Pois é! A verdade é que eu não esperava que minha história fosse agradar tanto vocês, pelo menos agora não me sinto mais tão esquisita, mas já que vejo que querem saber o que aconteceu depois, então aqui vai a continuação dessa história muuuito longa… ——————————————————————————— Depois daquele dia em que confessei para minha mãe que eu gostava dos pés dela, nós começamos a ficar mais próximas. Às vezes acho que ela gostava de me ver toda animada indo procurar ela no quarto ou na sala pra cheirar e beijar os pés dela. Realmente, nunca passava disso: eu cheirava como uma louca por um bom tempo até me acalmar e ir embora. Mas ela parecia ter mais confiança comigo, porque agora ela brincava com a minha cara: esfregava as solas dos pés no meu rosto ou apertava meu nariz com os dedos dos pés. Assim foram passando alguns meses, mas como eu ainda estava na escola, comecei a fazer novas amizades, principalmente com uma boa amiga chamada Arleth, uma garota de pele morena, magra e alta até pros garotos, já que quando quase todo mundo media uns 1,50m, ela devia ter fácil uns 1,70m. Mas o que mais impressionava era o corpo dela, digamos… desenvolvido pra idade, algo que fazia ela parecer mais velha, mesmo sendo da minha mesma idade. Nós duas nos dávamos super bem porque costumávamos falar sobre pintar o cabelo ou sair pra comer sushi, e foi justamente isso que começamos a fazer: saíamos com frequência pra comer, eu ia muito na casa dela, e com tudo isso eu não percebi que estava negligenciando minha rotina com minha mãe. Quanto melhor eu ficava com ela, menos tempo eu dedicava à minha mãe e aos pés dela. Obviamente, isso a deixou chateada, porque um dia, quando cheguei bem tarde, quase de noite, ela me olhou irritada. Eu pensei que fosse por chegar naquele horário, mas nunca esperei que, quando nos sentamos no sofá, tivéssemos essa conversa:
- Filha, que horas são essas pra chegar?
- Mãe, mas eu te falei que ia com a Arleth, que a gente queria ir comer sushi e depois ainda fomos ao cinema.
- Mmm, ahã, mas você não me disse que ia demorar tanto.
- Mãe! Eu te falei! Mas cheguei antes de anoitecer! Por que você tá tão brava? Bom, porque acho que você não se importa mais comigo, não fala mais tanto comigo, não fica tanto em casa e, sabe, parou de brincar com meus pés... essa última parte me deixa corada. Não esperava que minha mãe agora gostasse que brincasse com os pés dela, meu coração bateu forte pela primeira vez e fiquei realmente em choque, não sabia o que responder ou fazer.
- Hã? Seus pés, mamãe? Será que... você gosta que eu cheire eles?
- Bom, agora me acostumei e acho estranho não ter você grudada neles...
- Mamãe... se quer que eu grude neles, é só pedir, não sabia que você gostava.
- Filha, é que é estranho, não quero dizer que gosto, mas é esquisito pedir algo assim para minha própria filha.
- Mas é o jogo que fazemos desde sempre, mamãe. Me perdoe, não sabia que você gostava tanto quanto eu. Posso fazer algo que você pedir para compensar por ter me afastado tanto.
Essa última parte foi o que fez minha mãe se acalmar. Parecia que ela queria que eu dissesse isso. Ela só se ajeitou no sofá e levantou um dos pés, tirando a chinela que agora, de tanto uso, tinha a marca da sola do pé.
- Filha, bom... hmm... primeiro beija meu pé para ver se ainda gosta.
Obviamente não precisei dizer duas vezes para que sua filha obediente fosse cheirá-lo. O odor dessa vez era agradável, parecia que ela tinha acabado de tomar banho e era gostoso. Cheirei um pouco e beijei, depois esfreguei um pouco. Embora não parecesse um pedido estranho nesse momento.
- É só isso, mamãe?
- Não, filha. Só queria saber se você ainda gosta dos meus pés, certo? Bom... quero que vamos para meu quarto e você me deixe assim como brinca com meus pés... eu brinco com os seus.
- Você com meus pés? Hã... sim, mãe, mas... eu fiquei de sapatos e meias o dia todo, meus pés devem estar fedendo.
