Garchada por peões

Bom, isso aconteceu comigo há dois anos atrás. Eu tinha 28 anos e foi uma experiência terrível pra mim… fisicamente, tenho 1,70, olhos castanhos, cabelo comprido, tenho uns peitões bons, uma bunda gostosa… não me falta nada. Mas às vezes isso joga contra.

Era uma tarde de verão, muito calor… eu trabalho em horário partido, cheguei muito cansada ao meio-dia, depois de uma manhã exaustiva de trabalho e ia tirar uma boa soneca pra me recuperar e voltar ao trampo; tava sozinha em casa porque meu marido tava no trabalho, então não almocei, tomei um banho e vesti roupa de cama (uma camisola curta e uma fio dental). Já mais relaxada, me deito e quando tô pegando no sono, começo a ouvir batidas, como se alguém tivesse martelando. Resolvi esperar pra ver se parava, mas o barulho foi ficando cada vez mais forte, meus nervos tavam a ponto de explodir, então levantei e olhei pela janela pra ver de onde vinha o barulho, era dois operários colocando uma tolda no pátio do prédio.

Desci que nem um raio, muito puta porque achava que não era horário pra fazer barulho, já que a maioria das pessoas tá dormindo. Vejo esses dois operários trabalhando debaixo do sol, com um calor do caralho, um de uns 45 anos, barrigudo, grisalho e todo suado; o outro de uns 39 por aí, mais alto, mais forte, também nas mesmas condições do primeiro, todo sujo e suado, coisa que me dá muito nojo.

Num tom muito bravo, falo pra eles:

- Acho que esse não é horário pra fazer barulho, a gente tá dormindo..

O operário mais velho, que era o chefe, me diz:

- Moça, não se altera não, que a gente tá fazendo nosso trabalho.

- Mas eu tô dormindo e não acho que esse seja o horário, insisto! (quase gritando)

- Operário 2: Moça, não vem gritar com a gente não.. (num tom de intimidação)

O chefe fala: olha, vamos fazer uma coisa, eu conheço a moça, então vou mostrar o papel que nos autoriza a trabalhar.

(Aquele velho safado já tinha me Falei várias besteiras e barbaridades, por isso ele disse que me conhecia.

Então ele foi lá pro fundo, onde ficava o depósito de ferramentas, mas antes deu uma olhada bem cúmplice pro outro peão que tava com ele. Claro que na hora eu não entendi por quê.

Enquanto isso, fiquei com o peão mais novo, que me ofereceu água, já que o calor tava insuportável. Eu tremia de raiva, então joguei água em mim. A camisola ficou quase transparente, meus peitos apareciam, e eu me cobri com as duas mãos. O jovem não tirava os olhos.

Pouco depois, ouço o velho gritando lá do fundo:

— Dona, pode vir aqui um momento?

Eu fui até o fundo, naquele quartinho de ferramentas, e o jovem vinha atrás de mim.

Quando entrei (meio com medo), vi o velho com um papel na mão e ele disse:

— Aqui está a autorização, dona. Venha, não tenha medo, dá uma olhada.

Quando entrei e peguei o papel, senti a porta sendo trancada com cadeado, e eles começaram a rir...

O velho disse pro jovem: "Essa é a puta que eu sempre te falei, que me deixa de pau duro."

Eu fiquei paralisada, comecei a tremer. Olhei pra todo lado pra ver o que podia pegar pra bater neles e me defender, mas as ferramentas estavam penduradas num quadro ou longe demais. Vi eles se aproximando e falei:

— Por favor, não façam nada comigo. Me desculpem, não quis gritar com vocês...

— O velho: "Ai, ai, ai, putinha, agora pede desculpa? Essa é a desculpa que eu tava esperando há muito tempo pra poder te tratar como a puta que você é. E ainda por cima, com essa roupa toda molhada, olha esses peitos que você tem. Acha que a gente vai deixar você ir? Hahaha."

O jovem: "Hahaha, essa deve ser uma boa chupadora de pica."

