Isso começa quando vou à cidade onde minha mãe nasceu, pra ver como tá uma casa que a gente tava construindo lá. Eu tava estudando arquitetura, tinha 20 anos, e a gente ficou pra dormir na casa de umas tias. São umas primas da minha mãe, são várias, e a mais nova das minhas tias tem 10 anos a mais que eu e é dentista.
No dia que chegamos, me deixaram o quarto da minha tia, a dentista, pra eu dormir. Minha mãe perguntou pra ela se podia dar uma olhada nos meus dentes no dia seguinte, e ela disse que sim, que tinha tempo. Já de noite, entrei no quarto pra me trocar e dormir, mas minha tia bate na porta, queria pegar o pijama dela. Falei que saía pra ela se trocar, e ela disse que não, que era melhor se trocar no banheiro. Falei que era melhor no quarto dela, saí rápido, e ela se trocou ali. Quando saí, um monte de ideia começou a voar na minha cabeça. Era verão, então o pijama dela era um short e uma camiseta meio leve, dava pra ver que ela não tava de sutiã. Tinha uns peitos lindos, médios, e umas pernas bem torneadas.
De manhã, ouvi um barulho e levantei bem rápido, achando que ela queria entrar. Qual não foi minha surpresa e a da minha tia: ela já tava no quarto e tava se trocando. Tava de fio dental, e eu vi aquelas bundas redondinhas lindas, e ela começava a colocar o sutiã. Aí ela só conseguiu tapar os peitos com as mãos. Eu queria sair correndo do quarto de vergonha, mas minha tia tava atrapalhando na porta. Fiquei paralisado, olhando ela nua, e ao mesmo tempo me desculpando, falando que saía pra ela se trocar. Ela disse que era melhor eu só virar de costas. Fiz isso, e ela falou que achou que eu tava muito dormindo, por isso decidiu se trocar ali, mas que alguma coisa caiu e me acordou. Ela terminou de se trocar, e eu, muito envergonhado, não parava de pedir desculpas. Ela disse: "Já esquece, vamos tomar café."
Quando terminamos de tomar café, ela foi trabalhar e disse que me esperava no consultório ao meio-dia. Fui ver a obra e, ao meio-dia, cheguei no consultório. Tava lá uns calças jeans coladas que mostravam bem a forma das pernas dela, marcava muito bem a cintura, a blusa dela meio folgada deixava ver um pouco dos peitos quando ela se abaixava. Ela foi pro sofá e começou a me examinar, falou que eu precisava arrumar uns dentes, que naquele momento arrumava um e o outro no dia seguinte, não me aplicou anestesia porque era algo simples, começou a me arrumar e eu não parava de olhar aqueles peitos lindos perto do meu rosto, sentia que ela se aproximava demais, já não sabia se era minha imaginação de estar tão excitado ou se ela realmente se encostava muito e eu sentia como se ela apoiasse os peitos em mim, depois de um tempo baixei um braço e nisso senti uma dor, mexi minha mão e me agarrei em algo, claro que era a perna da minha tia. Tia - doeu muito? Eu - não tanto, é que me assustou porque não tinha doído nada Tia - já estamos quase terminando, quer anestesia ou continuamos assim? Eu - aguento, melhor assim mesmo Tia - então se segura bem que falta só um pouquinho Já com essa confiança, dei outro bom apertão na perna dela com a desculpa da dor. Eu - de novo, tia, me desculpa pela manhã, não percebi e pensei em sair pra você se trocar Tia - não se preocupa, já passou, além do mais você não viu nada que já não tivesse visto antes. Eu - bom, algo tão bonito e tão pertinho eu nunca tinha visto. Tia - obrigada, mas vai me deixar sem graça, além disso as garotas da sua idade devem ter um corpo melhor. Eu - acho que não, tia, desculpa a ousadia, mas que corpo bonito você tem. Tia - obrigada, Fer, que bom que você gostou do que viu, mas melhor mudarmos de assunto. Quando terminou, ela disse que eu era o último paciente dela e perguntou se eu esperava pra irmos pra casa dela. Com todo prazer eu esperei, ela tirou o jaleco, a blusa ficava ainda melhor sem ele. É uma cidade pequena, então quase tudo é a pé, toda vez que tinha oportunidade eu pegava ela pelas costas pra deixar ela passar e sentir o braço dela. De tarde ela voltou a trabalhar e nos vimos de novo à noite em casa. Depois do jantar vimos um pouco de TV e ela Ela ficou recostada do meu lado, eu não conseguia parar de procurar um espacinho na blusa pra dar uma olhada nos peitos dela. Depois de um tempo, ela se levantou e disse que era melhor ir dormir.
Eu — Se quiser, te ajudo a trocar de roupa.
Tia — Fernando, já deixa esse assunto pra lá.
Eu — Desculpa pela brincadeira, é que eu gostei muito de como acordei hoje de manhã.
