https://www.poringa.net/posts/relatos/6269441/Conviviendo-con-mi-cunada---2.html
O resto da tarde fiquei muito inquieto, o que tinha acontecido foi forte e perigoso. Clara não tinha voltado a sair do quarto e eu só maquinava que ela estava em algum tipo de crise; se se arrependesse e confessasse, tudo ia por água abaixo.
Eram quase 17h e minha esposa voltou do plantão; dava pra ver que estava visivelmente cansada. Clara saiu ao ouvi-la, a cumprimentou com total normalidade e se ofereceu pra preparar uns mates enquanto conversavam numa boa.
Senti um grande alívio. O que aconteceu entre nós naquela manhã ficava só entre nós.
Minha mulher se desculpou pelo cansaço do dia e foi tomar banho. Olhei pra minha cunhada com cara de agradecimento e os dois nos entendemos na hora.
Dava pra ouvir o som da água no mesmo banheiro em que mais cedo estive com Clara. Quando ela saiu rumo ao quarto, eu a segui com a intenção de fazer o papel de marido, lavar as culpas e perguntar sobre o dia dela.
Ao entrar, ela estava completamente nua, passando creme nas pernas em cima da cama; aquela era uma situação normal, mas que fazia tempo eu ignorava. Acho que a experiência com minha cunhada me deixou muito excitado porque instantaneamente tive uma ereção.
—Como você é gostosa, meu amor.
—Faz muito tempo que você não me diz algo assim —ela me reprochou.
Não respondi, só me despi e me acomodei ao lado dela, que se surpreendeu com minha atitude.
Eu ofereci meu pau bem duro. Timidamente ela acariciou, como se fosse um compromisso, não duvidei e levei até a boca dela; ela não entendia, mas não resistiu, começou a me chupar, cada vez mais forte. Do espanto passou ao desespero.


Eu fiz ela saber que eu também queria saborear ela e automaticamente fomos pra uma posição de 69.
Ela tava apenas molhada e, conforme eu passava minha língua, eu sentia como o corpo dela reagia, a respiração dela ficava ofegante e ela engolia cada vez mais meu pau.
Nessa altura, a buceta dela já era um mar e os primeiros sinais de um orgasmo eram claros quando ela me implorou que queria me sentir dentro dela.






Eu subo de imediato, pego o comando, ela se mexia freneticamente. Os gemidos, cada vez mais altos.
—Me fode, ME FODE MAIS!!! —ela me ordenava enquanto seus movimentos buscavam a profundidade exata pra levá-la ao orgasmo.
—Ahhhhh AHHHHHH AAAGGGGGHHHHH —grita descontroladamente enquanto parava todo movimento. Faz tempo que eu não sentia um orgasmo dela tão intenso. Não demorou nem 20 segundos pra se recompor.




—Quero que você goze —ela me ordenou e se virou, colocando a buceta em primeiro plano.
Ela voltou com as sentadas fortes; tapava a boca para abafar os gritos. Começou a apertar minhas bolas sabendo que eu adoro isso... Não me aguentei mais e jorrei a porra dentro dela, jatos quentes batendo lá dentro e meu pau pulsando. Ela gritou de novo e arqueou as costas, um segundo orgasmo mais forte que o primeiro.

Ela desabou de lado, me olhou e sorriu, um beijo carinhoso e percebi como ela adormecia rendida ao cansaço.
Fiquei pensando; faz tempo que sexualmente estávamos distantes, mas desde que Clara chegou em casa não tínhamos tido intimidade, enquanto eu também acabava dormindo.
Continua...
O resto da tarde fiquei muito inquieto, o que tinha acontecido foi forte e perigoso. Clara não tinha voltado a sair do quarto e eu só maquinava que ela estava em algum tipo de crise; se se arrependesse e confessasse, tudo ia por água abaixo.
Eram quase 17h e minha esposa voltou do plantão; dava pra ver que estava visivelmente cansada. Clara saiu ao ouvi-la, a cumprimentou com total normalidade e se ofereceu pra preparar uns mates enquanto conversavam numa boa.
Senti um grande alívio. O que aconteceu entre nós naquela manhã ficava só entre nós.
Minha mulher se desculpou pelo cansaço do dia e foi tomar banho. Olhei pra minha cunhada com cara de agradecimento e os dois nos entendemos na hora.
Dava pra ouvir o som da água no mesmo banheiro em que mais cedo estive com Clara. Quando ela saiu rumo ao quarto, eu a segui com a intenção de fazer o papel de marido, lavar as culpas e perguntar sobre o dia dela.
Ao entrar, ela estava completamente nua, passando creme nas pernas em cima da cama; aquela era uma situação normal, mas que fazia tempo eu ignorava. Acho que a experiência com minha cunhada me deixou muito excitado porque instantaneamente tive uma ereção.
—Como você é gostosa, meu amor.
—Faz muito tempo que você não me diz algo assim —ela me reprochou.
Não respondi, só me despi e me acomodei ao lado dela, que se surpreendeu com minha atitude.

Eu ofereci meu pau bem duro. Timidamente ela acariciou, como se fosse um compromisso, não duvidei e levei até a boca dela; ela não entendia, mas não resistiu, começou a me chupar, cada vez mais forte. Do espanto passou ao desespero.


Eu fiz ela saber que eu também queria saborear ela e automaticamente fomos pra uma posição de 69.Ela tava apenas molhada e, conforme eu passava minha língua, eu sentia como o corpo dela reagia, a respiração dela ficava ofegante e ela engolia cada vez mais meu pau.
Nessa altura, a buceta dela já era um mar e os primeiros sinais de um orgasmo eram claros quando ela me implorou que queria me sentir dentro dela.







Eu subo de imediato, pego o comando, ela se mexia freneticamente. Os gemidos, cada vez mais altos.—Me fode, ME FODE MAIS!!! —ela me ordenava enquanto seus movimentos buscavam a profundidade exata pra levá-la ao orgasmo.
—Ahhhhh AHHHHHH AAAGGGGGHHHHH —grita descontroladamente enquanto parava todo movimento. Faz tempo que eu não sentia um orgasmo dela tão intenso. Não demorou nem 20 segundos pra se recompor.





—Quero que você goze —ela me ordenou e se virou, colocando a buceta em primeiro plano.Ela voltou com as sentadas fortes; tapava a boca para abafar os gritos. Começou a apertar minhas bolas sabendo que eu adoro isso... Não me aguentei mais e jorrei a porra dentro dela, jatos quentes batendo lá dentro e meu pau pulsando. Ela gritou de novo e arqueou as costas, um segundo orgasmo mais forte que o primeiro.


Ela desabou de lado, me olhou e sorriu, um beijo carinhoso e percebi como ela adormecia rendida ao cansaço.Fiquei pensando; faz tempo que sexualmente estávamos distantes, mas desde que Clara chegou em casa não tínhamos tido intimidade, enquanto eu também acabava dormindo.
Continua...
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