Minha primeira experiência lésbica

MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA LÉSBICA
MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA LÉSBICA Ela não chupava minha buceta, só me masturbava. Corina começou a me beijar e mordiscar minhas orelhas, meu pescoço, meus lábios, até chegar aos meus peitos e começar a chupá-los de novo.

Oi, meu nome é Adriana, sou venezuelana, tenho 22 anos e sou universitária. Sou morena, muito gostosa, magrinha, altura média, cabelo preto liso e comprido, peitos grandes e um corpão (modéstia à parte). Sempre tive uma atitude sexual totalmente hétero, nunca me interessei por mulheres, nem fantasiava com elas.

Naquele ano, durante as férias, para me manter ocupada e ganhar uma grana, aceitei trabalhar como gerente na pizzaria do meu tio. Eu cuidava do caixa e supervisionava tudo na área de atendimento ao público. No trabalho, conhecia e via muita gente, e esquecia a maioria em poucos minutos. Mas não foi assim com Corina, uma mulher de 38 anos, loira, de olhos verdes espetaculares, altura média, muito voluptuosa e linda. Por onde passava, arrancava comentários de admiração de todos os homens. Não tinha um momento em que não recebesse cantadas.

Corina era cliente fixa da pizzaria, então eu a via com frequência. Entre nós só havia educação, mas eu sentia algo muito estranho toda vez que a via e sentia aqueles olhos verdes lindos se fixarem em mim. Era algo tão forte e esquisito que me desmontava toda, me tirava a concentração e o controle, arrepiava minha pele e até me fazia suar. Mas não era algo ruim, só estranho, parecido com quando eu gostava de um cara. Decidi não dar importância e consegui ficar tranquila por várias semanas, quando, além do mais, quase não a vi.

Uma tarde, quando eu estava saindo mais cedo, precisava fazer uma entrega em domicílio para uma tal de Sra. Valdivieso, e ninguém estava disponível. nenhum dos entregadores estava disponível por estarem ocupados com outras entregas, então me ofereci pra fazer a entrega, já que o endereço ficava no meu caminho. Quando cheguei no prédio indicado, apertei o interfone e uma voz de mulher mandou eu subir, o que não me agradou muito porque eu tava meio apressada. Minha surpresa foi enorme quando, ao bater na porta do apartamento, quem abriu foi a Dona Corina, a mulher gostosa que eu tinha visto na pizzaria. Meu coração começou a bater rápido e eu comecei a suar igual uma fonte, o que me perturbava porque eu não entendia o que tava rolando comigo. Ela também se surpreendeu, mas na hora se recompos e voltou a ser aquela mulher segura e de jeito dominador que tanto mexia comigo.

Ela me cumprimentou com a mesma cordialidade de sempre. Nervosa, expliquei que tinha sobrado pra mim fazer a entrega porque não tinha nenhum entregador, e ela respondeu com um sorriso (uma mistura de safadeza com satisfação) que me desmontou ainda mais. Ela me convidou pra entrar enquanto procurava o dinheiro, e eu falei que tava com pressa, mas, sem perceber, entrei e não sabia por quê. Foi nesse momento que percebi que a Corina tava usando só um roupão de seda pequenininho e sem nada por baixo. Isso me deixou muito pior do que eu já tava, e me deu um medo danado, fazendo eu querer sair dali, mas alguma coisa estranha e desconhecida me fazia ficar parada no lugar.

O apartamento tava meio bagunçado, com muita roupa nova de mulher em cima da mesa e em alguns móveis. Ela explicou que era parte da roupa que vendia na loja dela e que, se eu quisesse, podia experimentar alguma peça. Eu ia recusar quando, de repente, apareceu, vindo de um dos quartos, uma mulher realmente linda, de uns 30 anos, com um corpo escultural e um rosto de anjo, também vestida só com um roupão de seda minúsculo. Ela se chamava Michelle e, como eu disse, era tão gostosa quanto a Corina. Ela me disse que era uma cliente e amiga sua, que tinha ido ver as roupas novas que tinham chegado. Elas começaram a falar comigo sobre as roupas que tinha no lugar, enquanto Corina continuava procurando o dinheiro. Me mostraram tudo e confesso que me senti bem à vontade conversando com elas e vendo aquelas roupas tão lindas. De repente, percebi a hora e vi que já estava há um tempão naquele lugar, então pedi pra ela achar o dinheiro pra eu poder ir embora. Corina se desculpou e ficou envergonhada, e pra me compensar pelo tempo perdido, me ofereceu uma peça de roupa de presente, mas recusei na hora, dizendo que não precisava. Ela insistiu, falando:

- Não aceito que você me diga não. Eu te atrasei e não é justo. Além disso, sei que você gostou dessa roupa e, pra ser sincera, tenho certeza que vai ficar uma delícia em você. Você é uma garota linda, com um corpinho gostoso, e quero te compensar...