Tia — Amanhã vou te tirar do quarto antes que você me pegue de surpresa.
Eu — Ok. Boa noite, tia.
Ela se aproximou e me deu um beijo na bochecha. Aquela noite, não consegui parar de fuçar a roupa íntima dela, imaginando como aquelas calcinhas fio dental e aqueles sutiãs ficariam no corpo da minha tia. Vi que o sutiã era tamanho 34C. Não consegui me segurar e acabei me masturbando à noite com aquelas roupas e o cheiro da minha tia.
De manhã, ela entrou de novo sem fazer barulho, mas eu senti quando ela entrou no quarto.
Eu — Bom dia, tia.
Tia — Bom dia, dormiu bem?
Eu — Bem, obrigado. Já vou sair pra você poder se trocar.
Tia — Não, você ainda tá com sono. Só vira de costas enquanto eu me troco.
Eu — Ok.
Não aguentei a vontade e dei uma olhadinha enquanto ela se trocava. De novo, consegui ver as pernas nuas dela, aquela bunda gostosa, as costas nuas, um pouco da silhueta dos peitos. Tava morrendo de vontade de abraçar ela por trás e sentir aquele corpo lindo.
Tia — Fer, para de ficar olhando, ainda não terminei.
Eu — Não, desculpa, é que eu pensei...
Tia — Nada, pura desculpa esfarrapada. Para de olhar ou vou contar pra sua mãe.
Eu — É que isso é demais, é tentação demais. Ter você tão perto e nua é a coisa mais emocionante que já me aconteceu.
Tia — Ah, Fer, melhor eu ter me trocado no banheiro.
Eu — Teria sido uma pena ter perdido esse espetáculo.
Tia — Já terminei, já pode virar. Preciso que você me ajude a dar um nó na blusa aqui no pescoço.
Eu — Claro, com o maior prazer.
Essa blusa tinha um decote nas costas e os ombros de fora. Ela vestiu uma saia que deixava ver as pernas lindas dela.
Eu — Como você tá bonita hoje, dá pra ver suas pernas, muito lindas.
Tia — Fer, já chega, não fica me olhando assim, sou sua tia. Obrigada pelo elogio. O que você me diz, mas não tá certo, além do mais, eu tenho muitos anos a mais que você e você devia pensar em garotas da sua idade.
Eu- Eu não te vejo como velha, você não tem tantos anos a mais que eu, sei que é minha Tia e não pode rolar nada, mas não consigo parar de te admirar, você tá uma gostosa, e depois do que aconteceu fiquei ainda mais obcecado, te ver pelada foi incrível.
Tia- Bom, vamos tomar café e te vejo mais tarde no consultório.
Ela me abraçou e me deu um beijo na bochecha, eu não queria soltar ela, sentir o corpo dela me deixava a mil por hora, ela não se afastou tão rápido e me deixou sentir ela por mais um tempo, quando se desgrudou um pouco, olhei nos olhos dela e dei um beijo na boca, ela só recuou um pouco e disse, acho que o assunto não acabou, continuamos conversando no consultório porque tô atrasada.
De novo, ao meio-dia, apareci no consultório, ela me chamou e começou a me atender, não sabia como puxar o assunto de novo, comecei abaixando meu braço de novo e às vezes passava roçando na perna dela, aos poucos fui ganhando mais confiança e deixava minha mão tocando a perna dela, quando senti uma dorzinha, agarrei a panturrilha dela, dessa vez direto na pele por causa da saia, ela não falou nada e comecei a acariciar a perna dela, ela se levantou por algum motivo, mas só pra eu parar de tocar, eu continuava sentindo os peitos dela bem colados e de vez em quando uns roçados no meu ombro, voltei a aproximar minha mão na perna dela e continuei acariciando devagar.
Tia- Já tô quase terminando, você não devia sentir mais dor, mas continua agarrado na minha perna.
Eu- É que sua pele é tão gostosa.
Tia- É? Mas não tá certo, você já tá passando da mão.
Eu- Desculpa, não consigo parar, e além do mais você também não me para.
Tia- Pois é porque sinto gostoso, mas depois caio na real e não tá certo.
Eu- Você gosta que eu agarre suas pernas? Gostou de me ver pelada?
Tia- Bem, não sou de pau, gosto que me acariciem, que me digam que tô bonita, é sempre bom agradar alguém, que te roubem um beijo, te pegar me olhando os peitos. Tudo isso claro que eu gosto, mas você continua sendo meu sobrinho e não acho que seja certo sentir essas coisas por você, além do mais nunca me atraiu ficar com um cara mais novo.
Eu— e se eu não fosse seu sobrinho, você deixaria eu continuar insistindo?
Tia— não sei, aconteceu tudo muito rápido e não quero nem pensar nisso, já me deixou muito nervosa e não gosto disso, bom, até gosto, mas não é certo, já nem sei mais o que falar, pareço uma menininha brincando de carícias e de você me espiando e eu deixando.
