O cara do bar

Tony com 25 anos recém-completados, muito branco da pele, cabelo loiro comprido até a metade das costas, barba nunca cresceu, rosto andrógino mais feminino que masculino, pouco pelo no corpo e o pouco que tem é loiro claro quase imperceptível, 1,63 de altura, pé pequeno tamanho 36, magro, sem músculo, à primeira vista frágil e delicado, desempregado há 2 meses, e vivendo das economias pra pagar o aluguel do apartamento e a comida, que por sorte ainda dava pra uns meses, esse sou eu. Na minha idade só tinha transado 5 vezes com mulheres e nenhuma foi satisfatória, todas terminaram rindo de mim e me fizeram sentir humilhado. Hoje foi mais uma, na casa da mina que eu tinha conhecido num site de encontros. Tudo começou bem num bar onde a gente se encontrou, conversa tranquila, conversar eu sei bem, mas depois de umas horas batendo papo ela disse pra ir na casa dela. Lá, uns beijos, umas amassos, tirando a roupa até ela me ver pelado e começar a rir. Vermelho de vergonha e raiva, peguei minha roupa, me vesti e saí correndo. Depois de um tempinho andando sem rumo na noite quente, já tava com a garganta seca e entrei no único bar que tinha por ali. Era grande, com música rockeira. Sentei num banquinho no balcão. Atrás do balcão tinha uma mulher de cabelo preto na altura dos ombros, mais alta que eu, corpo gostoso, peitos bonitos cobertos por uma camisa fúcsia aberta deixando um pedaço à mostra, minissaia branca bem curta. Vários homens sentados em mesas conversando, mais 2 jogando sinuca. No balcão, sentado com um banquinho entre nós dois, um homem vestido de preto, uns 40 anos, roupa justa, corpo musculoso, alto, à primeira vista devia ter 1,90. Quase virei as costas e fui embora, eu vestia uma calça clara de pinças e camisa branca, mas não fiz isso. — Boa noite, o que vai ser? — perguntou a garçonete. — Um suco de laranja. Ela serviu, eu dei um gole enquanto pensamentos passavam pela minha cabeça e, sem pensar, falei em voz alta. — Que Nojo da vida. Uns segundos de silêncio e o homem que estava do meu lado. — Problemas, amigo. — As mulheres, não entendo o que há comigo. — São todas muito complicadas, amigo. Sou o Ángel. Estendeu a mão, eu apertei. — Sou o Tony. Começamos a conversar, terminei a laranjada. — Tony, te convido pra uma cerveja. — Não, obrigado, não bebo álcool, vou tomar outra laranjada. — Tá bem, é raro ver um homem aqui tomando isso. Miriam, me põe uma cerveja e pro rapaz outra laranjada. Passaram duas horas enquanto a gente conversava sobre nós e as mulheres. Ele era solteiro, tinha 36 anos, morava sozinho, era gerente de uma agência bancária. Eu expliquei minha situação atual, que tava desempregado. — Desculpa, Ángel, já é tarde e preciso ir. — Mora por aqui? — Não, no outro lado da cidade, na zona norte. — Eu também vou indo, posso te dar uma carona. Moro no centro, mas não me importo de te levar. — Não precisa, pego um táxi. — Que nada, vou te levar e não aceito outro não. — Tá bem, obrigado. Saímos e quase em frente à porta acendem uns piscas de um BMW 330. Entramos no carro, passei meu endereço, ele colocou no GPS e arrancou. De novo, puxou o assunto das mulheres. — As mulheres são muito complicadas, mas tem que botar elas no lugar, deixar claro quem manda, que fique claro que você é o macho e ela sua mulher submissa e obediente. — Sim, mas encontrar uma mulher assim não é fácil. — Mais fácil do que você imagina. Entrou numa rua entre dois parques e parou o carro. — Sabe de uma coisa? Pra aliviar a raiva, o melhor é bater uma punheta. — Pois é, verdade. — Então vamos bater uma aqui mesmo. — Que isso, tá brincando? — Não, tô falando sério. Sem mais, desabotoou a calça, tirou a pica pra fora e começou a se masturbar. Fiquei olhando, surpreso. — Tony, o que cê tá esperando pra fazer o mesmo? — Tô com vergonha. — Larga dessa vergonha e besteira, estamos entre homens. Com timidez, desabotoei a calça, tirei a minha e comecei a me masturbar. — Vai ver que depois você vai se sentir melhor, pega um lenço de papel pra não sujar o banco. Ao pegar o lenço, virei um pouco a vista e meus olhos se cravaram na pica dele, diferente da minha, era