Mãe e filha gostosas

Depois que a nossa putona da mãe viu o meu irmãozinho me fazer um boquete foda e não ligou absolutamente nada, sentimos que tínhamos uma via livre maravilhosa. A parada era só curtir fazer parte da família sarnenta e viver bem na putaria constante. O resto todo a gente cagava e andava. O roçamento e o tesão do dia a dia faziam a gente viver momentos incríveis. Naquela idade e naquela época, eu e minha irmã viramos rapidinho os sarnentos do bairro, e por exemplo, eu nem precisava me esforçar muito pra arrumar mina, elas vinham sozinhas pra cima de mim. Numa mesma semana, eu tinha comido três gostosas divinas, bem peitudas, que ainda eram um pouco mais velhas que eu. A última a gente terminou transando na casa dela enquanto supostamente cuidávamos do irmãozinho mais novo dela. Além disso, a Vitória já tava se preparando pra outro encontro novo. Minha irmã tinha pretendentes pra todo lado e ia comendo um por um, se perdendo em saídas daquelas que você nunca sabe que horas volta pra casa. Como eu disse, a gente sempre foi a família sarnenta, sempre. Nossa mãe vivia na rua bem puta, sempre vestida decotada, sempre de minissaia, e a gente, criado bem à moda da índia, tinha saído uns sarnentos ousados. Eu, por exemplo, não usava roupa íntima, e minha irmãzinha desde pequena já usava fio dental. Mas além das minas que eu pegava e dos caras da minha irmã, a gente dois sempre continuou se provocando e se esquentando junto, isso não tinha freio porque o tesão do dia a dia era grande demais. E é isso justamente que dá origem à história de hoje. Vale deixar claro que tudo isso, que olhando hoje, quase vinte anos depois, parece algo épico, mas na época, próprio da idade e da loucura do dia a dia, a gente vivia como algo normal, cotidiano. Mais que isso, a gente nem parava pra pensar. Só agia por instinto.

Ainda estávamos no caloroso fevereiro de 2007, e aquela tarde começa justamente com uma saída com a Vitória. Ela tinha vindo recontraputa com um topzinho de zíper decotado e um putão. Era a mina mais gostosa de onde a gente fosse. Chamava muita atenção. A saída foi um inferno de beijos, roças, pegadas, calor extremo e terminou com os dois trepando na casa dela, pra piorar na cama da irmã. Ela me destruiu a pica, me cavalgou que nem uma puta, me deixou completamente louco e chupou meu pescoço inteiro. Passou a mão na minha cara pela buceta melada dela e falou: “vira assim, pra saberem que é meu, garoto ousado”. Lembro de andar no busão sentindo o cheiro de buceta dela e já ficava duro de novo só de sentir tudo aquilo. Cheguei em casa todo sujo, melado e suado. Fiquei esperando na cozinha conversando no MSN com o resto das minas até minha irmãzinha chegar. Ela chegou perto da 1 da madrugada com a pussy fervendo de tesão. Tava tão melada que a calcinha cinza dela tava literalmente toda molhada. Quando perguntei sobre a saída dela, a resposta foi fatal: “Saí com o Juan, aquele idiota que vive se achando o tal, o mais gostoso, um merda sem vergonha”. Eu ouvia atento as palavras dela: “não só tinha a pica menor que um salgadinho, como ainda gozou na hora, literalmente não durou nem 2 minutos”. Pra aumentar minha temperatura enquanto minha irmãzinha olhava pra minha pica (eu tava completamente pelado), ela disse: “eu preciso de uma pica igual a sua, isso sim é uma pica de verdade”. Como eu disse, tava tudo dando certo pra mim, então sem muita enrolação falei: “então dá uns beijos nela se você gosta tanto”. Minha irmãzinha aceitou e se ajoelhou no chão pra começar a beijar minha pica. Deixou ela dura na hora. Chupou gostoso, chupou com vontade. Me mamou um tempinho fazendo eu ficar de pau duro de novo. Mas minha irmã sempre tinha uma putaria extra na cabeça. “Quero que você me coma no banheiro enquanto a mãe toma banho com o macho dela”. Quando perguntei sobre esse desejo, ela disse: “faz tempo que venho pensando nisso, me dá muito tesão, quero que você me foda e a rainha putona” Tomando banho, me deixa louco de tesão". Eu sempre fui um puto sem noção, mas isso nunca tinha me passado pela cabeça, ponto pra irmãzinha.

