Minha esposa e meu filho parte 1

Me apresento, meu nome é Francisco, atualmente tenho 43 anos, sou casado, moramos no México e trabalho numa empresa que oferece serviços de autoatendimento.
Minha esposa se chama Maria e tem 40 anos, temos um filho, Adão, de 19 anos, que está na faculdade.

A história, ou melhor, a experiência que pretendo contar é a seguinte:
Há aproximadamente um ano, percebi que ele espia a mãe e a mim quando estamos tendo intimidade. Quando o vi pela primeira vez, não fiz nada, nem chamei a atenção dele, porque considerei que é coisa da idade.

Preciso descrever minha esposa: ela mantém o corpo, nem muito magra, nem muito gorda, as medidas dela são 78-70-97, sem contar que as coxas dela são grossas.

Pessoalmente, adoro que ela ande em casa de minissaia ou minishort, daqueles tipo cortininha. Levando isso em conta, foi que percebi há um ano que meu filho começou a nos espionar e, depois, havia olhares furtivos dele para ela, quando ela se inclinava na geladeira para pegar os legumes para fazer a comida do dia. Longe de me incomodar, simplesmente deixei rolar, porque, como disse, é coisa da idade. Enfim… O que mais eu poderia fazer, chamar a atenção dele?

O que fiz foi pedir para minha esposa se vestir de forma mais provocante. Um dia em que estávamos todos em casa, num fim de semana, pedi que ela usasse o minishort mais curto que tem, que é de jeans, um que aperta bem e marca a bunda dela de um jeito delicioso, com a desculpa do calor, sugeri também que usasse uma camiseta leve sem sutiã – essa última parte foi difícil de convencer, mas consegui.

Então, imagina a visão do meu filho vendo ela com esse conjunto. Lembro que ele estava jogando no Nintendo Switch quando ouvi o clássico "game over" do jogo, e ele olhando para minha mulher, a mãe dele, curvada arrumando a louça, com aquele olhar de bobo. Eu, do sofá, fingindo que estava vendo TV, mas meu olhar estava fixo na cena que via.

Como de costume, minha mulher me pede que ela ajude a arrumar as coisas que não cabem no armário, e eu falei pro meu filho:

- Filho, vai ajudar sua mãe já que você perdeu sua partida, larga isso e ajuda ela, eu tô checando uns e-mails que acabaram de chegar.

- Claro, pai. Com a voz tímida e meio cortada.

Fingi que tava olhando o celular, quando vejo ele se aproximar e ficar olhando pra mãe, por uns segundos, admirando aquela bunda gostosa.

Ela já percebe que alguém tá perto, e manda ele ajudar a arrumar os pratos no armário na parte de cima.

Ele começou a fazer isso, mas aí é que tá o detalhe, na primeira oportunidade ele se esfregava nela, ou seja, colava o corpo pra ereção dele ficar roçando na bunda da mãe dele. Não consegui ver a reação dela de onde eu tava, mas notei que quando terminou ela tava meio nervosa, e meu filho saiu andando bem rápido, acho que rolou algo e ele teve que vazar o mais rápido possível.

Durante a tarde, na hora do almoço, o clima tava meio tenso entre eles. Eu, como se nada, não sei de nada, fui puxando papo de tudo quanto é jeito, tentando quebrar o gelo. Falei pra minha esposa irmos ver TV, meu filho foi pro quarto dele jogar videogame.

Minha esposa tava mais carinhosa, mais efusiva, me chamou pra ir pro quarto e fomos, transamos, e notei que ela tava mais excitada do que o normal, porque me dava mais sentadas, pediu pra trocar de posição, ficou de quatro e pedia pra eu meter mais forte... e quando gozou, teve que morder o travesseiro pra não gritar, foi um orgasmo forte, porque terminou com as pernas tremendo.

Quando a gente se recuperou, perguntei: - E isso foi o quê? Por que tão fogosa dessa vez?

Ela: - Sei lá, hoje foi especial, tava com vontade.

Então acho que os roçados que eles tiveram deixaram ela excitada, e esse foi o resultado.

