Uns dias atrás, me aconteceram duas coisas que não quero fazer um auê, porque o conceito de beleza é algo individual e essas paradas a gente não tem que ser juiz do que os outros acham.
Bom, uns dias atrás surgiu um comentário de um cara pra mim e outro pra uma amiga rabuda que costuma andar nos mesmos lugares e me lembrou uma parada que aconteceu uns anos atrás.
Há alguns anos, eu tinha um vínculo com uma boa amiga que curtia a parada do swing, ela era uma morena gostosa, linda, uma gauchinha que dava pra caralho… Na real, a gente era amigo só porque tínhamos uma química sexual foda, adorávamos transar em todo lugar, nunca cansávamos, e dava pra fazer isso sozinhos ou com gente por perto, em lugares públicos quando pintava (cinema, praça, elevador, praia, ônibus). Nunca fomos namorados, mas íamos juntos pra uns roles de swing (na época da Anchorena) e explorávamos um monte de coisa juntos.
Assim com o esquema montado, ela conseguiu convencer umas amigas a experimentar o meio sw e pra isso a gente fez um encontro de 3 onde as amigas dela iriam com os namorados (oficiais) e eu iria como a namorada dela.
Por questão de nervosismo e pra dar segurança pra eles, a reunião foi na chácara de um deles… aqui começa a origem dos lindos. Quando chegamos, fomos pra uma chácara perto de Luján, lugar bonito, bem decorado, com uma sala de três sofás gigantes. Elas: uma loira muito gostosa, parecia saída de revista, a outra ruiva. O que despertava meus morbos mais íntimos era saber se ela era ruiva completa, embora o vermelho alaranjado do cabelo dela duvido que desse pra conseguir com tinta. Eles estavam na churrasqueira, altos, shape de academia, trincados, ambos loiros, padrão menemista mediano — não olho pra homem, mas diria que são o tipo de gato que as minas querem ver em revista.
Obviamente, duas loiras menemistas e uma churrasqueira não se davam bem, e o clima tava cheio de duplo sentido e putaria por causa do que a gente tava usando. Saudei na moral e, como sempre, descontraído, perguntei se podia ajudar, fossem eles quem fossem. A Yanel (a ruiva) chegou perto pra ver como eu fazia, já que me viu arrumando a lenha e o carvão… 2 minutos depois, já tava no fogo.
— Você fez o fogo rapidinho, dá pra ver que sabe fazer as coisas pegarem fogo. — disse Yanel.
- O fogo é como uma mulher gostosa. Falei pra ela.
—Como é isso? —ela retrucou.
- Qualquer um pode acender fogo, mas uma fogueira bem feita exige paciência, exige que você cuide dela, que não apresse… se você não sabe cuidar do fogo, ele apaga rápido, igual quando o cara errado toca uma mulher…
— E você se acha o cara certo pra me fazer queimar? — ela retrucou.
- não é o que eu falo que importa, é o que eu faço, tipo o fogo do churrasco, entendeu..
Ela me devolveu um sorriso safado, enquanto a minha morena confraternizava com as loiras ao redor, porque se tem uma coisa que ela sabe é combinar a atitude de loba com a roupa que te faz querer ela na hora.
mas obviamente o namorado loiro menemista veio marcar território, apesar de a ideia do encontro ser compartilhar…
Passei um tempo conversando com todo mundo, não acho que eles sejam metidos em particular, mas éramos de mundos diferentes. Martin, o mais trincado fisicamente, estudante da UADE, trabalhava no negócio da família e, sem precisar perguntar, já tinha sacado que ele se entupia de tudo que existia pra conseguir aquele físico.
o outro maxi, também trincado mas não tão definido, morava num condomínio de luxo na zona norte, não precisava trabalhar e ficava contando pra gente sobre a gostosa que a gente podia pegar se tudo desse certo, falando da loira namorada dele.
Pouco tempo depois, quando minha morena voltou, ela comentou que se sentiu meio desconfortável com o jeito que falavam de mim, dizendo que seria um milagre uma das namoradas deles dar bola pra um carinha magrelo igual eu.
