Verão gostoso com Anna

Isso é ficção, mas inspirado em fatos reais.Juan tava de férias e passava o verão com os pais na casa deles, na beira de um lago no norte. A sobrinha dele, Anna, tinha morado com os avós no último ano pra se afastar da mãe, uma mulher com sérios problemas com álcool.

Anna era uma garota de olhos lindos, cabelo castanho, lábios doces e pernas fortes e bem torneadas. Juan não morava lá nos últimos quinze anos e todos os amigos dele tinham ido embora, então ele e Anna passavam a maioria dos dias na beira do lago, deitados em redes, nadando e velejando.

Anna adorava descansar na proa do veleiro pequeno deles, tomando sol, sentindo a brisa no corpo com o som suave da vela e das ondas nos ouvidos, e o melhor de tudo, ter o tio favorito dela agindo como capitão particular, levando ela por todo o lago.

Juan adorava ser o timoneiro dela; Anna era uma jovem encantadora e ele tinha orgulho de ser tio dela. Ela era muito gostosa e tinha um ótimo senso de humor. Enquanto navegavam pelo lago ou depois de um dos mergulhos diários no lago quente, era difícil pro Juan não olhar fixamente pro corpo da Anna: pés, pernas, barriga, ombros, braços e a cara doce com os olhos gentis. Mais difícil ainda era não olhar pros peitos pequenos mas alegres dela, especialmente quando a brisa fazia os biquinhos ficarem durinhos. Juan se perguntava se eles eram rosados ou morenos e queria muito descobrir.

