Humanamente, meu corpo precisava de um respiro. Depois da maratona anterior, minha virilha ficou dolorida e super sensível. Por sorte, as coisas acalmaram por quatro dias. Seu Humberto e meu cunhado estavam enfiados de cabeça no campo, entregando até o último saco da colheita de batata. Chegavam moídos, jantavam em silêncio e desabavam na cama. Mas o tesão já tinha entrado nas minhas veias; eu me tocava no chuveiro esperando que algum deles entrasse, mas nada.
Nesses últimos dias em que o Maicol ainda tava em casa se preparando pra viagem, ele tava tão ocupado e estressado organizando os papéis que quase não me dava bola. Aproveitando a distração dele, fiquei mil vezes mais sem vergonha. Comecei a andar pela casa de saia curtinha sem calcinha, de camisetinha transparente sem sutiã que deixava ver meus bicos durinhos toda vez
que passava do lado do sogro ou do cunhado. Eu me abaixava pra pegar coisas na frente deles "sem querer", deixando eles verem todo o decote e o começo da bunda. Via a cara deles: a veia do pescoço saltava e a calça inchava na hora. O veneno já tava plantado.
A bomba finalmente explodiu quando Maicol foi pra capital resolver os negócios dele por 15 dias inteiros. —Amor, tenho que ir sozinho porque lá é muito perigoso pra te levar —me disse Maicol, me dando um beijo na testa antes de subir no ônibus. Meu marido foi embora e a fazenda ficou só pra nós três. Não tinha mais medo de nada, só um descaramento total. O primeiro a cair foi o Seu Humberto. Naquela tarde, o velho chegou de mãos vazias e cara sorridente: já tinham entregado toda a plantação pros caminhões. Sogro: (Gritando da entrada com carinho e entusiasmo, jogando as botas de borracha): Camila, meu amor! Vem cá, minha princesa!
Eu tava na cozinha vestida só com uma camiseta fininha e uma calcinha branca minúscula que entrava na minha fenda da bunda. O véio chegou perto de mim cheio de carinho e paixão, me pegou pela cintura com as mãos grandes e calejadas e me colou no corpo dele. Cheirava a tabaco, suor de roça e a puro homem dominando a casa.
Sogro: (Respirando na minha boca, passando a mão na minha bunda com gosto): Ah, minha vida! Dias segurando a vontade porque chegava todo fudido do trampo... Mas agora entregamos a plantação toda, meu anjo. Daqui pra frente é só dar umas voltas de vez em quando. Tô o dia inteiro livre pra te mimar e te comer como minha princesa merece! O velho me levou pra sala de jantar. Puxou o pano da minha bucetinha pro lado e, olhando bem nos meus olhos com a cara toda descontrolada de tesão, enfiou aquela rola madura, venosa e quente de frente, sentindo todo o meu calor.
Eu: Aaaah, Dom Humberto...! (Soltando um grito de prazer que ecoou pelas paredes).
Sogro: (Metendo em mim de costas, ouvindo minha voz de prazer e beijando meu pescoço): Tá gostando, meu amor? Tá gostando de sentir seu velho mimando você de novo? Fala que é minha, meu coração!
Ele me comeu de costas em cima da mesa da sala com um ritmo apaixonado, rápido e grudado, enquanto minhas pernas tremiam. Eu sentia cada veia do pau dele roçando por dentro, me dando um orgasmo precoce que fez meu corpo inteiro tremer.
Mas Dom Humberto não tava satisfeito. Ele tirou de repente, me pegou pela mão e me levou quase arrastando pro quarto. Me colocou de bruços na cama, levantou minha bunda com as duas mãos e começou a roçar a ponta dura do pau dele por toda a fenda do meu cu, me fazendo gemer só de antecipação.
Sogro: (Sussurrando rouco e suplicante no meu ouvido, esfregando minhas nádegas): Meu amor... por favor, me dá esse cuzinho... Olha, desde que provei aquele rabo no banheiro, virou meu novo vício, meu céu... Não parei de pensar nisso o dia inteiro enquanto trabalhava.
Eu me virei para olhar por cima do ombro, com os olhos semicerrados e um olhar carregado de pura perversão e provocação:
Eu: (Dando um sorriso bem puta e provocante): Manda ver de uma vez, meu velhinho gostoso! Se você sabe que eu também queria sentir ele dentro! Mete por ali, faz o que quiser comigo e me enche de porra que sou toda sua...