- gostosa, se você quiser, a gente continua, eu vim pra te apoiar. falei pra ela
- Valeu, Léo, mas e você?
- não se preocupa, gostosa, você me conhece e sabe que não seria a primeira vez que uma mina de faculdade particular termina com as pernas bambas… enquanto ria
assim que terminei o churrasco, não ia deixar nenhum playboy estragar. a gente deu um mergulho na piscina e depois foi pra dentro… as minhas se juntaram pra conversar entre elas. depois fiquei sabendo que tanto a loira quanto a ruiva pediram pra minha morena quebrar o gelo, porque elas queriam continuar mas não sabiam como começar. aí minha morena, esperta e bem putinha, deu uma verdadeira aula.
nós estávamos conversando quando elas chegaram com os roupões pós-piscina, numa amostra do que uma mulher com atitude é capaz, e apesar de há instantes estarem todas de biquíni, a minha morena deixou cair o roupão, estava de liga branca bem putinha e olhou pra gente…

- SÃO MEUS. disse ele enquanto eles não conseguiam fechar a boca.
Um deles, o maromba, tirou um pacotinho das azuis, e quando ela viu, pegou e disse:
- Só tem 2 motivos pra um macho tomar dessas: o primeiro é ser muito velho e não é o caso… o outro é ter vindo com defeito de fábrica e espero que não seja isso, porque me decepciona muito…
Em seguida, ele tirou elas e guardou na pochete, me beijou com toda paixão e foi direto pro maiorzão, e como se confirmou o que o mito popular dizia sobre quem abusa de esteroides… minha morena mesmo assim dedicou um boquete daqueles que ela tanto treina comigo, que não durou nada, acho que ele passou mais tempo tentando levantar do que pra gozar… a ruiva foi tentar reanimar o zumbi do namorado dela enquanto meu moreno atacava o segundo loiro menemista, fez ele brigar, não tinha uma rola pequena, mas era daquelas tipo torpedo ou topolino, pra fazer uma comparação com pouca cabeça, colocou a bonner, pegou uma camisinha e montou nela… enquanto a loira se aproximou e elas se beijaram de forma lésbica… quando isso aconteceu, não precisei de mais que uma parte de reboladas pra continuar com vontade de mais, já que não aguentou mais…
enquanto ela vinha em minha direção, me levantei, peguei ela pelo pescoço e disse…
- quero ver você gozar. falei pra ela.
Joguei ela em cima da mesinha de centro e comecei a chupar a buceta dela com paixão, ela gritou, se contorceu e gozou umas 3 vezes enquanto as minas tentavam reanimar os caras delas. Logo depois de gozar, tirei meu instrumento — não acho que era maior que o do segundo loiro, mas era mais grosso e uniforme, bem cabeçudo, como ela sempre me dizia: parece um molde pra fazer consolo.

Pra manter o clima e dar segurança, ele colocou uma camisinha e começou a me montar enquanto fazia sinal pra ruiva me beijar… nessa altura, ele já tava me montando há mais tempo do que tinha demorado pra gozar nos outros 2.
com as pernas tremendo depois de gozar gostoso e me dar de presente a sujeira com os fluidos dela, ela sussurrou no meu ouvido
- A ruiva quer, eu cuido de entreter o namorado pra fazer ferver (dava pra ver que eles falaram do que a gente conversou).
Saiu de montar em mim, chamou a ruiva, comeu a boca dela e, pegando na mão dela, guiou até minha pica. Eu olhei nos olhos dela e falei…
- aperta forte.
A ruiva apertou mais forte.
- é só isso. falei de novo.
A ruiva apertou enquanto minha mina foi trampar, e pegando o instrumento mole dela, começou a fazer um oral, chamando a loira que ainda não tinha se soltado de vez. Mas as duas se beijavam e chupavam a rola murcha.
Fui tirando o restante do biquíni da ruiva enquanto ela, tímida, me abraçava. Deixei ela cair no sofá; a pele dela era toda branca, quase leitosa... Quando abri as pernas dela, dava pra ver uma buceta divina, com um clitóris pedindo atenção.
