Não tem nada como ver minha esposa gozar

Através do meu trabalho conheci o gerente de um hotel 5 estrelas localizado na região de Retiro. Ele se chama Osvaldo, tem aproximadamente 50 anos, muito simpático, e em agradecimento por ter feito um excelente negócio com a nossa empresa me deu dois passes para eu ir com a minha mulher à piscina do hotel.
Ao chegar em casa naquele dia, mostrei a elas o presente que tinham me dado e decidimos ir numa quarta-feira, já que nesse dia eu tinha folga e pensamos que estaria menos cheio do que num fim de semana.
Foi assim que naquele dia a gente acordou cedo pra aproveitar o máximo possível e fomos direto pro hotel.
Quando chegamos, apresentei os convites e logo nos mostraram os vestiários onde poderíamos nos trocar, o que fizemos. Eu coloquei uma sunga azul tipo bermuda e ela um biquíni azul-claro bem pequenininho que deixava ver todos os seus atributos, especialmente a bunda, já que o fio dental se perdia entre suas nádegas empinadas e durinhas, dando uma visão perfeita do seu rabo.
Ao vê-la sair do vestiário assim, não me senti muito confortável. Tive medo de que tivesse muita gente na piscina e que, como era costume, minha mulher se descontrolasse e tudo terminasse em outra aventura.
Mas por sorte, quando entramos na piscina, estava quase vazia; tinha 3 ou 4 casais que dava pra ver que eram turistas.
Foi assim que a gente ocupou duas espreguiçadeiras e se deitou pra tomar sol. Já tinham passado quase duas horas quando de repente eu escutei risadas e murmúrio e vejo um monte de gente começando a entrar, que dava pra ver que era um grupo de estrangeiros, ocupando quase todos os lugares disponíveis ao redor da piscina.
A tranquilidade que havia até aquele momento tinha desaparecido. Tudo era barulho, risadas e gritaria. Eu percebia que os que estavam em casal olhavam disfarçadamente para a bunda da minha mulher, que estava deitada na espreguiçadeira de bruços. Ficamos assim mais um tempo até que decidimos com minha mulher, diante de tanta bagunça, ir embora.
A gente estava indo em direção aos vestiários quando quase trombei com o Osvaldo, depois de nos cumprimentarmos carinhosamente, apresentei minha esposa pra ele

- Muito prazer, disse ele, enquanto apertava a mão dela e a olhava de cima a baixo.

- Encantada, respondeu ela.

- Mas já vão?, perguntou

- O que acontece é que a piscina encheu de gente e a gente não tá muito à vontade, eu disse.

- Por isso não tem problema, venham comigo que eu convido vocês pra ficar na piscina VIP do hotel, lá vocês vão ficar tranquilos, são todos homens grandes, empresários e não fazem a bagunça que os turistas fazem, me disse.

Ele nos convidou para passar por uma porta, tomando o cuidado de deixar minha mulher passar primeiro para poder olhar a bunda dela, o que fez sem disfarce, cravando os olhos nela durante todo o trajeto. Mesmo falando comigo, não conseguia parar de ver o espetáculo que minha mulher estava dando, mexendo a bunda gostosa e empinada.
Ver como Osvaldo a desejava me começou a excitar de um jeito que meu pau começou a ficar duro, coisa que disfarcei enfiando as mãos nos bolsos da sunga.
Cruzamos várias portas até entrar no lugar. Era uma piscina menor que a que a gente tinha estado, tinha um bar onde serviam drinks e, como o Osvaldo disse, tinha 7 homens, todos com uns 50 anos, que dava pra ver que eram ricos pelos relógios e correntes de ouro que usavam. O que não tinha era nenhuma mulher, então vocês imaginam os olhares dos caras quando minha mulher passava na frente deles indo pras espreguiçadeiras. Comiam a bunda dela com os olhos. Percebi que minha esposa tinha notado isso, porque justo vi ela arquear as costas e jogar aquele rabo gostoso mais pra fora pra que admirassem melhor.
O pior é que eu não tinha percebido sozinho, notei que Osvaldo, que não perdia um movimento, fez uma cara de espanto que imediatamente se transformou num olhar de desejo incontrolável. Tentou se recompor da situação e nos convidou para sentar em duas espreguiçadeiras que estavam vazias. Foi um alívio poder sentar, já que estando de pé era quase impossível disfarçar a ereção que a cena tinha me provocado.
Osvaldo trouxe um drink pra cada um de nós e pediu licença pra se retirar um momento.
Aí ficamos nós rodeados de caras que não faziam outra coisa senão olhar pra minha esposa sem nenhum disfarce cada vez que ela fazia qualquer movimento. Percebi que isso estava encantando ela, que tinha se deitado de bruços e levantado um pouco o bumbum, dando uma vista fabulosa pra todos os velhos que babavam com tremendo espetáculo.
O pior de tudo isso é que esse estado de coisas também tinha me deixado a mil, mas eu precisava dar um freio na situação.