O velho ficou com o olhar aceso com minhas palavras. Passou bastante saliva na ponta, abriu minhas nádegas e enfiou a pica centímetro por centímetro no cuzinho apertado. Senti aquela dilatação quente e deliciosa.
O velho acariciou minhas costas e começou a meter no meu cu de um jeito perfeito, fundo e ritmado, até que gozamos juntos: ele me chamando de seu amor enquanto enchia minha bunda de porra fervendo, e eu me contorcendo de puro prazer na cama.
No dia seguinte, foi a vez do cunhado, mas ele veio cheio de raiva e tesão acumulados. Eu tava no quintal lavando roupa na mão, só de fio dental transparente. O cara saiu, me viu toda molhada de água e suor, com a bunda totalmente de fora, e perdeu o controle. Ele me encurralou contra o tanque de cimento e me colocou de quatro, apoiada no cimento frio. Levantou minha saia e enfiou o pau jovem e duro na minha buceta com uma estocada seca e profunda.
cunhado: (Me segurando pelas cadeiras com força, dando tapinhas secos mas firmes na minha bunda): Gostosa! Você não faz ideia do sofrimento que foi te ver andando pelada por essa casa sem poder te tocar! Vamos, me diz! Qual pau você gosta mais? O do meu irmão ou o meu? Fala, puta! Eu ficava calada, mordendo os lábios, me fazendo de difícil e apertando os dentes pra não dar o gosto de admitir, deixando que só meus gemidos respondessem por mim. Aghhhh mmmmm aggghh mmmmmm. aggggh Vendo que eu não respondia, ele me virou de lado, me empurrou contra a parede de madeira do quintal e levantou uma das minhas pernas até a cintura, enganchando na dele. Com a buceta toda exposta, ele enfiou de novo até o fundo, me bombando com tanta força que eu ficava sem ar.
cunhado: (Respirando na minha cara, me encarando): Não se faz de difícil que você adora isso... Me responde, porra! É verdade que a minha entra mais gostoso? É verdade que o Maicol nem consegue fazer assim?
O prazer que ele tava me dando era uma loucura. Sentir o pau dele duro roçando no meu ponto exato tava me deixando maluca. O tesão da situação e a insistência das estocadas acabaram quebrando minha resistência. Ele me levantou inteira e me colocou na frente dele, levantou minha perna com uma mão e com a outra apertou minha bunda, me abriu toda e meteu, me dando a melhor foda, rápida e profunda. As estocadas tinham derretido minha mente.
Eu: (Segurando os braços dele, louca de prazer e cedendo ao tesão): Ai, sim, sim! A sua, a sua! O Maicol não chega nem aos pés de você! Você tem maior e me dá mais gostoso!
No fundo da minha alma, eu sabia que era mentira, porque o Maicol era meu marido e eu amava ele, mas falar aquela mentira no meio do ato, sentir como o ego do cunhado inflava e como aumentava o ritmo das estocadas por causa da minha confissão, me deu uma descarga de tesão indescritível.
Eu: (Chorando de excitação, abraçando ele forte com as pernas): Joga tudo dentro de mim! Enche meu útero de porra, cunhado! Dá tudo pra mim!
O cunhado soltou um rugido de vitória, grudou em mim por completo e despejou um jorro quente, abundante e grosso direto no fundo da minha buceta, me deixando tremendo e escorrendo pelas pernas.
No dia seguinte, a putaria na casa já não tinha limites. Meu cunhado me levou pra cama de casal do Maicol, buscando a finalização perfeita.
Ele me colocou de quatro no meio do colchão, meteu devagar, senti cada centímetro daquele pau. Eu só gemia: Aaahhh, hmmmm, cunhado, hmmmm.
Depois de uns minutos, ele me virou de barriga pra cima, abriu minhas pernas bem abertas e montou em cima de mim. Se jogou em cima com todo o peso, me deixando presa entre o corpo dele e o colchão. Passei os braços pelas costas dele, abraçando com força, sentindo o suor nos ombros dele e o choque violento dos quadris dele contra os meus. Cada estocada que ele dava de cima entrava até o fundo, me fazendo gemer contra o pescoço dele.
Eu: (De pernas abertas, abraçando ele com força e gemendo sem controle): Isso, cunhado...! Assim, meu amor, enfia tudo...! Sente como eu tô molhadinha pra você...! No melhor daquela bombada em cima de mim, a porta do quarto principal abriu de repente. Lá parado, encostado no batente com um sorriso cheio de tesão, olhando fixo pra gente naquela posição tão sem vergonha, estava o Dom Humberto.
