Olá, pessoal! Depois de meses intensos e atrasos, trago pra vocês o tão esperado trio com a Abril.
Depois de voltar da viagem e de um fim de semana bem intenso com a Sole e minha mulher, na segunda eu tinha que voltar a trabalhar. Já imaginava o interrogatório do Matias (meu chefe) e uns olhares de desprezo do cuzão do Gabriel, além dos misteriosos sumiços da minha mesa que acontecem toda vez que eu fico uns dias fora.
A manhã de segunda começou como sempre: um boquete lindo da minha mulher pra aliviar a tensão e começar o dia com outra perspectiva. Depois de cumprir o serviço oral e não deixar nem uma gota da minha porra escapar da boca dela, ela falou: — Quando é que a gente monta o trio com a loira? — Pelo visto, a trepada com ela no fim de semana deixou a minha mulher com tesão. — Hmm, um dia desses... pra você viu no sábado! — falei. — Hmm, sim, mas quero algo com nós três, quero ver ela quando você arrebenta a bunda dela, hehe — Como aquela frase me deixou excitado! Olhei o relógio, ainda tinha uns minutos. — Vira e mostra essa bunda pra mim agora — Ela sorriu e virou de costas, abaixou a calcinha fio dental até os joelhos e, com as duas mãos, separou as nádegas, mostrando a bunda dela. — Hmm, que linda — Avancei na bunda e comecei a chupar um pouco, meu pau ficou duro que nem pedra rapidinho. — Hmm, vai me fazer a bundinha apertada? — Ela falou com voz de menininha. — Não... Não vou te fazer a bundinha apertada — Segurei firme na cintura dela e enfiei o pau de uma vez até o fundo — ...Vou arrebentar esse seu cu! — E comecei a meter forte, ela gemia e gritava sem parar — Hmm, sim, que delícia começar o dia assim — Ela falava entre gemidos e gritos. Eu metia bem forte na bunda dela, que, com tudo que eu tinha comido no fim de semana, tava bem molinha. Em pouco tempo, gozei dentro dela, e ela gritou que nem uma puta — Hmm, que quentinho — Ela falou me olhando com a cabeça na cama enquanto se esfregava o clitóris — Hmm, que foda gostosa — Eu, com um dedo, juntei um pouco da porra que escorria pela bunda dela e levei até a boca dela, e ela chupou meu dedo. Eu peguei a mão dela. dela e também chupei os dedos dela encharcados de sua lubrificação —Você vai se atrasar... de tarde ou de noite a gente continua— me apressei, troquei de roupa e saí no tempo exato.
Cheguei no trampo e todo mundo que tava lá me olhava estranho. Principalmente o Gabriel, o Dario chega perto de mim e me cumprimenta —Matias tá com o Claudio, querem falar com você— o clima tava super pesado e eu não conseguia entender a origem do sorriso maldoso do Gabriel. Fui pro escritório do meu chefe e dava pra ouvir os cochichos dos outros. Entrei na sala, a seriedade do Matias e do Claudio me matou —Senta— falou Claudio sério, eu fechei a porta e sentei entre os dois. Matias serviu três copos de uísque —Beleza, conta logo— disse antes de começar a se cagar de rir.
Contei tudo que rolou com os dois ali, e depois de quase metade da garrafa de uísque entre risadas e provocações dos meus chefes, saímos os três como quem sai de um bar, sob o olhar atônito dos nossos colegas. Bem alegres, por sinal. Depois de uma manhã complicada e vários cafés no meio, chegou a hora do almoço. Dario, um dos poucos com quem tenho uma amizade legal, me perguntou o que tinha rolado. Respondi que tinha criado uma boa onda com o Claudio e que a gente tinha batido papo sobre tudo. Ele riu e foi embora. Quando cheguei na área de descanso, cruzei com a Abril. Tentamos disfarçar um pouco a situação, e fomos bombardeados de perguntas pelos outros que estavam lá, mas a gente desviou com jeito e se fazendo de besta.
