Cliente na linha e na praça // Relato Real



Oii, sou a YiYi <3

Sou traveco/travesti, espero que vocês gostem do meu conteúdo.
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Com um desconhecido num lugar público ao ar livre

Oii, me chamam de YiYi, meu nome verdadeiro eu guardo por razões óbvias. Atualmente tenho 26 anos, isso aconteceu há uns anos, eu tinha uns 24 anos mais ou menos.


Moro na Argentina, numa cidade de médio porte, tipo Mar del Plata em tamanho. Tinha24 anostomabundinha lindaPelo que muitos homens me disseram, unslábios carnudosecintura boaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.


Sexta-feira à noite de novo, fiquei sozinha em casa e aproveitei. Coloquei minha roupinha de puta barata e fui pra zona boêmia da cidade, sempre desviando dos vizinhos, andando rapidinho e escondendo meus lábios pra não perceberem que estavam pintados. Era um caminho longo até a zona, mas quase sempre valia a pena, como dessa vez.
Assim que cheguei na minha esquina de sempre, me acalmei. Tirei a roupa de menino e deixei de lado, fiz uma pose provocante dando a entender que ia tirar toda a porra do seu dinheiro e esperei. Fiquei uns 10 minutos, até que um carro estacionou uns 50 metros na minha frente. Pensei que era um vizinho voltando do trampo, mas não, era um cliente. Ele fingiu que não era nada, atravessou a rua na minha frente pra disfarçar, passou por uma praça que tinha na frente da esquina onde eu tava, se posicionou do lado de uns trilhos de trem que ficam perto e esperou lá. No começo, não sabia que era um cliente, só achei que era outro cara cuidando da vida. Até que percebi que na parte escura entre a praça e os trilhos ele tava me chamando pra ir até lá. Quando vi aquilo e soube que ia transar ou pelo menos chupar um pau numa praça pública, ao ar livre, fiquei com muito tesão.
Pra não incomodar ele nem levantar mais suspeitas do que já tava levantando, esperei passar menos carros, atravessei a rua, cheguei na praça e comecei a andar rebolando igual uma puta. Quando cheguei perto dele, falei...
Eu: Oi, queria dar uma sentada?
El: Oi, sim, gostosa, como você tá linda.
Eu: Valeu <3, queria um bucal ou completo?
El: Quando é que essa bucetinha apertada sai??
Disse meus preços, ele topou o serviço completo e começamos (imagino que devia ter uns 43 anos, mas como tava muito escuro e a voz dele era bem neutra, não dava pra distinguir — igual quando tô de puta na rua, pouco me importa a idade, pra ser sincera). O chão tava molhado porque tinha chovido não fazia muito, mas não me importei muito. Óbvio que o dinheiro me interessava, mas a situação me excitava tanto que a única coisa que eu queria era ter aquele pau na minha boca. A gente se escondeu um pouco mais numa área mais escura, só por precaução, me ajoelhei e passei a mão no pau todo dele por cima da calça. Não tinha visto ainda, mas já dava pra sentir que tava duríssimo. Olhei de relance por um segundo e a cara dele era de puro tesão, tava com tanta ou mais vontade que eu de ter o pau dele dentro da minha boquinha.
Na mesma hora, mas devagar, puxei a calça e a cueca dele juntas e, na hora, apareceu um pau de uns 15cm, duro e pedindo carinho. Não aguentei e, de uma vez, meti na boca. Sabendo que a gente tava num lugar público, acelerei um pouco a situação. Comecei a chupar ele, babando sem parar, pra frente e pra trás, sentindo ele chegar até minha garganta. Eu ouvia ele gemer baixinho, mas ofegante. Ele segurou meu cabelo e, sem forçar muito, começou a mexer um pouco mais do que eu me mexia chupando, pra frente e pra trás, sem parar. Minha bucetinha já tava super excitada e minhas pernas molhadinhas de tesão. A gente ficou assim uns três minutos, até que ele falou...
El: Me dá essa sua bucetinha??
Eu: Sim, óbvio. E soltei uma risadinha de puta safada.
Logo vi que era o mais confortável, me ajoelhei de vez no chão e fiquei de quatro. Ele, sem dizer nada, se posicionou atrás de mim. Pedi pra guiar eu mesma, já que sou apertadinha no começo. Ele baixou minha saia e minha calcinha fio dental, passou a mão um pouco na minha bunda, enquanto eu ia babando o pau dele e meu cuzinho. Coloquei a pontinha no meu cuzinho e fui me apoiando devagar nele pra entrar inteiro, entrou quase sem resistência, porque meu cuzinho já tava super dilatado de tesão. Ele começou a ir devagar pra frente e pra trás. Na minha cabeça passava o fato de estar transando com um desconhecido perto de uma praça e dos trilhos do trem, com o chão molhado, carros passando perto e eu de quatro sendo comida como uma puta. Só a ideia de estar vivendo aquilo já deixava minha cabeça a mil.
Cada vez eu ia um pouco mais, mais e mais forte e rápido pra excitar ele mais. Comecei a dar uns gemidinhos bem femininos, deu pra ver que funcionou porque ele não parou desde aquele momento. Ele me metia sem parar, pra trás e pra frente, já sentia o pau dele inteirinho dentro da minha bucetinha apertada. Ele também começou a gemer baixinho, se segurando por causa do lugar onde a gente tava. Entre uma metida e outra, ele dava uns tapinhas leves na minha bunda apertada. Naquele momento, eu era a putinha dele e tava adorando. A gente ficou assim, sem parar, uns três minutos. Até que eu senti ele começar a tremer de leve, a respiração dele acelerou. Eu, sabendo o que vinha, comecei a gemer um pouco mais alto. Eu me mexia mais forte no ritmo dele, pra trás e pra frente, batendo toda minha bunda apertada e coxas contra o pau dele e contra ele. Até que ele me segurou firme e... pum!
Minha bucetinha encheu toda com o leite quente e grosso dele kkkk. Dava pra ver que ele tava cheio e com vontade, soltei um suspiro e ri baixinho.
El: Uff, você foi incrível, gostosa.
Eu: Valeu! E que bom que você gostou.
El: Siiim, claro que sim? Você tem uma bunda pequena e gostosa.
Eu: Valeuu
Me desgrudei dele e senti um pouco da porra dele escorrendo da minha bunda minúscula. Ele se levantou enquanto arrumava a calça, eu fiz o mesmo, subi minha calcinha fio-dental e minha saia. A gente falou umas merdas sobre o chão estar molhado e que tinha sido uma delícia, demos risada e eu falei que ia sair primeiro pra não parecer suspeito. Ele topou, voltei pro meu canto e depois de dois minutos ele saiu todo disfarçando, foi pro carro dele. Deu a partida e quando passou por onde eu tava, piscou o farol tipo dando tchau e vazou.


Bom, até aqui meu relato, é uma das minhas melhores experiências também. Adoro sexo em lugares públicos, mas é arriscado. Na próxima, vou contar pra vocês a vez que fiquei com um homem de 80 anos sem saber. Espero que aguardem ansiosos hahaha. Mando um beijinho, e não no rosto.
<3

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