Suruba na casa do meu irmão

Olá, pessoal!
Contei pra vocês que comi a Marcela, a esposa do meu irmão, e que ela me convidou pra sábado à noite, pra eu ir com a minha esposa fazer um menage. Mas essa era a intenção inicial, e depois tudo mudou e as coisas ficaram muito mais gostosas — e é isso que vou contar agora.

Quando chegamos com a minha esposa na casa do meu irmão, vi que o carro dele estava estacionado. Aí falei: "hoje não tem festa, meu irmão chegou mais cedo do que o previsto". Entramos em casa.
Quem nos recebeu foi minha cunhada, e ela disse: "meu marido chegou cedo porque começou a chover, e quando eu falei que tinha convidado vocês, ele disse pra chamar também o Néstor e a Marisa, pra coisa ficar mais completa".

Sentamos na sala e começamos a conversar quando chegaram o Néstor e a Marisa, bem sorridentes, porque minha cunhada já tinha contado pra eles o que ia rolar.

Comemos umas pizzas e umas empadas, tudo regado a um bom vinho. Seguindo minha sugestão, começamos a jogar um jogo de prendas com um baralho. A regra era simples: quem tirasse a carta mais baixa entre os seis tinha que tirar uma peça de roupa.

Que azar o da Marisa!!! Nas cinco primeiras rodadas, ela tirou a carta mais baixa. Então, quando todo mundo ainda estava vestido, ela já estava completamente pelada. E ainda, ao tirar cada peça, fazia uns joguinhos bem eróticos. Depois disso, o jogo ficou mais equilibrado, e a última a ficar totalmente nua foi a dona da casa.

Com todo mundo pelado, usamos as cartas pra decidir qual homem ficava com qual mulher, com a regra de que ninguém podia ficar com a própria parceira na primeira rodada.
A Marcela, minha cunhada, muito precavida, deu um comprimidinho de viagra pra cada um dos homens, dizendo: "pra vocês darem muita, muita rola".

No sorteio, minha esposa ficou com o Néstor, meu irmão com a Marisa, e eu com a minha cunhada.
E assim, todo mundo junto no mesmo quarto, a festinha começou quando as meninas começaram a se pegar entre elas. Depois de um tempinho, a gente entrou em ação, os homens cada um com a que tinha pegado.
Eu via o Nestor comendo minha esposa e isso me deixava a mil, e ainda por cima a Marisa era uma gritadeira enquanto meu irmão comia ela.
A gente já tinha decidido de comum acordo que ia ser tudo sem camisinha porque nos conhecemos bem e todo mundo é saudável, e assim dava pra aproveitar muito mais.

E depois da primeira rodada de gozadas, as minhas voltaram a se chupar entre elas, e os homens decidimos que meu irmão ia comer minha esposa, o Néstor a minha cunhada e eu a Marisa.
E foi aí que eu conheci a Marisa comendo.

Vou descrever ela: morena de cabelo comprido, peitos 110, bunda gordinha, pernas lindas e — que buceta divinaaaaa!!!! Chupar ela foi um prazer porque o clitóris dela é enorme e consegui tirar dois orgasmos com a boca antes de meter meu pau dentro, e fiquei comendo ela por mais de meia hora antes de gozar dentro.
E essa foi a segunda rodada de fodas.

Depois disso, cada um se acomodou com sua respectiva esposa, e com a minha fizemos um belo 69 até meu pau ficar duro de novo e eu comi ela bem comidinha.

Depois disso, e de a dois trocando de casais, tomamos um banho e recuperamos as energias comendo uns docinhos gostosos com café, como vocês veem, somos saudáveis, pouco álcool, nada de cigarro, nada de drogas.
A gente continuava pelado e emparelhado: o Nestor com minha cunhada, meu irmão com minha esposa e a Marisa comigo, e enquanto tomávamos outro café, começamos a nos pegar e logo estávamos todos de novo no quarto comendo.

Mais tarde, a gente se acomodou os 6 na cama (é uma king-size dupla) e dormimos todos abraçados e bem melados dos nossos sucos.
Acordamos umas 9 da manhã e o "café da manhã" começou com as minas se chupando entre elas e depois cada um dos homens comeu sua respectiva esposa.
Tomamos banho de dois em dois, e eu fiquei com a Marisa, e debaixo do chuveiro a gente se mandou outra foda daquelas. Ela me deu uma mamada foda, mesmo eu já quase não tendo mais gozo pra dar — só umas gotinhas!! Mas ela disse: "É a melhor porra que já chupei na vida". Depois me olhou, me beijou e falou: "Durante a semana quero ter um encontro a sós com você pra gente transar igual uns loucos".
Já de volta em casa, minha esposa comentou que o Nestor tinha chamado ela pra transar, mas que ela não achava ele especialmente atraente, então ia furar esse convite pra aceitar um que a minha cunhada tinha feito (mas não me disse qual convite era).

fonte relatos gemidos .com

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