Uma manhã, eles estavam tomando sol no convés e o sol quente animava eles a ficar antes de voltar pra beira pro almoço. Juan deixava os olhos passearem pelo corpo da Anna, especialmente nos quadris e na parte de baixo do biquíni. Anna tava deitada na horizontal com os braços cruzados atrás da cabeça, de olhos fechados e com o cabelo comprido e brilhante sobre os braços e em volta da cabeça. Ela adorava ficar bronzeada e, como tinha a pele tão clara, era difícil conseguir um bronzeado realmente escuro sem se queimar. As pernas longas dela As pernas dela estavam levemente abertas e Juan tinha se posicionado perto dos pés dela, de frente pra ela, fingindo olhar pra água.
Juan acariciava mentalmente o corpo da Anna, beijava a barriga dela, traçava os contornos do biquíni dela, respirava a fragrância inebriante de pêssego doce da buceta dela.
O leve contorno da vulva dela estava delicadamente marcado pela fenda que separava os lábios macios. Juan conseguia até ver vários pelos pubianos escapando do biquíni e queria poder alcançá-los e tocá-los, não que ele achasse errado desejar a sobrinha, mas não sabia como se expressar sem assustar ou incomodar ela. Ele tinha trinta e seis anos, um pouco de cabelo grisalho e uma barriguinha, e duvidava que fosse nisso que ela pensava quando estava na cama sonhando com o príncipe encantado dela.
— Tio Juan — ela disse, trazendo ele de volta ao presente — Você passa um pouco de protetor solar nas minhas pernas?
— Puta merda, claro! — pensou ele, e pegou o bronzeador. Juan se moveu pra sentar onde conseguisse alcançar a Anna dos músculos da coxa até os dedos dos pés. Enquanto Juan passava o bronzeador nas mãos, Anna disse — Não muito, por favor. Mas espalha bem.
— Claro, gata.
Com isso, Juan começou a espalhar suavemente o bronzeador na coxa mais próxima dela e depois começou a massagear a perna dela com mais firmeza, do joelho pra cima até a borda da parte de baixo do biquíni. Juan aplicou o bronzeador na pele quente da sobrinha com uma combinação de pressão dos polegares e a área larga das palmas. Anna respondeu com suspiros suaves e Juan curtiu a sensação do corpo dela e o prazer que tava dando pra ela.
Juan terminou a perna direita da Anna e depois começou com a esquerda. Pra facilitar uma massagem mais forte na Anna, Juan se ajoelhou perto dos pés dela e começou a subir, agora montado na parte de baixo das pernas dela, depois montado nos joelhos enquanto passava por cima. suas coxas e finalmente se concentrou na parte superior delas. Com uma mão na parte externa de ambas as coxas, Juan aplicou a loção na pele bronzeada dela. Os polegares de Juan desviaram bem perto daqueles pelinhos pubianos perdidos que ele tinha visto antes, mas ele se conteve sem ir longe demais.
Anna soltou um suspiro forte — Ooohhh tio Juan, isso é muito gostoso. Você faria na minha barriga agora?
Juan não se imaginava dizendo não para Anna, que ainda estava de olhos fechados, e ele ficava feliz que ela não pudesse ver o volume grande do pau dele na sunga. Quando terminou de esfregar bem de leve a barriga, os ombros e os braços de Anna, e antes que ela pudesse ver o volume dele, Juan pulou na água dizendo — Corrida até a margem.
Anna reclamou — Isso não é justo! — mas pulou atrás dele. Quando chegaram na margem, o pau de Juan já tinha voltado ao normal, e isso o aliviou.
Naquela noite, estavam vendo TV, juntos no sofá, depois que os pais dela tinham ido dormir. Estavam sentados bem juntinhos e ele tinha um braço em volta dos ombros dela. Anna tinha apoiado a cabeça nele e, casualmente, deixou uma mão descansar na coxa dele. De repente, ela se virou para ele e disse — Estou muito feliz por você estar na minha vida.
Isso surpreendeu Juan, já que a família dele não era muito de demonstrar esse tipo de sentimento, mas ele disse — Eu também, sabe que te amo muito.
— Eu também — disse ela, voltando a cabeça para o ombro dele.
Juan apertou ela, e ela se aproximou mais, puxando a perna dele. Então ela começou a passar os dedos pelos pelos da perna dele. Ele pensou que ela não podia saber o efeito que estava causando, mas Juan estava tão excitado com a sobrinha que aquela pequena estimulação fez o pau dele subir, e o desejo e a dor nas bolas dele fizeram todos os outros pensamentos sumirem da mente dele.
Ele queria mover a mão dela para a virilha dele para que ela pudesse sentir o que estava provocando nele, mas o que ela faria? ela? Queria passar as mãos nos peitos dela, mas isso seria um erro grave. Ou não seria? Afinal, de manhã ele passou protetor solar em quase todas as partes do corpo dela e ela adorou. Ela podia ceder à luxúria sexual que ele sabia que ela tinha; que ela curtiria as carícias íntimas que o tio dela daria, que as mãos dele no corpo quente dela dariam tanta alegria a ela quanto a ele.
Naquele momento, o barulho do pai dele roncando no quarto ao lado da sala o trouxe de volta à realidade e ele disse— Acho melhor a gente ir pra cama agora, né?
— Tão cedo? —disse Anna com um tom perceptível de decepção. Eles desligaram a TV e foram pros seus quartos separados. As visões de Anna encheram a cabeça de João e antes que ele dormisse, começou a acariciar a própria pica, de cima pra baixo, puxando e apertando até a cabeça roxa inchar o dobro do tamanho normal na posição ereta e enquanto gozava, imaginou que estava enchendo de leite a bucetinha doce dela, dizendo— Anna, tô gozando —As palavras dele saíram um pouco alto demais e ele percebeu no final. Só uma parede fina separava os quartos deles.
Na manhã seguinte, eles saíram de novo pra passar o dia no lago.
Aquela área do lago em agosto pode ser muito quente e úmida, então João montou uma barraca pra duas pessoas na beira do lago. Lá seria mais fresco e, como ficava bem longe da casa e dos vizinhos, era um lugar bem privado. Lá ele podia fantasiar com a sobrinha e se masturbar sem se preocupar com alguém ouvir. Depois de um dia muito quente, João e Anna estavam sentados na beira olhando o lago enquanto o sol se punha, dando um show lindo. Infelizmente, os mosquitos também apareceram.
Em vez de voltar pra casa, João, com o coração na boca, perguntou a Anna se ela queria ir pra barraca, já que ainda era cedo e fazia muito calor na casa. Estariam melhor lá, com o frescor da água.
Ficou excitado com o que poderia acontecer se tivesse coragem de tentar.

— Eu adoraria, é muito gostoso ficar perto da água — disse Anna. Juan abriu o zíper da barraca pequena e deixou Anna entrar primeiro. Enquanto ela descia de mãos e joelhos para entrar na barraca, ele imaginou se ajoelhar atrás dela e como seu pau e suas bolas se sentiriam ao empurrar contra as coxas e a bunda dela. A excitação com as coisas possíveis que viriam o deixou tonto e, com o coração acelerado, ele a seguiu até a barraca.