Levantei do sofá e peguei nas mãos dela, continuamos conversando e ela estava tremendo, não acreditava que estava paquerando minha tia.
Eu— bom, tia, eu vou embora em dois dias, a gente quase não se vê, eu moro muito longe e só venho uma vez por ano pra cá, muito obrigado pelo que rolou, curti demais.
Me aproximei dela e beijei, mas dessa vez ela não se afastou e aos poucos começou a corresponder o beijo, agora sim consegui segurar ela pela cintura, enfiar a mão por baixo da blusa e sentir as costas dela, aí ela recuou um pouco, desci a mão até a bunda dela, acariciei devagar, beijei o pescoço dela, ela me abraçava bem forte e também desceu as mãos pra agarrar minha bunda, beijei ela com mais força e ela pediu pra não exagerar pra não deixar marca no pescoço, fui puxando a saia devagar pra enfiar a mão por baixo, senti aquela calcinha fio dental na minha mão, era lindo sentir aquela bunda nua, a língua dela brincando com a minha, ela passou a mão no meu pau e falou, já tá molhado, como não estaria, fiquei dois dias super excitado com tudo que rolava, continuei apalpando ela, não sabia mais onde colocar as mãos, tocava as pernas dela, a bunda e virei ela pra pegar por trás e agarrar aqueles peitos gostosos, continuei beijando e enfiei as mãos por baixo da blusa, aquele sutiã apertava os peitos dela, os bicos estavam duros, enfiei a mão dentro do sutiã pra sentir os bicos, estávamos muito excitados, e nesse momento a campainha tocou, tinha chegado um Paciente, minha tia deu um pulo pra longe de mim, começou a arrumar a roupa, entrou no banheiro pra arrumar o cabelo e me disse: "Tenho outro paciente, já tinha esquecido." Ela me perguntou se eu esperava, que só demorava meia hora pra gente ir junto pra casa. Tava com o pau todo duro, minha calça meio molhada, tudo bagunçado. Entrei no banheiro, lavei o rosto, arrumei a camisa e saí do banheiro como se nada tivesse acontecido, mas com a rola bem dura. Fui pra sala de espera até minha tia terminar com o paciente dela. Quando acabou, ela saiu do consultório e disse: "Vamos." Eu me aproximei pra seguir, e ela não deixou, só me deu um beijo gostoso na boca e a gente saiu do consultório. Tia: "Adorei como você me tocou, sei que nunca pensou em chegar tão longe comigo, e acho que foi só isso. Você beija muito gostoso, mas tava muito excitado, e eu também. Você é um garoto que ainda tem muito o que viver, e eu também, e vamos parar por aqui." Eu: "Não quero, tia. Agora me deixou mais pilhado do que antes. Claro que nunca esperava chegar tão longe, mas sentir seu corpo me deixou mais excitado do que nunca." Tia: "Eu também fiquei muito excitada, mas nós dois precisamos de um banho frio pra baixar essa quentura." Chegamos em casa e passamos a tarde toda vendo TV e conversando com todo mundo. Em nenhum momento consegui me aproximar dela ou ficar sozinho com ela. A noite chegou e fui pro quarto dormir. Depois de alguns minutos, minha tia entrou e disse: "Vim me trocar." E começou a tirar a saia. Eu tava sentado na cama, ela se virou e eu vi aquela calcinha fio dental linda com aquelas bundonas enormes. Ela levantou a blusa e ficou só de lingerie, tirou o sutiã e a calcinha. Não podia acreditar, ela tava completamente pelada na minha frente. Tentei me aproximar, mas ela não deixou. Rápido igual, começou a vestir o pijama. Quando terminou, disse: "Sua vez." Eu: "Como assim?" Tia: "Eu também quero te ver pelado, então é sua vez de se trocar na minha frente." Comecei a tirar a roupa e fiquei só de cueca, e antes de Veste a calça", ela me disse. "Tia — não seja safado, eu tirei tudo, agora faz o mesmo." Tirei a cueca e ela se aproximou. "Tia — é que no consultório você já me apalpou toda e eu não pude te tocar, fiquei com vontade." Tentei tocá-la, mas ela não deixou. "Tia — aqui não dá, podem nos ouvir, só queria te dar um beijo de boa noite." Ela se abaixou, chupou meu pau e deu um beijo, depois me beijou na boca. "Tia — não quero ver meus lençóis sujos, toma cuidado com o que faz, sortudo você que vai dormir sozinho e pode se virar sozinho." Me deixou todo excitado de novo, naquela noite me masturbei umas três vezes, foram lembranças demais para um dia só. De manhã, nem senti quando ela entrou no quarto, tava exausto de tanto me masturbar, mas além disso era mais cedo, tava bem escuro lá fora. Minha tia me acordou e disse: "Vou tomar banho, mas antes vim te dar bom dia." Me deu uns beijos na boca, começou a acariciar meu