- Ela tem razão – disse Michelle – Nela deve ficar maravilhoso tudo o que tem aqui.

Insistiram tanto que não tive escolha a não ser aceitar, até porque era uma oferta que eu não podia recusar, já que aquelas roupas me fascinavam de verdade. Escolhi uma blusa espetacular que tinha visto desde que cheguei. Quando pedi o banheiro pra experimentar, elas falaram pra eu deixar a vergonha de lado e provar ali mesmo, que não se importavam. Nisso, sem aviso, Michelle tirou o roupão e ficou completamente nua. Juro que meu coração começou a bater a milhão de novo quando vi aquele corpo escultural todo pelado. Os peitos dela eram lindos, grandes e firmes, e nem preciso falar da bunda dela. Qualquer homem daria tudo pra possuir uma mulher daquela. Ela começou a experimentar algumas roupas enquanto eu só ficava olhando.

Quando virei pra Corina, percebi que ela estava com o roupão totalmente aberto e também dava pra ver os peitos dela e a buceta, o que me fez sentir ainda mais perdida. Ela me olhou e disse pra eu não ter vergonha. não perdesse mais tempo, que eu experimentasse a blusa. Com muito medo e vergonha, tirei minha camisa,
depois o sutiã (já que a blusa era pra ser usada sem sutiã), deixando meus peitos à mostra.
Naquele momento, senti que a Corina e a Michelle me devoravam com o olhar e que me deixavam totalmente
nua. Instintivamente, me cobri com a roupa, mas, sinceramente, uma sensação estranha de prazer
estava percorrendo todo o meu corpo.

Vesti a blusa nova e as duas garotas se desfizeram em elogios pra mim. Falei pra Corina que
gostei de como ficou em mim e que ia ficar com ela. Ela disse que concordava, mas que aquilo
não era a única coisa que eu podia levar, que escolhesse mais alguma coisa. Quase sem pensar,
respondi que não dava, mas ela insistiu de novo, dizendo que se me fizesse sentir melhor, o outro
item ficava pela metade do preço. Era uma oferta tão tentadora que de novo não consegui resistir,
então escolhi um biquíni espetacular que tinha certeza de que ia me servir. Pedi o banheiro
emprestado de novo pra experimentar, porque tava com vergonha, medo e receio de que elas me
vissem totalmente nua, e de novo elas disseram que não precisava, mas insisti tanto que aceitaram.

Quando me tranquei no banheiro, não conseguia parar de pensar em tudo que tinha sentido. Não
parava de me perguntar, com uma certa angústia, o que tinha e o que estava acontecendo comigo.
Por que eu sentia o que sentia? Enquanto pensava, sem perceber, me despi e vesti o biquíni.
Com a mesma falta de consciência e distraída pelos meus pensamentos, saí de novo pra sala onde
estavam a Corina e a Michelle. Minha surpresa foi gigantesca quando vi a Corina sentada num
móvel, sem o roupão e totalmente nua, e a Michelle dançando na frente dela, tirando lentamente
a pouca roupa que tinha vestido. Ela tava fazendo um strip tease pra ela! Eu não conseguia nem
falar. Tava tão surpresa que não conseguia reagir.