Minhas pernas tremiam, mas eu já imaginava o que me esperava.

Os dois me agarraram. O velho sentou, me colocou de bruços no colo dele e disse: "Você vai ver, putinha, que agora não vai mais gritar com ninguém." Ele levantou minha camisola, baixou minha calcinha fio-dental e começou a me dar palmadas bem fortes. Eu tava passando a mão na minha bunda, eu gritava, me resistia, me mexia, mas via que não dava pra fazer nada, só chorar... O velho fala pro outro: "Enche a boca da puta pra ela não berrar". Nisso, ele puxa o pau dele, era normal, mas bem grosso, e começa a estuprar minha boca, enfiava até a garganta. Eu me engasgava, tinha ânsia, mas ele me segurava pelos cabelos, enquanto o outro continuava me batendo e rindo.

Num momento, ele parou de me bater e começou a enfiar os dedos na minha buceta. Eu me contorcia, então ele falou pro mais novo: "Enche a boca dela de porra". E o outro responde: "Ainda bem, chefe, porque eu já não aguentava mais". Naquela hora, senti todo o sêmen invadindo minha boca, até minha garganta, e ele disse: "Toma tudo, puta, você vai aprender a obedecer". E eu tomei. "Agora, puta, vai deixar limpinho. Engole tudo, não quero nem uma gota!"

Eu fiquei exausta, mas isso era só o começo.

O velho me jogou no chão e mandou eu ficar de quatro, feito uma puta. Eu tremia, mas não podia fazer nada.

O mais novo se deitou no chão e, por baixo, começou a chupar meus peitos, muito forte. Doía, e eu gritava. O velho me deu um tapa e disse: "Puta, cala a boca ou vai se arrepender".

Depois, enfiou a mão na minha buceta, que já tava reagindo a tanto estímulo, e meteu quatro dedos selvagemente. E disse: "Uh, que puta barata você é, tá se molhando, cê gosta, hein".

Eu não acreditava no que tava vivendo. O velho não parava de mexer no meu clitóris, eu tava toda dolorida, e o outro destruía meus peitos.

O velho tirou a mão e meteu sem dó o pau grande dele. Minha lubrificação era mínima, e eu gritei muito. Então ele me puxou forte pelo cabelo e disse: "Agora você vai gritar, puta de merda". Ele tirou e enfiou no meu cu, que até então era virgem. E o mais novo se aproximou e meteu na minha buceta. Eu tinha os dois paus dentro, metidos brutalmente, mas não tinha mais forças. Só pedia pra eles gozarem logo e essa pesadelo acabar.

Quando eu já sentia que os paus deles... Se inflavam pra me encher de porra nos meus dois buracos, os dois tiram e o jovem fala pra mim: agora você vai tomar porra, muita porra, sua putinha gostosa.

Enfiaram os dois paus, mas minha boca não é muito grande, então eu me engasgava, e eles alternavam, até que primeiro o jovem soltou a porra dele de novo e eu tive que engolir tudo, um nojo terrível, mesmo não aguentando, ele fechou minha boca e me obrigou a engolir, o velho continuava se masturbando enquanto isso. Quando terminei com o jovem, o velho me disse: agora sim, sua puta, o momento que tanto esperei, engole tudo, toma!... sem hesitar, ele gozou, tinha um monte de porra acumulada e eu já não aguentava mais, comecei a ter ânsia de tanto nojo, e ele fechou minha boca de novo... engole, se você gosta de provocar a pica, esse é o resultado... e me deixaram largada lá, acho que por uns minutos eu desmaiei.

Quando abro os olhos, vejo os dois sentados no chão, tomando uma cerveja, não fazia ideia do tempo... me levanto como posso e quero ir embora, e o mais novo me agarra e diz: espera, o velho confortavelmente sentado me fala: entendeu que de agora em diante você vai ser minha puta, né? Vou te comer quando eu quiser, e com o peão que eu escolher, então se prepara que isso não acaba, a menos que você prefira que seu marido saiba que você chupa outros paus, posso inventar o que eu quiser. hahahaha.

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