pau, eu pegava nos peitos dela, meu pau endureceu rápido, ela puxou pra fora e disse: "Sem fazer barulho, todo mundo tá dormindo", e me deu uma chupada espetacular. Eu me segurava pra não gritar, apalpava ela até onde dava, consegui tirar a blusa dela e ela aproximava os peitos do meu pau, subia e descia, tirava da boca e esfregava nos peitos ou nas mãos, chupava minhas bolas e repetia tudo de novo, até que não aguentei mais e gozei na boca dela. Ela se surpreendeu e molhei os peitos dela, limpou todo o resto de porra com a língua, fiquei exausto. Ela se levantou, vestiu a blusa e disse: "Agora sim, vou tomar um banho frio." Quando acordei, minha tia já tinha terminado de tomar café, era o último dia de visita, no outro dia voltávamos cedo. Antes de sair de casa, minha tia disse, na frente de todo mundo: "Te espero no consultório no mesmo horário." Fiquei na dúvida e minha mãe perguntou: "Ainda não terminou?" E minha tia respondeu rápido: "Ontem não terminamos, faltou um pouco, mas hoje a gente termina. Pronto. Era exatamente o que eu esperava desde a primeira noite que vi ela saindo do quarto sem sutiã. Naquele dia, cheguei até mais cedo, o paciente dela ainda não tinha saído e eu já estava esperando. Assim que terminou e se despediu, ela me abraçou e me deu um beijo. Tia – Você tem razão, a gente quase não se vê. A tarde inteira de ontem me deixou pensando, e por isso me troquei na sua frente. Graças a isso, passei a noite toda pensando na vontade que tenho de aproveitar isso. Você foi ousado e deu certo: me excitou, me provocou, e o tesão não me deixa em paz. Já te curti um pouco de manhã, agora quero sentir você dentro de mim e quero aproveitar sem ficar pensando se é certo ou errado. Então agora sim, seu desejo vai se realizar.
E ela começou a tirar a roupa. Eu a segurei e falei: "Não, aonde você vai com tanta pressa? Isso é comigo." Tomei todo o tempo necessário para tirar peça por peça. Primeiro, uns beijos no pescoço, depois desci no meio dos peitos. Aos poucos, tirei a blusa dela, ela tirou minha camisa, e eu sentia como ela me abraçava e curtia minha pele. Tirei o sutiã e sentia os peitos dela no meu peito. Desci para desabotoar a calça enquanto chupava os peitos dela. Abaixei a calça enquanto apreciava a silhueta da bunda dela, as curvas das pernas. Passei a mão por todo o corpo dela, beijei os pés, chupei os joelhos, enfiei minha língua no cu dela, enfiei meus dedos na buceta encharcada. Ela me ajudou a estimular o clitóris. Deitamos no sofá da sala de espera. O 69 foi delicioso. Ela me chupava super gostoso enquanto eu chupava todos os líquidos que saíam da buceta dela. Ela estava tão quente que disse: "Já preciso que você meta, não aguento mais." Foi tão gostoso sentir meu pau entrando, estávamos muito molhados, era quente por dentro. E ver a cara dela de como aproveitou me deixa excitado até agora quando lembro. Eu beijava ela, apertava a bunda, pegava nos peitos, acariciava o cu. Pedi para ela parar porque estava muito excitado e não queria gozar. Aí, a gente trocou de posição e eu meti por trás, deitados de lado no sofá. Ela se arqueava de prazer, eu puxava um pouco o cabelo dela, parecia que ela gostava, pedia mais forte. A gente trocou de novo e ela se ajoelhou no sofá, e eu meti por trás, acariciando as costas dela, puxando o cabelo. Ela gritava de prazer. Chegou a vez de eu ficar embaixo e ela por cima, vendo ela pular com os peitos de fora, me deixou louco e ela também. Ela pedia mais forte, mais rápido, mais intenso, gritava tão gostoso e naquele momento ela gozou. A cara de prazer dela era a coisa mais linda, até cravou as unhas na minha perna de tão excitada que tava. Ela se levantou, montou em mim de novo, mas agora eu via as costas dela, mas o melhor era a vista da bunda dela em cima de mim. Ela começou a rebolando fazendo círculos, a bunda dela tava uma delícia, fez uns movimentos tão gostosos que eu não aguentei mais, na hora gozei dentro dela. Aproveitei tanto ela que nem acreditei, foi uma das melhores experiências da vida. A gente se abraçou um tempão, se beijou muito e foi pra casa. Ficamos os dois muito satisfeitos. Agora, toda vez que vejo ela, fico muito excitado. De vez em quando ela me dá um tapão na bunda ou eu aperto as nádegas dela ou dou um puxão no cabelo. Raramente a gente ficou sozinho de novo e conversou sobre o assunto, mas dá pra ver que ela fica feliz em me ver e eu sonho em sentir ela de novo como naquela vez.