Nisso, a Michelle me viu, sorriu e fez sinal pra que me aproximasse. Me virei
pra voltar pro banheiro e ouvi a Corina me dizer: “Fica, Adriana. Fica e aproveita o que você vai ver”. O tesão e a curiosidade eram muito maiores do que a vontade de sair correndo dali.
A Michelle já tava toda pelada também. Sentou do lado da Corina e as duas se fundiram num beijo grande e apaixonado. Dava pra ver as línguas delas se entrelaçando enquanto as mãos acariciavam o corpo uma da outra. Me virei de novo e consegui andar um pouco em direção ao banheiro, mas, como eu disse antes, era tanta curiosidade e tesão, junto com uma excitação enorme que aumentou quando vi elas se beijando, que voltei pra onde elas estavam e fiquei parada observando timidamente.
Agora a Michelle tava chupando e mamando os peitos da Corina. A língua dela passava pelos bicos duros, molhava eles e depois começava a mordiscar ou chupar. Ela se afastou e aí foi a Corina quem começou a comer os seios da Michelle. Parecia que queria devorar, porque colocava a boca inteira neles. A Michelle se abaixou na frente da Corina, que abriu as pernas de vez, e naquele momento senti que o coração ia sair pela boca, porque ela começou a comer a buceta dela. Mas o que mais me assustava era que toda aquela cena de lesbianismo, junto com os gemidos de prazer que as duas soltavam, tinha me excitado pra caralho. Eu tava molhadíssima e muito excitada, o que me empurrava a continuar vendo tudo.
A Corina tava mais gostosa do que nunca. Ela me olhava, sorria e gemia enquanto a Michelle chupava a buceta dela. A cara dela era de puro prazer, o mesmo que eu sentia que tava sendo transmitido pra mim, como se eu tivesse hipnotizada.
A Michelle se levantou, me olhou e mandou um beijo junto com uma piscada. A Corina sentou ela no móvel e agora era ela quem começou a comer a xereca da Michelle. Ela agarrava a Corina pelo cabelo e apertava ela contra a buceta dela, ao mesmo tempo que soltava pequenos gritos e gemidos de
bastante prazer. Ela levantou as pernas, abrindo-as mais, e pude ver perfeitamente sua buceta depilada,
rosada e molhada, algo que nunca pensei que me causaria excitação. Corina estava masturbando ela enquanto
a chupava e lambia toda. Seus dedos entravam e saíam daquela xota que parecia
me chamar aos gritos.
Meu grau de inconsciência e excitação era tanto que, sem perceber, fui me aproximando das
duas, até ficar praticamente do lado delas. Estando assim, tão perto, vendo tudo muito
melhor, ouvindo-as bem, sentindo o cheiro delicioso do sexo, foi que entendi que me sentia
tão estranha porque me sentia atraída por elas duas. Por que isso? Não sei. Como
podia estar acontecendo comigo e o que estava acontecendo? Também não sabia dizer. O certo é que me
convenceu que gostava do que acontecia e desejava loucamente fazer parte daquilo.
Quando voltei a reagir, me encontrei sentada ao lado da Michelle, observando com ansiedade como Corina
devorava a xota dela. Pela posição em que eu estava, o peito da Michelle ficava na
altura do meu rosto, então fiquei contemplando o mamilo ereto que me convidava a chupá-lo. Começou
uma guerra dentro de mim, por causa do impulso que sentia de chupá-lo, de saber como
era tê-lo na minha boca. Me afastei um pouco, tentando me controlar, com a respiração
ofegante e fechando os olhos. Quando abri de novo, Michelle tocava no seu lindo mamilo,
o que me excitou ainda mais, então sem pensar mais me joguei nele. Abri a
boca o máximo que pude, tentando engolir o seio por completo, buscando que entrasse
totalmente nela. Com a língua, podia sentir o mamilo duro que tanto desejava saborear.
Eu lambia, mordiscava, chupava e mamava, me deliciando na sensação inebriante que estava
experimentando.
De repente, me dei conta do que estava fazendo. Eu estava dando uma chapada pela primeira vez e isso me assustou pra caralho. Me afastei rápido, mas quando tentei levantar, Michelle me segurou pelo braço e Corina por uma perna. Corina se levantou, aproximou o rosto do meu e disse quase sussurrando: “Não se assusta. Relaxa, se entrega e aproveita essa experiência que vai ser a melhor da sua vida”. Já as lágrimas escorriam dos meus olhos quando Corina me beijou na boca, doce e apaixonadamente. Nunca tinham me beijado tão bem e, enquanto a gente se beijava, Michelle tirava meu biquíni. Só quando fiquei completamente peladinha foi que as duas mulheres entraram totalmente em ação, ficando eu à mercê da luxúria das duas.