Meu cunhado sentiu a sombra e virou o rosto na hora. O impacto deixou ele congelado em cima de mim, duro, suando frio, com o pau ainda enfiado dentro de mim e os olhos arregalados de puro pânico.
Cunhado: (Pálido, apoiado nos braços sobre mim e gaguejando): P-pai! Escuta... espera! Não... isso não é o que parece, juro por Deus que eu...
Sogro: (Dando uma gargalhada gostosa, safada e cheia de orgulho): Fica tranquilo, filhão! Sai devagar e vocês dois vêm pra sala... Vamos conversar sobre isso como a família unida que somos.
O cunhado saiu de mim devagar, me dando um apertão na bunda molhada. Nós três fomos pra sala envoltos numa atmosfera de tensão e puro tesão. Eu tava só com uma camisetinha curta e a calcinha preta fio dental que não escondia nada.
A gente se sentou no sofá principal: eu fiquei bem no meio, coladinha ombro a ombro entre o Dom Humberto e meu cunhado.
Cunhado: (Olhando pro chão, nervoso e coçando a cabeça): Pai... sério, me desculpa com o senhor, mas é que ter essa mulher debaixo da gente deixa qualquer um louco... Eu não queria falhar com meu irmão, mas ela é irresistível...
Sogro: (Me abraçando pelos ombros e me dando um beijo carinhoso na bochecha, rindo às gargalhadas): Para de drama, cara! Cê acha que eu sou besta ou o quê? Se eu já sabia que cê tava comendo ela há um tempão... Eu mesmo vi vocês na outra noite quando cê tava comendo ela ali mesmo na cama, do lado do seu irmão enquanto o Maicol dormia.
O cunhado arregalou os olhos, completamente gelado, olhando pro pai e depois pra mim.
Cunhado: (Surpreso, gaguejando): Cê... cê nos viu naquela noite... ali do lado do Maicol?
Sogro: Claro que vi! Escutei vocês do corredor e espiei pra ver como cê enfiava caladinho... E não seja besta, se essa menina é minha adoração e eu tô há meses fazendo ela feliz também. Já comi ela Metido pela boca, pela buceta e até deixei ele comer aquela bunda gostosa no banheiro. O cunhado ficou mudo por um segundo, processando a bomba, até que um sorriso safado, quente e descarado se formou no rosto dele. Cunhado: (Olhando pro meu peito descoberto e rindo com tesão): Não me diga isso, pai! Sério? O senhor também tá comendo a mulher do Maicol? Eu: (Me acomodando no meio dos dois, passando a mão na coxa do meu cunhado e deitando a cabeça no peito do sogro): Claro, cunhado... Se aqui seu pai me trata como uma rainha... E já que os dois tão confessados, não vamos nos fazer de sonsos. O Maicol não vai estar aqui por 15 dias. Passei a mão nesses dois paus suculentos e enquanto falo com vocês, tô batendo uma pra eles.
Sogro: (Passando a mão na minha perna com desejo): Isso mesmo, meu filho. A casa é dos três e a minha gatinha adora ser bem cuidada. Então, o que acha? Vamos mimar ela e foder juntos, nós dois, ou o quê?
Cunhado: (Perdendo toda a vergonha, pegando no meu peito por cima da camiseta): Pô, é agora, pai! Se é assim, começamos hoje mesmo!
A cumplicidade dos dois homens fez meu sangue ferver. Levantei do sofá no meio dos dois, rebolando a bunda com uma putaria descarada e encarando eles:
**Eu:** Bom... já que meus dois homens lindos da casa estão aqui, hoje vou cuidar de vocês dois juntos na cama como merecem... Mas isso sim, *brother in law*... você me deixou muito puta por ter me abandonado esses dias... então hoje a vara é toda pro meu sogrinho gostoso, e você vai ter que se contentar com a buceta e a boca. Já pro quarto, andando!
Os dois homens se levantaram como cães de caça e fomos direto pro quarto principal.
Chegando na cama, o *brother in law* me agarrou suave pelo cabelo por trás, puxando só o bastante pra levantar minha cara e me olhar nos olhos com puro tesão.
**Brother in law:** (Puxando meu cabelo devagar, olhando pra minha boca): Vamos ver, sua *slutty*... então vai me castigar? Vem cá e começa a atender essa boca do jeito que você gosta.
Ele me colou no corpo dele e enfiou a *cock* direto na minha boca. Me ajoelhei no colchão, engasgando com o pau do meu *brother in law*, sentindo os pelos pubianos ásperos contra meu nariz, cheirando a virilidade dele e provando o líquido pré-seminal que inundava minha língua.