Bom, depois de um dia pelo menos estranho, mandei uma mensagem: "Te vejo no lugar de sempre". Cheguei, sentei no capô do carro e esperei a Abril. Quando avistei a silhueta dela, fui ao encontro, encurralei ela contra a parede —Gostou do outro dia da minha mulher??— ela sorriu pra mim —Sim, gostei muito, mas eu gosto mais de uma boa cock— fomos pro carro —Te levo em casa e a gente faz a festinha— falei ligando o carro e seguindo pra casa —Não, hoje não. Tenho um compromisso... que tal quarta-feira?— Eu queria levar ela. Já. —Mmm são 2 dias, mmm amanhã!! — ela me olha perversamente — Na quarta e te faço um boquete furioso agora — Não dava pra recusar uma oferta dessas.
Paramos numa viela vazia, na sombra de uma árvore, ela com muita doçura abriu a braguilha e puxou meu pau, deu umas lambidas, uns beijos depois e começou um boquete magistral, colocou uma dedicação e um carinho tremendo, ficou um tempão até eu avisar que ia gozar, engoliu tudo e parou, me deixou a pica limpinha e guardou de novo, eu fiquei virado — Uffa, maravilhoso — ela pegou os lenços que sempre tenho no porta-luvas e limpou os lábios — Gostou, hein... vou indo, valeu — me deu um beijo e desceu do carro, chegou na esquina e pegou um táxi. Leio uma mensagem da minha mulher: "Tenho uma surpresinha pra você quando chegar, certeza que a loira tá te amolecendo."
Fui pra casa, depois de estacionar o carro, enquanto subia no elevador chega outra mensagem: "Vai logo que minha tiny ass te espera." Ao chegar, encontro minha mulher deitada de bruços, bunda pra cima no sofá grande, vestindo a legging rasgada que era da Abril e que eu tinha trazido de lembrança na bolsa, e penduradas no encosto do sofá, as algemas, cordas e umas braçadeiras. — Amor, chegou, olha o que achei, gostou como fica em mim? — A verdade é que ficava apertada e marcava toda a boceta no tecido na frente.
— Gostou?? — ela diz rebolando a bunda. Eu peguei as cordas, amarrei os pés dela e coloquei as algemas nos pulsos atrás das costas — Queria isso, putinha?? — Ela ri — Sim, vai logo, minha raba não aguenta mais — Ajoelhei ela no sofá e me despi — Me come, vai, me come!!! — Me aproximei e ela, com a melhor cara de puta, abriu a boca pra receber meu pau bem duro, ela começou a chupar, eu só apoiei a mão na nuca dela enquanto acompanhava os movimentos, adoro que ela me chupe sem as mãos, ela é tão boa nisso, além disso, ela enchia minha pica de saliva. Me olhava com tesão, enquanto engolia meu pau, depois um tempo assim, longo, soltei meu pau e ela cuspiu nele -Beleza, vai!!! Com isso dá pra você arrebentar minha bunda!!- ela se jogou de lado no sofá, eu coloquei ela de bruços sobre um dos braços do sofá -Vai logo, minha buceta tá babando!!- cada coisa que ela falava me tirava do sério -me ajeitei bem e meti- a bunda dela tava no ponto, meu pau entrou de primeira, ela soltou um suspiro de puro prazer -Isso, que pau!!!- eu comi ela por um bom tempo até a gente gozar junto, enchi a bunda dela de porra e ela gritou e gemeu que nem uma louca. Depois a gente continuou mais um pouco, mas mais de boa. A terça passou sem graça nem glória, e chegou a tão esperada quarta-feira depois da rotina matinal de sempre, fui pro trampo. Mas saí com um tempinho a mais, então me desviei e umas poucas quadras de chegar no serviço cruzei com a Abril. Chamei ela pra subir, ela subiu meio desconfiada, andei uns metros e estacionei o carro. -O que cê tá fazendo, Gordo??- ela perguntou -Não aguento mais, magrinha, vamos pra casa agora!!!- respondi e peguei o celular -Mati, olha, nem eu nem a Abril vamos trabalhar, inventa alguma coisa e cobre a gente -Que filho da puta!!! Tá bom, mas não se acostuma!- ele disse rindo e desligou -Gordo, o que cê tá fazendo?- Eu me concentrei na segunda ligação -amor?? Dá uma desculpa e fica em casa, a gente já vai pra lá!!- eu tava indo a toda velocidade -que? Como assim a gente vai?? Não entendi- ela disse surpresa -Vou com a Abril pra gente comer os três juntos- Continua...