No dia que chegamos, me deixaram o quarto da minha tia, a dentista, pra eu dormir. Minha mãe perguntou pra ela se podia dar uma olhada nos meus dentes no dia seguinte, e ela disse que sim, que tinha tempo. Já de noite, entrei no quarto pra me trocar e dormir, mas minha tia bate na porta, queria pegar o pijama dela. Falei que saía pra ela se trocar, e ela disse que não, que era melhor se trocar no banheiro. Falei que era melhor no quarto dela, saí rápido, e ela se trocou ali. Quando saí, um monte de ideia começou a voar na minha cabeça. Era verão, então o pijama dela era um short e uma camiseta meio leve, dava pra ver que ela não tava de sutiã. Tinha uns peitos lindos, médios, e umas pernas bem torneadas.
De manhã, ouvi um barulho e levantei bem rápido, achando que ela queria entrar. Qual não foi minha surpresa e a da minha tia: ela já tava no quarto e tava se trocando. Tava de fio dental, e eu vi aquelas bundas redondinhas lindas, e ela começava a colocar o sutiã. Aí ela só conseguiu tapar os peitos com as mãos. Eu queria sair correndo do quarto de vergonha, mas minha tia tava atrapalhando na porta. Fiquei paralisado, olhando ela nua, e ao mesmo tempo me desculpando, falando que saía pra ela se trocar. Ela disse que era melhor eu só virar de costas. Fiz isso, e ela falou que achou que eu tava muito dormindo, por isso decidiu se trocar ali, mas que alguma coisa caiu e me acordou. Ela terminou de se trocar, e eu, muito envergonhado, não parava de pedir desculpas. Ela disse: "Já esquece, vamos tomar café."
Quando terminamos de tomar café, ela foi trabalhar e disse que me esperava no consultório ao meio-dia. Fui ver a obra e, ao meio-dia, cheguei no consultório. Tava lá uns calças jeans coladas que mostravam bem a forma das pernas dela, marcava muito bem a cintura, a blusa dela meio folgada deixava ver um pouco dos peitos quando ela se abaixava. Ela foi pro sofá e começou a me examinar, falou que eu precisava arrumar uns dentes, que naquele momento arrumava um e o outro no dia seguinte, não me aplicou anestesia porque era algo simples, começou a me arrumar e eu não parava de olhar aqueles peitos lindos perto do meu rosto, sentia que ela se aproximava demais, já não sabia se era minha imaginação de estar tão excitado ou se ela realmente se encostava muito e eu sentia como se ela apoiasse os peitos em mim, depois de um tempo baixei um braço e nisso senti uma dor, mexi minha mão e me agarrei em algo, claro que era a perna da minha tia. Tia - doeu muito? Eu - não tanto, é que me assustou porque não tinha doído nada Tia - já estamos quase terminando, quer anestesia ou continuamos assim? Eu - aguento, melhor assim mesmo Tia - então se segura bem que falta só um pouquinho Já com essa confiança, dei outro bom apertão na perna dela com a desculpa da dor. Eu - de novo, tia, me desculpa pela manhã, não percebi e pensei em sair pra você se trocar Tia - não se preocupa, já passou, além do mais você não viu nada que já não tivesse visto antes. Eu - bom, algo tão bonito e tão pertinho eu nunca tinha visto. Tia - obrigada, mas vai me deixar sem graça, além disso as garotas da sua idade devem ter um corpo melhor. Eu - acho que não, tia, desculpa a ousadia, mas que corpo bonito você tem. Tia - obrigada, Fer, que bom que você gostou do que viu, mas melhor mudarmos de assunto. Quando terminou, ela disse que eu era o último paciente dela e perguntou se eu esperava pra irmos pra casa dela. Com todo prazer eu esperei, ela tirou o jaleco, a blusa ficava ainda melhor sem ele. É uma cidade pequena, então quase tudo é a pé, toda vez que tinha oportunidade eu pegava ela pelas costas pra deixar ela passar e sentir o braço dela. De tarde ela voltou a trabalhar e nos vimos de novo à noite em casa. Depois do jantar vimos um pouco de TV e ela Ela ficou recostada do meu lado, eu não conseguia parar de procurar um espacinho na blusa pra dar uma olhada nos peitos dela. Depois de um tempo, ela se levantou e disse que era melhor ir dormir.
Eu — Se quiser, te ajudo a trocar de roupa.
Tia — Fernando, já deixa esse assunto pra lá.
Eu — Desculpa pela brincadeira, é que eu gostei muito de como acordei hoje de manhã.
Tia — Amanhã vou te tirar do quarto antes que você me pegue de surpresa.
Eu — Ok. Boa noite, tia.