As três sentamos no sofá. Agora éramos eu e Michelle que nos beijávamos enquanto Corina começava a brincar com meus peitos. Quando senti a língua dela tocar um dos meus mamilos, me separei de Michelle para poder ver ela fazendo aquilo. As duas mulheres começaram a chupar e mordiscar meus peitos, o que me fazia sentir nas nuvens. Corina se ajoelhou na minha frente. A cara dela era de pura lascívia. Eu estava tão assustada que não conseguia reagir. Era uma mistura de prazer e medo que estava levando a consumar minha primeira relação lésbica, com duas mulheres bem mais velhas que eu, que estavam me fazendo sentir coisas deliciosas que iam contra todas as minhas convicções, as quais iam ficando para trás, desaparecendo, e sendo substituídas por umas totalmente diferentes.

Com uma delicadeza incrível, Corina abriu minhas pernas e começou a beijar minhas coxas. Vi que ela devorava com o olhar minha buceta, que, graças a Deus, eu tinha o costume de depilar por achar mais higiênico, mas já ambas estávamos desejando que ela me comesse com a boca. Com a mesma delicadeza, colocou os dedos na minha ppk, o que me fez estremecer, separou a pele e deixou ela completamente aberta à disposição dela. Me beijou ali como se ela me beijasse na boca e
depois começasse a passar a língua, lambendo ela toda. Meu coração batia a mil, mas
aumentou a velocidade quando senti e vi que a Corina não só tava lambendo, mas também
chupando minha buceta e enfiando os dedos na minha rachinha. Ela era muito habilidosa com a língua e os dedos. Subia,
descia, entrava e saía do meu buraco à vontade. Com a Corina comendo minha buceta e a Michelle, que
continuava chupando meus peitos, achei que ia gozar quase na hora. Nisso a Corina se
levantou e me beijou de novo na boca. A língua dela tinha o gosto da minha ppk, o que eu gostei tanto
que, quando ela tentou se separar, eu segurei e a gente continuou se beijando de boca cheia.
Agora era a Michelle quem tinha ocupado o lugar da Corina. Ela não chupava minha buceta, mas me
masturbava. A Corina começou a me beijar e mordiscar as orelhas, o pescoço, os lábios, até que
chegou nos meus peitos e de novo começou a chupá-los. A Michelle fez eu levantar as pernas no
móvel e me deitar um pouco mais, pra também poder brincar com meu cu. A primeira coisa que ela fez foi
beijá-lo, o que me surpreendeu pra caralho, ainda mais que eu era virgem por ali. Quando ela enfiou um dos dedos
dele, automaticamente arqueei o corpo. Doeu um pouco, mas o prazer foi
muito maior. Com a língua, ela ia da minha xota ao cu e vice-versa. Enquanto isso, a Corina continuou descendo,
me beijando e lambendo toda, fiquei excitadíssima quando ela começou a beijar e lamber meu pé, até
que chegou na minha xota e voltou a comê-la. A Michelle se juntou a ela, e ver as duas fazendo isso me deixava cada
vez mais tesuda.
Tudo acelerou quando elas pegaram meu clitóris. Naquele momento, meus gemidos ficaram mais
fortes. A Michelle tocava ele com a língua e sugava como se fosse um pênis, e as duas
se revezavam pra chupar e brincar com ele. Cheguei a um ponto em que não gemia mais, mas
gritava: “Mais!, mais! Ahhjjj! Sim, assim! Ahhjjj!”. As duas mulheres aceleraram o trabalho, o que fez com que eu gozasse na boca das duas. Senti um rio caudaloso jorrando da minha buceta e vi as duas bebendo todo o meu mel. Quando se levantaram, vi que tinham os rostos encharcados com meus fluidos. Elas se aproximaram e começamos a nos beijar as três, brincando com nossas línguas ao mesmo tempo, enquanto eu tentava lamber seus rostos inteiros para saborear de novo todo o meu mel.

Eu estava exausta e ofegante, com uma guerra mental entre o que acabara de fazer e o que sempre acreditei ser certo, mas minhas duas amantes não me deixaram cair na dúvida, nem descansar um pouco. Michelle me levantou e me fez ficar de joelhos no móvel, de quatro, e imediatamente começaram a comer minha bucetinha de novo. Outra vez comecei a sentir a mesma coisa de antes. Corina começou novamente a percorrer bem doce e suavemente todo o meu corpo nu, com beijos, lambidas e carícias.

