Mercedes, olhos castanhos, no trabalho usa óculos, tem cabelo castanho escuro, não muito alta, larga, o que mais se destaca nela são os peitões enormes, sempre enfiados em sutiãs que realmente seguram pelo tamanho e volume desses peitos tão chamativos. Bunda boa, de bom tamanho, coxas bem torneadas e pernas lindas. Sempre vestida de esporte elegante, de forma discreta. Madura, pouco mais de 40, solteira. Educada, gentil, simpática, as mais novas das secretárias da Administração têm uma certa implicância com ela porque é a chefe direta delas e fica muito séria e rigorosa no que diz respeito ao trabalho e, também se diz, que têm inveja dos peitões dela. Ela é muito querida pelos nossos chefes. Comigo ela trata bem e sempre que temos que falar de assuntos de trabalho, relacionados com questões de informática, dá pra ver que é uma mulher responsável e competente. Já tomamos uns cafés juntos, umas cervejas em grupo e as típicas ceias de Natal ou de aposentadoria. Essa é a relação que temos até agora, a mesma que com muitos outros colegas, homens e mulheres, dos mais de trezentos que trabalhamos numa empresa conhecida e importante. Hoje é sexta-feira e esta noite é a ceia de aposentadoria do Martin, chefe do pessoal da manutenção, um cara excelente e uma das pessoas mais queridas por todos aqui na empresa. Lá pela uma da manhã, a ceia tá virando uma pequena bagunça coletiva. Fizemos bem em garantir open bar, porque parece que a galera tá afim de mandar ver no tequila, uma bebida com muitos fãs. Os chefes da empresa foram saindo discretamente e o grupo musical que anima o evento não é nada mal, então tem várias dezenas de casais dançando. Eu tô tentando me aproximar de uma das secretárias do meu departamento com quem eu flerto de vez em quando pra ver se pego alguma coisa, mas o homenageado Martin me para, me dá um abraço forte e fala com a voz levemente embaçada: — Você já —Traiu o carro? Quer me levar pra casa? Quero ir embora agora que ainda não tô bêbado de vez e com todo mundo se despedindo de mim. —Claro, Martín, quando quiser (tento disfarçar meu desânimo por ter que sair da festa sem tentar pegar ninguém). —Então me espera na saída que vou buscar a Merche, que também vem. A noite tá boa, é primavera e já dá pra sair de manga curta. Martín se despede de alguns colegas aos gritos e ouço a Mercedes rir. A gente não se encontrou durante o jantar e eu não tinha reparado nela, mas a verdade é que ela tá gostosa com um tailleur azul bonito, saia tipo mini, sem exagero, e uma camisa branca justa com uns dois botões desabotoados mostrando o canalhinho. Pô. Dentro do carro, Martín tá com vontade de falar. —Domingo cedinho vou pra minha cidade com a mulher e o cachorro e não apareço mais aqui nem que me matem. Quarenta e um anos esperando e finalmente consegui. —Não reclama, Martín, que aqui você se deu muito bem. Faço isso. Um abraço forte em mim e um beijo descarado na boca da Mercedes é a despedida do já aposentado. —Sabe, Merche. Quantas vezes eu cumpri com a patroa pensando nas suas tetas, bom, e em algo mais. Vou sentir falta de passar no seu escritório pra dar uma olhada nessas domingas impressionantes. Tchau, tomem uns drinques que eu tirei vocês cedo demais da festa, e até vocês irem me visitar na cidade. Martín entra no prédio dele e Mercedes sobe no banco da frente do carro. —Que homem gente boa, vou sentir falta dele depois de tantos anos. —Pra onde a gente vai, Mercedes? Acho que você mora perto de Ventas. —Já me leva pra casa, tá, tá? Não aguenta nem uns minutos com essa velha. —Não, mulher, é modo de falar. Vamos tomar um drinque? E olha, velha nem de brincadeira. Perto de onde a Merche mora (ela pediu pra chamar assim, Mercedes fica pra família e pros chefes) tem um pub onde só tem umas três ou quatro casais a essa hora. hora. A gente senta num canto com as bebidas e, na surdina, dou umas olhadas no decote da mulher e nas coxas dela, já que a saia subiu bastante e ela não faz questão de abaixar. Sou bem mais alto que ela, então dá pra ver uma boa quantidade de peito. —Essa camisa chama a atenção dos homens, e pelo visto a sua também. Fico sem graça, sem saber o que dizer, e ainda mais quando a mulher desabotoa outro botão da camisa, deixando à mostra quase todo o decote e boa parte do lindo sutiã branco que ela tá usando. Ela mexe as pernas pra lá e pra cá, fazendo a saia subir um pouco mais e revelando a ponta das meias azuis transparentes que vão até bem alto das