Não consigo explicar o quão gostoso era o cheiro dela, os fluidos começaram a lubrificar ela toda enquanto minha língua e meus dentes, com muita experiência, a estimulavam… passou um tempo e comecei a sentir os espasmos dela e, longe de ter pena, aumentei a intensidade até que, num momento, ela parou de morder os lábios e gemer pra começar a pedir, gritar e falar palavras que não dava pra entender.
Quando gozei, ela apertou minha cabeça com força entre as pernas e, num movimento contorcionista, cravou as unhas na minha nuca até me fazer sangrar, mas nada me tirou da minha missão de fazê-la gozar….
Fico tremendo no sofá sem conseguir falar enquanto a loira e a minha morena levantaram a do bombado. A minha morena deixou a loira trabalhar sozinha pra ver se o outro comia ela, e disse pro namorado da loira que queria beber e começou a fazer o que sabe fazer de melhor.
a ruiva estava tremendo no sofá, os lábios da buceta dela abertos como uma borboleta, e eu era uma mistura de fluidos. Deixando a ruiva se recuperar, eu disse
- vou tomar um banho
e me encaminhei pro chuveiro… me limpei da mistura de fluidos que era meu corpo e, ao sair do banho, a ruiva tava com um olhar profundo, intenso, um fogo…
- nunca senti aquilo agora, me fode, vamos terminar, me faz sua putinha hoje que dá.
Ajoelhou-se e viu que ele realmente meteu o pau em mim, chupou tentando dar prazer e levava a rola até o fundo da garganta, tendo engasgos de vez em quando.
Coloquei ela de pé e devorei a boca dela enquanto entrávamos no chuveiro. Abrimos a água e, por trás, comecei a bombar na buceta delicada dela, no pelo, intenso, dançando a dança dos corpos juntos. De vez em quando, saía dela pra beijar as costas dela, descer até a bunda e me dedicar a lubrificar aquele cu, ato que se repetiu várias vezes até minha língua vencer aquela resistência…
- não sei se quero, ele nunca faz isso em mim, diz que é sujo. ela me disse
- O sexo é sujo, se não quer me parar… eu falei pra ela
Acomodei minha cabeçona na bunda dela, e um pouco eu empurrei e um pouco ela empurrou… o grito quando a cabeça passou foi forte, primeiro deixei ela se acostumar enquanto continuava estimulando as partes erógenas dela, até que num momento ela começou a se mexer autorizando a bombada… bombeei sem pena até sentir aquele cheirinho de buceta que não dava trégua, perto de quando ela ia gozar, dei um tapão gostoso na bunda. O reflexo fez aquele asterisco tentar se fechar, ordenhando meu pau.
Voltamos a abrir o chuveiro, tomamos banho e saímos… Minha guerreira morena estava beijando o namorado da loira enquanto ela chupava o namorado dela. A namorada enrustida da ruiva nos viu, mas não consegue aceitar que a mina dela foi me procurar, embora não tenha dito nada… A mocotó secou ele e ainda fez a loira dar pra ele também.
Elas continuaram até que o namorado e a loira gozaram de novo, parecia que tudo ia acabar ali naquela noite… mas a loira, quando a gente tava preparando o jantar, cochichou no meu ouvido
- quero gozar igual a yanel…
dito isso, a loira merece outra história…
Não precisa ser o mais gato, nem parecer o DiCaprio no auge… tem que saber ler a pele da mulher… entender que a minha morena é multiorgásmica ou poder foder sem piedade, ou se a loira tem um orgasmo tântrico, longo e poderoso que precisa de tempo pra processar abraçados e com carinho enquanto a mente e o corpo dela se reencontram de novo.
Os acontecimentos dessa semana me fizeram lembrar dessa história de uns anos atrás. Espero que vocês gostem, compartilhem e deixem pontos.
valeu hoje não foi cuckold, mas foi de muito sexo… se quiserem o relato do que rolou com a loira, escrevam nos comentários…
aliás, a ruiva eu continuei vendo escondido por 2 anos… o namorado não quis saber de mais nada, sfd.Deixo mais uma foto da morena gostosa...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Bom, uns dias atrás surgiu um comentário de um cara pra mim e outro pra uma amiga rabuda que costuma andar nos mesmos lugares e me lembrou uma parada que aconteceu uns anos atrás.
