Ficamos uns 15 minutos sentados enquanto ambos bebíamos algo e conversávamos. — Que louco, né? Te incomoda eu te chamar de tia? — Não, não me incomoda. Até me excita, te juro. — É? Que bom, porque eu adoro falar isso! Puta que pariu, como você me excita, juro que não acredito. — Eu também não acredito, mas quando você falou da legging, me deixou pensando, e no supermercado você confirmou com seu comentário. — Ah, é? — Sim, depois fiquei pensando e me senti estranha, mas enfim, dei o passo, e além disso você é um cara. Colágeno, ela riu. — Como é que você vai sair com essa legging branca? Que filho da puta, haha. Eu pensei: "que nada", e nem tava com medo, só agora caiu a ficha, você gosta de cara, né? — Eu gosto do meu sobrinho, sua safada. E tudo fechou porque você vem com uma rola linda. — Adoro que você seja tão safada assim. Você entra no modo puta e me deixa louco! — Você gosta da tia assim? Ela se levantou e vestiu a legging. Puxou a tanga e me perguntou: "Assim, toda puta, você gosta?" Ela ficou de quatro na cadeira, e eu não hesitei em dar um tapa na bunda dela, não parava de falar como eu gostava. Abaixei a legging dela e bati, ela ficava excitada, e comecei a tocar nela. Ela tava molhada e quente, gemia de prazer, e eu curtia. Tirei a legging dela e sentei ela na mesa, ela se deitou e comecei a chupar ela, ouvia ela gemer e repetir: "gostoso, não para". Consegui fazer ela gozar, aquele grito de prazer me enlouqueceu, ela era uma delícia. Ela se levantou e me beijou com paixão. "EU QUERO SER SUA PUTA, NENE". Ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau, deixei só um pouco, levantei ela e encostei na parede. Comecei a foder ela com força, ela gemia e gritava de prazer, em poucos minutos gozou de novo, e os gritos dela eram mais altos. "Ai, seu filho da puta". Eu continuei e adorava, "para, para", ela disse, virou e me chupou por uns segundos, ficou de quatro na cadeira, empinando a raba o máximo que podia. — Faz minha bunda, cara, vai. Não hesitei, passei a língua e bati, que tapas gostosos eu dava. Não foi difícil entrar, ela tava muito quente, assim que a cabeça entrou... Me queixei e peguei ela pelo cabelo, comi ela com muita vontade, intenso, ela pedia pra eu ir devagar mas eu não queria. Ela aguentava e de repente soltava uns gritos e me xingava, tirei só pra ver a raba dela. Eu tava como nunca. Cê gosta, putinha? Cê é um filho da puta, cara. Meti e falei: sentiu como o cara te come? Tá sentindo? Ela dizia que sim entre os gemidos. Gozei e ela também, deixei um pouco dentro e o resto nas costas dela. Ela ficou deitada na mesa e eu sentei, cansado e com uma sensação divina. Minha tia levantou e sentou em cima de mim, a gente se beijou e ficou ali um tempão. Tomamo uns drinks e a conversa tava super de boa. — Tia, que gostosa! Cê gostou. — pfffff siiiim, não acredito. E você? Tudo bem? — Super bem, me deixou impactado. — Impactada fiquei eu, verdade, uma surpresa gostosa, além do mais como você fica besta. Violento, haja. — ahh!! Como eu gosto, cê não vai ficar bravo se escapar um putinha de vez em quando. — Eu também gosto, pelo contrário, vou ficar bravo se você não falar. — Espero te comer de novo. — A gente vai continuar fazendo sempre que tiver sozinho e não tem discussão. — Pronto, não se fala mais nisso! A verdade é que eu não tinha problema com isso, desde então a relação com ela era surreal, quando meu tio tava por perto a gente era normal, digamos kkk, mas toda vez que ele saía, minha tia se transformava, a gente trocava mensagem e comia praticamente todo dia. Uma experiência única.
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