Bom, meu nome é Mili (Milagros), atualmente tenho 25 anos e essa é a primeira história que me animo a escrever. Espero que seja a primeira de muitas! É uma história real na maior parte, embora tenha algumas coisas mudadas.
Peço desculpas de antemão se tiver erros na escrita ou algo não ficar claro, mas enfim, a ideia é ir melhorando com o tempo, tenham paciência comigo, por favor!
Estou ansiosa pelos comentários de vocês e espero que curtam ler tanto quanto eu curti escrever!
Bom, vou me descrever rapidamente como sou hoje: tenho 1,71m, peso 69 kg. Sim, sou um pouco gordinha kkk com suas vantagens (peitões e uma bunda boa) e desvantagens (uma barriguinha e uns pneuzinhos). Tenho cabelo castanho claro, comprido e liso. Desde sempre costumo me vestir bem provocante, nunca liguei pra quem me chama de gorda ou essas coisas.
Hoje vou contar sobre a primeira vez que cobrei (ou melhor, "me pagaram") por sexo. Na verdade, não foi a primeira porque antes já tinha feito meus "negócios", mas só em troca de boquetes, punhetas ou deixar me apalpar. Quanto a sexo de verdade, com penetração e tudo, esse foi meu debut cobrando, digamos. Minha situação era que eu morava numa cidade média pequena pra qual a gente tinha se mudado com minha família no ano anterior (por causa do trabalho do meu pai, a gente se mudava PRA CARALHO), e também era nosso último ano lá.
Justamente começava meu último ano no ensino médio e eu já era uma garota com bastante experiência sexual, pra não dizer que era uma gordinha putinha kkk. Como falei no começo, já tinha feito algumas coisas por dinheiro ou "presentes" com alguns amigos ou conhecidos, que iam passando a informação da minha atividade de boca em boca e eu conseguia mais clientes. Mas na maioria eram caras da minha idade ou um pouco mais velhos, então a maioria não tinha muita grana sobrando, por isso esse "trabalho" não era tão lucrativo pra mim. Também por isso só oferecia boquetes, punhetas ou deixar me apalpar, dependendo de quanto dinheiro me davam. Sempre tive a ideia de que se algum me oferecesse um Montei bastante, mas, se fosse mais lucrativo, ia aceitar ir além, mas não queria ficar com fama de puta (mais do que já tinha) por pouco ganho. Também não é que eu me importasse tanto com a "má fama", porque fazia pouco tempo que morava ali e no ano seguinte a gente já ia se mudar de novo pra outro lugar.
Bom, sem mais enrolação, vou contar como tudo começou. Um cara me adiciona no Instagram, eu nunca aceitava gente desconhecida, mas o sobrenome dele me pareceu familiar. Quando fui investigar, vi que era o pai de uma colega minha da escola. Comecei a olhar as fotos dele e vi que era um cara bonito até que enfim, devia ter uns 45 anos mais ou menos, era casado e tinha grana pelo que dava pra ver nas fotos (viagens, carro, casa). Fisicamente era grandão, com uma barriguinha, cabelo castanho escuro curto com alguns fios brancos. E pra essa história, vamos chamar ele de Francisco.
Então falei: "beleza, vou aceitar". Pensei: "bom, ele deve ter me visto no colégio e me adicionou", ou também pensei que ele ia me perguntar algo sobre a filha, embora eu não tivesse muita relação com ela. Nunca imaginei o que viria depois.
No dia seguinte, postei um story no Instagram super normal e o cara respondeu. Começamos a conversar numa boa, trocando ideia, nada de estranho. Dois ou três dias depois, a mesma coisa. E assim foi mais algumas vezes. Eu achava estranho ele querer ser meu "amigo", mas não mostrava nenhum tipo de outra intenção. No Instagram, eu não postava nada muito putaria, digamos.
Até que um dia, enquanto a gente conversava, ele falou: "Olha, Mili, vou ser sincero com você. Lembra quando se juntaram lá em casa pro aniversário da Flor? (a filha dele). Pois é, enquanto eu tava fazendo o churrasco, uns caras comentaram que uma das meninas da turma fazia coisas por dinheiro, mas não ouvi quem era. E outro dia a Flor te mencionou e disse que você se encontrava com não sei que cara por grana. Então, suponho que seja você que faz isso."