coxas. —Não precisa disfarçar, adoro que me olhe se você gosta do que vê. Ela se inclina pra frente como se fosse pegar uma amêndoa do pratinho que nos serviram e, ao ficar parada nessa posição, me oferece uma visão completa dos peitos dela, mal cobertos pelas taças do sutiã, que chegam até a metade das tetas, levantando-as e empurrando-as pra fora. Vejo parte das aréolas e os mamilos escuros quase sem nada cobrindo. Meu pau começa a dar sinais urgentes de vida. —Matías, não tô parecendo uma velha? Sou bem mais velha que você. —Por favor, Merche, não fala besteira, você é muito gostosa. —Tô boa ou você tá muito tarado? —Claro que tô tarado, mas você tá muito gostosa. —Termina sua bebida, vamos pro carro que quero ir pra um lugar. Sentados no carro, a gente se deu um primeiro beijo, de língua, sujo, babado, sem nenhum disfarce de nenhum dos dois. Minhas mãos vão direto pras tetas como se tivessem um ímã, o que faz a Merche dar risada. —Vamos pro estacionamento da praça. Logo a gente chega lá e ela manda eu estacionar num canto, debaixo de uma árvore grande que deixa a área na penumbra. Ela me manda passar pros bancos de trás (eu tô alucinando com minha sorte, esperando o que pode rolar) e na hora me beija. Usando a língua com maestria e me dando um revisão total na boca toda. Gostei. —Você acha que sou meio putinha?. Tô de olho em você há muito tempo, você é muito gato e é uma delícia. Olha meus peitos, você vai chupar eles o tempo que quiser. Não falo nada, pra quê. Merche desabotoa o sutiã e na minha frente aparecem as duas maravilhas dela, grandes, morenas sem marcas, duras, altas, um pouco caídas, mas fabulosas. São dois canhões que eu começo a tocar, amassar, lamber, chupar… —Você gosta? São grandes, do jeito que os homens procuram, cê acha que são boas? Continuo sem falar nada, só ajo, devorando os dois peitos estupendos, abraçando a mulher pra sentir eles no meu peito e atacando os mamilos escuros, duros, tesos, de bom tamanho, que parecem crescer entre meus lábios. —Assim que eu gosto, primeiro devagarzinho e quando você estiver muito tarado, come eles do jeito que quiser. Tarado eu já tô desde que no pub comecei a ver eles, então aos poucos a intensidade das minhas carícias, beijos, chupões, beliscões, mordiscadas aumenta. Tô me esbaldando nessa puta, mas já quero mais e pela aparência de excitação, ela também. —Deixa eu tirar a pica, ela tá apertada contra a calça. Enquanto desabotoo o cinto e abaixo a calça até abaixo dos joelhos, Mercedes tira minha camisa. —Você é muito homem, gosto de você e que peitinhos mais gostosos, me dá eles, você fica cego com meus peitos, mas eu também gosto de chupar os mamilos de homem. Ela não mente, porque depois de passar as mãos várias vezes no meu peito, puxando até meu pelo, começa a lamber os mamilos e rapidamente passa a chupar eles e dar mordidinhas suaves, fazendo uns barulhos de satisfação ou excitação que se destacam da respiração já ofegante dela. Eu continuo na minha. Os peitos, as coxas, as costas, tudo que ela tem nu eu acaricio, aperto, amasso, e quando ela para de chupar meus mamilos peço pra ela se despir: —Deixa eu te ver, tira a saia e eu tiro a cueca. Olhando pro meu Paquete, de olhos bem abertos, sem se distrair nem um segundo, levanta a saia até a cintura e tira a calcinha branca pequena que tá usando, combinando com o sutiã esquecido. Que rabão gostoso que ela tem. Tirei a calça e a cueca de vez. Tô com uma ereção daquelas, de verdade, e sem falar nada, deixo ela ficar me olhando à vontade. — Nossa, que pauzão que você tem, e esses ovos enormes. Ela põe a mão primeiro nos meus ovos, apertando um pouco, pesando e acariciando de leve, e rapidamente pega meu rabo com as duas mãos, segurando firme, e depois sobe e desce a mão direita bem, bem devagar, sem tirar os olhos da piroca, hipnotizada. — Que cabeça mais gostosa, vou acariciar do meu jeito, cê vai ver como você vai gostar. Olha, já tem um tarado nos olhando, me excita ser observada enquanto faço isso, por isso adoro vir aqui. O tarado tá se tocando a uns dois metros do carro, acho que pra ter uma visão melhor e nos ver direito. Não me preocupo, até porque a Merche tá acariciando a cabeça do meu pau bem de leve com a ponta dos dedos, rápido, quase sem tocar, muito excitante, nenhuma mulher nunca me tocou assim e tô achando sensacional. — Espera um pouco, vou gozar se você continuar fazendo isso tão gostoso. — Tá gostando, hein? Me toca um pouco, você me