Depois de voltar da viagem e de um fim de semana bem intenso com a Sole e minha mulher, na segunda eu tinha que voltar a trabalhar. Já imaginava o interrogatório do Matias (meu chefe) e uns olhares de desprezo do cuzão do Gabriel, além dos misteriosos sumiços da minha mesa que acontecem toda vez que eu fico uns dias fora.
A manhã de segunda começou como sempre: um boquete lindo da minha mulher pra aliviar a tensão e começar o dia com outra perspectiva. Depois de cumprir o serviço oral e não deixar nem uma gota da minha porra escapar da boca dela, ela falou: — Quando é que a gente monta o trio com a loira? — Pelo visto, a trepada com ela no fim de semana deixou a minha mulher com tesão. — Hmm, um dia desses... pra você viu no sábado! — falei. — Hmm, sim, mas quero algo com nós três, quero ver ela quando você arrebenta a bunda dela, hehe — Como aquela frase me deixou excitado! Olhei o relógio, ainda tinha uns minutos. — Vira e mostra essa bunda pra mim agora — Ela sorriu e virou de costas, abaixou a calcinha fio dental até os joelhos e, com as duas mãos, separou as nádegas, mostrando a bunda dela. — Hmm, que linda — Avancei na bunda e comecei a chupar um pouco, meu pau ficou duro que nem pedra rapidinho. — Hmm, vai me fazer a bundinha apertada? — Ela falou com voz de menininha. — Não... Não vou te fazer a bundinha apertada — Segurei firme na cintura dela e enfiei o pau de uma vez até o fundo — ...Vou arrebentar esse seu cu! — E comecei a meter forte, ela gemia e gritava sem parar — Hmm, sim, que delícia começar o dia assim — Ela falava entre gemidos e gritos. Eu metia bem forte na bunda dela, que, com tudo que eu tinha comido no fim de semana, tava bem molinha. Em pouco tempo, gozei dentro dela, e ela gritou que nem uma puta — Hmm, que quentinho — Ela falou me olhando com a cabeça na cama enquanto se esfregava o clitóris — Hmm, que foda gostosa — Eu, com um dedo, juntei um pouco da porra que escorria pela bunda dela e levei até a boca dela, e ela chupou meu dedo. Eu peguei a mão dela. dela e também chupei os dedos dela encharcados de sua lubrificação —Você vai se atrasar... de tarde ou de noite a gente continua— me apressei, troquei de roupa e saí no tempo exato.
Cheguei no trampo e todo mundo que tava lá me olhava estranho. Principalmente o Gabriel, o Dario chega perto de mim e me cumprimenta —Matias tá com o Claudio, querem falar com você— o clima tava super pesado e eu não conseguia entender a origem do sorriso maldoso do Gabriel. Fui pro escritório do meu chefe e dava pra ouvir os cochichos dos outros. Entrei na sala, a seriedade do Matias e do Claudio me matou —Senta— falou Claudio sério, eu fechei a porta e sentei entre os dois. Matias serviu três copos de uísque —Beleza, conta logo— disse antes de começar a se cagar de rir.
Contei tudo que rolou com os dois ali, e depois de quase metade da garrafa de uísque entre risadas e provocações dos meus chefes, saímos os três como quem sai de um bar, sob o olhar atônito dos nossos colegas. Bem alegres, por sinal. Depois de uma manhã complicada e vários cafés no meio, chegou a hora do almoço. Dario, um dos poucos com quem tenho uma amizade legal, me perguntou o que tinha rolado. Respondi que tinha criado uma boa onda com o Claudio e que a gente tinha batido papo sobre tudo. Ele riu e foi embora. Quando cheguei na área de descanso, cruzei com a Abril. Tentamos disfarçar um pouco a situação, e fomos bombardeados de perguntas pelos outros que estavam lá, mas a gente desviou com jeito e se fazendo de besta.