Infelizmente naquela noite não teve programa da nossa putona mãe, mas a ideia já tava fixada na cabeça. Isso fez com que vê-la o dia inteiro com aquelas tetonas enormes de fora, com aquela buceta carnuda e pelada na nossa frente, nos fizesse fantasiar cada vez mais. Nossa mãe tava lá tomando sol de buceta peluda e tetonas no quintal, a gente passava olhando, curtindo toda a paisagem. Até abraçávamos ela só pra pegar nas tetas e sentir o roçar da pele quente dela. Finalmente a oportunidade chegou. Nós dois távamos putos de tesão, mas de um jeito foda, fervendo. Eu tinha ficado de pau duro o dia inteiro, e pra piorar, ainda recebia beijinhos e apalpadas da minha irmãzinha. Ela tava com a buceta encharcada, bem melada, e minhas dedadas só ajudavam a atiçar mais o fogo. Aproveitamos toda a cena como se fosse um filme pornô, mas na vida real. Ajudamos nossa putona mãe a escolher o outfit foda dela. Quentes do jeito que a gente tava, íamos dando ideias enquanto ela experimentava roupinhas e voltava a ficar só de buceta e tetas. No fim, escolhemos uma saia modal preta super curta, quase na altura da raba, deixando os gominhos da bunda de fora. Sem calcinha, o que fazia a conchinha dela ficar sempre ali, livre e arejada. Óbvio, salto alto e na parte de cima um topzinho bem feminino, roxo, que deixava a cinturinha dela de fora e destacava aquele par de tetonas. Assim que o macho viu ela, ficou louco de tesão, comeu a boca dela e foram embora. Nós dois ficamos malucos de tesão. Aproveitamos as horas de ausência dela pra continuar nos beijando, nos tocando e falando muito sobre a nossa putona mãe, como ela nos excita, como ela fode, como ela geme, tudo. a pica a ponto de explodir. A coisa ficou ainda mais gostosa porque foram tomar banho juntos nossa putona mãe com o macho dela, ou seja, ele ia comer ela no banheiro. Nos olhamos com minha irmã e não precisamos falar nada pra sair atrás deles. Eles entraram no banheiro com o macho dando beijos na bunda da nossa mãe, já os dois completamente pelados. Dava pra ver aquela buceta carnuda e peluda enquanto ela andava. Entraram no banheiro e começaram a se beijar contra a parede sem reboco do banheiro. Nossa putona mãe de frente pro macho enfiava aquelas tetonas enormes na cara dele. A pica do cara se encaixava na virilha da nossa mãe. Nós dois peladinhos e muito tarados já estávamos apreciando toda a cena da entrada do banheiro. Eles, envolvidos no tesão, nem perceberam que estávamos ali. Finalmente começou a rolar a magia de ter uma mãe tão putona que não liga pra nada. O macho fez minha mãe virar de costas e se apoiar com as mãos na parede sem reboco. Ele abriu um pouco as nádegas dela e enfiou assim, sem camisinha, a pica até o fundo daquela buceta carnuda e peluda. Rapidinho nossa mãe começou a gritar de prazer. AAAAAAAAAA AAAAAAAAA AAAAAAAASIIIIIIIIIII ME COME TODA ME COME TODAAAAAAAAAAA ela gritava enquanto nós já estávamos a ponto de explodir. Naquele momento, com nossa mãe recebendo pica sem parar, entramos eu e minha irmã no banheiro. A muito safada ficou colada na minha mãe, apoiada na parede, do mesmo jeito. Nossa putona mãe só aí nos olhou, longe de se incomodar, pareceu ficar ainda mais excitada porque depois de sorrir pra minha irmã, os gritos dela ficaram ainda mais fortes. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA ASIIIIIIIIIIIIII FILHO DA PUTA ME DÁ PICAAAAAAAAAA. Eu fiquei atrás da minha irmã e meti a pica dura, bem cabeçuda, sem camisinha, naquela bucetinha pequena e recém-desvirginada. Os gritos da minha irmã ecoaram. AAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYY BEBEEEEEEEEEE ela gritava enquanto eu metia pica como um verdadeiro macho. Selvagem. O macho não dizia nada, com certeza chapado devia estar se divertindo pra caralho. Começou então uma competição linda de gritos entre mãe e filha. Uma dupla divina que era o primeiro jogo de um longo campeonato de experiências nós três juntos. Ali estávamos nós dois machos dando porrada nas nossas putas. As duas gritavam que dava gosto, nossa putona da mãe gritava mais. A festa pra gente era um fogo indescritível, pra nossa putona da mãe era um extra a mais na tesão. O macho metia a pica na nossa mãe e acariciava os peitos dela. Eu fazia o mesmo com minha irmã.

Durou o que deu, era a primeira vez numa situação tão extrema e quente pra gente, e nossa putona da mãe continuava gritando que dava gosto. Pra piorar, entre as levas de gritos, ela olhava pra minha irmã e sorria com uma cumplicidade que enlouquecia a gente. Minha irmã acabou gozando tudo que não tinha gozado naqueles dias. Gritou tanto que superou nossa mãe por um tempinho, mas jorrava divina. Foi tanta porra que tirou minha pica da buceta dela. Quando enfiei de novo, ela já não aguentava mais, e depois de umas bombadas eu gozei jorros e jorros de porra. Senti que a pica explodia e cuspia porra como uma louca. Nós dois desabamos no chão do banheiro. Nossa mãe continuava recebendo pica que dava gosto. Continuava gritando como uma louca e curtindo a tesão da situação. Quando eu e minha irmã íamos nos levantar pra ir embora, nossa putona da mãe, sem parar de levar vara, sorriu pra gente e disse: “Fiquem, vão ver como sua puta de mãe acaba”. Uma das experiências mais lindas foi ficar ali, jorrados e leitosos, vendo como comiam nossa putona da mãe. A gozada dela foi incrível, explodiu nossa cabeça pra caralho. Primeiro porque o nível de gritos era tão alto que deve ter sido ouvido na quadra inteira. E segundo por aquele squirt fantástico. Deviam ser pelo menos dez jorros, dez!!! Era ver sair e sair fluxo como louco daquela pussy carnuda e peluda. Tanto squirt que foi. Que a gente se espirrou bem espirradinho, gozou na gente pra caralho. Sentir todo o fluxo da nossa putona mamãe foi um antes e um depois. Ficamos completamente loucos.

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