Uma noite, eu e uma amiga estávamos entediadas, e bateu aquela curiosidade de ir num cinema pornô que ficava perto de onde a gente tava. Decidimos e entramos. Era um lugar bem escuro, com salas abertas, e em cada uma, cenas de sexo na tela. Não tinha quase ninguém, só um punhado de público masculino. Até que entramos numa sala com porta. Naquela salinha pequena, fechamos a porta e tinha dois buracos pra outra sala, que também era privada. Começamos com a preliminar, enquanto a gente se masturbava no ritmo dos gemidos da tela, começaram a aparecer paus do outro lado, confirmando que desse lado tinha uma pessoa afim de muita rola: minha amiga. Ela não queria qualquer rola, queria uma bem grande, que superasse meus limitados 13 centímetros. Até que apareceu a tal: uma de quase 20 centímetros, bem grossa, e ela não hesitou. Parou de chupar meu pau pra me largar por semelhante pedaço, mas me chamou pra ficar perto, pra que os dois paus batessem na cara feliz dela. Usando camisinha, comecei a chupar os dois paus ao mesmo tempo, impressionante demais, como ela abria a boca e babava tudo. Diante de uma cena tão quente, parti pra meter nela de quatro enquanto ela continuava feliz com o novo pau dela, e o ritmo da foda acompanhava os gemidos dela e o engasgo. Depois de uns 10 minutos assim, ela se virou, enquanto eu recebia um oral, e minha amiga começou a gemer mais forte. Porque claro, 20 centímetros de pau grosso tava abrindo a buceta dela a ponto de começar a jorrar líquido estilo squirt. Os gemidos se calavam enquanto eu a sufocava com meu pau, enquanto as lágrimas de prazer escorriam dos olhos dela, a ponto de eu não aguentar mais e essas lágrimas se misturaram com o sêmen de uma carga impressionante no rosto dela. Por curiosidade e pela magreza dela, pude ver como na barriga dela marcava o pau do cara que tava do outro lado da parede. As paredes tremiam. Pela brutalidade daquela foda do desconhecido, já que eu tinha gozado segundos antes, ainda tava com ela dura pra caralho, então a gente trocou de novo e dessa vez fui por trás dela. Vendo como a buceta dela toda ensopada tava aberta, decidi arrombar o cu dela com tudo. Ela tava sorrindo de prazer, pedindo mais, feliz. Não tem nada melhor do que ver uma amiga feliz, né? Na hora ela resolveu tirar a camisinha e me masturbar, coitado do garoto, em só dez segundos ele dobrou minha carga na cara dela, misturada com meu gozo anterior e a maquiagem borrada. Tava tão excitado que tive uma gozada parecida com a primeira e não hesitei em encher a cara dela, descendo até os peitos e a barriga magra. Assim, a gente viu o pau desaparecer, eu fiquei admirando toda aquela beleza leitada. Ela, obviamente, querendo me largar na hora pra correr atrás daquela rola. A gente foi embora, ainda com a cara dela toda melada, andando na rua até um banheiro de fast food. Ela, com o sonho de encontrar ele de novo, e eu, com o de comer ela entre vários.
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