- Não se preocupe, eu lavo suas roupas, filha. Não é como se eu não soubesse como você cheira quando chega da escola... além disso... você nunca reclamou do meu suor, ou reclamou?
Que agora fosse ela que brincasse com meus pés naquele momento me deixou muito desconfortável e estranha. Para mim era algo novo que nunca tinha experimentado e estava... minhas dúvidas sobre o que deveria fazer, mas como boa filha a segui até o quarto e, como ela pediu, me deitei na cama deixando meus pés ainda calçados. Olhava para o teto enquanto minha mãe se ajoelhava na minha frente, era muito estranho, e quando senti que ela colocou as mãos no meu sapato direito, tive um leve espasmo naquela perna, mas me acalmei ao ver como minha mãe, ao tirar meu sapato, tinha uma expressão muito concentrada. Ela fechou os olhos para sentir o aroma do meu suor acumulado de quase 12 horas – era um cheiro bem forte, ainda mais sendo uma garota com tantos hormônios por causa das mudanças físicas, mas mesmo assim minha mãe não se perturbou. Se tivesse que admitir, naquele momento eu já sabia que ela gostou daquele cheiro. Ela deixou meu sapato cair e tirou minha meia para ver meu pé branquinho e magrinho. A sola, por estar suada e quente por tanto tempo, ficou meio macia e bem pulsante. Parecia que aquilo deixou minha mãe comovida, pelo sorriso que ela tinha, e ela aproximou o rosto dos meus pezinhos.
– Hehehe, minha menina, seus pezinhos são tão lindos.
– Sério, mamãe? Não estão fedendo muito?
– Nada, querida, esse aroma é normal, mas se você quiser…
Minha mãe fechou os olhos e, diferente de mim, pelo tamanho da boca dela e o tamanho pequeno dos meus pés, conseguiu colocar três dos meus dedinhos na boca. Deu cócegas, mas dentro da boca dela eu sentia a língua dela passando entre meus dedinhos – aquela sensação me deixou estranha, não sabia descrever, mas gostei da sensação. Ficamos em silêncio, mas ela continuou absorta lambendo. Terminou com meus dedos e seguiu beijando a sola do meu pé enquanto massageava.
– Viu como faço? É assim que você deve agradar os pés da mamãe.
– Mamãe, é bom do jeito que você faz…
– Eu sei, querida, faço isso para seus pezinhos não doerem por ficar na rua o dia todo, mas você já sabe… não conta isso para ninguém.
Eu só balancei a cabeça e mordi um pouco o lábio de tão bom que era a massagem, que depois mudou para o outro pé, enquanto lambia um e o… Ela beijava o outro, massageava devagar. Para mim, aqueles 30 minutos em que ela brincou com meus pezinhos foram incríveis, fiquei na cama feliz por minha mãe ter me ensinado a brincar daquela forma e, claro, agora eu queria que ela brincasse com meus pés todos os dias. Naquela noite, dormimos juntas, já que não quis sair da cama dela. Mas na manhã seguinte, a caminho da escola, foi a primeira vez que me perguntei: "É normal gostar tanto de pés?" Eu não tinha celular naquela época, então não dava pra simplesmente pesquisar no Google, e também não tinha computador em casa. A única solução era ir a um cybercafé ou usar os computadores da escola, que foi o que fiz. No recreio, disse à minha amiga Arleth que ia fazer tarefa na biblioteca, então fui sozinha para os computadores.
A primeira coisa que pesquisei foi: "É normal gostar de pés?" A resposta era óbvia. Depois de ver algumas páginas, descobri os "fetiches" — coisas relacionadas à sexualidade que "ligavam" as pessoas e, no meu caso, eram os pés. Claro, agora eu precisava entender o que era essa tal de "ligação". Isso me levou a uma busca que não só tomou todo o recreio, mas também a aula seguinte. Tentei aprender o máximo no pouco tempo que tinha, mas foi o suficiente para entender um pouco sobre "ficar excitada". Agora eu tinha uma vaga ideia do que estava acontecendo na minha cabeça, mas claro, precisava aprender mais — e essas não eram perguntas que eu podia fazer a qualquer um. Por isso, a partir daquele dia, todos os meus recreios foram dedicados a aprender mais.