Ela se aproximou e me deu um beijo na bochecha. Aquela noite, não consegui parar de fuçar a roupa íntima dela, imaginando como aquelas calcinhas fio dental e aqueles sutiãs ficariam no corpo da minha tia. Vi que o sutiã era tamanho 34C. Não consegui me segurar e acabei me masturbando à noite com aquelas roupas e o cheiro da minha tia.
De manhã, ela entrou de novo sem fazer barulho, mas eu senti quando ela entrou no quarto.
Eu — Bom dia, tia.
Tia — Bom dia, dormiu bem?
Eu — Bem, obrigado. Já vou sair pra você poder se trocar.
Tia — Não, você ainda tá com sono. Só vira de costas enquanto eu me troco.
Eu — Ok.
Não aguentei a vontade e dei uma olhadinha enquanto ela se trocava. De novo, consegui ver as pernas nuas dela, aquela bunda gostosa, as costas nuas, um pouco da silhueta dos peitos. Tava morrendo de vontade de abraçar ela por trás e sentir aquele corpo lindo.
Tia — Fer, para de ficar olhando, ainda não terminei.
Eu — Não, desculpa, é que eu pensei...
Tia — Nada, pura desculpa esfarrapada. Para de olhar ou vou contar pra sua mãe.
Eu — É que isso é demais, é tentação demais. Ter você tão perto e nua é a coisa mais emocionante que já me aconteceu.
Tia — Ah, Fer, melhor eu ter me trocado no banheiro.
Eu — Teria sido uma pena ter perdido esse espetáculo.
Tia — Já terminei, já pode virar. Preciso que você me ajude a dar um nó na blusa aqui no pescoço.
Eu — Claro, com o maior prazer.
Essa blusa tinha um decote nas costas e os ombros de fora. Ela vestiu uma saia que deixava ver as pernas lindas dela.
Eu — Como você tá bonita hoje, dá pra ver suas pernas, muito lindas.
Tia — Fer, já chega, não fica me olhando assim, sou sua tia. Obrigada pelo elogio. O que você me diz, mas não tá certo, além do mais, eu tenho muitos anos a mais que você e você devia pensar em garotas da sua idade.
Eu- Eu não te vejo como velha, você não tem tantos anos a mais que eu, sei que é minha Tia e não pode rolar nada, mas não consigo parar de te admirar, você tá uma gostosa, e depois do que aconteceu fiquei ainda mais obcecado, te ver pelada foi incrível.
Tia- Bom, vamos tomar café e te vejo mais tarde no consultório.
Ela me abraçou e me deu um beijo na bochecha, eu não queria soltar ela, sentir o corpo dela me deixava a mil por hora, ela não se afastou tão rápido e me deixou sentir ela por mais um tempo, quando se desgrudou um pouco, olhei nos olhos dela e dei um beijo na boca, ela só recuou um pouco e disse, acho que o assunto não acabou, continuamos conversando no consultório porque tô atrasada.
De novo, ao meio-dia, apareci no consultório, ela me chamou e começou a me atender, não sabia como puxar o assunto de novo, comecei abaixando meu braço de novo e às vezes passava roçando na perna dela, aos poucos fui ganhando mais confiança e deixava minha mão tocando a perna dela, quando senti uma dorzinha, agarrei a panturrilha dela, dessa vez direto na pele por causa da saia, ela não falou nada e comecei a acariciar a perna dela, ela se levantou por algum motivo, mas só pra eu parar de tocar, eu continuava sentindo os peitos dela bem colados e de vez em quando uns roçados no meu ombro, voltei a aproximar minha mão na perna dela e continuei acariciando devagar.
Tia- Já tô quase terminando, você não devia sentir mais dor, mas continua agarrado na minha perna.
Eu- É que sua pele é tão gostosa.
Tia- É? Mas não tá certo, você já tá passando da mão.
Eu- Desculpa, não consigo parar, e além do mais você também não me para.
Tia- Pois é porque sinto gostoso, mas depois caio na real e não tá certo.
Eu- Você gosta que eu agarre suas pernas? Gostou de me ver pelada?
Tia- Bem, não sou de pau, gosto que me acariciem, que me digam que tô bonita, é sempre bom agradar alguém, que te roubem um beijo, te pegar me olhando os peitos. Tudo isso claro que eu gosto, mas você continua sendo meu sobrinho e não acho que seja certo sentir essas coisas por você, além do mais nunca me atraiu ficar com um cara mais novo.
Eu— e se eu não fosse seu sobrinho, você deixaria eu continuar insistindo?
Tia— não sei, aconteceu tudo muito rápido e não quero nem pensar nisso, já me deixou muito nervosa e não gosto disso, bom, até gosto, mas não é certo, já nem sei mais o que falar, pareço uma menininha brincando de carícias e de você me espiando e eu deixando.
Levantei do sofá e peguei nas mãos dela, continuamos conversando e ela estava tremendo, não acreditava que estava paquerando minha tia.
