Quando eu era garota, uns 14 ou 15 anos, e nem sabia o que era uma pica de verdade, ia pra escola e passava por uma obra. Ficava fantasiando que era desvirgada por todos aqueles peões fedorentos e nojentos. Isso me excitava tanto que, quando chegava em casa, ia direto pro banheiro me masturbar.
Pra quem tá me lendo agora, me chamo Maria Emília, tenho 35 anos, e minha fantasia, claro, se passa numa obra.
Tô voltando do trabalho, quando, umas duas quadras antes de chegar em casa, desaba uma tempestade típica de verão, um temporal da porra. Esperando passar um pouco, procuro abrigo numa obra perto. A porta tava entreaberta, então entrei pra não continuar me encharcando. Depois de alguns minutos, o aguaceiro começa a diminuir, então tento sair de novo pra rua — e digo tento, porque agora a porta aparece trancada. Sem imaginar o que podia ter acontecido, me viro e dou de cara com uma dezena de homens parados atrás de mim, me olhando como se fossem me devorar, como se fossem os membros de uma tribo de canibais e eu a primeira mulher branca, o possível cardápio que tinham à disposição depois de um longo período de jejum.
Eram muitos, pra caralho, tudo peão da construção, morenos, alguns de capacete, todos com aqueles músculos enormes, que mostram o trabalho físico pesado.
Sem parar de me olhar, se aproximaram e me cercaram em questão de segundos. Pra qualquer lado que eu olhava, tinha um deles. Dava pra sentir o cheiro da pele de cada um, e até o aroma da luxúria saindo dos corpos deles. Não sei de onde veio, mas senti uma mão que me apalpava a bunda, mas não era uma apalpada qualquer: os dedos, principalmente o do meio, se enfiavam bem no meio do meu rego, chegando a raspar meu buraquinho.
Depois senti outra mão, e outra, e mais outra, e outra nos peitos, até perder a conta, já eram várias pra saber de quantas eram, me tocavam por todos os lados, de todos os ângulos, me apalpavam, me apertavam, me beliscavam, além de dedos, sentia lábios e dentes, porque até me mordiam. Então, entre vários, me agarraram e me levaram pra dentro da obra. Lá fora, a chuva se intensificava de novo. De repente, e quase sem que eu percebesse nada, me encontrei ajoelhada no chão, com todos eles me rodeando, formando uma roda ao meu redor, com as picas já pra fora, me oferecendo num cacho perfumado. Claro que já sabia o que tinha que fazer. Não me restava outra opção a não ser chupar, então comecei por uma ponta, passando de uma em uma até chegar na outra e recomeçar. Tinha de todos os tamanhos, grandes, pequenas, médias, enormes, mas mesmo assim, todas me agradavam, cada uma tinha um encanto e eu sabia encontrá-lo. Comia desde a menor até a maior, devorava elas, fazia deslizar pelo meu paladar, levando até minha garganta. Sentia elas pulsarem entre minhas amígdalas, inchando quase a ponto de me sufocar. Mas eu continuava, mamava sem parar, me engasgando com essas iguarias tão vibrantes. Assim como tinha de todos os tamanhos, também tinha de todas as cores. Umas mais clarinhas, outras bem morenas, como se houvesse entre eles um negro africano que tinha a cabeça bem vermelha, soltava fogo. Sem dúvida era a que mais me dava vontade, e foi também a primeira a me trespassar. Depois de ter chupado todos, de ter beijado as bolas deles, me despiram por completo e num segundo, me colocando de quatro no meio da obra, começaram a me enfiar. O da pica grande e morena foi o primeiro. Se colocou por trás, sem nem se ajoelhar, só flexionando as pernas, mandou ela pra dentro bem fundo, iniciando logo uma louca vai e vem, com a qual parecia decidido a me estripar. O melhor de tudo era que cada vez que parecia chegar no fundo, ele selava cada investida com um empurrão. que me deixava completamente louca.