Enquanto eu chupava a *cock* do filho, Dom Humberto se ajeitou por trás. O velho abriu minhas nádegas com uma ternura quente, besuntou a *cock* madura com bastante saliva e enfiou de uma vez no meu cuzinho.
**Eu:** Mmmmmmmgh! (Gemendo abafada com a *cock* do *brother in law* entalada na garganta).
**Sogro:** (Com voz rouca e carinhosa, passando a mão na minha cintura enquanto bombava meu cu): Isso, minha vida! Sente seu velho mimado aqui dentro... Vamos, minha rainha, fala pro seu *brother in law* se ele não gosta de ver a gente te cuidando junto...
O *brother in law* tirou a *cock* da minha boca por um momento pra me deixar falar, me mantendo agarrada pelo cabelo com delicadeza mas firmeza.
**Eu:** (Ofegante) Fora de mim, com a saliva escorrendo pelo queixo e sentindo as investidas do sogro por trás): Ai, sim, meu velhinho gostoso! Adoro! Sou de vocês dois, meus homens lindos! Façam comigo o que quiserem!
cunhado: (Sorrindo com safadeza, passando a mão na minha bochecha enquanto puxava meu cabelo pra trás): Isso, minha putinha linda... fala assim gostoso. Diz de quem é essa boquinha e essa bunda deliciosa.
Eu: (Olhando nos olhos do cunhado enquanto o sogro me metia fundo no cu): De vocês! Do meu sogrão lindo e do meu cunhado gostoso! De mais ninguém!
Sogro: (Beijando minhas costas com adoração enquanto acelerava o ritmo anal): Isso, meu amor! Olha como ela engole essa pica, filho! Olha como essa mamasota mimada aperta meu cu!
O cunhado me deitou de costas na cama, abrindo minhas pernas de lado. O velho nunca saiu do meu cu; continuou me comendo pelo cuzinho com uma bombada firme e carinhosa, enquanto o cunhado se ajeitava na minha frente, me olhando fixo, e enfiava a pica dura até o fundo da minha buceta.
Tava totalmente atravessada pelos dois. Duas picas da mesma família dentro de mim ao mesmo tempo.
Cunhado: (Se inclinando sobre mim, segurando meu cabelo de leve pra me puxar pros lábios dele): Vamos ver, minha putinha mimada... o que você mais gosta de ter nós dois enfiados aí dentro?
Eu: (Gritando sem controle, sentindo o choque interno das duas picas): Ai, cunhado! Sentir como vocês me abrem toda por dentro! Sentir a pica do meu sogro no cuzinho e a sua na bucetinha! Isso me deixa louca! Quero a gozada dos dois! Encham toda de leite, por favor!
Sogro: (Respirando no meu pescoço, dando estocadas fundas por trás): Isso mesmo, minha vida! Todo o leite da casa é pra você, minha rainha... Diz pro seu cunhado como você quer que ele te coma...
Eu: (Abraçando o cunhado pelo pescoço, cravando as unhas nas costas dele): Bate forte aí, cunhado lindo! Me faz sua, enfia tudo e esvazia todo esse leite dentro de mim! Quero sentir a gozada de vocês dois se misturando no meu corpo!
Cunhado: (Me enchendo de beijos no pescoço enquanto acelerava as estocadas na buceta e puxava meu cabelo de leve): Assim vai ser, sua putinha! Todo o nosso leite é pra você!

O atrito interno dos membros deles contra minhas paredes vaginais e anais era um delírio de prazer puro. Eles me fodiam num ritmo duplo perfeito, carinhoso e safado ao mesmo tempo, que me fazia convulsionar na cama, soltando orgasmo atrás de orgasmo. O clímax foi uma explosão. Seu Humberto me segurou firme pelos quadris, soltou um gemido cheio de amor e prazer, e despejou um jorro fervente de esperma direto no fundo do meu cu. Sogro: (Gemendo no meu ouvido): Toma, minha rainha linda! Todo o meu leite pra minha mimada! Segundos depois, o cunhado soltou um rugido de vitória, saiu da minha buceta e, me puxando pelo cabelo pra manter minha cara levantada, banhou todo o meu rosto, boca e peitos com uma descarga grossa e abundante de porra. Cunhado: (Respirando ofegante, olhando pra minha cara cheia de esperma): Isso, minha putinha linda... olha como ficou linda banhada de porra...
