Tarde quente

Ela junta latas e mexe no lixo com o marido, naquela tarde de 25 de dezembro saíram pra rodar o bairro juntando latas, papelão etc. Obviamente por causa do calor estavam tomando vinho, já que ela estava com um cheiro forte de vinho misturado com suor. O marido dela batia as mãos na calçada da frente e ela bate na minha casa pedindo algum tipo de ajuda. Saio e dou um dinheiro pra ela e falo: — passa amanhã que te guardo umas latas que sobraram no fundo, ainda não comecei a arrumar. — agora melhor, eu junto, vai por favor. Bom, passa. Ela gritou pro marido que estava mais bêbado que ela: — gordo compra outro que agora eu vou. Deixei ela entrar... ela tinha os pés pequenos, com chinelos muito gastos, pés sujos mas bonitos. Um shortinho preto quase transparente de tanto uso e uma camiseta pequena e rosa bem apertada, tanto que dava pra ver os mamilos apesar de quase não ter peito, mas um bom rabo... Chega no fundo da minha casa e vê a piscina. — olha amigo, casa grande, com piscina. Ela estava suja, com cheiro de vinho, mas algo me chamava... eu gostava. — pode entrar se quiser. — se bem que aí que você é gente boa, tá um calor do caralho. Quer tomar algo? Água? Uma breja? Sim amigo, valeu. Muito obrigada, você é gente fina demais... bem aí. Ela entrou na piscina e eu trouxe uma breja. Eu comecei a juntar as latas, mas quando vi que ela deu um gole gigante, fui buscar mais cerveja e deixei as latas de lado. Ela cada vez mais bêbada. — você vai sair com a roupa toda molhada... — não importa, tá um calor do caralho. O senhor é seu marido? — sim, o gordo, sim, agora a gente vai tomar um vinho e depois vende as latas lá na estação. É sua casa? — alugo de uma senhora. Como você se chama? — Brenda. A camiseta molhada acentua mais os mamilos. Houve um cruzar de olhares e ela percebeu que eu estava olhando. — E sua mulher? Tá aí dentro? — sou solteiro. — caralho, amigo... se eu te chupar quanto você me dá? Não esperava a pergunta, mas ela notou algo mais. — se você me pagar eu chupo aqui mesmo, quanto você tem? Ela olha pro meu short. Já... se eu te paro. E teu marido? Não importa, vai, quanto você tem? Não tenho muito. Vê aí... quanto? fuck you... dez mil mas pra transar... Ela dá um gole pensando... Eu tiro a cock e lentamente vou tirando a cabeça. Vem provar. Ela veio, primeiro olha, balança duas vezes e senta, meteu até o fundo. Depois de um tempo me desnudei e entrei na piscina, me coloquei atrás dela e comecei a bombar, ela gritava alto e eu tapei a boca dela por causa dos vizinhos. Sem gritar, slut... Que slut. Olha como eu tô te comendo, slut. Nenhuma slut, gil. Você é uma puta duma slut. E se quiser mais grana, volta amanhã de novo. Entre gemidos ela me diz: não sou a slut de ninguém. Se amanhã você voltar, você é minha slut. Antes que ela responda, acelero o ritmo e ela não consegue falar porque os gemidos ganham. Sinto ela na borda e meto abraçando ela. Chupo o pescoço dela e penetro forte. Pensei que ela tava ofendida, mas ela me abraça e acompanha minhas investidas com os braços e geme com ódio. Paro nas costas dela e fodo ela enquanto aperto as tetas, ela acompanha com os quadris. Não goza dentro... Deito na borda e ela cavalga forte e selvagem. Ela se contorce gemendo e sente a umidade da sua pussy. Eu acelero pra gozar. Me masturba assim que eu gozo... Me masturba em alta velocidade e solto dois grandes jatos e sem parar de me masturbar ela se aproxima e me beija. Depois de um tempo eu pago. Volta amanhã? Não sei, talvez...

0 comentários - Tarde quente