deixou muito excitada. Com certeza ela tá molhada igual uma fonte, e enquanto acaricio a buceta depilada dela (sempre uma surpresa pra mim), ela me abraça, coloca a cabeça perto da minha e me beija de novo com muita intensidade, com a língua como protagonista. — Fala comigo, fala putaria no meu ouvido, me chama do que você quiser. Beleza, isso é algo que eu curto. Começo devagar, falando a vontade que tô de meter o pau nela até pelas orelhas e como vou lamber a bunda dela (ela geme e dá gritinhos de excitação conforme eu aumento a velocidade que acaricio o clitóris dela e dependendo do que eu falo), continuo listando tudo que ela vai fazer aquilo (comer minha boceta e meu cu provoca verdadeiras ondas de desejo nela) e não paro de lembrar que ela é uma promíscua, uma raposa que vai se comportar comigo como uma puta safada. Durante muitos segundos, ela goza em silêncio, para depois soltar um longo gemido contido, rouco, que termina em voz alta dizendo algo que soa como "que puta eu sou!", mas não posso afirmar. Ela desaba no banco tentando recuperar o fôlego (porra, como sobem e descem esses dois peitões enormes!) e eu continuo me tocando no pau, esperando o que vem dela. — Você sabe muito, me entendeu de primeira e tive um orgasmo incrível. Agora você, Primeiro, ficou acariciando minha cabecinha com a ponta dos dedos desse jeito tão gostoso e excitante, depois começou a me masturbar pra cima e pra baixo com habilidade, sem pressa. Ela não deixa eu tocá-la, então estou sentado meio reclinado, com a cabeça apoiada no vidro da janela.
Merche enfia a rola na boca várias vezes seguidas, tentando enfiar ela toda, depois passa a chupar a cabeça, primeiro com a língua e depois com os lábios, com muita saliva, sem parar de bater uma pra cima e pra baixo. Ela não para de falar: — Achou que a Merche não sabia comer uma rola? A sua eu gosto muito, é grande, grossa, dura, tesuda e vai encher meus peitos de porra de homem. Não aguento mais, sem dizer nada eu gozo umas seis porradas grossas, grandes, bem brancas, e a mulher se preocupa em deixar cair tudo nos peitos dela, segurando meu pau. — Que quantidade de porra, você é um perigo pras mulheres. Mercedes acende um cigarro e, enquanto fuma, espalha a porra com as mãos pelos peitos, como se fosse um creme. Eu me recupero do orgasmo e vou me vestindo devagar. — O que achou? Achou que eu ia enfiar na boca ou que sabia bater uma rola? Talvez você sempre me achou burra. Não respondo. Chego perto, dou um beijo na boca dela, um tapa sonoro na bunda e, quando ela se veste, a gente passa pros bancos da frente. — O que você vai fazer esse fim de semana? A gente pode se ver? — Amanhã, sábado, não dá, impossível. Minha prima do interior tá em casa, a gente almoça junto e depois temos ingressos pra um filme que ela quer ver. — Passo te buscar domingo às dez e a gente vai pra uma casa que tenho nos arredores. — Sei não, não sei como vou justificar. — Domingo às dez na esquina da banca de jornal. Não aceito um não, nem vamos trocar números de telefone pra evitar que você me ligue com alguma desculpa. Um beijo na boca que arranca um sorriso dela e me despeço na porta da casa dela, dizendo: — Até domingo. Às dez menos dez já tô no domingo perto da banca, olhando pro portão da casa da Mercedes. Uns quinze minutos depois, vejo ela sair do portão e vir até o carro. — Bom dia. Achou que eu não ia vir? — Tinha certeza que você viria, mas... Um toque suave. Beijo na boca e subimos no carro. —Pra onde a gente vai? —Bem perto, minha família tem uma casa lá há anos, é um lugar tranquilo com umas vistas lindas. Só precisamos parar pra comprar pão. —Você já tinha tudo planejado? —Desde ontem à tarde, comprei comida pronta, petiscos, fruta, doces e umas garrafas que levei numa bolsa térmica. —Tava bem seguro de que eu ia vir, hein? Acho que você é meio convencido. —Não sei, mas achei que você tava tão a fim quanto eu de ficarmos juntos. Risadas compartilhadas, conversa de sacanagem e não consigo parar de reparar que ela tá vestida de um jeito muito gostoso, com uma calça fina e bem justa que na verdade é uma legging preta apertando as coxas e aquele rabão, e uma blusa preta também, bem decotada, mostrando o começo dos peitos e aquele vale chamativo. —Que gostosa você tá. —Você reparou, né? Tá gostando do que vê? —Pra caralho. —O que não vê, talvez você curta mais tarde. Ela vira pra mim no banco e passa a mão direita devagar no meu volume, apertando um pouco, com