Fiquei largada na cama de casal, banhada de porra por fora e cheia de porra por dentro, respirando ofegante. Seu Humberto acariciava meu cabelo com ternura enquanto o cunhado limpava uma gota de leite dos meus lábios com o polegar pra me dar pra provar. Os dois homens me olhavam sorrindo, me tratando com mimo como se eu fosse a rainha da casa. A maratona tava só começando.
Nesses últimos dias em que o Maicol ainda tava em casa se preparando pra viagem, ele tava tão ocupado e estressado organizando os papéis que quase não me dava bola. Aproveitando a distração dele, fiquei mil vezes mais sem vergonha. Comecei a andar pela casa de saia curtinha sem calcinha, de camisetinha transparente sem sutiã que deixava ver meus bicos durinhos toda vez
que passava do lado do sogro ou do cunhado. Eu me abaixava pra pegar coisas na frente deles "sem querer", deixando eles verem todo o decote e o começo da bunda. Via a cara deles: a veia do pescoço saltava e a calça inchava na hora. O veneno já tava plantado.
A bomba finalmente explodiu quando Maicol foi pra capital resolver os negócios dele por 15 dias inteiros. —Amor, tenho que ir sozinho porque lá é muito perigoso pra te levar —me disse Maicol, me dando um beijo na testa antes de subir no ônibus. Meu marido foi embora e a fazenda ficou só pra nós três. Não tinha mais medo de nada, só um descaramento total. O primeiro a cair foi o Seu Humberto. Naquela tarde, o velho chegou de mãos vazias e cara sorridente: já tinham entregado toda a plantação pros caminhões. Sogro: (Gritando da entrada com carinho e entusiasmo, jogando as botas de borracha): Camila, meu amor! Vem cá, minha princesa!
Eu tava na cozinha vestida só com uma camiseta fininha e uma calcinha branca minúscula que entrava na minha fenda da bunda. O véio chegou perto de mim cheio de carinho e paixão, me pegou pela cintura com as mãos grandes e calejadas e me colou no corpo dele. Cheirava a tabaco, suor de roça e a puro homem dominando a casa.
Sogro: (Respirando na minha boca, passando a mão na minha bunda com gosto): Ah, minha vida! Dias segurando a vontade porque chegava todo fudido do trampo... Mas agora entregamos a plantação toda, meu anjo. Daqui pra frente é só dar umas voltas de vez em quando. Tô o dia inteiro livre pra te mimar e te comer como minha princesa merece! O velho me levou pra sala de jantar. Puxou o pano da minha bucetinha pro lado e, olhando bem nos meus olhos com a cara toda descontrolada de tesão, enfiou aquela rola madura, venosa e quente de frente, sentindo todo o meu calor.
Eu: Aaaah, Dom Humberto...! (Soltando um grito de prazer que ecoou pelas paredes). Sogro: (Metendo em mim de costas, ouvindo minha voz de prazer e beijando meu pescoço): Tá gostando, meu amor? Tá gostando de sentir seu velho mimando você de novo? Fala que é minha, meu coração!
Ele me comeu de costas em cima da mesa da sala com um ritmo apaixonado, rápido e grudado, enquanto minhas pernas tremiam. Eu sentia cada veia do pau dele roçando por dentro, me dando um orgasmo precoce que fez meu corpo inteiro tremer.
Mas Dom Humberto não tava satisfeito. Ele tirou de repente, me pegou pela mão e me levou quase arrastando pro quarto. Me colocou de bruços na cama, levantou minha bunda com as duas mãos e começou a roçar a ponta dura do pau dele por toda a fenda do meu cu, me fazendo gemer só de antecipação.
Sogro: (Sussurrando rouco e suplicante no meu ouvido, esfregando minhas nádegas): Meu amor... por favor, me dá esse cuzinho... Olha, desde que provei aquele rabo no banheiro, virou meu novo vício, meu céu... Não parei de pensar nisso o dia inteiro enquanto trabalhava. Eu me virei para olhar por cima do ombro, com os olhos semicerrados e um olhar carregado de pura perversão e provocação:
Eu: (Dando um sorriso bem puta e provocante): Manda ver de uma vez, meu velhinho gostoso! Se você sabe que eu também queria sentir ele dentro! Mete por ali, faz o que quiser comigo e me enche de porra que sou toda sua...
O velho ficou com o olhar aceso com minhas palavras. Passou bastante saliva na ponta, abriu minhas nádegas e enfiou a pica centímetro por centímetro no cuzinho apertado. Senti aquela dilatação quente e deliciosa.