-, abaixa um pouco essa bunda que todo mundo tá te olhando, eu ordenei.

Ela virou o rosto, olhou pros caras e me respondeu:

- Eu já sei, deixa eles olharem, eu deixo os velhos enlouquecidos e você sabe que eu gosto disso.

- O que acontece é que eles estão comendo sua bunda com os olhos, eu disse.

Eu tinha cometido um erro grave ao dizer isso. Sabia que essas coisas excitavam demais a minha mulher, mas por causa da minha tesão não consegui me segurar.

- Ufffffffffff, me respondeu ela, enquanto me olhava com a maior cara de safada que ela tem e levantava mais a bunda abrindo um pouco as pernas.

- Não aguento mais o calor, vou pra água, continuou ela.

Ela parou, passou na frente de todos os caras andando e rebolando a bunda direitinho até chegar na escada da piscina, a qual ela desceu devagarinho até entrar.

Da minha espreguiçadeira eu via como todos queriam comer ela e isso me deixava cada vez pior.

- A verdade é que você tem uma mulher gostosa, ouço o que dizem pelas minhas costas.

Era o Osvaldo que tinha voltado e se sentava na espreguiçadeira da minha mulher

- Obrigado, respondi.

- Você deve ter que cuidar muito dela? Alguém com esse corpo deve ser a tentação de mais de um. Me perguntou.

- Ela sabe se cuidar sozinha, respondi.

- Vejo que não te incomoda que os caras fiquem olhando pra ela, me disse ele, já um pouco fora de si.

- Não, não me incomoda, pelo contrário, gosto que admirem a mulher que eu tenho, respondi.

Aí eu vejo minha mulher saindo da piscina e vindo na nossa direção.

- Por favor, sente-se, disse Osvaldo, enquanto se levantava da espreguiçadeira e alcançava uma toalha branca para ela.

- Valeu, respondeu ela. Pegou a toalha e começou a se secar de um jeito bem sensual. Fez-se um silêncio sepulcral. Todo mundo olhava pra ela e Osvaldo, que estava a só um metro de distância, babava e já dava pra notar o começo de uma ereção que ele tentou esconder.



A cena era muito quente. Minha mulher passando creme por todo lado e oito caras e eu olhando ela em silêncio enquanto ela fazia aquilo.
Pela cara que ela estava, percebi que o tesão dela já era absurdo.
De repente ela terminou de passar tudo por cima e escuto que Osvaldo se dirige a ela.

- Pergunte ao seu marido se ele deixa eu passar o creme nas suas costas.

- Meu amor, você deixa o senhor passar um creminha por trás?, ela me perguntou enquanto se virava de bum pra cima.

- Se você me quer, não me incomoda, respondi quase sem conseguir articular palavra de tão excitada que eu estava.

Osvaldo jorrou um jato de porra nas costas dela e começou a esfregar. Ela tinha fechado os olhos e dava pra ver que ela estava explodindo.

- Senhora, dá uma segurada nessa bunda que eu vou botar aqui, porque a sua pele tá toda seca, ordenou Osvaldo.

Ela abriu os olhos, me olhou como se estivesse pedindo permissão e levantou um pouco o rabo. Eu já não conseguia falar. Os outros caras estavam se aproximando devagar e não perdiam um detalhe da cena.

Osvaldo começou a massagear a bunda dela quase com desespero. As mãos deslizavam com facilidade por causa do creme. Marcela cada vez o parava mais.

- Com licença, me disse, vou tirar a fio-dental da sua mulher pra que o creme chegue bem lá dentro, me falou sem me dar a opção de proibir.

Osvaldo enfiou um dedo por baixo da fio-dental e puxou toda ela pra um lado, deixando o cuzinho e a buceta da minha mulher à mostra.
Ela virou o rosto e olhou pra ele, empinou mais a bunda, quase ficando de joelhos, e pediu:

- Passa o creminha bem lá dentro na minha bunda pequenininha que tá ardendo um pouco.

Osvaldo deu um jato de porra no buraquinho do cu dela e começou a espalhar com dois dedos, passando por toda a rachadura, chegando inclusive a massagear a buceta dela. Foi aí que Marcela não aguentou mais e entre gemidos deu o primeiro orgasmo. Enquanto isso, três caras tinham pulado na piscina e se aproximado a menos de um metro de onde a gente estava. Os outros sentaram de lado e, enquanto apertavam as virilhas, observavam tudo sem acreditar.