uma cara de safada que, pela respiração dela e o movimento suave dos peitos pra cima e pra baixo, me dá a impressão de que ela tá excitada. Ia pular a parada na padaria, mas a Merche lembrou que também precisa comer comida (palavras exatas dela). Chegamos no condomínio e, depois de cumprimentar rapidamente uns vizinhos que tão passeando, guardamos o carro e entramos na casa carregados com a comida e a bolsa térmica. —É um lugar lindo, com tantas árvores e tão calmo. No verão, você vai tomar sol pelado na piscina sem problema nenhum. —Praticamente sou o único que vem pra cá, meus pais moram no litoral e minha irmã é casada. Chego por trás da Mercedes e coloco minhas duas mãos abertas na bunda dela pra começar a apalpar, e imediatamente abaixo a cabeça pra dar uma mordida longa, suja, babada que ela adora. Ela respira pesado e aperta a bunda contra meu volume, onde já deve sentir a piroca dura e tesuda. Vira de lado, caralho, segura minha cabeça com as duas mãos pra me dar outro beijo cheio de língua, empurra pra colocar a pélvis colada na minha e com a voz entrecortada diz: —Não tô de calcinha nem sutiã. Minha resposta é empurrar pra frente ao mesmo tempo que dou dois tapas na bunda dela quando apoio minhas mãos de novo, agarro os glúteos com a mão inteira, apertando num beliscão forte, o que arranca um gemido de excitação da mulher e depois de esfregar umas quatro ou cinco vezes com a buceta dela, ordeno com voz rouca: —Tira a calça, já. Afasto uns dois metros pra olhar ela enquanto me despiro rápido. Ela vai tirando a calça devagar, se curvando na cintura pra me mostrar aquele rabão em todo o esplendor, e depois vira, desabotoa a blusa e com um puxão rápido pra cima tira. Que peitos, porra, que maravilha ver eles tão grandes balançando no ritmo da respiração excitada, com os bicos grossos e duros que parecem pedir: me chupa!. Além disso, me chamam a atenção as coxas duras, bem brilhantes, meladas pelos líquidos vaginais que encharcam os lábios da xota depilada dela. —Vem pro sofá, vamos. Ela se ajoelha no assento e eu dou um empurrão pra ela apoiar os braços e ficar de quatro. Ah, que bom ter essa bundona enorme ao alcance das mãos. Quando tiver mais confiança sexual com a Mercedes, vou comer o cu dela. Acaricio por trás a buceta molhada várias vezes e a mulher agradece subindo e descendo a cabeça, ofegando de excitação e pedindo: —Mete, me fode, mas não goza dentro.
Me seguro na cintura larga dela com as duas mãos e vou tateando com a ponta da cabeça até achar o caminho molhado. Empurro, devagar, e com só a cabeça pra dentro, me mexo pra direita e esquerda, provocando novos gemidos da mulher, que começa a se mexer pra frente e pra trás bem de leve. —Quer ela inteira, hein? —Sim, mete tudo, é tão grande. Um tapa forte na bunda pra firmar os termos: —Você é uma Promíscua mal-educada que não sabe pedir as coisas. —Por favor, por favor, me fode. O movimento da Merche procurando meu pau já tá mais rápido e aproveito quando ela se joga pra frente pra dar um empurrão forte, até o fundo, até bater as bolas na buceta. —Sim, sim; me enche, coração. Começo a meter forte e rápido, de um jeito que os gritos da mulher são constantes e o som forte do choque das minhas coxas contra as dela vem acompanhado do barulhão chop-chop que o pau faz ao entrar e sair dessa buceta tão ensopada; como ela se molha, parece uma fonte. Vou falar umas putarias que excitam ela, bom, e me deixam duro também.
—Promíscua, você adora pica; vai provar a minha, gostosa, até não aguentar mais —Sim, amor; continua, continua
Já tô metendo uma pica violenta, fodendo rápido e acariciando o clitóris dela com os dedos da mão direita, enquanto com a esquerda me seguro na bunda dela, apertando com força. Mercedes geme, dá gritinhos e continua falando, mas mal entendo o que ela diz por causa da voz rouca:
—Você me entende, querido, sabe me dar prazer... —Ahhh, sim, siiiiiim, que puta que eu sou!
Ela falou de novo, deve ser natural quando ela goza. As contrações da buceta dela duram vários segundos, então tiro minha pica necessitada porque não posso gozar dentro, segundo ela. Daqui a pouco vou exigir que ela me dê prazer. Passaram-se dez minutos em que fiquei acariciando suavemente minha pica, tentando não perder a ereção. Merche está sentada ao meu lado, recuperada da gozada barulhenta dela, fumando um cigarro (segundo ela, nunca fuma, só depois de foder) e me olhando com aquela cara de safada que ela faz às vezes.