Há alguns anos, eu tinha um vínculo com uma boa amiga que curtia a parada do swing, ela era uma morena gostosa, linda, uma gauchinha que dava pra caralho… Na real, a gente era amigo só porque tínhamos uma química sexual foda, adorávamos transar em todo lugar, nunca cansávamos, e dava pra fazer isso sozinhos ou com gente por perto, em lugares públicos quando pintava (cinema, praça, elevador, praia, ônibus). Nunca fomos namorados, mas íamos juntos pra uns roles de swing (na época da Anchorena) e explorávamos um monte de coisa juntos.
Assim com o esquema montado, ela conseguiu convencer umas amigas a experimentar o meio sw e pra isso a gente fez um encontro de 3 onde as amigas dela iriam com os namorados (oficiais) e eu iria como a namorada dela.
Por questão de nervosismo e pra dar segurança pra eles, a reunião foi na chácara de um deles… aqui começa a origem dos lindos. Quando chegamos, fomos pra uma chácara perto de Luján, lugar bonito, bem decorado, com uma sala de três sofás gigantes. Elas: uma loira muito gostosa, parecia saída de revista, a outra ruiva. O que despertava meus morbos mais íntimos era saber se ela era ruiva completa, embora o vermelho alaranjado do cabelo dela duvido que desse pra conseguir com tinta. Eles estavam na churrasqueira, altos, shape de academia, trincados, ambos loiros, padrão menemista mediano — não olho pra homem, mas diria que são o tipo de gato que as minas querem ver em revista.
Obviamente, duas loiras menemistas e uma churrasqueira não se davam bem, e o clima tava cheio de duplo sentido e putaria por causa do que a gente tava usando. Saudei na moral e, como sempre, descontraído, perguntei se podia ajudar, fossem eles quem fossem. A Yanel (a ruiva) chegou perto pra ver como eu fazia, já que me viu arrumando a lenha e o carvão… 2 minutos depois, já tava no fogo.
— Você fez o fogo rapidinho, dá pra ver que sabe fazer as coisas pegarem fogo. — disse Yanel.
- O fogo é como uma mulher gostosa. Falei pra ela.
—Como é isso? —ela retrucou.
- Qualquer um pode acender fogo, mas uma fogueira bem feita exige paciência, exige que você cuide dela, que não apresse… se você não sabe cuidar do fogo, ele apaga rápido, igual quando o cara errado toca uma mulher…
— E você se acha o cara certo pra me fazer queimar? — ela retrucou.
- não é o que eu falo que importa, é o que eu faço, tipo o fogo do churrasco, entendeu..
Ela me devolveu um sorriso safado, enquanto a minha morena confraternizava com as loiras ao redor, porque se tem uma coisa que ela sabe é combinar a atitude de loba com a roupa que te faz querer ela na hora.
mas obviamente o namorado loiro menemista veio marcar território, apesar de a ideia do encontro ser compartilhar…
Passei um tempo conversando com todo mundo, não acho que eles sejam metidos em particular, mas éramos de mundos diferentes. Martin, o mais trincado fisicamente, estudante da UADE, trabalhava no negócio da família e, sem precisar perguntar, já tinha sacado que ele se entupia de tudo que existia pra conseguir aquele físico.
o outro maxi, também trincado mas não tão definido, morava num condomínio de luxo na zona norte, não precisava trabalhar e ficava contando pra gente sobre a gostosa que a gente podia pegar se tudo desse certo, falando da loira namorada dele.
Pouco tempo depois, quando minha morena voltou, ela comentou que se sentiu meio desconfortável com o jeito que falavam de mim, dizendo que seria um milagre uma das namoradas deles dar bola pra um carinha magrelo igual eu.
- gostosa, se você quiser, a gente continua, eu vim pra te apoiar. falei pra ela
- Valeu, Léo, mas e você?