- Dói menos agora, senhora?, perguntou Osvaldo enquanto dois dedos entravam e saíam do cu da Marcela.

- Sim senhor, um pouco menos, respondeu ela.

O que você precisa é de uma massagem mais profunda, disse Osvaldo, enquanto tirava os dedos do cu dela e colocava a fio-dental de volta no lugar.
- Toma, me diz ele, e me dá as chaves de um quarto. Se não te incomodar, leva ela pra lá que daqui a pouco a gente vai com os senhores e dá um tratamento mais intensivo na sua mulher, continuou.

Eu não respondi, a situação tinha me deixado tão excitada que a única coisa que eu queria era tirar a roupa de banho e tocar uma baita siririca.

- Você me deixa, meu amor, os senhores me fazerem o tratamento?, me perguntou Marcela, que continuava deitada de bruços na espreguiçadeira.

Todos os olhares se voltaram para mim.

- Você acha?, tá com vontade?, eu respondi.

preciso de massagens profundas, ela me respondeu.

Essa resposta foi demais pra mim. Fiz um grande esforço pra não gozar, me levantei, peguei ela pela mão e levei ela pro quarto. Todos os caras nos seguiram sem dizer uma palavra, só se olhavam entre si como se não pudessem acreditar no que tava acontecendo com eles.
Chegamos no quarto e o Osvaldo já estava lá. Ele tinha se trocado e estava vestindo só um short de banho.




- Venha pra cá e a fez sentar na cama. Você pode se sentar aí, continuou, apontando pra uma cadeira que estava encostada numa das paredes. Vocês sentem nesses sofás, indicou pros sete veteranos.

- Bom, senhora, tira a calcinha e deita na cama com a bucetinha pra cima.

Ela ficou de costas e tirou primeiro o sutiã. Depois enfiou os dedos na lateral da fio-dental e foi descendo devagarinho, deixando à mostra sua bunda gostosa. Ela se jogou na cama e deitou de bruços, levantando um pouco a bunda.

Osvaldo sentou ao lado e começou a acariciar suavemente as costas dela.



Osvaldo passou um pouco de creme e enfiou dois dedos de uma vez até o fundo. Marcela deu um gritinho e se ajoelhou.
Os dedos de Osvaldo entravam e saíam, enquanto ele pedia que ela nos contasse a todos como gostava. Ela só pedia mais e se contorcia de prazer.
Os caras já tinham tirado o short e estavam se masturbando freneticamente. Eu observava e esperava impaciente como novamente, como já tantas vezes, eles iam arrebentar o cu da minha namorada.

- Agora, vou passar o creminho mais pra dentro, disse Osvaldo enquanto tirava o short.

enquanto passava creme no seu membro terrível que não era muito comprido mas devia ter uns 5 cm de largura.

Ele fez ela jogar mais a bunda pra fora, e de uma vez só meteu tudo.

- Siiiiiiiiiiiii, grita Marcela, mete o creme bem lá dentro.

Osvaldo cavalgava enlouquecido enquanto perguntava se ainda estava ardendo.

-

Minha mulher virou o rosto e, ao vê-lo, agarrou ele e levou desesperadamente à boca.

- Ah, vejo que a sua senhora também tava com a boquinha ardendo, me disse Osvaldo.

Todos riram e subiram na cama. Tocavam ela por todos os lados, enfiavam as mãos nos peitos dela, esfregavam os paus na cara dela, metiam as línguas no cu dela e na buceta, beijavam ela na boca.
Marcela parecia possuída, abria a boca, abria o cu com as mãos, enfiava os dedos na buceta e não parava de gemer e gritar.
Eu sentado na cadeira me masturbava desenfreadamente vendo como 8 velhos tarados davam na minha esposa
Assim ficaram por um longo tempo. De vez em quando Osvaldo olhava pra mim e me dizia o quão gostosa eu estava e o quão puta era minha mulher. Ao ouvir isso, parecia deixar a Marcela ainda mais excitada. Os lençóis estavam todos molhados das gozadas da Marcela, que não devem ter sido menos de dez. De repente, um a um começaram a banhá-la com esperma, que a muito safada espalhava pelo corpo todo.
Osvaldo dizia que aquela era a creminha que ela precisava e que preparasse bem o cu que agora ele ia meter bem fundo. Marcela voltou a ficar de quatro com o cu bem empinado e as pernas abertas e enquanto enfiava um dedo na buceta, Osvaldo a empalou de novo até deixar a última gota de sêmen dentro da sua preciosa raba.
Todos se trocaram e foram embora. Eu me joguei do lado da minha mulher, que dava pra ver que estava exausta, tanto quanto eu pelas três punhetas que eu tinha batido. Talvez algumas pensem que sou um corno consciente, mas tudo isso mantém nosso casamento muito quente

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