—Que pica gostosa que você tem. Você sabe muito, hein, me entende e me deixa com muito tesão —Gosto que você diga isso, porque preciso gozar e, sei lá, não te vejo muito animada —Depois de um orgasmo, demoro pra ficar excitada de novo e é difícil entrar no clima —Então vou ter que gozar primeiro nas próximas fodas, mas agora não seja cuzona, me ajuda que já tô com os ovos doendo de tão cheios
Ela apaga o cigarro e, sem muita vontade, acaricia a ponta da cabeça da pica com a ponta dos dedos. Não vai dar certo, ela ainda não está realmente concentrada no que deve fazer. Sento ereto, com as costas retas, seguro os braços dela com minhas mãos e, antes que ela reaja, puxo ela pra colocar de bruços sobre minhas coxas e joelhos. Peguei ela de surpresa, e mais ainda quando seguro as mãos dela nas costas com a mão esquerda e com a direita dou um tapa que soa como um golpe de tambor. —Ai, não, o que você tá fazendo? Mais duas palmadas, uma em cada nádega da bunda. Eu gosto do som que faz. —Você não é uma puta boazinha comigo. Você goza e depois não tem a menor vontade de me satisfazer. Isso não tá certo, só as provocantes e as safadas fazem isso, e as duas precisam ser castigadas pra se tornarem putas complacentes. Duas, quatro, seis palmadas fortes que soam como glória pra mim, com o adicional dos gritos de reclamação da Merche: —Ai, ai, não me bate, por favor, por favor —Não tô te batendo, tô te castigando e vou continuar se você não cuidar da minha pica como ela merece, entendeu? Termino com mais duas palmadas sonoras. Solto as mãos dela e ela se levanta esfregando a bunda, enquanto eu me recosto no encosto do sofá. Não falo nada, só faço um gesto com a mão e a mulher se ajoelha na minha frente pra começar a chupar pica. Bom, parece que a coisa melhorou. As nádegas vermelhas como uma melancia me parecem muito atraentes, então exibo uma ereção de prêmio grande enquanto Mercedes não para de mamar com vontade. Tô perto de gozar.
—Não para, continua, continua. Porra, que delícia. Ela é uma boa chupa-rola e aprende rápido o que eu gosto, engole meu esperma, só um fiozinho cai nos peitos dela, e quando para de sair meu gozo, ela limpa a ponta com a língua. Acho que é hora de um aperitivo e umas cervejas. Nós dois continuamos pelados, deitados em redes na varanda dos fundos da casa, entre sol e sombra porque tá calor, petiscando e já na segunda cerveja. Com a gente tá minha boa amiga Freda, a cachorrinha salsicha dos vizinhos, que como sempre que eu venho, dá uma passada pra ficar comigo. —Você se dá bem com as mulheres, elas vêm com você, nessa também dá palmada na bunda? —Freda é uma amiga carinhosa que sempre se comporta bem e não precisa de castigo, pelo contrário. —Que sorte ela tem. —Te machuquei muito? —Um pouco, mas o que realmente me incomoda é que fiquei excitada com as palmadas. —Nunca tinha feito isso? —Que isso, vai ver se você é um sádico e eu tenho que sair correndo pelada dessa casa. —Isso você ia adorar, hein, deixar de pau duro todos os vizinhos que te vissem andar pelada, exibindo essas tetas fabulosas e essa bunda do caralho que você tem. Ia ficar bem tesuda. —É, sou um pouco exibicionista, admito, mas ver os homens ficando excitados até não se controlarem mais é excitante e me deixa a mil por hora, além de me dar uma grande sensação de poder, de controlar os homens mostrando os peitos e de dar ou não prazer conforme minha vontade, como e quando eu quero. —Exibicionista você é, mas também provocadora de pau. Que gostosa você é. Vem, sobe em cima de mim, olha que pau que você me deixou. De novo tô de pau duro igual um burro, com a rola que parece que vai explodir. Mercedes coloca um joelho de cada lado da minha cintura e se ajuda com a mão pra enfiar o pau na buceta molhada, quente, pulsante, acolhedora; que delícia. Com o pau todo dentro, ela se mexe devagar. direita e esquerda, pra cima e pra baixo, enquanto as tetas dela balançam no ritmo. É um espetáculo completo.
