Passaram-se alguns anos desde meu último relato, Valen nessa altura já estava morando com sua parceira, tinham uma vida estável. Eu, por minha parte, estava com algum encontro casual com um ou outro ficante, mas nada sério com ninguém. Uma tarde Valen veio me visitar, tomar um lanche, eu o vi preocupado então perguntei o que estava acontecendo, e sem dizer palavra ele começou a chorar. Me contou que sabia que sua mulher estava com outro. Perguntei por que suspeitava disso e ele me contou toda a história. Já fazia meses que ele tinha voltado às suas andanças com lingerie feminina, como não podia ter a própria, começou a usar a da sua mulher. Me dizia que somente quando estava sozinho em casa abria a gaveta da lingerie dela e pegava alguma calcinha fio-dental para se masturbar. Mas um dia, ao revisar bem a gaveta, encontrou uma calcinha fio-dental preta com dupla tira de renda que nunca tinha visto e outra parecida calcinha de lacinho. Achou estranho que nunca as tinha visto usadas, além de que naquela época me confessou que não tinham muito sexo e um pouco esse foi o motivo pelo qual voltou a usar calcinhas. Sua preocupação o levou a procurar no computador dela, e lá conseguiu entrar no WhatsApp Web dela e encontrou as conversas. O nome era "val" mas era um cara, eles escreviam de tudo. "Como você me comeu a outra tarde", "que calcinha linda que você tem", "como eu gostei de te fazer o ass", "finalmente estou com um homem de verdade", "tive que esconder as calcinhas que uso com você para que aquele corno não as use", "ele não sabe me comer". Era um monte, perguntei se ele tinha falado com ela, mas me disse que não, que não sabia o que dizer, que não queria que a relação acabasse. Mas que se sentia muito triste. Eu não consegui fazer outra coisa senão me aproximar dele e abraçá-lo. Ele me abraçou também, me perguntou se eu comia bem, ao que lhe disse que sim, que não tinha nada com que se preocupar. "Obrigado, mamãe" me disse, me abraçando mais forte. Suas mãos começaram a descer pela minha cintura até meu bumbum, apertou forte aproximando minha pelve da dele. Consegui senti-lo duro. Sabia o que tinha que fazer. Aproximei minhas mãos da calça dele e abaixei. Pude ver que ele estava com uma thong preta, perguntei se era a que sua namorada usava e ele disse que sim. Comecei a esfregar o pau por cima da thong até senti-lo bem ereto, então abaixei, tirei da thong e disse "é um pau lindo, como não vai gostar" e coloquei na minha boca, comecei a saborear como há muito tempo não fazia, enquanto ele pegava meu cabelo e seguia o ritmo do boquete. "Você é a melhor mamãe do mundo, não para". Fiquei um tempo chupando até que ele me levantou, subiu minha saia e colocou o pau dentro da minha tanga começando a mover o membro ereto na minha buceta molhada. "Você está molhada, mamãe, com você eu fico excitado" ele me disse, "sim, amor, você é lindo" respondi. "Essa thong de puta fica bem em mim?", "Sim, amor, você é linda" dizíamos enquanto continuávamos nos esfregando. Estava excitada, tirei a blusa e fiquei de sutiã, Valena aproveitou para chupar meus peitos. Queria tê-lo dentro, como soube ter tantas vezes. "Me fode, por favor" pedi, "Te quero dentro". "Vamos trocar as tangas" ele disse. Achei estranho, mas aceitei, tirei minha thong e abaixei a dele, aproveitando para chupar mais um pouco o pau. Depois coloquei a minha e peguei a da mulher dele, a que ela tinha usado com outro, coloquei, ele me virou, me colocou de quatro no sofá e aproximou o rosto da minha bunda, me cheirando, cheirando a tanga, a que a mulher dele usava com outro. Sentia que ele queria estar com ela e não comigo, mas não importava, queria agradá-lo. Senti o pau dele dentro de mim, começou a me bombar, eu gemia como uma puta enquanto ele me dizia que eu era uma puta, que ele era meu macho, que não era nenhum viado. Gozamos ao mesmo tempo. Me levantei, tirei a thong e coloquei no pau dele enquanto limpava. Abracei ele e pedi o número de telefone do amante da namorada dele. Ele me deu.
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