os SMS eram pra celular de alta gama e caros, fotos quase impossíveis, o que nos unia era o Hotmail, tecnologia de ponta. Numa noite de chat eu falo com alguém de nickA Pintinha, não lembro o nome dela, vamos chamá-la de Carla. Conversamos bem, sobre assuntos gerais, e ela me disse que era casada e de La Plata. O primeiro me excitou, o segundo me broxou. Eu tinha uns 25 anos e ela 39, seria minha primeira "mature". Pelo que lembro, ela me contou que era meio que chefe em alguma empresa, e de vez em quando vinha pra capital porque dava aulas ou fazia algo na universidade por barrio norte. Aí me animei de novo. Ela me passa o hotmail dela, peço pra trocarmos foto e milagrosamente ela aceita. Me mandou uma foto que me surpreendeu pela qualidade pra época, era o que hoje a gente chamaria de foto de perfil de LinkedIn, muito profissional, obviamente de fotógrafo, e dava pra ver uma morena argentina muito gostosa com uma pintinha numa bochecha. Passei a minha e fizemos match. Continuamos conversando por email, não dava pra falar por telefone, e o típico me contando do desgaste do casamento, os caras, nova nessa de conhecer homens por chat. Até que finalmente ela me diz que tal dia ia estar na capital porque tinha que resolver alguma coisa na universidade. Combinamos de nos encontrar num meio-dia num bar da Av. De Mayo, foi o que me veio à cabeça sabendo que a poucas quadras tem uns motéis bons. Dia de semana ao meio-dia, muito nervoso, espero tomando um café, ela me liga dizendo que está chegando e poucos minutos depois entra.Muito sorridente, linda como na foto, cabelo longo, corpo lindo, magrinha, cintura boa, peitinhos lindos que marcavam na blusa. Ficamos um bom tempo conversando, pra quem nos olhava pensaria que éramos amigos de sempre. Aí vem a parte da minha falta de experiência e nervosismo nessa situação nova. Falo "vamos", ela me olha, silêncio de alguns segundos, e me diz "vamo". O problema é quenunca falei "vamos pro motel. A gente chegou no meu carro no estacionamento, e desajeitadamente eu avanço e começo a beijá-la na boca. Ela ficou surpresa, silêncio, pensei que tinha cagado tudo, ela ri e me diz "que vergonha" cobrindo o rosto. Falei algo e de novo comecei a beijar a boca dela, ela se acendeu nos beijos de língua, e de novo ri dizendo aquilo da vergonha. Falo pra irmos a um hotel que fica perto...nããão, eu não achava que ia chegar tão longe na primeira vez, você é um gostoso, mas a gente acabou de se conhecere coisas assim, mas sempre rindo (calculo que de nervoso), digamos que isso tirava a tensão da situação, se ela me dissesse que não e que queria ir embora, eu não ia insistir. Dou a partida no carro, falando coisas pra convencê-la "vai, vamos ver como sai, a gente vai se divertir, conversamos primeiro"... eu com o nervosismo a mil também. As 10 quadras desde o estacionamento até entrar no hotel, ela dizendo que estava com vergonha, tapando o rosto, rindo, nem se fala entrando na recepção do hotel andando. Quarto, a sorte estava lançada. Começamos a nos pegar forte, ela tinha aceitado seu destino, mas mesmo assim era tudo meio desajeitado dos dois lados, o nervosismo nos deixava apressados, tensos, ela continuava dizendo "não posso acreditar que estou fazendo isso". Enfim, nos despimos, ela tinha um corpo muito bonito, uns peitinhos lindos, bunda redonda, pernas boas, lembro de eu estar sentado na cama, ela em pé só com a fio-dental, e eu abaixei devagar com ela tapando o rosto com as mãos e o que ela fazia muito era aquela tremedeira no corpo, tipo aqueles tremores de frio que a gente sente quando está muito nervoso. Pelo que lembro, comecei a chupar a buceta dela, ela começou a gemer, mas entre cada gemido ela continuava com o papo de que estava com vergonha. Tem que dizer que a situação era incômoda, muito tesão da minha parte, mas eu não sabia como lidar com o nervosismo dela e o meu também, era tudo novo, primeira casada, primeiro encontro de chat. Nem fiz ela chupar meu pau, quis logo meter sem mais demora pra concretizar meu primeiro fuck com alguém do chat.Não conseguia enfiar, escapava, obviamente ela estava muito molhada mas tensa, de frente não deu, coloquei de quatro, quase meti no cu e ela me diz "pelo outro buraco",Dentro da situação, ela colocava humor. Quando finalmente entrou na buceta dela, duas bombadas e ela começou com“não não não…”, pula da cama, vai pra um canto do quarto, se encolhe em posição fetal tampando o rosto dizendo “não posso estar fazendo isso”, acho que até umas lágrimas tinham saído.Obviamente naquele momento meu pau não abaixou, literalmente se retraiu. Abracei ela, disse que não se preocupasse, que deixávamos pra lá, etc, etc… ela relaxou um pouco, já tinham passado uns 15 minutos do turno, não podíamos ir embora!!! Ia ficar o trauma. Voltamos pra cama, nos deitamos abraçados e conversamos, pra nos distrair, de coisas gerais, fumamos um cigarro….aos poucos passou aquele momento, ela ria se olhando no espelho do teto pelada com um cara, meio de brincadeira me dizia que eu era um atrevido porque ela não pensou que íamos transar, etc, etc… Situação, passou o tempo, já mais relaxados os dois comecei a tocar e brincar com os peitos dela, fiquei de pau duro e ela começou a me masturbar, olhando pro outro lado, porque ria e tapava o rosto com a outra mão. A questão é que começo a sentir que vou gozar, ela percebeu e bateu mais forte ejorra um jato de porra impressionante, que caiu nela sobre o corpo e parte do jato chegou no rosto dela, na bochecha da pintinha.Ela ficou de boca aberta, começou a rir e a me provocar de brincadeiraolha a bagunça que você fez, nunca vi tanto leite junto"... eu super feliz, também não lembrava de alguma vez ter soltado tanta porra assim.Agora, já fazia mais de uma hora no hotel, não foi o que eu esperava, mas pelo menos tinham me feito uma masturbação. Fomos pro chuveiro, quando a abraço por trás ela de novo teve outro ataque de vergonha e riso, principalmente quando fiz ela pegar meu pau que já tava de novo duro. “Cuidado pra não me encher de porra de novo”.