— Você já transou ao ar livre? No campo, numa praia, em lugares onde pode ter gente te olhando? — Não, nunca tive coragem, mas tô morrendo de vontade de fazer isso numa praia de nudismo, rodeada de casais pelados que me olhem e vão ficando excitados. Às vezes eu me masturbo pensando nisso. Ela tá muito excitada e já começa a subir e descer, me macetando num ritmo bom, rápido, constante, agradecendo com gritinhos e gemidos por eu segurar nos peitos dela e acariciar, apertando cada vez mais os bicos, falando com voz rouca e entrecortada que mal entendo. — Isso, isso, como você me deixou; você me entende melhor que ninguém. — Se você gozar antes de mim, depois não reclama se eu te castigar por demorar pra me satisfazer. Mal preciso tocar no clitóris dela. Ela tem um gozo tremendo, gritando, com os olhos bem fechados, tensa como uma tábua, com meu pau preso na buceta dela sentindo as contrações que duram vários segundos e quase caindo da espreguiçadeira quando ela se levanta apressada, com medo de eu gozar dentro dela. — Espera um pouquinho, por favor; que gozada, amor, que delícia. Desde uns quatro meses, Merche e eu estamos saindo pelo menos uma vez por semana. A gente se pega umas transas do caralho e os dois vão soltando seus gostos, caprichos e fantasias. Confirmado: ela sempre diz "que puta eu sou!" nos momentos finais do orgasmo dela.
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Merche enfia a rola na boca várias vezes seguidas, tentando enfiar ela toda, depois passa a chupar a cabeça, primeiro com a língua e depois com os lábios, com muita saliva, sem parar de bater uma pra cima e pra baixo. Ela não para de falar: — Achou que a Merche não sabia comer uma rola? A sua eu gosto muito, é grande, grossa, dura, tesuda e vai encher meus peitos de porra de homem. Não aguento mais, sem dizer nada eu gozo umas seis porradas grossas, grandes, bem brancas, e a mulher se preocupa em deixar cair tudo nos peitos dela, segurando meu pau. — Que quantidade de porra, você é um perigo pras mulheres. Mercedes acende um cigarro e, enquanto fuma, espalha a porra com as mãos pelos peitos, como se fosse um creme. Eu me recupero do orgasmo e vou me vestindo devagar. — O que achou? Achou que eu ia enfiar na boca ou que sabia bater uma rola? Talvez você sempre me achou burra. Não respondo. Chego perto, dou um beijo na boca dela, um tapa sonoro na bunda e, quando ela se veste, a gente passa pros bancos da frente. — O que você vai fazer esse fim de semana? A gente pode se ver? — Amanhã, sábado, não dá, impossível. Minha prima do interior tá em casa, a gente almoça junto e depois temos ingressos pra um filme que ela quer ver. — Passo te buscar domingo às dez e a gente vai pra uma casa que tenho nos arredores. — Sei não, não sei como vou justificar. — Domingo às dez na esquina da banca de jornal. Não aceito um não, nem vamos trocar números de telefone pra evitar que você me ligue com alguma desculpa. Um beijo na boca que arranca um sorriso dela e me despeço na porta da casa dela, dizendo: — Até domingo. Às dez menos dez já tô no domingo perto da banca, olhando pro portão da casa da Mercedes. Uns quinze minutos depois, vejo ela sair do portão e vir até o carro. — Bom dia. Achou que eu não ia vir? — Tinha certeza que você viria, mas... Um toque suave. Beijo na boca e subimos no carro. —Pra onde a gente vai? —Bem perto, minha família tem uma casa lá há anos, é um lugar tranquilo com umas vistas lindas. Só precisamos parar pra comprar pão. —Você já tinha tudo planejado? —Desde ontem à tarde, comprei comida pronta, petiscos, fruta, doces e umas garrafas que levei numa bolsa térmica. —Tava bem seguro de que eu ia vir, hein? Acho que você é meio convencido. —Não sei, mas achei que você tava tão a fim quanto eu de ficarmos juntos. Risadas compartilhadas, conversa de sacanagem e não consigo parar de reparar que ela tá vestida de um jeito muito gostoso, com uma calça fina e bem justa que na verdade é uma legging preta apertando as coxas e aquele rabão, e uma blusa preta também, bem decotada, mostrando o começo dos peitos e aquele vale chamativo. —Que gostosa você tá. —Você reparou, né? Tá gostando do que vê? —Pra caralho. —O que não vê, talvez você curta mais tarde. Ela vira pra mim no banco e passa a mão direita devagar no meu volume, apertando um pouco, com uma cara de safada que, pela respiração dela e o movimento suave dos