Minha cunhada descobriu que o idiota do marido estava traindo ela com uma gostosa do trabalho. Tinha destruído o coração dela, a autoestima e a conta bancária. Ele sempre sustentou ela, e ela tinha deixado a carreira profissional de lado. Queria sair de casa, já estavam separados de fato, mas não tinha pra onde ir e, sem emprego, era impossível. Minha esposa ofereceu a nossa casa até ela se organizar.
Minha mulher é enfermeira, com horários variados e muitas vezes plantões longos; eu trabalho principalmente em home office, e isso fez com que eu passasse muito tempo com minha cunhada em casa.
O tempo passou e, aos poucos, a gente compartilhava mais conversas e histórias; ela até me contou o motivo da separação com mais detalhes, que o que aconteceu a fazia se sentir feia e pouco desejada, e também que fazia muito tempo que não tinha uma alegria, já que o ex não tocava nela há meses... Eu animava ela como podia, com elogios e brincadeiras. Lentamente, ela saía do poço de depressão, e dava pra notar na atitude dela.
Numa manhã comum, repetindo minha rotina de banho pra acordar, saí do banheiro pelado e lá estava minha cunhada parada no corredor, esperando pra entrar no banheiro... Ela ficou paralisada, e eu também. Tentei disfarçar o momento estranho, tentando me cobrir com o que tinha à mão. Notei como ela cravou o olhar no meu pau pelado enquanto ficava vermelha. Foram segundos, ninguém disse nada, e eu fui pro meu quarto rapidinho me trocar.
Os dias passaram, a gente não comentou nada em momento nenhum, mas eu percebia que tinha uma tensão no ar. Senti que nós dois éramos cúmplices de algo que não queríamos deixar pra lá, e com isso minha excitação aumentava exponencialmente.
Tentava recriar a situação, mas sem sucesso, até a manhã daquela quinta-feira.
De novo saí pelado, como vinha fazendo, e lá estava ela de novo no corredor; não congelou, me olhou de um jeito mais natural, e eu agi igual. Me aproximei, beijei ela na bochecha e cumprimentei com um "Bom dia, Clari, dormiu bem?" e fui pro meu quarto. O tesão me inundou, me joguei na cama e fui com tudo.
— Clari, vem aqui um pouquinho??? — gritei pra ela.
— Sim, o que foi, Ale? Posso entrar?
— Pode, entra sem medo.
Eu continuava pelado, deitado na cama, vendo ela entrar.
— Não te incomoda, né? — me adiantei pra falar.
— É sua casa, você tá no seu direito.
— Sim, mas é que a gente também tá dividindo o espaço agora.
Desde a primeira vez que você me viu, não parei de pensar no que rolou, e minha cabeça encheu de ratazanas, imaginando você de mil jeitos. — continuei me abrindo.
— Kkkk, você é um idiota, foi só coincidência mesmo.
— Sim, te entendo, mas nós dois sabemos que mudamos um pouco desde aquele dia. E sendo sincero, você é uma mulher tão gostosa que tô ficando maluco.
— Bom, eu também fico meio ratazaneando... Tô muito carente, você sabe, mas não se iluda com nada, você é meu cunhado e nem louca que vai rolar algo.
— Nem louca, mas essa situação não te excita nem um pouco?
— Kkkkkk, você é um idiota.
— Te incomoda se eu me tocar um pouco? — enquanto já tava massageando a pica.
Ela não falou mais nada, mas não tirava os olhos do meu pacote. Mordia o lábio, curtia meus movimentos. Tímida, sentou na cama e olhava atentamente, começou a acariciar minha perna enquanto dava pra ver que os peitos dela inchavam; com certeza a buceta dela também tava ficando molhada. Continuei nos meus movimentos de olhos fechados, até sentir as carícias dela subindo cada vez mais e ela pegar na minha pica pra me bater uma punheta.
Eu tava explodindo, abri os olhos e soltei sem pensar: "Que vontade de te comer, cunhadinha". Ela se afastou, percebendo que o que rolou não tava certo, mas quando vi os peitos dela, diziam o contrário, explodindo debaixo da regata.
—Tranquilo, sei que não vai rolar —consegui falar, sabendo que tinha passado do limite e achando que tinha estragado tudo. —Mas deixa eu ver esses peitos lindos, são um sonho realizado.
Eu tinha arriscado e isso a motivou de novo, ela os deixou expostos pra eu apreciar. Grandes, pesados, umas auréolas enormes.
Foram alguns segundos em que fiquei imóvel, queria comer elas ali mesmo, mas não conseguia reagir. Não sei o que passou pela cabeça dela, mas ela guardou de novo, talvez achou que o motivo de eu ter parado foi porque não gostei da vista. Mas pra mim foi ficar completamente paralisado.
Naquele momento voltei à ação e, sem tirar os olhos dos dela, acelerei o ritmo; tava com o gozo prestes a explodir. Quando senti o primeiro jato prestes a sair, apertei forte a piroca pra segurar.
Ela voltou a me acariciar suavemente enquanto percebia meus espasmos que anunciavam o orgasmo.
Peguei a mão dela e fiz ela agarrar minha piroca. Tava dura, eletricidade corria pelo meu tronco e dava pra ver quando ela inchava, já sem conseguir segurar a gozada de jeito nenhum.
— Vem, joga aqui pra não sujar — ela falou com voz de puta e aproximou os peitos de mim, e eu enchi eles de porra.

Fiquei exausto; a melhor punheta da minha vida.