Eu fiquei em choque, morri de vergonha de um cara mais velho saber o que eu fazia e não sabia o que fazer. Queria morrer. Então ele continua escrevendo: "Peço mil desculpas se não for você e por favor, vamos fingir que essa conversa nunca existiu". Ali ele me deu a deixa para negar tudo, mas no fundo eu estava curiosa pra ver o que ele queria. Ele continuou mandando: "Mas se você trabalha com isso, gostaria de fazer uma proposta". "Sou eu", respondi. Só isso. "Me passa seu número que eu te ligo e a gente conversa". Eu não sabia o que fazer, estava super nervosa, quase me mijando de ansiedade. Mas como puta que sou, sempre, haha, passei o número. Eu estava em casa e fui pro quintal falar pra ninguém ouvir. Francisco: Oi Mili, como você tá? Aqui é o Francisco. Prazer. Mili: Oi Francisco! Tudo bem, e você? F: Bom, que bom. Olha, vou ser direto pra não roubar mais seu tempo. A verdade é que com minha mulher praticamente não tenho sexo, imagina, com 5 filhos pequenos é impossível e ela não tem nenhum interesse. Como você deve saber, é uma necessidade que nós homens temos e, bom, também não quero cair na de ter uma amante ou ir pras putas daqui. Quero alguém que se interesse em manter isso em segredo e acho que você quer o mesmo, né? M: Sim (tava muito nervosa e mal conseguia responder). F: Bom, pelo que os caras comentaram outro dia, pra um você fez uma punheta e com outro deixou se apalpar. Não sei se você faz outras coisas ou só isso? M: É... faço... tipo, não muito... mas sim... o máximo que fiz por grana foram boquetes (fiquei com uma vergonha de falar, haha). F: Ah, legal, mas você não é virgem, né? M: Não, não. F: Ah, perfeito. Bom, o que eu tô procurando é uma gostosa pra matar a vontade basicamente e que tudo fique em segredo. Te vi pouco, mas me parece ser uma menina bonita. Mas como eu disse, não quero só um boquete... M: Sim, sim, te entendo. F: Então, se você se interessar pela proposta, me fala quanto quer de grana e a gente acerta. M: ... (não sabia o que responder). F: Desculpa se fui muito direto, se quiser... Pensa nisso e a gente continua conversando pelo Instagram.
M: Ai, desculpa, tô super nervosa, sim, bora continuar se falando que é mais fácil, por favorzinho.
F: Beleza, beleza, sem problema. Pensa aí e me fala.
Bom, por aqui termina essa primeira parte. Se vocês se interessarem, eu continuo contando! Pode ser que eu me enrole pra escrever muito porque tô cheia de trampo (não de puta, hahaha), mas vou fazer o esforço. Tô esperando os comentários de vocês! Aceito críticas, sugestões, recomendações! Qualquer coisa pra melhorar.
Peço desculpas de antemão se tiver erros na escrita ou algo não ficar claro, mas enfim, a ideia é ir melhorando com o tempo, tenham paciência comigo, por favor!
Estou ansiosa pelos comentários de vocês e espero que curtam ler tanto quanto eu curti escrever!
Bom, vou me descrever rapidamente como sou hoje: tenho 1,71m, peso 69 kg. Sim, sou um pouco gordinha kkk com suas vantagens (peitões e uma bunda boa) e desvantagens (uma barriguinha e uns pneuzinhos). Tenho cabelo castanho claro, comprido e liso. Desde sempre costumo me vestir bem provocante, nunca liguei pra quem me chama de gorda ou essas coisas.
Hoje vou contar sobre a primeira vez que cobrei (ou melhor, "me pagaram") por sexo. Na verdade, não foi a primeira porque antes já tinha feito meus "negócios", mas só em troca de boquetes, punhetas ou deixar me apalpar. Quanto a sexo de verdade, com penetração e tudo, esse foi meu debut cobrando, digamos. Minha situação era que eu morava numa cidade média pequena pra qual a gente tinha se mudado com minha família no ano anterior (por causa do trabalho do meu pai, a gente se mudava PRA CARALHO), e também era nosso último ano lá.
Justamente começava meu último ano no ensino médio e eu já era uma garota com bastante experiência sexual, pra não dizer que era uma gordinha putinha kkk. Como falei no começo, já tinha feito algumas coisas por dinheiro ou "presentes" com alguns amigos ou conhecidos, que iam passando a informação da minha atividade de boca em boca e eu conseguia mais clientes. Mas na maioria eram caras da minha idade ou um pouco mais velhos, então a maioria não tinha muita grana sobrando, por isso esse "trabalho" não era tão lucrativo pra mim. Também por isso só oferecia boquetes, punhetas ou deixar me apalpar, dependendo de quanto dinheiro me davam. Sempre tive a ideia de que se algum me oferecesse um Montei bastante, mas, se fosse mais lucrativo, ia aceitar ir além, mas não queria ficar com fama de puta (mais do que já tinha) por pouco ganho. Também não é que eu me importasse tanto com a "má fama", porque fazia pouco tempo que morava ali e no ano seguinte a gente já ia se mudar de novo pra outro lugar.