Claro que, além do prazer e da safadeza que eu sentia, não podia demonstrar muito, porque alguém tapou minha boca com uma pica, então enquanto um me comia (fodia), eu tinha que chupar outro. E assim foram passando todos, uns por trás, outros pela frente, mas todos aproveitando a luxúria do meu corpo. Depois que todos ocuparam meu buraco principal daquele jeito que nunca pode ser desagradável, ainda na mesma posição, de quatro, com os joelhos dormentes, senti que agora iam pro meu outro buraco, aquele rabo nunca bem elogiado. E de novo seria aquele da pica de africano quem ia começar a peregrinação por esse caminho tão apertado. Mas ele abriu caminho e avançou com força, deixando a estrada aberta e lubrificada pra quem viesse depois, que não ficaram atrás em energia e vigor. Todos me comeram divinamente, arrombando minha bunda de um jeito que só podia me dar o maior prazer infinito!! Mesmo com a cota de dor, claro, mas com picas daquelas à disposição, isso era o de menos. Claro, eram tantas que eu tinha que fazer algo mais pra agradá-las. E foi aí que chegou o tal momento da dupla penetração. Primeiro montei em um, claro, o "africano", sentei em cima e comecei a cavalgá-lo, me movendo gostoso, enfiando todo aquele cano de carne até o fundo, esfregando meus peitos na cara dele pra ele fazer o que quisesse, beijar, chupar ou morder, sem reservas. Então ele me abraçou, me deitou contra o corpo dele, separou minhas nádegas com as mãos enormes, abrindo caminho pra quem ia se encaixar nos nossos movimentos acelerados.
Quando eu tive os dois juntos, empurrando com força, queimando minha carne com as picas deles, não consegui evitar um orgasmo dos sonhos, sentia que gozava não só pela buceta, mas também pelo cu, explodindo numa interminável sequência de gemidos e ofegos, que deixava bem clara a imensa satisfação que estavam me proporcionando.
Aí começaram a passar de dois em dois, um me pegando, outro me comendo, me destruindo pelos dois lados, se esfregando um no outro através da fina parede que os separava. Até parecia que a qualquer momento essa película ia romper e as duas picas da vez iam se encontrar e se roçar, começando o colapso final.
Desse jeito, depois que todos passaram pelo meu corpo, tanto por trás quanto pela frente e pela minha boca também, claro, fiquei de joelhos no meio do canteiro, submissa e esperando, enquanto todos eles, aquela vintena de peões da construção, me cercavam de novo, batendo uma pra si mesmos nas respectivas picas, até terminar jogando as leitadas quentes e grossas em cima de mim. Molhando meu corpo com uma cachoeira de líquido branco que vinha de todo lado, me afogaram de porra, impregnando por completo minha pele e meus sentidos com tanto sêmen de consistência e cheiro diferentes. Me banharam inteira de cum, tanto que depois me senti toda grudenta e, onde quer que estivesse, podia sentir o aroma sensual daqueles homens, daqueles machos insaciáveis que tinham feito parte da minha fantasia.
Pra quem tá me lendo agora, me chamo Maria Emília, tenho 35 anos, e minha fantasia, claro, se passa numa obra.
Tô voltando do trabalho, quando, umas duas quadras antes de chegar em casa, desaba uma tempestade típica de verão, um temporal da porra. Esperando passar um pouco, procuro abrigo numa obra perto. A porta tava entreaberta, então entrei pra não continuar me encharcando. Depois de alguns minutos, o aguaceiro começa a diminuir, então tento sair de novo pra rua — e digo tento, porque agora a porta aparece trancada. Sem imaginar o que podia ter acontecido, me viro e dou de cara com uma dezena de homens parados atrás de mim, me olhando como se fossem me devorar, como se fossem os membros de uma tribo de canibais e eu a primeira mulher branca, o possível cardápio que tinham à disposição depois de um longo período de jejum.
Eram muitos, pra caralho, tudo peão da construção, morenos, alguns de capacete, todos com aqueles músculos enormes, que mostram o trabalho físico pesado.
Sem parar de me olhar, se aproximaram e me cercaram em questão de segundos. Pra qualquer lado que eu olhava, tinha um deles. Dava pra sentir o cheiro da pele de cada um, e até o aroma da luxúria saindo dos corpos deles. Não sei de onde veio, mas senti uma mão que me apalpava a bunda, mas não era uma apalpada qualquer: os dedos, principalmente o do meio, se enfiavam bem no meio do meu rego, chegando a raspar meu buraquinho.