peitos pra cima e pra baixo, me dá a impressão de que ela tá excitada. Ia pular a parada na padaria, mas a Merche lembrou que também precisa comer comida (palavras exatas dela). Chegamos no condomínio e, depois de cumprimentar rapidamente uns vizinhos que tão passeando, guardamos o carro e entramos na casa carregados com a comida e a bolsa térmica. —É um lugar lindo, com tantas árvores e tão calmo. No verão, você vai tomar sol pelado na piscina sem problema nenhum. —Praticamente sou o único que vem pra cá, meus pais moram no litoral e minha irmã é casada. Chego por trás da Mercedes e coloco minhas duas mãos abertas na bunda dela pra começar a apalpar, e imediatamente abaixo a cabeça pra dar uma mordida longa, suja, babada que ela adora. Ela respira pesado e aperta a bunda contra meu volume, onde já deve sentir a piroca dura e tesuda. Vira de lado, caralho, segura minha cabeça com as duas mãos pra me dar outro beijo cheio de língua, empurra pra colocar a pélvis colada na minha e com a voz entrecortada diz: —Não tô de calcinha nem sutiã. Minha resposta é empurrar pra frente ao mesmo tempo que dou dois tapas na bunda dela quando apoio minhas mãos de novo, agarro os glúteos com a mão inteira, apertando num beliscão forte, o que arranca um gemido de excitação da mulher e depois de esfregar umas quatro ou cinco vezes com a buceta dela, ordeno com voz rouca: —Tira a calça, já. Afasto uns dois metros pra olhar ela enquanto me despiro rápido. Ela vai tirando a calça devagar, se curvando na cintura pra me mostrar aquele rabão em todo o esplendor, e depois vira, desabotoa a blusa e com um puxão rápido pra cima tira. Que peitos, porra, que maravilha ver eles tão grandes balançando no ritmo da respiração excitada, com os bicos grossos e duros que parecem pedir: me chupa!. Além disso, me chamam a atenção as coxas duras, bem brilhantes, meladas pelos líquidos vaginais que encharcam os lábios da xota depilada dela. —Vem pro sofá, vamos. Ela se ajoelha no assento e eu dou um empurrão pra ela apoiar os braços e ficar de quatro. Ah, que bom ter essa bundona enorme ao alcance das mãos. Quando tiver mais confiança sexual com a Mercedes, vou comer o cu dela. Acaricio por trás a buceta molhada várias vezes e a mulher agradece subindo e descendo a cabeça, ofegando de excitação e pedindo: —Mete, me fode, mas não goza dentro.
Me seguro na cintura larga dela com as duas mãos e vou tateando com a ponta da cabeça até achar o caminho molhado. Empurro, devagar, e com só a cabeça pra dentro, me mexo pra direita e esquerda, provocando novos gemidos da mulher, que começa a se mexer pra frente e pra trás bem de leve. —Quer ela inteira, hein? —Sim, mete tudo, é tão grande. Um tapa forte na bunda pra firmar os termos: —Você é uma Promíscua mal-educada que não sabe pedir as coisas. —Por favor, por favor, me fode. O movimento da Merche procurando meu pau já tá mais rápido e aproveito quando ela se joga pra frente pra dar um empurrão forte, até o fundo, até bater as bolas na buceta. —Sim, sim; me enche, coração. Começo a meter forte e rápido, de um jeito que os gritos da mulher são constantes e o som forte do choque das minhas coxas contra as dela vem acompanhado do barulhão chop-chop que o pau faz ao entrar e sair dessa buceta tão ensopada; como ela se molha, parece uma fonte. Vou falar umas putarias que excitam ela, bom, e me deixam duro também.
—Promíscua, você adora pica; vai provar a minha, gostosa, até não aguentar mais —Sim, amor; continua, continua Já tô metendo uma pica violenta, fodendo rápido e acariciando o clitóris dela com os dedos da mão direita, enquanto com a esquerda me seguro na bunda dela, apertando com força. Mercedes geme, dá gritinhos e continua falando, mas mal entendo o que ela diz por causa da voz rouca:
—Você me entende, querido, sabe me dar prazer... —Ahhh, sim, siiiiiim, que puta que eu sou!
Ela falou de novo, deve ser natural quando ela goza. As contrações da buceta dela duram vários segundos, então tiro minha pica necessitada porque não posso gozar dentro, segundo ela. Daqui a pouco vou exigir que ela me dê prazer. Passaram-se dez minutos em que fiquei acariciando suavemente minha pica, tentando não perder a ereção. Merche está sentada ao meu lado, recuperada da gozada barulhenta dela, fumando um cigarro (segundo ela, nunca fuma, só depois de foder) e me olhando com aquela cara de safada que ela faz às vezes.