o triplo do comprimento e da grossura, uns 20 centímetros no mínimo, a minha é fina e uns 8 centímetros quando tá dura, fiquei besta olhando pra ela, de relance vi que ele tava olhando pra minha e rindo. — Gostou? — Não, desculpa. — Como você não para de olhar, tá surpreso com o tamanhão. Desviei o olhar sem falar nada, a ereção que eu tinha murchou e minha pica ficou pequena e enrugada. — Tony, não tem problema, não precisa ter vergonha de admitir. — Desculpa, é que eu não imaginava que existiam desse tamanho. — Mas de onde você saiu, não acredito que nunca viu uma, nunca viu filme pornô ou coisa assim? — Não, nunca vi filmes desses. — Não acredito, pois a minha é normal, tem maiores, e sem ofensa, a sua é bem pequena. Ele continuava se masturbando enquanto falava comigo e meus olhos estavam de novo fixos nela. — Pra mim a minha é normal. — Você não consegue evitar de olhar, quer tocar nela. — Nãooo. — Pode tocar, não tem problema, e sente como é o toque de uma pica normal. — Não, me leva pra casa agora. — Vou te levar, mas primeiro você tem que tocar nela, senão você desce do carro e vai sozinho. Quase desci e fui embora, mas não sabia onde estava, era noite e não tinha ninguém por perto. — Tá bom, toco nela e você me leva pra casa. — Vou te levar, aproxima a mão e toca. Aproximei a mão, ele segurava ela pela ponta, toda dura, e toquei de leve por cima e tirei a mão. — Toca direito, pega ela com a mão pra ver como tá dura, não morde. Quis não fazer, mas sem pensar peguei ela com a mão e ele segurou a minha por cima com a dele. — Sente como tá dura? Desliza a mão nela pra sentir como é macia. Com a mão dele, me forçou a deslizar pra baixo e depois pra cima. — Tá muito dura. — Já que você tá com ela na mão... agarrada acabou de me fazer uma punheta. Com a mão dela segurando a minha, começou a subir e descer, e depois de umas quantas batidas, soltou minha mão, e eu, em vez de soltar, continuei masturbando ele. — É, assim, um pouco mais rápido, você tá indo muito bem. Acelerei os movimentos, sem esperar, notei que meu pau ficou duro e peguei ele com a outra mão. — Parece que você gostou, sua piroquinha ficou dura, continua, não diminui o ritmo, tô quase gozando. Mais umas batidas e ele gozou, derramando o leite quente na minha mão. — Que gostoso, foi bom, toma, limpa com o lenço. Limpei a mão, ele fez o mesmo com o pau dele, guardou e ligou o carro rumo ao meu apartamento. Os 20 minutos que durou o trajeto foram em silêncio absoluto, eu tava envergonhado pelo que tinha feito. — Tony, já chegamos na sua rua. — É, depois do segundo semáforo, o primeiro portão é o meu, valeu por me trazer. — De nada, cara, pra isso que servem os amigos, me passa seu número pra gente ir conversando e poder se encontrar outro dia, se quiser. Dei o número, nos despedimos e ele foi embora. Subi pra casa, fui direto pro banheiro lavar bem as mãos e depois sentei na cama pensando no que aconteceu. Não me sentia mal, mas também não me sentia bem, tinha uma sensação estranha, tava confuso. Fiquei assim uns 10 minutos até começar a tirar a roupa e me meter na cama. Uns minutos depois, chegou uma mensagem. Olhei o celular, era um número sem nome, mas naquela hora só podia ser o Ángel. — Oi Tony, sou o Ángel, esse é meu número. — Oi Ángel, já memorizei. — A noite foi boa, boa noite, descansa. — Boa noite. Acordei depois do meio-dia, era domingo e passei em casa vendo séries largado no sofá. Na segunda, acordei cedo e dediquei a manhã a entregar currículos em empresas, e foi nisso que passei a semana toda. As tardes ficava trancado em casa. No sábado, no meio da tarde, tava vendo um filme quando chegou uma mensagem. Olhei, era do Ángel, não tinha me Lembrei dele de novo e pensei que ele também não ia lembrar. — Oi Tony, o que cê tá fazendo? — Oi Ángel, nada, em casa vendo um filme. — Ei, cê tá a fim de sair pra jantar e tomar alguma coisa? — Não tô podendo, não posso gastar extra, tô sem grana. — Isso não é problema, eu pago pra você. — Valeu, mas outro dia, quando eu arrumar trampo. — Hoje eu pago, às 8 passo pra te buscar. — Beleza, então tá. Passaram uns minutos das 8 quando tocou o