Eu— bom, tia, eu vou embora em dois dias, a gente quase não se vê, eu moro muito longe e só venho uma vez por ano pra cá, muito obrigado pelo que rolou, curti demais.
Me aproximei dela e beijei, mas dessa vez ela não se afastou e aos poucos começou a corresponder o beijo, agora sim consegui segurar ela pela cintura, enfiar a mão por baixo da blusa e sentir as costas dela, aí ela recuou um pouco, desci a mão até a bunda dela, acariciei devagar, beijei o pescoço dela, ela me abraçava bem forte e também desceu as mãos pra agarrar minha bunda, beijei ela com mais força e ela pediu pra não exagerar pra não deixar marca no pescoço, fui puxando a saia devagar pra enfiar a mão por baixo, senti aquela calcinha fio dental na minha mão, era lindo sentir aquela bunda nua, a língua dela brincando com a minha, ela passou a mão no meu pau e falou, já tá molhado, como não estaria, fiquei dois dias super excitado com tudo que rolava, continuei apalpando ela, não sabia mais onde colocar as mãos, tocava as pernas dela, a bunda e virei ela pra pegar por trás e agarrar aqueles peitos gostosos, continuei beijando e enfiei as mãos por baixo da blusa, aquele sutiã apertava os peitos dela, os bicos estavam duros, enfiei a mão dentro do sutiã pra sentir os bicos, estávamos muito excitados, e nesse momento a campainha tocou, tinha chegado um Paciente, minha tia deu um pulo pra longe de mim, começou a arrumar a roupa, entrou no banheiro pra arrumar o cabelo e me disse: "Tenho outro paciente, já tinha esquecido." Ela me perguntou se eu esperava, que só demorava meia hora pra gente ir junto pra casa. Tava com o pau todo duro, minha calça meio molhada, tudo bagunçado. Entrei no banheiro, lavei o rosto, arrumei a camisa e saí do banheiro como se nada tivesse acontecido, mas com a rola bem dura. Fui pra sala de espera até minha tia terminar com o paciente dela. Quando acabou, ela saiu do consultório e disse: "Vamos." Eu me aproximei pra seguir, e ela não deixou, só me deu um beijo gostoso na boca e a gente saiu do consultório. Tia: "Adorei como você me tocou, sei que nunca pensou em chegar tão longe comigo, e acho que foi só isso. Você beija muito gostoso, mas tava muito excitado, e eu também. Você é um garoto que ainda tem muito o que viver, e eu também, e vamos parar por aqui." Eu: "Não quero, tia. Agora me deixou mais pilhado do que antes. Claro que nunca esperava chegar tão longe, mas sentir seu corpo me deixou mais excitado do que nunca." Tia: "Eu também fiquei muito excitada, mas nós dois precisamos de um banho frio pra baixar essa quentura." Chegamos em casa e passamos a tarde toda vendo TV e conversando com todo mundo. Em nenhum momento consegui me aproximar dela ou ficar sozinho com ela. A noite chegou e fui pro quarto dormir. Depois de alguns minutos, minha tia entrou e disse: "Vim me trocar." E começou a tirar a saia. Eu tava sentado na cama, ela se virou e eu vi aquela calcinha fio dental linda com aquelas bundonas enormes. Ela levantou a blusa e ficou só de lingerie, tirou o sutiã e a calcinha. Não podia acreditar, ela tava completamente pelada na minha frente. Tentei me aproximar, mas ela não deixou. Rápido igual, começou a vestir o pijama. Quando terminou, disse: "Sua vez." Eu: "Como assim?" Tia: "Eu também quero te ver pelado, então é sua vez de se trocar na minha frente." Comecei a tirar a roupa e fiquei só de cueca, e antes de Veste a calça", ela me disse. "Tia — não seja safado, eu tirei tudo, agora faz o mesmo." Tirei a cueca e ela se aproximou. "Tia — é que no consultório você já me apalpou toda e eu não pude te tocar, fiquei com vontade." Tentei tocá-la, mas ela não deixou. "Tia — aqui não dá, podem nos ouvir, só queria te dar um beijo de boa noite." Ela se abaixou, chupou meu pau e deu um beijo, depois me beijou na boca. "Tia — não quero ver meus lençóis sujos, toma cuidado com o que faz, sortudo você que vai dormir sozinho e pode se virar sozinho." Me deixou todo excitado de novo, naquela noite me masturbei umas três vezes, foram lembranças demais para um dia só. De manhã, nem senti quando ela entrou no quarto, tava exausto de tanto me masturbar, mas além disso era mais cedo, tava bem escuro lá fora. Minha tia me acordou e disse: "Vou tomar banho, mas antes vim te dar bom dia." Me deu uns beijos na boca, começou a acariciar meu pau, eu pegava nos peitos dela, meu pau endureceu rápido, ela puxou pra fora e disse: "Sem