Na segunda, eu fui trabalhar e meu filho foi pra escola. Eu levei ele, no caminho a gente conversou sobre vários assuntos, da escola, dos deveres.
Comentei com meu filho: — Hoje tenho uma reunião e talvez chegue tarde, enquanto eu não estiver, CUIDA DA TUA MÃE.
Ele respondeu: — Sim, pai, não se preocupa.
Notei ele meio nervoso, animado? Talvez.
Deixei ele e fui pro meu trampo. Durante o serviço, só mandava mensagem pra minha esposa, ela respondia normal, tudo normal, sem novidades. Avisei que chegaria umas duas horas mais tarde, por causa do trabalho, ela respondeu que tudo bem, pra avisar quando saísse pra deixar a comida quentinha.
O horário do meu filho é das 8h às 13h30.
O meu, das 8h às 16h30, mas dessa vez, por causa do trampo, chegaria umas 18h ou 19h, dependendo da reunião.
Quando cheguei em casa, eram 18h30. Cumprimentei minha esposa como de costume, não notei nada estranho nela. Perguntei pelo nosso filho, e ela respondeu que tava no quarto dele fazendo tarefa.
Durante a semana, foi assim, sem novidades, até que numa quinta ou sexta, não lembro direito, mas sei que quando cheguei às 17h30, minha esposa tava muito nervosa, não de irritada, mas de excitada. Fiz que não percebi nada, perguntei as coisas de sempre, ela disse que ele tava no quarto, mas vi que os bicos dos peitos dela estavam bem marcados. Perguntei: — Tá tudo bem? Te notei meio alterada.
Ela disse: — Por favor, não fica bravo. É que há pouco, enquanto eu tava cozinhando e lavando a louça, notei que o Adão me olhava e percebi que me molhei e os peitos ficaram marcados. Ele veio me trazer a louça que tava no quarto dele e, quando se virou, encostou em mim e eu senti a vara dele dura.
Perguntei: — Ele falou ou fez alguma coisa? Quer que eu converse com ele? Te faltou com respeito?
Ela: — Não, não, não fez nada, foi só aquele roçar, mas durante um tempo ele tava na sala e eu notava os olhares dele enquanto cozinhava ou fazia alguma coisa. Só isso.
Eu disse: — Ok, tá bem. Olha, ele tá na idade em que os hormônios tão no pico mais alto e forte.
Assim passou o dia, sem mais novidades. mas é o começo dos eventos que mais iam rolar, vale mencionar que foram ações que eu mesmo causei na época.

No sábado, normalmente se lava a roupa, foi aí que notei ela tirando a roupa pra separar, vejo ela olhar pra uma das tangas dela e levar ao nariz e vejo o olhar de surpresa dela, com a desculpa de ajudar em algo me aproximo e observo ela jogar a calcinha fio-dental na seção de roupa e começar a tirar mais roupa e me pede pra colocar o sabão na máquina e o resto e ligar ela.

Durante esse tempo de lavagem de roupa, quando vou ao banheiro, observo antes de fechar, que ela vai pro quarto do nosso filho e fico lá esperando e consigo ouvir eles falando, meio baixo. Então me aproximo com cuidado e escuto minha mulher

-Agora que tirei a roupa pra lavar, percebo que minha calcinha fio-dental tá manchada e sei muito bem que não é do seu pai, então é sua. Não faz de novo, e se seu pai tivesse percebido?

Meu filho: -Desculpa mãe, não consegui evitar, só fiz sem pensar. Não conta pro pai, por favor.

Ela: Não vou contar nada, mas não faz de novo ou ele vai perceber.

Fui correndo pro banheiro, e saí quando ela tava tirando a roupa da máquina. E falei pro meu filho ajudar a mãe que eu ia atender uma ligação. Ele me responde que sim com uma voz baixinha, com medo.

Daí vejo ele se aproximar e falar: pai mandou eu te ajudar, porque ligaram do trabalho pra ele.

Onde tô vejo que com a roupa molhada os peitos dela aparecem e ele não perde a chance de olhar, ela percebe, mas pra minha surpresa ela não se cobre, só deixa passar. Durante esse momento, quando ele ajuda a estender a roupa, vejo ele chegar um pouco mais perto dela, ficando atrás dela, enquanto ela se inclina pra pegar a roupa e por razões óbvias encosta nele, e ele não se mexe e ela também não, vejo ela virar, olhar pra ele, e se levantar e voltar a pendurar a roupa, mas vejo que ela Repete toda vez, e ele se gruda mais nela, sem que ela se incomode ou fale ou faça algo. Assim foi se repetindo o tempo todo.

No almoço, vi que os dois estavam nervosos, olhares furtivos dele pra ela. Não passou disso. Naquele fim de semana, não teve nada relevante.

Assim passaram semanas, e os roçados entre eles se repetiam, sem que ela se incomodasse ou o afastasse. O que notei é que ela ficava mais quente quando a gente transava, e em várias ocasiões via a silhueta do nosso filho nos espiando, até o próximo evento, quando houve uma aproximação entre eles.

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