Quando chegou à minha boca, começamos a brincar com nossas línguas, entrelaçando-as, chupando-as e dando pequenas mordidas. Ela se sentou na minha frente, em um dos braços do móvel, deixando os peitos na altura da minha boca. Eu estava tão curiosa e com tanto desejo de provar os biquinhos que me dediquei a isso imediatamente. Tentei enfiar um peito inteiro na boca, mas era tão grande que não cabia. Com a língua comecei a senti-lo, duro, ereto, algo realmente fascinante. Chupei, lambi e mordisquei os peitos à vontade, enquanto ela gemia e acariciava meu cabelo com uma mão, e com a outra beliscava meus biquinhos. Ela abriu as pernas, deixando à minha frente um manjar depiladinho que parecia muito apetitoso, mas que eu não ousava provar. Michelle se aproximou do meu ouvido e disse:

- Vai, minha docinha. Não vacila. Come a pussy dela como a boa sapatão que você está mostrando ser.

Com uma mão, Corina separou as dobras da pele. da buceta dela, deixando todo o manjar exposto
vermelho e molhado, que eu tinha tanto medo de provar. Aproximei o rosto devagar, hesitando entre fazer
ou não, mas convencida de que estava morrendo de curiosidade pra saber como era a sensação e o gosto.
Quando cheguei bem perto, pude sentir o cheiro dela, que me pareceu tão excitante que acabou
me dando coragem pra chupar ela. A primeira coisa que fiz foi beijar a buceta dela, igual ela tinha feito com a
minha. Meu primeiro impulso foi recuar, mas a Corina segurou minha cabeça, então
me puxou com força pro sexo dela. De novo, encostei minha boca na pussy, mas dessa vez eu usei
a língua. Na minha cabeça, tinha uma mistura de nojo, curiosidade, tesão pelo proibido e
aceitação, mas tudo mudou quando comecei a sentir o gosto da buceta da Corina. Era um sabor
estranho, mas extremamente gostoso, que fez a aceitação e o tesão vencerem os
outros pensamentos. Além disso, por um momento, pensei que era idiota desistir, já que eu tinha feito
tanta sacanagem até ali. Não fazia mais sentido achar que não era certo e voltar atrás.
Eu tava completamente vidrada devorando a buceta da Corina, quando senti algo forte que
rasgava minha carne da minha pussy. Quando virei, vi a Michelle atrás de mim, com uma espécie de
cinta se movendo no mesmo ritmo do que tava me penetrando. Minha surpresa foi enorme... Era
um pau de borracha e com ele ela tava me comendo por trás! Por mais que eu quisesse resistir,
já era tarde pra isso. Comecei a ofegar e gemer muito alto, tanto que tenho certeza que todos
os vizinhos devem ter me ouvido. Nisso, a Michelle me deu um tapa na bunda e disse: “Vai, minha
safadinha. Continua chupando a buceta dela!”. A Corina segurou minha cabeça de novo e me
colocou de volta na pussy dela. Continuei comendo ela enquanto gemia de puro prazer. Comecei a chupar o
clitóris dela, o que fez a Corina começou a se mexer e a gemer mais forte, então não demorou pra gozar na minha boca. Quando senti que ela tava vindo, apertei a boca toda pra poder beber todo o néctar dela. Senti um líquido grosso descendo pela minha garganta e me saciando por completo. Era um suco tão gostoso que fez eu também gozar no pau da Michelle.

Agora tava mais exausta do que antes, mas com fome e vontade de muito mais. Não entendia direito o que tava acontecendo comigo, mas tinha certeza absoluta de que tava gostando e aproveitando ao máximo. Por isso concordei com minhas duas garotas que a gente devia continuar. Agora era a Corina quem tava com o pau. Quando vi, um impulso incontrolável de dar um boquete tomou conta de mim. Enquanto eu fazia isso, Michelle começou a chupar meus peitos de novo e Corina sorria, surpresa com minha iniciativa.

— Sua gulosa! — ela falou rindo.

— É uma aluna excelente — disse a Michelle — Acho que encontramos uma amante e escrava do caralho...

Elas me fizeram deitar de costas no tapete e abrir e levantar as pernas. Michelle me beijava e Corina chupava minha buceta. De novo, eu era o centro da orgia de sexo e prazer que a gente tinha montado. Michelle sentou de novo no móvel e Corina me mandou, num tom imperativo, chupar os pés da Michelle, e mesmo surpresa com o pedido, não hesitei em fazer. Eram uns pés lindos (modéstia à parte, como os meus), que realmente davam vontade de beijar.