Passaram uns dois dias, e agora eu entendia melhor que havia muitas coisas que não podia ver porque aquele computador bloqueava vários links, especialmente algo chamado "porno". Outra coisa que consegui aprender foi... sobre incesto. Como o que eu fazia com minha mãe era muito malvisto pelos outros, e entendi por que ela não queria que ninguém soubesse. Mas uma parte de mim... gostava, porque agora eu conseguia entender melhor o que estava acontecendo comigo. E era que... parecia que eu tinha me apaixonado pela minha mãe, e ela por mim — era consensual, e se ela... ela gostava e se ninguém se metesse, então… eu não veria problema ——————————————————————————— Como eu disse, essa história é longa, tento omitir muitos detalhes para não ficar ainda mais extensa. Se continuarem dando apoio, vou postar mais rápido essa história que está só começando, e eu tenho muito pra desabafar, muitas coisas que nunca tive coragem de contar e que agora vou falar
- Filha, que horas são essas pra chegar?
- Mãe, mas eu te falei que ia com a Arleth, que a gente queria ir comer sushi e depois ainda fomos ao cinema.
- Mmm, ahã, mas você não me disse que ia demorar tanto.
- Mãe! Eu te falei! Mas cheguei antes de anoitecer! Por que você tá tão brava? Bom, porque acho que você não se importa mais comigo, não fala mais tanto comigo, não fica tanto em casa e, sabe, parou de brincar com meus pés... essa última parte me deixa corada. Não esperava que minha mãe agora gostasse que brincasse com os pés dela, meu coração bateu forte pela primeira vez e fiquei realmente em choque, não sabia o que responder ou fazer.
- Hã? Seus pés, mamãe? Será que... você gosta que eu cheire eles?
- Bom, agora me acostumei e acho estranho não ter você grudada neles...
- Mamãe... se quer que eu grude neles, é só pedir, não sabia que você gostava.
- Filha, é que é estranho, não quero dizer que gosto, mas é esquisito pedir algo assim para minha própria filha.
- Mas é o jogo que fazemos desde sempre, mamãe. Me perdoe, não sabia que você gostava tanto quanto eu. Posso fazer algo que você pedir para compensar por ter me afastado tanto.
Essa última parte foi o que fez minha mãe se acalmar. Parecia que ela queria que eu dissesse isso. Ela só se ajeitou no sofá e levantou um dos pés, tirando a chinela que agora, de tanto uso, tinha a marca da sola do pé.
- Filha, bom... hmm... primeiro beija meu pé para ver se ainda gosta.
Obviamente não precisei dizer duas vezes para que sua filha obediente fosse cheirá-lo. O odor dessa vez era agradável, parecia que ela tinha acabado de tomar banho e era gostoso. Cheirei um pouco e beijei, depois esfreguei um pouco. Embora não parecesse um pedido estranho nesse momento.
- É só isso, mamãe?
- Não, filha. Só queria saber se você ainda gosta dos meus pés, certo? Bom... quero que vamos para meu quarto e você me deixe assim como brinca com meus pés... eu brinco com os seus.
- Você com meus pés? Hã... sim, mãe, mas... eu fiquei de sapatos e meias o dia todo, meus pés devem estar fedendo.
- Não se preocupe, eu lavo suas roupas, filha. Não é como se eu não soubesse como você cheira quando chega da escola... além disso... você nunca reclamou do meu suor, ou reclamou?
Que agora fosse ela que brincasse com meus pés naquele momento me deixou muito desconfortável e estranha. Para mim era algo novo que nunca tinha experimentado e estava... minhas dúvidas sobre o que deveria fazer, mas como boa filha a segui até o quarto e, como ela pediu, me deitei na cama deixando meus pés ainda calçados. Olhava para o teto enquanto minha mãe se ajoelhava na minha frente, era muito estranho, e quando senti que ela colocou as mãos no meu sapato direito, tive um leve espasmo naquela perna, mas me acalmei ao ver como minha mãe, ao tirar meu sapato, tinha uma expressão muito concentrada. Ela fechou os olhos para sentir o aroma do meu suor acumulado de quase 12 horas – era um cheiro bem forte, ainda mais sendo uma garota com tantos hormônios por causa das mudanças físicas, mas mesmo assim minha mãe não se perturbou. Se tivesse que admitir, naquele momento eu já sabia que ela gostou daquele cheiro. Ela deixou meu sapato cair e tirou minha meia para ver meu pé branquinho e magrinho. A sola, por estar suada e quente por tanto tempo, ficou meio macia e bem pulsante. Parecia que aquilo deixou minha mãe comovida, pelo sorriso que ela tinha, e ela aproximou o rosto dos meus pezinhos.