fazer barulho, todo mundo tá dormindo", e me deu uma chupada espetacular. Eu me segurava pra não gritar, apalpava ela até onde dava, consegui tirar a blusa dela e ela aproximava os peitos do meu pau, subia e descia, tirava da boca e esfregava nos peitos ou nas mãos, chupava minhas bolas e repetia tudo de novo, até que não aguentei mais e gozei na boca dela. Ela se surpreendeu e molhei os peitos dela, limpou todo o resto de porra com a língua, fiquei exausto. Ela se levantou, vestiu a blusa e disse: "Agora sim, vou tomar um banho frio." Quando acordei, minha tia já tinha terminado de tomar café, era o último dia de visita, no outro dia voltávamos cedo. Antes de sair de casa, minha tia disse, na frente de todo mundo: "Te espero no consultório no mesmo horário." Fiquei na dúvida e minha mãe perguntou: "Ainda não terminou?" E minha tia respondeu rápido: "Ontem não terminamos, faltou um pouco, mas hoje a gente termina. Pronto. Era exatamente o que eu esperava desde a primeira noite que vi ela saindo do quarto sem sutiã. Naquele dia, cheguei até mais cedo, o paciente dela ainda não tinha saído e eu já estava esperando. Assim que terminou e se despediu, ela me abraçou e me deu um beijo. Tia – Você tem razão, a gente quase não se vê. A tarde inteira de ontem me deixou pensando, e por isso me troquei na sua frente. Graças a isso, passei a noite toda pensando na vontade que tenho de aproveitar isso. Você foi ousado e deu certo: me excitou, me provocou, e o tesão não me deixa em paz. Já te curti um pouco de manhã, agora quero sentir você dentro de mim e quero aproveitar sem ficar pensando se é certo ou errado. Então agora sim, seu desejo vai se realizar.
E ela começou a tirar a roupa. Eu a segurei e falei: "Não, aonde você vai com tanta pressa? Isso é comigo." Tomei todo o tempo necessário para tirar peça por peça. Primeiro, uns beijos no pescoço, depois desci no meio dos peitos. Aos poucos, tirei a blusa dela, ela tirou minha camisa, e eu sentia como ela me abraçava e curtia minha pele. Tirei o sutiã e sentia os peitos dela no meu peito. Desci para desabotoar a calça enquanto chupava os peitos dela. Abaixei a calça enquanto apreciava a silhueta da bunda dela, as curvas das pernas. Passei a mão por todo o corpo dela, beijei os pés, chupei os joelhos, enfiei minha língua no cu dela, enfiei meus dedos na buceta encharcada. Ela me ajudou a estimular o clitóris. Deitamos no sofá da sala de espera. O 69 foi delicioso. Ela me chupava super gostoso enquanto eu chupava todos os líquidos que saíam da buceta dela. Ela estava tão quente que disse: "Já preciso que você meta, não aguento mais." Foi tão gostoso sentir meu pau entrando, estávamos muito molhados, era quente por dentro. E ver a cara dela de como aproveitou me deixa excitado até agora quando lembro. Eu beijava ela, apertava a bunda, pegava nos peitos, acariciava o cu. Pedi para ela parar porque estava muito excitado e não queria gozar. Aí, a gente trocou de posição e eu meti por trás, deitados de lado no sofá. Ela se arqueava de prazer, eu puxava um pouco o cabelo dela, parecia que ela gostava, pedia mais forte. A gente trocou de novo e ela se ajoelhou no sofá, e eu meti por trás, acariciando as costas dela, puxando o cabelo. Ela gritava de prazer. Chegou a vez de eu ficar embaixo e ela por cima, vendo ela pular com os peitos de fora, me deixou louco e ela também. Ela pedia mais forte, mais rápido, mais intenso, gritava tão gostoso e naquele momento ela gozou. A cara de prazer dela era a coisa mais linda, até cravou as unhas na minha perna de tão excitada que tava. Ela se levantou, montou em mim de novo, mas agora eu via as costas dela, mas o melhor era a vista da bunda dela em cima de mim. Ela começou a rebolando fazendo círculos, a bunda dela tava uma delícia, fez uns movimentos tão gostosos que eu não aguentei mais, na hora gozei dentro dela. Aproveitei tanto ela que nem acreditei, foi uma das melhores experiências da vida. A gente se abraçou um tempão, se beijou muito e foi pra casa. Ficamos os dois muito satisfeitos. Agora, toda vez que vejo ela, fico muito excitado. De vez em quando ela me dá um tapão na bunda ou eu aperto as nádegas dela ou dou um puxão no cabelo. Raramente a gente ficou sozinho de novo e conversou sobre o assunto, mas dá pra ver que ela fica feliz em me ver e eu sonho em sentir ela de novo como naquela vez.
1 comentários - Minha tia dentista gostosa