O velho acariciou minhas costas e começou a meter no meu cu de um jeito perfeito, fundo e ritmado, até que gozamos juntos: ele me chamando de seu amor enquanto enchia minha bunda de porra fervendo, e eu me contorcendo de puro prazer na cama.
No dia seguinte, foi a vez do cunhado, mas ele veio cheio de raiva e tesão acumulados. Eu tava no quintal lavando roupa na mão, só de fio dental transparente. O cara saiu, me viu toda molhada de água e suor, com a bunda totalmente de fora, e perdeu o controle. Ele me encurralou contra o tanque de cimento e me colocou de quatro, apoiada no cimento frio. Levantou minha saia e enfiou o pau jovem e duro na minha buceta com uma estocada seca e profunda.
cunhado: (Me segurando pelas cadeiras com força, dando tapinhas secos mas firmes na minha bunda): Gostosa! Você não faz ideia do sofrimento que foi te ver andando pelada por essa casa sem poder te tocar! Vamos, me diz! Qual pau você gosta mais? O do meu irmão ou o meu? Fala, puta! Eu ficava calada, mordendo os lábios, me fazendo de difícil e apertando os dentes pra não dar o gosto de admitir, deixando que só meus gemidos respondessem por mim. Aghhhh mmmmm aggghh mmmmmm. aggggh Vendo que eu não respondia, ele me virou de lado, me empurrou contra a parede de madeira do quintal e levantou uma das minhas pernas até a cintura, enganchando na dele. Com a buceta toda exposta, ele enfiou de novo até o fundo, me bombando com tanta força que eu ficava sem ar.
cunhado: (Respirando na minha cara, me encarando): Não se faz de difícil que você adora isso... Me responde, porra! É verdade que a minha entra mais gostoso? É verdade que o Maicol nem consegue fazer assim? O prazer que ele tava me dando era uma loucura. Sentir o pau dele duro roçando no meu ponto exato tava me deixando maluca. O tesão da situação e a insistência das estocadas acabaram quebrando minha resistência. Ele me levantou inteira e me colocou na frente dele, levantou minha perna com uma mão e com a outra apertou minha bunda, me abriu toda e meteu, me dando a melhor foda, rápida e profunda. As estocadas tinham derretido minha mente.
Eu: (Segurando os braços dele, louca de prazer e cedendo ao tesão): Ai, sim, sim! A sua, a sua! O Maicol não chega nem aos pés de você! Você tem maior e me dá mais gostoso!
No fundo da minha alma, eu sabia que era mentira, porque o Maicol era meu marido e eu amava ele, mas falar aquela mentira no meio do ato, sentir como o ego do cunhado inflava e como aumentava o ritmo das estocadas por causa da minha confissão, me deu uma descarga de tesão indescritível.Eu: (Chorando de excitação, abraçando ele forte com as pernas): Joga tudo dentro de mim! Enche meu útero de porra, cunhado! Dá tudo pra mim!
O cunhado soltou um rugido de vitória, grudou em mim por completo e despejou um jorro quente, abundante e grosso direto no fundo da minha buceta, me deixando tremendo e escorrendo pelas pernas.
No dia seguinte, a putaria na casa já não tinha limites. Meu cunhado me levou pra cama de casal do Maicol, buscando a finalização perfeita.
Ele me colocou de quatro no meio do colchão, meteu devagar, senti cada centímetro daquele pau. Eu só gemia: Aaahhh, hmmmm, cunhado, hmmmm.
Depois de uns minutos, ele me virou de barriga pra cima, abriu minhas pernas bem abertas e montou em cima de mim. Se jogou em cima com todo o peso, me deixando presa entre o corpo dele e o colchão. Passei os braços pelas costas dele, abraçando com força, sentindo o suor nos ombros dele e o choque violento dos quadris dele contra os meus. Cada estocada que ele dava de cima entrava até o fundo, me fazendo gemer contra o pescoço dele.
Eu: (De pernas abertas, abraçando ele com força e gemendo sem controle): Isso, cunhado...! Assim, meu amor, enfia tudo...! Sente como eu tô molhadinha pra você...! No melhor daquela bombada em cima de mim, a porta do quarto principal abriu de repente. Lá parado, encostado no batente com um sorriso cheio de tesão, olhando fixo pra gente naquela posição tão sem vergonha, estava o Dom Humberto.
Meu cunhado sentiu a sombra e virou o rosto na hora. O impacto deixou ele congelado em cima de mim, duro, suando frio, com o pau ainda enfiado dentro de mim e os olhos arregalados de puro pânico. Cunhado: (Pálido, apoiado nos braços sobre mim e gaguejando): P-pai! Escuta... espera! Não... isso não é o que parece, juro por Deus que eu...