Bom, sem mais enrolação, vou contar como tudo começou. Um cara me adiciona no Instagram, eu nunca aceitava gente desconhecida, mas o sobrenome dele me pareceu familiar. Quando fui investigar, vi que era o pai de uma colega minha da escola. Comecei a olhar as fotos dele e vi que era um cara bonito até que enfim, devia ter uns 45 anos mais ou menos, era casado e tinha grana pelo que dava pra ver nas fotos (viagens, carro, casa). Fisicamente era grandão, com uma barriguinha, cabelo castanho escuro curto com alguns fios brancos. E pra essa história, vamos chamar ele de Francisco.
Então falei: "beleza, vou aceitar". Pensei: "bom, ele deve ter me visto no colégio e me adicionou", ou também pensei que ele ia me perguntar algo sobre a filha, embora eu não tivesse muita relação com ela. Nunca imaginei o que viria depois.
No dia seguinte, postei um story no Instagram super normal e o cara respondeu. Começamos a conversar numa boa, trocando ideia, nada de estranho. Dois ou três dias depois, a mesma coisa. E assim foi mais algumas vezes. Eu achava estranho ele querer ser meu "amigo", mas não mostrava nenhum tipo de outra intenção. No Instagram, eu não postava nada muito putaria, digamos.
Até que um dia, enquanto a gente conversava, ele falou: "Olha, Mili, vou ser sincero com você. Lembra quando se juntaram lá em casa pro aniversário da Flor? (a filha dele). Pois é, enquanto eu tava fazendo o churrasco, uns caras comentaram que uma das meninas da turma fazia coisas por dinheiro, mas não ouvi quem era. E outro dia a Flor te mencionou e disse que você se encontrava com não sei que cara por grana. Então, suponho que seja você que faz isso."
Eu fiquei em choque, morri de vergonha de um cara mais velho saber o que eu fazia e não sabia o que fazer. Queria morrer. Então ele continua escrevendo: "Peço mil desculpas se não for você e por favor, vamos fingir que essa conversa nunca existiu". Ali ele me deu a deixa para negar tudo, mas no fundo eu estava curiosa pra ver o que ele queria. Ele continuou mandando: "Mas se você trabalha com isso, gostaria de fazer uma proposta". "Sou eu", respondi. Só isso. "Me passa seu número que eu te ligo e a gente conversa". Eu não sabia o que fazer, estava super nervosa, quase me mijando de ansiedade. Mas como puta que sou, sempre, haha, passei o número. Eu estava em casa e fui pro quintal falar pra ninguém ouvir. Francisco: Oi Mili, como você tá? Aqui é o Francisco. Prazer. Mili: Oi Francisco! Tudo bem, e você? F: Bom, que bom. Olha, vou ser direto pra não roubar mais seu tempo. A verdade é que com minha mulher praticamente não tenho sexo, imagina, com 5 filhos pequenos é impossível e ela não tem nenhum interesse. Como você deve saber, é uma necessidade que nós homens temos e, bom, também não quero cair na de ter uma amante ou ir pras putas daqui. Quero alguém que se interesse em manter isso em segredo e acho que você quer o mesmo, né? M: Sim (tava muito nervosa e mal conseguia responder). F: Bom, pelo que os caras comentaram outro dia, pra um você fez uma punheta e com outro deixou se apalpar. Não sei se você faz outras coisas ou só isso? M: É... faço... tipo, não muito... mas sim... o máximo que fiz por grana foram boquetes (fiquei com uma vergonha de falar, haha). F: Ah, legal, mas você não é virgem, né? M: Não, não. F: Ah, perfeito. Bom, o que eu tô procurando é uma gostosa pra matar a vontade basicamente e que tudo fique em segredo. Te vi pouco, mas me parece ser uma menina bonita. Mas como eu disse, não quero só um boquete... M: Sim, sim, te entendo. F: Então, se você se interessar pela proposta, me fala quanto quer de grana e a gente acerta. M: ... (não sabia o que responder). F: Desculpa se fui muito direto, se quiser... Pensa nisso e a gente continua conversando pelo Instagram.
M: Ai, desculpa, tô super nervosa, sim, bora continuar se falando que é mais fácil, por favorzinho.
F: Beleza, beleza, sem problema. Pensa aí e me fala.
Bom, por aqui termina essa primeira parte. Se vocês se interessarem, eu continuo contando! Pode ser que eu me enrole pra escrever muito porque tô cheia de trampo (não de puta, hahaha), mas vou fazer o esforço. Tô esperando os comentários de vocês! Aceito críticas, sugestões, recomendações! Qualquer coisa pra melhorar.
16 comentários - Primeira vez que cobrei pra dar (Argentina)
Podrías poner una foto o imágenes de como sos tambien ayuda a llamar la atención
Van +10 mili
Por cierto, cuando la escribas trata de poner la mayor cantidad de detalles que tenga que ver con las sensaciones que tuviste, no tanto las cuestiones meramente descriptivas que aburrir.