Depois senti outra mão, e outra, e mais outra, e outra nos peitos, até perder a conta, já eram várias pra saber de quantas eram, me tocavam por todos os lados, de todos os ângulos, me apalpavam, me apertavam, me beliscavam, além de dedos, sentia lábios e dentes, porque até me mordiam. Então, entre vários, me agarraram e me levaram pra dentro da obra. Lá fora, a chuva se intensificava de novo. De repente, e quase sem que eu percebesse nada, me encontrei ajoelhada no chão, com todos eles me rodeando, formando uma roda ao meu redor, com as picas já pra fora, me oferecendo num cacho perfumado. Claro que já sabia o que tinha que fazer. Não me restava outra opção a não ser chupar, então comecei por uma ponta, passando de uma em uma até chegar na outra e recomeçar. Tinha de todos os tamanhos, grandes, pequenas, médias, enormes, mas mesmo assim, todas me agradavam, cada uma tinha um encanto e eu sabia encontrá-lo. Comia desde a menor até a maior, devorava elas, fazia deslizar pelo meu paladar, levando até minha garganta. Sentia elas pulsarem entre minhas amígdalas, inchando quase a ponto de me sufocar. Mas eu continuava, mamava sem parar, me engasgando com essas iguarias tão vibrantes. Assim como tinha de todos os tamanhos, também tinha de todas as cores. Umas mais clarinhas, outras bem morenas, como se houvesse entre eles um negro africano que tinha a cabeça bem vermelha, soltava fogo. Sem dúvida era a que mais me dava vontade, e foi também a primeira a me trespassar. Depois de ter chupado todos, de ter beijado as bolas deles, me despiram por completo e num segundo, me colocando de quatro no meio da obra, começaram a me enfiar. O da pica grande e morena foi o primeiro. Se colocou por trás, sem nem se ajoelhar, só flexionando as pernas, mandou ela pra dentro bem fundo, iniciando logo uma louca vai e vem, com a qual parecia decidido a me estripar. O melhor de tudo era que cada vez que parecia chegar no fundo, ele selava cada investida com um empurrão. que me deixava completamente louca.
Claro que, além do prazer e da safadeza que eu sentia, não podia demonstrar muito, porque alguém tapou minha boca com uma pica, então enquanto um me comia (fodia), eu tinha que chupar outro. E assim foram passando todos, uns por trás, outros pela frente, mas todos aproveitando a luxúria do meu corpo. Depois que todos ocuparam meu buraco principal daquele jeito que nunca pode ser desagradável, ainda na mesma posição, de quatro, com os joelhos dormentes, senti que agora iam pro meu outro buraco, aquele rabo nunca bem elogiado. E de novo seria aquele da pica de africano quem ia começar a peregrinação por esse caminho tão apertado. Mas ele abriu caminho e avançou com força, deixando a estrada aberta e lubrificada pra quem viesse depois, que não ficaram atrás em energia e vigor. Todos me comeram divinamente, arrombando minha bunda de um jeito que só podia me dar o maior prazer infinito!! Mesmo com a cota de dor, claro, mas com picas daquelas à disposição, isso era o de menos. Claro, eram tantas que eu tinha que fazer algo mais pra agradá-las. E foi aí que chegou o tal momento da dupla penetração. Primeiro montei em um, claro, o "africano", sentei em cima e comecei a cavalgá-lo, me movendo gostoso, enfiando todo aquele cano de carne até o fundo, esfregando meus peitos na cara dele pra ele fazer o que quisesse, beijar, chupar ou morder, sem reservas. Então ele me abraçou, me deitou contra o corpo dele, separou minhas nádegas com as mãos enormes, abrindo caminho pra quem ia se encaixar nos nossos movimentos acelerados.
Quando eu tive os dois juntos, empurrando com força, queimando minha carne com as picas deles, não consegui evitar um orgasmo dos sonhos, sentia que gozava não só pela buceta, mas também pelo cu, explodindo numa interminável sequência de gemidos e ofegos, que deixava bem clara a imensa satisfação que estavam me proporcionando.
Aí começaram a passar de dois em dois, um me pegando, outro me comendo, me destruindo pelos dois lados, se esfregando um no outro através da fina parede que os separava. Até parecia que a qualquer momento essa película ia romper e as duas picas da vez iam se encontrar e se roçar, começando o colapso final.
Desse jeito, depois que todos passaram pelo meu corpo, tanto por trás quanto pela frente e pela minha boca também, claro, fiquei de joelhos no meio do canteiro, submissa e esperando, enquanto todos eles, aquela vintena de peões da construção, me cercavam de novo, batendo uma pra si mesmos nas respectivas picas, até terminar jogando as leitadas quentes e grossas em cima de mim. Molhando meu corpo com uma cachoeira de líquido branco que vinha de todo lado, me afogaram de porra, impregnando por completo minha pele e meus sentidos com tanto sêmen de consistência e cheiro diferentes. Me banharam inteira de cum, tanto que depois me senti toda grudenta e, onde quer que estivesse, podia sentir o aroma sensual daqueles homens, daqueles machos insaciáveis que tinham feito parte da minha fantasia.
1 comentários - Fantasia con albañiles....