Sogro: (Dando uma gargalhada gostosa, safada e cheia de orgulho): Fica tranquilo, filhão! Sai devagar e vocês dois vêm pra sala... Vamos conversar sobre isso como a família unida que somos.
O cunhado saiu de mim devagar, me dando um apertão na bunda molhada. Nós três fomos pra sala envoltos numa atmosfera de tensão e puro tesão. Eu tava só com uma camisetinha curta e a calcinha preta fio dental que não escondia nada.
A gente se sentou no sofá principal: eu fiquei bem no meio, coladinha ombro a ombro entre o Dom Humberto e meu cunhado.
Cunhado: (Olhando pro chão, nervoso e coçando a cabeça): Pai... sério, me desculpa com o senhor, mas é que ter essa mulher debaixo da gente deixa qualquer um louco... Eu não queria falhar com meu irmão, mas ela é irresistível...
Sogro: (Me abraçando pelos ombros e me dando um beijo carinhoso na bochecha, rindo às gargalhadas): Para de drama, cara! Cê acha que eu sou besta ou o quê? Se eu já sabia que cê tava comendo ela há um tempão... Eu mesmo vi vocês na outra noite quando cê tava comendo ela ali mesmo na cama, do lado do seu irmão enquanto o Maicol dormia.
O cunhado arregalou os olhos, completamente gelado, olhando pro pai e depois pra mim.
Cunhado: (Surpreso, gaguejando): Cê... cê nos viu naquela noite... ali do lado do Maicol?
Sogro: Claro que vi! Escutei vocês do corredor e espiei pra ver como cê enfiava caladinho... E não seja besta, se essa menina é minha adoração e eu tô há meses fazendo ela feliz também. Já comi ela Metido pela boca, pela buceta e até deixei ele comer aquela bunda gostosa no banheiro. O cunhado ficou mudo por um segundo, processando a bomba, até que um sorriso safado, quente e descarado se formou no rosto dele. Cunhado: (Olhando pro meu peito descoberto e rindo com tesão): Não me diga isso, pai! Sério? O senhor também tá comendo a mulher do Maicol? Eu: (Me acomodando no meio dos dois, passando a mão na coxa do meu cunhado e deitando a cabeça no peito do sogro): Claro, cunhado... Se aqui seu pai me trata como uma rainha... E já que os dois tão confessados, não vamos nos fazer de sonsos. O Maicol não vai estar aqui por 15 dias. Passei a mão nesses dois paus suculentos e enquanto falo com vocês, tô batendo uma pra eles.
Sogro: (Passando a mão na minha perna com desejo): Isso mesmo, meu filho. A casa é dos três e a minha gatinha adora ser bem cuidada. Então, o que acha? Vamos mimar ela e foder juntos, nós dois, ou o quê? Cunhado: (Perdendo toda a vergonha, pegando no meu peito por cima da camiseta): Pô, é agora, pai! Se é assim, começamos hoje mesmo!
A cumplicidade dos dois homens fez meu sangue ferver. Levantei do sofá no meio dos dois, rebolando a bunda com uma putaria descarada e encarando eles: **Eu:** Bom... já que meus dois homens lindos da casa estão aqui, hoje vou cuidar de vocês dois juntos na cama como merecem... Mas isso sim, *brother in law*... você me deixou muito puta por ter me abandonado esses dias... então hoje a vara é toda pro meu sogrinho gostoso, e você vai ter que se contentar com a buceta e a boca. Já pro quarto, andando!
Os dois homens se levantaram como cães de caça e fomos direto pro quarto principal.
Chegando na cama, o *brother in law* me agarrou suave pelo cabelo por trás, puxando só o bastante pra levantar minha cara e me olhar nos olhos com puro tesão.
**Brother in law:** (Puxando meu cabelo devagar, olhando pra minha boca): Vamos ver, sua *slutty*... então vai me castigar? Vem cá e começa a atender essa boca do jeito que você gosta.
Ele me colou no corpo dele e enfiou a *cock* direto na minha boca. Me ajoelhei no colchão, engasgando com o pau do meu *brother in law*, sentindo os pelos pubianos ásperos contra meu nariz, cheirando a virilidade dele e provando o líquido pré-seminal que inundava minha língua.
Enquanto eu chupava a *cock* do filho, Dom Humberto se ajeitou por trás. O velho abriu minhas nádegas com uma ternura quente, besuntou a *cock* madura com bastante saliva e enfiou de uma vez no meu cuzinho.