Deixei ela na universidade. À noite ela me mandou um e-mail pedindo desculpas porque achou que eu tinha ficado bravo ou chateado, que era muito nervosismo, etc, etc… e combinamos de nos ver de novo mais relaxados.

Como isso continuou? Eu sabia que, sendo de La Plata, eu podia ir, mas ela não queria de jeito nenhum se arriscar a que alguém a visse, então era esperar ela vir pra Bs As. Continuamos o contato por e-mail relativamente seguido. Mais ou menos um mês depois ela me liga no telefone dizendo que tava na capital e podíamos nos ver. Eu tava num trabalho na casa do caralho, além disso, pleno 2002, não podia me dar o luxo de ir buscá-la.

Com o tempo o contato foi esfriando, esquece trocar fotos pelados. Já depois de uns meses mandei e-mail pra ver como ela tava, e ela me disse que tinha se separado e tava no meio dessa confusão.
Segui minha vida, mas de vez em quando eu lembrava dela, calculo que um ano depois mandei e-mail e ela me diz que tava namorando um cirurgião ou algo assim, que talvez fosse morar na Espanha. História encerrada pra mim.
Calculo que 1 ano ou mais depois desse último e-mail, surpreendentemente me chega um e-mail de uma tal de Carla alguma coisa e vejo que é dela (nem lembrava o nome), me perguntando como tava minha vida. Obviamente pergunto o que aconteceu com ela e ela me conta que tinha ficado um tempo na Espanha e aí surgiu que esse médico era um psicopata, batia nela e extremamente ciumento lia os e-mails dela, etc, etc. Tava de volta aqui.
Naquele momento eu tava meio namorando com uma brasileira (outra história, não acho que dê pra contar aqui), então não dei muita bola.

E assim terminou a história dela, a garota da Pintinha

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