Tenho 20 anos e, quando estava prestes a fazer 18, conheci um senhor mais velho, de uns 59 anos. Éramos amigos e só nos cumprimentávamos de vez em quando. Um dia, ele me convidou pra comer e, no caminho de volta pra casa, me perguntou se eu tinha namorada. Eu disse que só saía com umas minas de vez em quando, mas nada sério. De repente, ele tocou na minha perna enquanto dirigia. Senti um nervoso percorrer meu corpo todo e não me mexi, então praticamente dei sinal pra ele continuar. Comecei a ficar duro. Ele fechou os vidros do carro, e eu peguei a mão dele e coloquei no meu pacote. Falei: "Se quiser tocar, toca". Ele desabotoou minha calça, viu meu pau escorrendo líquido pré-gozo, puxou pra fora e começou a esfregar a cabecinha. Ele chupava o dedo e ficava passando ele no meu prepúcio. Naquela hora, eu tava muito excitado e só queria gozar. Ele percebeu, chupava os dedos como se tivesse comendo molho. Encostou o carro no acostamento, era umas 8 da noite. Disse: "Não vou demorar, já vou drenar esse suquinho". Eu só segurei a cabeça dele e senti aquela boca quente, a língua mexendo, tentando lamber o tronco. Ele pegou minhas bolas e empurrou pra dentro da boca dele. Isso me fez gozar dentro da garganta dele. Ele tomou até a última gota, e eu só pensava que ele tinha esposa e que depois iria beijar ela com aquela mesma boca. Tinha uma foto dos dois juntos no carro. Ele me deixou em casa, mas o caminho inteiro ficou dizendo pra eu não me sentir mal, que a gente tinha aproveitado. Me deu dinheiro e aí acabou essa experiência. Tive mais duas experiências com esse senhor — ele era médico, tinha filhos, tinha fetiche pelos meus pés, mas isso deixo pra outra história.
0 comentários - O dia que transei com um coroa