Bom, depois de um dia pelo menos estranho, mandei uma mensagem: "Te vejo no lugar de sempre". Cheguei, sentei no capô do carro e esperei a Abril. Quando avistei a silhueta dela, fui ao encontro, encurralei ela contra a parede —Gostou do outro dia da minha mulher??— ela sorriu pra mim —Sim, gostei muito, mas eu gosto mais de uma boa cock— fomos pro carro —Te levo em casa e a gente faz a festinha— falei ligando o carro e seguindo pra casa —Não, hoje não. Tenho um compromisso... que tal quarta-feira?— Eu queria levar ela. Já. —Mmm são 2 dias, mmm amanhã!! — ela me olha perversamente — Na quarta e te faço um boquete furioso agora — Não dava pra recusar uma oferta dessas.
Paramos numa viela vazia, na sombra de uma árvore, ela com muita doçura abriu a braguilha e puxou meu pau, deu umas lambidas, uns beijos depois e começou um boquete magistral, colocou uma dedicação e um carinho tremendo, ficou um tempão até eu avisar que ia gozar, engoliu tudo e parou, me deixou a pica limpinha e guardou de novo, eu fiquei virado — Uffa, maravilhoso — ela pegou os lenços que sempre tenho no porta-luvas e limpou os lábios — Gostou, hein... vou indo, valeu — me deu um beijo e desceu do carro, chegou na esquina e pegou um táxi. Leio uma mensagem da minha mulher: "Tenho uma surpresinha pra você quando chegar, certeza que a loira tá te amolecendo."
Fui pra casa, depois de estacionar o carro, enquanto subia no elevador chega outra mensagem: "Vai logo que minha tiny ass te espera." Ao chegar, encontro minha mulher deitada de bruços, bunda pra cima no sofá grande, vestindo a legging rasgada que era da Abril e que eu tinha trazido de lembrança na bolsa, e penduradas no encosto do sofá, as algemas, cordas e umas braçadeiras. — Amor, chegou, olha o que achei, gostou como fica em mim? — A verdade é que ficava apertada e marcava toda a boceta no tecido na frente.
— Gostou?? — ela diz rebolando a bunda. Eu peguei as cordas, amarrei os pés dela e coloquei as algemas nos pulsos atrás das costas — Queria isso, putinha?? — Ela ri — Sim, vai logo, minha raba não aguenta mais — Ajoelhei ela no sofá e me despi — Me come, vai, me come!!! — Me aproximei e ela, com a melhor cara de puta, abriu a boca pra receber meu pau bem duro, ela começou a chupar, eu só apoiei a mão na nuca dela enquanto acompanhava os movimentos, adoro que ela me chupe sem as mãos, ela é tão boa nisso, além disso, ela enchia minha pica de saliva. Me olhava com tesão, enquanto engolia meu pau, depois um tempo assim, longo, soltei meu pau e ela cuspiu nele -Beleza, vai!!! Com isso dá pra você arrebentar minha bunda!!- ela se jogou de lado no sofá, eu coloquei ela de bruços sobre um dos braços do sofá -Vai logo, minha buceta tá babando!!- cada coisa que ela falava me tirava do sério -me ajeitei bem e meti- a bunda dela tava no ponto, meu pau entrou de primeira, ela soltou um suspiro de puro prazer -Isso, que pau!!!- eu comi ela por um bom tempo até a gente gozar junto, enchi a bunda dela de porra e ela gritou e gemeu que nem uma louca. Depois a gente continuou mais um pouco, mas mais de boa. A terça passou sem graça nem glória, e chegou a tão esperada quarta-feira depois da rotina matinal de sempre, fui pro trampo. Mas saí com um tempinho a mais, então me desviei e umas poucas quadras de chegar no serviço cruzei com a Abril. Chamei ela pra subir, ela subiu meio desconfiada, andei uns metros e estacionei o carro. -O que cê tá fazendo, Gordo??- ela perguntou -Não aguento mais, magrinha, vamos pra casa agora!!!- respondi e peguei o celular -Mati, olha, nem eu nem a Abril vamos trabalhar, inventa alguma coisa e cobre a gente -Que filho da puta!!! Tá bom, mas não se acostuma!- ele disse rindo e desligou -Gordo, o que cê tá fazendo?- Eu me concentrei na segunda ligação -amor?? Dá uma desculpa e fica em casa, a gente já vai pra lá!!- eu tava indo a toda velocidade -que? Como assim a gente vai?? Não entendi- ela disse surpresa -Vou com a Abril pra gente comer os três juntos- Continua...
1 comentários - Trio com a Abril (Parte 1)