- não se preocupa, gostosa, você me conhece e sabe que não seria a primeira vez que uma mina de faculdade particular termina com as pernas bambas… enquanto ria
assim que terminei o churrasco, não ia deixar nenhum playboy estragar. a gente deu um mergulho na piscina e depois foi pra dentro… as minhas se juntaram pra conversar entre elas. depois fiquei sabendo que tanto a loira quanto a ruiva pediram pra minha morena quebrar o gelo, porque elas queriam continuar mas não sabiam como começar. aí minha morena, esperta e bem putinha, deu uma verdadeira aula.
nós estávamos conversando quando elas chegaram com os roupões pós-piscina, numa amostra do que uma mulher com atitude é capaz, e apesar de há instantes estarem todas de biquíni, a minha morena deixou cair o roupão, estava de liga branca bem putinha e olhou pra gente…

- SÃO MEUS. disse ele enquanto eles não conseguiam fechar a boca.
Um deles, o maromba, tirou um pacotinho das azuis, e quando ela viu, pegou e disse:
- Só tem 2 motivos pra um macho tomar dessas: o primeiro é ser muito velho e não é o caso… o outro é ter vindo com defeito de fábrica e espero que não seja isso, porque me decepciona muito…
Em seguida, ele tirou elas e guardou na pochete, me beijou com toda paixão e foi direto pro maiorzão, e como se confirmou o que o mito popular dizia sobre quem abusa de esteroides… minha morena mesmo assim dedicou um boquete daqueles que ela tanto treina comigo, que não durou nada, acho que ele passou mais tempo tentando levantar do que pra gozar… a ruiva foi tentar reanimar o zumbi do namorado dela enquanto meu moreno atacava o segundo loiro menemista, fez ele brigar, não tinha uma rola pequena, mas era daquelas tipo torpedo ou topolino, pra fazer uma comparação com pouca cabeça, colocou a bonner, pegou uma camisinha e montou nela… enquanto a loira se aproximou e elas se beijaram de forma lésbica… quando isso aconteceu, não precisei de mais que uma parte de reboladas pra continuar com vontade de mais, já que não aguentou mais…
enquanto ela vinha em minha direção, me levantei, peguei ela pelo pescoço e disse…
- quero ver você gozar. falei pra ela.
Joguei ela em cima da mesinha de centro e comecei a chupar a buceta dela com paixão, ela gritou, se contorceu e gozou umas 3 vezes enquanto as minas tentavam reanimar os caras delas. Logo depois de gozar, tirei meu instrumento — não acho que era maior que o do segundo loiro, mas era mais grosso e uniforme, bem cabeçudo, como ela sempre me dizia: parece um molde pra fazer consolo.

Pra manter o clima e dar segurança, ele colocou uma camisinha e começou a me montar enquanto fazia sinal pra ruiva me beijar… nessa altura, ele já tava me montando há mais tempo do que tinha demorado pra gozar nos outros 2.
com as pernas tremendo depois de gozar gostoso e me dar de presente a sujeira com os fluidos dela, ela sussurrou no meu ouvido
- A ruiva quer, eu cuido de entreter o namorado pra fazer ferver (dava pra ver que eles falaram do que a gente conversou).
Saiu de montar em mim, chamou a ruiva, comeu a boca dela e, pegando na mão dela, guiou até minha pica. Eu olhei nos olhos dela e falei…
- aperta forte.
A ruiva apertou mais forte.
- é só isso. falei de novo.
A ruiva apertou enquanto minha mina foi trampar, e pegando o instrumento mole dela, começou a fazer um oral, chamando a loira que ainda não tinha se soltado de vez. Mas as duas se beijavam e chupavam a rola murcha.
Fui tirando o restante do biquíni da ruiva enquanto ela, tímida, me abraçava. Deixei ela cair no sofá; a pele dela era toda branca, quase leitosa... Quando abri as pernas dela, dava pra ver uma buceta divina, com um clitóris pedindo atenção.