– Hehehe, minha menina, seus pezinhos são tão lindos.
– Sério, mamãe? Não estão fedendo muito?
– Nada, querida, esse aroma é normal, mas se você quiser…
Minha mãe fechou os olhos e, diferente de mim, pelo tamanho da boca dela e o tamanho pequeno dos meus pés, conseguiu colocar três dos meus dedinhos na boca. Deu cócegas, mas dentro da boca dela eu sentia a língua dela passando entre meus dedinhos – aquela sensação me deixou estranha, não sabia descrever, mas gostei da sensação. Ficamos em silêncio, mas ela continuou absorta lambendo. Terminou com meus dedos e seguiu beijando a sola do meu pé enquanto massageava.
– Viu como faço? É assim que você deve agradar os pés da mamãe.
– Mamãe, é bom do jeito que você faz…
– Eu sei, querida, faço isso para seus pezinhos não doerem por ficar na rua o dia todo, mas você já sabe… não conta isso para ninguém.
Eu só balancei a cabeça e mordi um pouco o lábio de tão bom que era a massagem, que depois mudou para o outro pé, enquanto lambia um e o… Ela beijava o outro, massageava devagar. Para mim, aqueles 30 minutos em que ela brincou com meus pezinhos foram incríveis, fiquei na cama feliz por minha mãe ter me ensinado a brincar daquela forma e, claro, agora eu queria que ela brincasse com meus pés todos os dias. Naquela noite, dormimos juntas, já que não quis sair da cama dela. Mas na manhã seguinte, a caminho da escola, foi a primeira vez que me perguntei: "É normal gostar tanto de pés?" Eu não tinha celular naquela época, então não dava pra simplesmente pesquisar no Google, e também não tinha computador em casa. A única solução era ir a um cybercafé ou usar os computadores da escola, que foi o que fiz. No recreio, disse à minha amiga Arleth que ia fazer tarefa na biblioteca, então fui sozinha para os computadores.
A primeira coisa que pesquisei foi: "É normal gostar de pés?" A resposta era óbvia. Depois de ver algumas páginas, descobri os "fetiches" — coisas relacionadas à sexualidade que "ligavam" as pessoas e, no meu caso, eram os pés. Claro, agora eu precisava entender o que era essa tal de "ligação". Isso me levou a uma busca que não só tomou todo o recreio, mas também a aula seguinte. Tentei aprender o máximo no pouco tempo que tinha, mas foi o suficiente para entender um pouco sobre "ficar excitada". Agora eu tinha uma vaga ideia do que estava acontecendo na minha cabeça, mas claro, precisava aprender mais — e essas não eram perguntas que eu podia fazer a qualquer um. Por isso, a partir daquele dia, todos os meus recreios foram dedicados a aprender mais.
Passaram uns dois dias, e agora eu entendia melhor que havia muitas coisas que não podia ver porque aquele computador bloqueava vários links, especialmente algo chamado "porno". Outra coisa que consegui aprender foi... sobre incesto. Como o que eu fazia com minha mãe era muito malvisto pelos outros, e entendi por que ela não queria que ninguém soubesse. Mas uma parte de mim... gostava, porque agora eu conseguia entender melhor o que estava acontecendo comigo. E era que... parecia que eu tinha me apaixonado pela minha mãe, e ela por mim — era consensual, e se ela... ela gostava e se ninguém se metesse, então… eu não veria problema ——————————————————————————— Como eu disse, essa história é longa, tento omitir muitos detalhes para não ficar ainda mais extensa. Se continuarem dando apoio, vou postar mais rápido essa história que está só começando, e eu tenho muito pra desabafar, muitas coisas que nunca tive coragem de contar e que agora vou falar
4 comentários - Pés da minha mãe Pt2
Sinceramente creo que el fetiche de pies es mas común de lo que se dice solo que no es algo muy hablado.
Espero sigas subiendo mas de tu historia linda. +10