Ela se levantou e disse: "Vou ter que tomar um banho agora, hahaha". Levantou e foi pro banheiro.
Eu fiquei largado na cama com a mente explodida e a piroca morta.
Continua?...
Minha mulher é enfermeira, com horários variados e muitas vezes plantões longos; eu trabalho principalmente em home office, e isso fez com que eu passasse muito tempo com minha cunhada em casa.
O tempo passou e, aos poucos, a gente compartilhava mais conversas e histórias; ela até me contou o motivo da separação com mais detalhes, que o que aconteceu a fazia se sentir feia e pouco desejada, e também que fazia muito tempo que não tinha uma alegria, já que o ex não tocava nela há meses... Eu animava ela como podia, com elogios e brincadeiras. Lentamente, ela saía do poço de depressão, e dava pra notar na atitude dela.
Numa manhã comum, repetindo minha rotina de banho pra acordar, saí do banheiro pelado e lá estava minha cunhada parada no corredor, esperando pra entrar no banheiro... Ela ficou paralisada, e eu também. Tentei disfarçar o momento estranho, tentando me cobrir com o que tinha à mão. Notei como ela cravou o olhar no meu pau pelado enquanto ficava vermelha. Foram segundos, ninguém disse nada, e eu fui pro meu quarto rapidinho me trocar.
Os dias passaram, a gente não comentou nada em momento nenhum, mas eu percebia que tinha uma tensão no ar. Senti que nós dois éramos cúmplices de algo que não queríamos deixar pra lá, e com isso minha excitação aumentava exponencialmente.
Tentava recriar a situação, mas sem sucesso, até a manhã daquela quinta-feira.
De novo saí pelado, como vinha fazendo, e lá estava ela de novo no corredor; não congelou, me olhou de um jeito mais natural, e eu agi igual. Me aproximei, beijei ela na bochecha e cumprimentei com um "Bom dia, Clari, dormiu bem?" e fui pro meu quarto. O tesão me inundou, me joguei na cama e fui com tudo.
— Clari, vem aqui um pouquinho??? — gritei pra ela.
— Sim, o que foi, Ale? Posso entrar?
— Pode, entra sem medo.
Eu continuava pelado, deitado na cama, vendo ela entrar.
— Não te incomoda, né? — me adiantei pra falar.
— É sua casa, você tá no seu direito.
— Sim, mas é que a gente também tá dividindo o espaço agora.
Desde a primeira vez que você me viu, não parei de pensar no que rolou, e minha cabeça encheu de ratazanas, imaginando você de mil jeitos. — continuei me abrindo.
— Kkkk, você é um idiota, foi só coincidência mesmo.
— Sim, te entendo, mas nós dois sabemos que mudamos um pouco desde aquele dia. E sendo sincero, você é uma mulher tão gostosa que tô ficando maluco.
— Bom, eu também fico meio ratazaneando... Tô muito carente, você sabe, mas não se iluda com nada, você é meu cunhado e nem louca que vai rolar algo.
— Nem louca, mas essa situação não te excita nem um pouco?
— Kkkkkk, você é um idiota.
— Te incomoda se eu me tocar um pouco? — enquanto já tava massageando a pica.
Ela não falou mais nada, mas não tirava os olhos do meu pacote. Mordia o lábio, curtia meus movimentos. Tímida, sentou na cama e olhava atentamente, começou a acariciar minha perna enquanto dava pra ver que os peitos dela inchavam; com certeza a buceta dela também tava ficando molhada. Continuei nos meus movimentos de olhos fechados, até sentir as carícias dela subindo cada vez mais e ela pegar na minha pica pra me bater uma punheta.
Eu tava explodindo, abri os olhos e soltei sem pensar: "Que vontade de te comer, cunhadinha". Ela se afastou, percebendo que o que rolou não tava certo, mas quando vi os peitos dela, diziam o contrário, explodindo debaixo da regata.
—Tranquilo, sei que não vai rolar —consegui falar, sabendo que tinha passado do limite e achando que tinha estragado tudo. —Mas deixa eu ver esses peitos lindos, são um sonho realizado. Eu tinha arriscado e isso a motivou de novo, ela os deixou expostos pra eu apreciar. Grandes, pesados, umas auréolas enormes.
Foram alguns segundos em que fiquei imóvel, queria comer elas ali mesmo, mas não conseguia reagir. Não sei o que passou pela cabeça dela, mas ela guardou de novo, talvez achou que o motivo de eu ter parado foi porque não gostei da vista. Mas pra mim foi ficar completamente paralisado.Naquele momento voltei à ação e, sem tirar os olhos dos dela, acelerei o ritmo; tava com o gozo prestes a explodir. Quando senti o primeiro jato prestes a sair, apertei forte a piroca pra segurar.
Ela voltou a me acariciar suavemente enquanto percebia meus espasmos que anunciavam o orgasmo.
Peguei a mão dela e fiz ela agarrar minha piroca. Tava dura, eletricidade corria pelo meu tronco e dava pra ver quando ela inchava, já sem conseguir segurar a gozada de jeito nenhum.
— Vem, joga aqui pra não sujar — ela falou com voz de puta e aproximou os peitos de mim, e eu enchi eles de porra.


Fiquei exausto; a melhor punheta da minha vida. Ela se levantou e disse: "Vou ter que tomar um banho agora, hahaha". Levantou e foi pro banheiro.
Eu fiquei largado na cama com a mente explodida e a piroca morta.
Continua?...
13 comentários - Vivendo com minha cunhada gostosa
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Oh my god, you look so hot, babe