celular. — Alô. — Vai descendo que em 2 minutos tô aí. Quando desci, ele já tava lá em pé na frente do carro, todo vestido de preto, e eu tava de calça clara e camiseta branca. Apertamos a mão, e eu, em pé do lado dele, me sentia pequeno. — Vamos, Tony. — Vamos. Ele tava na frente da porta do carona, virou e abriu a porta pra eu entrar. Depois que entrei, ele fechou a porta, deu a volta na frente do carro, entrou do outro lado e começou a dirigir. Fomos conversando sobre como tinha sido a semana. Chegamos numa área de lazer com restaurantes, cinema e balada. Ele estacionou o carro e me levou andando até um restaurante. Pediu uma mesa e, quando chegamos, puxou a cadeira pra eu sentar. Primeiro a porta do carro, agora a cadeira... tava me tratando como um cara educado trata uma mulher. Tudo parecia estranho, mas não liguei muito. Durante o jantar, mesmo eu ter dito que não no começo, ele insistiu pra eu tomar vinho. Quase a noite toda ele falou, me explicando sobre dois relacionamentos que teve que não deram certo porque as duas tinham personalidade forte e não se deixavam dominar como ele queria. Depois de jantar, me levou pra um bar musical, onde ele tomou um cuba libre e eu uma coca-cola. Daí fomos pra uma balada e, depois das 3, voltamos pra casa. No caminho de volta, ele parou de novo no mesmo lugar. — Vamos bater uma punheta. Ele tirou o pau pra fora e começou a se masturbar. Eu falei que não tava a fim e tentei manter o olhar pra frente, mas sem perceber... ia em direção ao pau dele. - tô te vendo nervoso, por que você não me masturba e assim você relaxa também. - não quero. - pega sua mão e segura ele. Agarrou meu pulso e levou minha mão até o pau dele, com a outra mão apertou a minha, me obrigando a segurar e acompanhar a mão dele por um tempo até que ele soltou e eu continuei masturbando ele enquanto olhava. - te atrai, né, quer beijar ele. - não, isso não. - só um beijo na ponta. - não quero. - eu quero que você dê um beijo nele agora. Colocou a mão no meu pescoço e me fez inclinar até o pau dele e eu não resisti, mas a poucos centímetros da ponta - dá um beijo. Empurrou um pouco mais e a ponta roçou meus lábios e eu beijei. - pronto, viu, não era tão difícil, agora chupa a ponta. - não, isso não, quero ir pra casa. - isso sim, se eu disser pra você chupar, você obedece e chupa. Empurrou minha cabeça de novo e senti a ponta nos lábios que se abriram e começaram a chupar a ponta. - assim, muito bem, garota boa, um pouco mais pra dentro. A mão dele continuava na minha cabeça, mas sem empurrar, enquanto eu chupava o pau dele e colocava cada vez mais pra dentro. - é, assim mesmo, você tá indo muito bem, muitas mulheres procuram um homem dominante que domine elas, que mande e elas obedecem, com certeza seus encontros procuravam um homem dominante e viram que você é o contrário, igual a elas, submissa e obediente, por isso seus fracassos. Eu ouvia enquanto continuava chupando. - hummmm, muito bem, continua assim, coloca ele todo na sua boquinha. Empurrou a cabeça de novo até colocar tudo e sentir na garganta. - agora você sozinha, pra fora e pra dentro, isso, assim, mas um pouco mais rápido. Subia e descia sem parar. - que gostoso, não para agora, vou gozar, isso, ahhhh, tô gozando. Senti um jato quente dentro da boca e subi até quase tirar, mas quando só tinha a ponta dentro, ele me empurrou pra dentro. - não achou que ia me deixar no meio, o que começa termina, como uma boa menina, não pode desperdiçar nem uma gota de porra. Soltou. Várias gozadas na minha boca, não consegui engolir tudo e escorreu pelos cantos dos lábios, ficando em volta da base da piroca. — Você esvaziou minhas bolas, boquete bom, mas seja uma boa garota e deixa bem limpinha. Com os lábios, juntei os restos de porra que não tinha conseguido engolir. — Já deu, você se comportou muito bem, é hora de te levar pra casa. Liguei o carro e, em silêncio, fizemos todo o trajeto até parar na porta do meu prédio. — Já chegamos, mas antes de descer, pega isso, é um presente pra você, abre. Me entregou uma saquinha de papelão fechada com um laço rosa, desatei e tirei de dentro uma peça pequena que olhei