—Que pica gostosa que você tem. Você sabe muito, hein, me entende e me deixa com muito tesão —Gosto que você diga isso, porque preciso gozar e, sei lá, não te vejo muito animada —Depois de um orgasmo, demoro pra ficar excitada de novo e é difícil entrar no clima —Então vou ter que gozar primeiro nas próximas fodas, mas agora não seja cuzona, me ajuda que já tô com os ovos doendo de tão cheios
Ela apaga o cigarro e, sem muita vontade, acaricia a ponta da cabeça da pica com a ponta dos dedos. Não vai dar certo, ela ainda não está realmente concentrada no que deve fazer. Sento ereto, com as costas retas, seguro os braços dela com minhas mãos e, antes que ela reaja, puxo ela pra colocar de bruços sobre minhas coxas e joelhos. Peguei ela de surpresa, e mais ainda quando seguro as mãos dela nas costas com a mão esquerda e com a direita dou um tapa que soa como um golpe de tambor. —Ai, não, o que você tá fazendo? Mais duas palmadas, uma em cada nádega da bunda. Eu gosto do som que faz. —Você não é uma puta boazinha comigo. Você goza e depois não tem a menor vontade de me satisfazer. Isso não tá certo, só as provocantes e as safadas fazem isso, e as duas precisam ser castigadas pra se tornarem putas complacentes. Duas, quatro, seis palmadas fortes que soam como glória pra mim, com o adicional dos gritos de reclamação da Merche: —Ai, ai, não me bate, por favor, por favor —Não tô te batendo, tô te castigando e vou continuar se você não cuidar da minha pica como ela merece, entendeu? Termino com mais duas palmadas sonoras. Solto as mãos dela e ela se levanta esfregando a bunda, enquanto eu me recosto no encosto do sofá. Não falo nada, só faço um gesto com a mão e a mulher se ajoelha na minha frente pra começar a chupar pica. Bom, parece que a coisa melhorou. As nádegas vermelhas como uma melancia me parecem muito atraentes, então exibo uma ereção de prêmio grande enquanto Mercedes não para de mamar com vontade. Tô perto de gozar.

—Não para, continua, continua. Porra, que delícia. Ela é uma boa chupa-rola e aprende rápido o que eu gosto, engole meu esperma, só um fiozinho cai nos peitos dela, e quando para de sair meu gozo, ela limpa a ponta com a língua. Acho que é hora de um aperitivo e umas cervejas. Nós dois continuamos pelados, deitados em redes na varanda dos fundos da casa, entre sol e sombra porque tá calor, petiscando e já na segunda cerveja. Com a gente tá minha boa amiga Freda, a cachorrinha salsicha dos vizinhos, que como sempre que eu venho, dá uma passada pra ficar comigo. —Você se dá bem com as mulheres, elas vêm com você, nessa também dá palmada na bunda? —Freda é uma amiga carinhosa que sempre se comporta bem e não precisa de castigo, pelo contrário. —Que sorte ela tem. —Te machuquei muito? —Um pouco, mas o que realmente me incomoda é que fiquei excitada com as palmadas. —Nunca tinha feito isso? —Que isso, vai ver se você é um sádico e eu tenho que sair correndo pelada dessa casa. —Isso você ia adorar, hein, deixar de pau duro todos os vizinhos que te vissem andar pelada, exibindo essas tetas fabulosas e essa bunda do caralho que você tem. Ia ficar bem tesuda. —É, sou um pouco exibicionista, admito, mas ver os homens ficando excitados até não se controlarem mais é excitante e me deixa a mil por hora, além de me dar uma grande sensação de poder, de controlar os homens mostrando os peitos e de dar ou não prazer conforme minha vontade, como e quando eu quero. —Exibicionista você é, mas também provocadora de pau. Que gostosa você é. Vem, sobe em cima de mim, olha que pau que você me deixou. De novo tô de pau duro igual um burro, com a rola que parece que vai explodir. Mercedes coloca um joelho de cada lado da minha cintura e se ajuda com a mão pra enfiar o pau na buceta molhada, quente, pulsante, acolhedora; que delícia. Com o pau todo dentro, ela se mexe devagar. direita e esquerda, pra cima e pra baixo, enquanto as tetas dela balançam no ritmo. É um espetáculo completo.
— Você já transou ao ar livre? No campo, numa praia, em lugares onde pode ter gente te olhando? — Não, nunca tive coragem, mas tô morrendo de vontade de fazer isso numa praia de nudismo, rodeada de casais pelados que me olhem e vão ficando excitados. Às vezes eu me masturbo pensando nisso. Ela tá muito excitada e já começa a subir e descer, me macetando num ritmo bom, rápido, constante, agradecendo com gritinhos e gemidos por eu segurar nos peitos dela e acariciar, apertando cada vez mais os bicos, falando com voz rouca e entrecortada que mal entendo. — Isso, isso, como você me deixou; você me entende melhor que ninguém. — Se você gozar antes de mim, depois não reclama se eu te castigar por demorar pra me satisfazer. Mal preciso tocar no clitóris dela. Ela tem um gozo tremendo, gritando, com os olhos bem fechados, tensa como uma tábua, com meu pau preso na buceta dela sentindo as contrações que duram vários segundos e quase caindo da espreguiçadeira quando ela se levanta apressada, com medo de eu gozar dentro dela. — Espera um pouquinho, por favor; que gozada, amor, que delícia. Desde uns quatro meses, Merche e eu estamos saindo pelo menos uma vez por semana. A gente se pega umas transas do caralho e os dois vão soltando seus gostos, caprichos e fantasias. Confirmado: ela sempre diz "que puta eu sou!" nos momentos finais do orgasmo dela.
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1 comentários - Mature gostosa do trabalho