Não consigo explicar o quão gostoso era o cheiro dela, os fluidos começaram a lubrificar ela toda enquanto minha língua e meus dentes, com muita experiência, a estimulavam… passou um tempo e comecei a sentir os espasmos dela e, longe de ter pena, aumentei a intensidade até que, num momento, ela parou de morder os lábios e gemer pra começar a pedir, gritar e falar palavras que não dava pra entender.
Quando gozei, ela apertou minha cabeça com força entre as pernas e, num movimento contorcionista, cravou as unhas na minha nuca até me fazer sangrar, mas nada me tirou da minha missão de fazê-la gozar….
Fico tremendo no sofá sem conseguir falar enquanto a loira e a minha morena levantaram a do bombado. A minha morena deixou a loira trabalhar sozinha pra ver se o outro comia ela, e disse pro namorado da loira que queria beber e começou a fazer o que sabe fazer de melhor.
a ruiva estava tremendo no sofá, os lábios da buceta dela abertos como uma borboleta, e eu era uma mistura de fluidos. Deixando a ruiva se recuperar, eu disse
- vou tomar um banho
e me encaminhei pro chuveiro… me limpei da mistura de fluidos que era meu corpo e, ao sair do banho, a ruiva tava com um olhar profundo, intenso, um fogo…
- nunca senti aquilo agora, me fode, vamos terminar, me faz sua putinha hoje que dá.
Ajoelhou-se e viu que ele realmente meteu o pau em mim, chupou tentando dar prazer e levava a rola até o fundo da garganta, tendo engasgos de vez em quando.
Coloquei ela de pé e devorei a boca dela enquanto entrávamos no chuveiro. Abrimos a água e, por trás, comecei a bombar na buceta delicada dela, no pelo, intenso, dançando a dança dos corpos juntos. De vez em quando, saía dela pra beijar as costas dela, descer até a bunda e me dedicar a lubrificar aquele cu, ato que se repetiu várias vezes até minha língua vencer aquela resistência…
- não sei se quero, ele nunca faz isso em mim, diz que é sujo. ela me disse
- O sexo é sujo, se não quer me parar… eu falei pra ela
Acomodei minha cabeçona na bunda dela, e um pouco eu empurrei e um pouco ela empurrou… o grito quando a cabeça passou foi forte, primeiro deixei ela se acostumar enquanto continuava estimulando as partes erógenas dela, até que num momento ela começou a se mexer autorizando a bombada… bombeei sem pena até sentir aquele cheirinho de buceta que não dava trégua, perto de quando ela ia gozar, dei um tapão gostoso na bunda. O reflexo fez aquele asterisco tentar se fechar, ordenhando meu pau.
Voltamos a abrir o chuveiro, tomamos banho e saímos… Minha guerreira morena estava beijando o namorado da loira enquanto ela chupava o namorado dela. A namorada enrustida da ruiva nos viu, mas não consegue aceitar que a mina dela foi me procurar, embora não tenha dito nada… A mocotó secou ele e ainda fez a loira dar pra ele também.
Elas continuaram até que o namorado e a loira gozaram de novo, parecia que tudo ia acabar ali naquela noite… mas a loira, quando a gente tava preparando o jantar, cochichou no meu ouvido
- quero gozar igual a yanel…
dito isso, a loira merece outra história…
Não precisa ser o mais gato, nem parecer o DiCaprio no auge… tem que saber ler a pele da mulher… entender que a minha morena é multiorgásmica ou poder foder sem piedade, ou se a loira tem um orgasmo tântrico, longo e poderoso que precisa de tempo pra processar abraçados e com carinho enquanto a mente e o corpo dela se reencontram de novo.
Os acontecimentos dessa semana me fizeram lembrar dessa história de uns anos atrás. Espero que vocês gostem, compartilhem e deixem pontos.
valeu hoje não foi cuckold, mas foi de muito sexo… se quiserem o relato do que rolou com a loira, escrevam nos comentários…
aliás, a ruiva eu continuei vendo escondido por 2 anos… o namorado não quis saber de mais nada, sfd.Deixo mais uma foto da morena gostosa...

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
9 comentários - Os lindos, o feio, as azuis e os chifres
Saludos.
Saludos.
Saludos.
Saludos.