surpreso. — Uma calcinha. Foi a única coisa que falei ao ver uma calcinha rosa de renda. — Sim, uma calcinha pra você, quero que vista no próximo sábado, quando eu vier te buscar. — Você é louco, cara, não vou vestir uma calcinha e não quero sair com você de novo. Desci do carro e, sem me despedir, fui pro meu apê sem perceber que ainda segurava a calcinha na mão até ir pegar as chaves no bolso. Subi pro apê e deixei ela em cima da mesa da sala, fui tomar um gole de água gelada da geladeira e daí pro banheiro, onde lavei bem a boca e fui pra cama. Demorei um tempão pra pegar no sono, remoendo tudo na cabeça. De manhã, depois do café, fui tomar um banho e, ao passar pela mesa, vi a calcinha e fiquei olhando. Peguei e examinei bem — no carro não tinha visto os detalhes, era rosa e toda de renda, na frente e atrás. Levei pro meu quarto e guardei no fundo de uma gaveta pra esquecer dela, porque de jeito nenhum ia vestir aquilo e muito menos sair com ele de novo. A semana passou rápido. No sábado, às 4 da tarde, tocou uma mensagem no celular. Olhei e era o Ángel — não tinha falado comigo a semana inteira, achei que depois que falei não e saí do carro, ele não ia mais me procurar. Abri. — Oi Tony, às 8 passo pra te pegar. E não esquece de me obedecer e vestir calcinha. Não respondi, mas decidi que quando ele chegasse, eu desceria e conversaria sério com ele pra deixar tudo claro. Uns minutos depois das 8, recebo uma mensagem: "Já tô na sua porta." Desci. Ele estava esperando em pé na porta do carona, me cumprimentou e abriu a porta. Entrei. Ele entrou pelo outro lado. — Oi, Tony, como foi sua semana? — Bem. — Que bom. O que você tá vestindo por baixo da calça? — A calcinha. — Boa, uma garota obediente. Depois de passar a tarde toda pensando no que ia falar pra deixar as coisas claras e cada um no seu lugar, depois de repetir a mensagem na cabeça várias vezes, coloquei a calcinha obedecendo às ordens dele. — Deixa eu ver, desabotoa a calça pra eu ver. Desabotoei e mostrei. — Tá confortável com ela? Ficou bem em você. — Tô confortável. — Eu perguntei se você tá confortável, não confortável. Fala de novo: você tá confortável? — Tô confortável. — Boa garota. Vou explicar as regras que você tem que seguir. Mulheres usam calcinha. De agora em diante, pra mim você é uma mulher e vai se referir sempre no feminino quando falar de si mesma. Agora eu sou seu macho e você, minha mulher. Você vai ser submissa e obediente. Se não for, eu vou te educar pra ser, mas acho que não vou precisar porque você já é. Você vai se vestir e usar o que eu mandar. Por enquanto é só. Entendeu, Toñi? — Sim. — Beleza, então vamos jantar. Depois do jantar, ele me levou pro bar onde a gente se conheceu. — Oi, Miriam. — Oi, Ángel. Ela saiu de trás do balcão e eles trocaram dois beijos. — Então, chegamos. Já te falei ontem que ia vir com a Toñi tomar uns drinks. — Oi, Toñi. — Oi. Ela se aproximou, me deu dois beijos. — Bem-vinda de novo. — Obrigada. — Serve algo pra gente beber. Ele pediu um cuba-libre pra ele e uma laranjada pra mim. — Ah, sabe, Miriam? Falei que em menos de um mês ela usaria calcinha. Levei duas semanas, e hoje ela tá de calcinha pela primeira vez. — Kkkkk, realmente não demorou muito. — Foi muito fácil. Ela é bem submissa e obediente. — É, já dá pra perceber. Toñi, quando quiser, a gente vai junto comprar umas calcinhas. Roupa. - Não é má ideia, Mirian, você levar ela um dia, né Toñi. - Sim, claro. A gente ficou lá até depois das 2, no caminho pra minha casa parei no lugar de sempre. - Meu lugar favorito, mas hoje você mesma vai tirar pra mim e vai chupar, mas antes tira a roupa e fica só de calcinha. Fiquei uns segundos paralisado e com medo. - Não quero fazer isso, não sei o que tô fazendo aqui, só quero ir pra casa. Uns segundos de silêncio nos olhando no escuro da noite dentro do carro e uma mão virada bateu na minha cara. - Você vai fazer o que eu mandar porque eu sou quem pagou suas calcinhas, vamos, quero você só de calcinha agora. Sem esperar, me deu outra tapa, mas na outra bochecha com a mão aberta que fez escorrerem umas lágrimas dos meus olhos, pensei uns segundos em