Enquanto eu lambia, chupava e beijava, Corina me penetrou doce e suavemente. Começou a se mexer num ritmo calmo e devagar, enquanto eu gemia de prazer e continuava entretida com a Michelle, que nisso se mexeu e ficou de joelhos na minha cara, olhando pra Corina, deixando a buceta dela à disposição pra eu comer. As três se fundiram de novo numa atmosfera de paixão, safadeza, desejo e sexo que só aumentava. Aos poucos. Corina me comia melhor do que um homem faria, Michelle e ela se beijavam e chupavam os peitos, e de vez em quando me lambiam os pés (já que eu estava com eles levantados), enquanto eu me encarregava de devorar toda a bucetinha da Michelle. Era um momento perfeito e maravilhoso que eu desejava que nunca acabasse. Nós três gozamos juntas no orgasmo mais intenso da minha vida. Fiquei um bom tempo bebendo, sorvendo e lambendo todos os sucos da Michelle, enquanto elas me davam os últimos carinhos.

Quando nos levantamos, ficamos sentadas, totalmente exaustas de cansaço. Nos beijávamos com ternura e doçura, quando entre as duas me abraçaram e fiquei recostada contra elas, com a cabeça na altura do peito da Corina. Corina me tratava como uma filha, acariciando minha cabeça e me dando beijinhos na testa. As duas estavam me mimando e paparicando como uma criança pequena, e isso era uma sensação extremamente gostosa que me fazia sentir muito feliz.

— O que você está pensando, Adriana? — perguntou Michelle.

— Estou meio confusa na minha cabeça — respondi. — É a primeira vez que faço isso e ainda é difícil aceitar que curti pra caralho...

— Sim, a gente percebeu que você gostou — disse Corina. — Tanto que se entregou completamente pra gente.

— O que eu sei é que tenho certeza que gostei e quero repetir — falei pra elas. — Queria que esse momento nunca acabasse.

— A gente adora ouvir isso! — respondeu Corina. — Bem-vinda à sua nova vida!

Dito isso, nós três começamos a brincar de novo com nossas línguas. Elas me contaram que se conheceram na loja da Corina há um ano e que desde então viraram um casal. Michelle me disse que antes da Corina também nunca tinha tido relações lésbicas, que a Corina a tinha seduzido. Corina também confessou que desde que me viu pela primeira vez, eu tinha chamado a atenção dela e que até já tinha pensado em me seduzir. Elas me contaram como ficaram surpresas quando viram que era eu quem tinha levado a pizza, que parecia um sonho realizado, algo enviado do céu, e que decidiram não perder a oportunidade de me possuir.

Ao mencionar a pizza, reagi como se tivesse levado um choque. Levantei e disse que precisava me vestir para ir embora, que já deviam estar se perguntando onde eu estava. Corina se levantou e pediu para eu não ir. Disse que não podia ficar, que já era tarde, mas Michelle tinha um plano. Fez eu ligar pra minha mãe dizendo que passaria a noite na casa da minha melhor amiga, e ela não se opôs. Depois liguei pra minha amiga e falei que passaria a noite com meu namorado e que ela precisava me ajudar. Tudo deu certo conforme o plano. Meu desejo de que aquele momento não acabasse se realizou. Naquela noite, passei transando com minhas amantes, aprendendo coisas que jamais sonhei em aprender. Foi uma noite selvagem de puro sexo e prazer lésbico, que fez eu aceitar de vez que era lésbica.

Virei amante daquelas duas mulheres. Muitas vezes, ao sair da faculdade, ia pra casa delas e até tinha a condição e obrigação de me despir completamente assim que cruzasse a porta do apartamento, pra que elas pudessem me curtir por inteiro. Com o tempo, me mudei pra lá e praticamente todo dia a gente transava à vontade. Às vezes, organizávamos festas e encontros com outras garotas, que sempre terminavam em umas orgias daquelas. Até consegui levar minha melhor amiga pra bissexualidade e outras amigas minhas pro lesbianismo.

Desde então, vivo cada dia da minha vida ao máximo. Já faz um tempo que moro com uma garota que é minha parceira, mas de vez em quando a gente se junta com Michelle e Corina, compro uma pizza e faço de novo a entrega em domicílio, pra reviver aquela tarde tão especial.

fonte relatos.com.es

8 comentários - Minha primeira experiência lésbica

Excelente relato, me muero de ganas de estar ahi para cuando lo estén haciendo...

Besos 🤤 🤤 🤤 🤤