**Eu:** Mmmmmmmgh! (Gemendo abafada com a *cock* do *brother in law* entalada na garganta).
**Sogro:** (Com voz rouca e carinhosa, passando a mão na minha cintura enquanto bombava meu cu): Isso, minha vida! Sente seu velho mimado aqui dentro... Vamos, minha rainha, fala pro seu *brother in law* se ele não gosta de ver a gente te cuidando junto...
O *brother in law* tirou a *cock* da minha boca por um momento pra me deixar falar, me mantendo agarrada pelo cabelo com delicadeza mas firmeza.
**Eu:** (Ofegante) Fora de mim, com a saliva escorrendo pelo queixo e sentindo as investidas do sogro por trás): Ai, sim, meu velhinho gostoso! Adoro! Sou de vocês dois, meus homens lindos! Façam comigo o que quiserem!
cunhado: (Sorrindo com safadeza, passando a mão na minha bochecha enquanto puxava meu cabelo pra trás): Isso, minha putinha linda... fala assim gostoso. Diz de quem é essa boquinha e essa bunda deliciosa. Eu: (Olhando nos olhos do cunhado enquanto o sogro me metia fundo no cu): De vocês! Do meu sogrão lindo e do meu cunhado gostoso! De mais ninguém!
Sogro: (Beijando minhas costas com adoração enquanto acelerava o ritmo anal): Isso, meu amor! Olha como ela engole essa pica, filho! Olha como essa mamasota mimada aperta meu cu!
O cunhado me deitou de costas na cama, abrindo minhas pernas de lado. O velho nunca saiu do meu cu; continuou me comendo pelo cuzinho com uma bombada firme e carinhosa, enquanto o cunhado se ajeitava na minha frente, me olhando fixo, e enfiava a pica dura até o fundo da minha buceta.

Tava totalmente atravessada pelos dois. Duas picas da mesma família dentro de mim ao mesmo tempo. Cunhado: (Se inclinando sobre mim, segurando meu cabelo de leve pra me puxar pros lábios dele): Vamos ver, minha putinha mimada... o que você mais gosta de ter nós dois enfiados aí dentro?
Eu: (Gritando sem controle, sentindo o choque interno das duas picas): Ai, cunhado! Sentir como vocês me abrem toda por dentro! Sentir a pica do meu sogro no cuzinho e a sua na bucetinha! Isso me deixa louca! Quero a gozada dos dois! Encham toda de leite, por favor!
Sogro: (Respirando no meu pescoço, dando estocadas fundas por trás): Isso mesmo, minha vida! Todo o leite da casa é pra você, minha rainha... Diz pro seu cunhado como você quer que ele te coma...
Eu: (Abraçando o cunhado pelo pescoço, cravando as unhas nas costas dele): Bate forte aí, cunhado lindo! Me faz sua, enfia tudo e esvazia todo esse leite dentro de mim! Quero sentir a gozada de vocês dois se misturando no meu corpo!
Cunhado: (Me enchendo de beijos no pescoço enquanto acelerava as estocadas na buceta e puxava meu cabelo de leve): Assim vai ser, sua putinha! Todo o nosso leite é pra você!


O atrito interno dos membros deles contra minhas paredes vaginais e anais era um delírio de prazer puro. Eles me fodiam num ritmo duplo perfeito, carinhoso e safado ao mesmo tempo, que me fazia convulsionar na cama, soltando orgasmo atrás de orgasmo. O clímax foi uma explosão. Seu Humberto me segurou firme pelos quadris, soltou um gemido cheio de amor e prazer, e despejou um jorro fervente de esperma direto no fundo do meu cu. Sogro: (Gemendo no meu ouvido): Toma, minha rainha linda! Todo o meu leite pra minha mimada! Segundos depois, o cunhado soltou um rugido de vitória, saiu da minha buceta e, me puxando pelo cabelo pra manter minha cara levantada, banhou todo o meu rosto, boca e peitos com uma descarga grossa e abundante de porra. Cunhado: (Respirando ofegante, olhando pra minha cara cheia de esperma): Isso, minha putinha linda... olha como ficou linda banhada de porra...
Fiquei largada na cama de casal, banhada de porra por fora e cheia de porra por dentro, respirando ofegante. Seu Humberto acariciava meu cabelo com ternura enquanto o cunhado limpava uma gota de leite dos meus lábios com o polegar pra me dar pra provar. Os dois homens me olhavam sorrindo, me tratando com mimo como se eu fosse a rainha da casa. A maratona tava só começando.
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