recusar de novo, mas o medo venceu e tirei a camisa, pra tirar a calça tive que jogar o banco pra trás e tirar os sapatos primeiro. - Não tinha reparado, seus pés são pequenos, que número calça? - 36. Tirei a calça e fiquei só de calcinha. - Boa menina, agora desabotoa minha calça, tira minha pica e chupa ela. Me virei pra ele, tirei a pica dele e comecei a chupar, ele levou uma mão na minha bunda e começou a acariciar - Não tem nada que eu goste mais do que tocar a bunda das minhas putinhas por cima da calcinha que eu compro enquanto me chupam. Fiquei chupando ele por um bom tempo enquanto ele continuava acariciando minha bunda por cima da calcinha até que eu fiz ele gozar. - Você ainda tem muito que aprender, mas não foi ruim, com prática você vai ser uma boa putinha, já pode se vestir e vou te levar pra casa. O trajeto foi em silêncio, ao chegar eu só queria sair do carro e esquecer o que aconteceu, mas ele me segurou pelo braço. - Espera, pra onde vai tão rápido? Tenho uma coisa pra você. Enfiou a mão entre os bancos e pegou uma sacola de trás. - Essa tarde eu te disse que você é minha mulher, na sacola tem calcinhas que deixaram no meu apê as namoradas que tive e A partir de hoje, você vai usar elas todo dia. Ela me entregou a bolsa. — Sábado que vem a gente se vê, Toñi. Com a bolsa na mão, entrei no meu apartamento, deixei ela em cima de uma cadeira no meu quarto, me sentei na cama arrependido de tudo que tinha acontecido, pensando que precisava dar um fim naquilo, que não queria ver o Ángel nunca mais. Tirei a calcinha, vesti uma cueca boxer e fui dormir. Acordei com uma mensagem no celular. — Bom dia, princesa, dormiu bem? Li sem abrir e não pretendia abrir. Uns minutos depois, chegou outra. — Acho que você ainda tá dormindo. Vou almoçar na casa dos meus pais. Quando acordar, você vai se vestir e sair de casa. Vai pra qualquer lugar que tenha banheiro, não importa onde. Quando chegar lá, me faz uma videochamada. Aí você vai no banheiro enquanto eu vejo como você vai. Entra, abaixa a calça e me mostra a calcinha que tá usando. Li e não respondi, não pretendia responder. Quase uma hora depois, outra mensagem, mas dessa vez de áudio. — Sei que você leu e não gosto que me ignorem, sua puta do caralho. Uma hora pra você fazer o que eu mandei. Já vai obedecendo, raposinha. Ele falou sem levantar muito a voz, mas com autoridade. Eu ainda não tinha me vestido, tava de cueca e camiseta. Terminei de ouvir e, poucos segundos depois, fui pro meu quarto, peguei a bolsa e esvaziei em cima da cama, formando um monte de calcinhas. Devia ter umas 20, no mínimo. Fui olhando enquanto contava. Tinha de vários tipos: calcinhas e tangas, mas todas de renda e de várias cores. No total, eram 29. Fiquei olhando pra elas por um bom tempo. Escolhi uma preta, fui tomar banho e saí do banheiro já com a calcinha vestida. Me vesti, saí de casa e entrei num restaurante perto. Pedi um refrigerante e fiz a videochamada. — Oi, Toñi, espero que tenha me obedecido. Agora vai no banheiro. Vou te fazer uma pergunta e espero que seja sincera: você dormiu de calcinha essa noite? — Não. Entrei e fechei a porta. — Beleza, agora abaixa. As calças e me mostra a calcinha. Abaixei e foquei na calcinha. - Assim que eu gosto, boa garota, já pode subir a calça. Durante a semana vou te ligar a qualquer hora pra ver se você tá de calcinha, mas hoje você foi uma menina má e no sábado vai levar um castigo. A semana inteira usei calcinha dia e noite e ele me ligava várias vezes ao dia pra confirmar que eu tava usando. Na sexta ele mandou uma mensagem dizendo pra eu estar pronta no sábado às 9 da manhã que ele ia me buscar. Às 9 ele ligou falando que já tava lá embaixo, desci, ele me esperava dentro do carro, entrei. - Oi Toñi, antes de colocar o cinto quero ver que calcinha você tá usando. Abri a calça e mostrei a calcinha pra ele. - Calcinha vermelha bonita, não vamos perder mais tempo que a Mirian já tá esperando. Você vai passar a manhã com ela e a Sole, elas vão me ajudar com você. No domingo você foi uma menina má e desobediente e vai ter seu castigo.

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