No começo, descansaram tranquilamente sentindo o ar fresco que vinha do lago. Então Juan se arriscou mais do que nunca e disse a Anna:
— Ainda estou muito suado por causa do calor abafado; você se importa se eu tirar isso? — Sem esperar resposta, tirou o shorts e a camiseta.

A barraca estava escura e Anna se aproximou dele e tocou seu peito:
— Tio Juan, você está pelado?

— Sim, fica muito melhor. Você devia experimentar — disse Juan, tentando soar o mais despreocupado possível.

— Tio Juan?... — disse Anna —... você pode desamarrar meu tênis?

Juan sentou e começou a desatar os sapatos de Anna. Enquanto fazia isso, ouviu ela se remexer para tirar a camiseta sem se sentar. Virando-se para Anna, Juan estendeu a mão e ajudou ela a se levantar. Enquanto ela colocava os braços sobre a cabeça, ele a ajudou a tirar a camiseta e pôde sentir o calor do corpo dela. Juan terminou de desatar os cadarços, tirou as meias dela e fez cócegas nos pés dela, o que a fez rir.

Ouviu ela desabotoar o sutiã e, jogando-o de lado, se deitar no travesseiro:
— Tira meu shorts, tio Juan... por favor. — Nessa altura, o sangue corria nas veias de Juan e seu rosto estava quente, mas era o pau dele que parecia estar absorvendo a maior parte do sangue do corpo. Juan nunca o tinha sentido tão duro e sabia que aquela ia ser uma noite para lembrar pelo resto da vida. Com dedos Trêmulos, Juan começou a desabotoar o shortinho da Anna. Dava pra sentir o calor da pele dela enquanto soltava devagar o primeiro botão. Depois, puxou o zíper, afrouxando a parte de cima do short e, enquanto descia ele pelas coxas dela, ela levantou o quadril pra ajudar. Deixando o short de lado, Juan se mexeu pra ficar sentado de frente pra ela, com as pernas dela abertas de cada lado dele; as próprias pernas esticadas na frente, uma de cada lado da Anna. Devagar, as mãos dele deslizaram pelo corpo dela, das coxas pra cintura, passando pelos lados dos peitos, pelos ombros, até o rosto, que ele segurou com cuidado e disse— Quero fazer amor com você. Cê topa?
Anna concordou com a cabeça, falando— Ah, sim! Quero que você faça — E Juan soube que os sonhos dele estavam prestes a se realizar.
Os peitos da Anna eram firmes e se erguiam orgulhosos no peito dela; os biquinhos endureceram enquanto as mãos de Juan acariciavam os seios dela, fazendo círculos largos em volta dos mamilos. Os dedos dele beliscavam cada mamilo e puxavam de leve; isso fez ela respirar rápido e perceber que tinha ficado sem fôlego. Pensou— Ele tá tão excitado quanto eu! — e dava pra sentir o coração dele batendo tão forte quanto o dela. Tudo na Anna deixava ele no limite do impossível. Ela cobriu as mãos dele com as dela e apertou contra os próprios peitos, dizendo— Nossa! Tio Juan, isso é tão gostoso. Me acaricia, me acaricia inteira.
Juan tava super feliz em ajudar. Amava a sobrinha e queria fazer tudo que pudesse imaginar pra agradar ela — e a imaginação dele era bem fértil. O cheiro do perfume dela chegava até ele e confundia, porque a Anna não usava perfume sempre. Aí ele percebeu que era o cheiro natural dela, e que parte daquele cheiro maravilhoso vinha de entre as pernas dela. Então, largando os peitinhos dela, começou a acariciar o torso e a barriga Ficou no umbigo dela por um momento, saboreando a emoção de estar numa situação tão íntima com a sobrinha jovem.
— Jesus! O que eu tô fazendo? — ele pensou consigo mesmo. Mas esse pensamento não durou muito, e ele lembrou o que o próprio tio Alfredo tinha dito— Um pau duro não tem consciência! — Juan riu sozinho e sentiu a barriga lisa de Anna, alcançando a borda superior da calcinha dela com os dedos, como tinha feito mil vezes na imaginação, mas isso era muito melhor. Os dedos dele estavam tão sensíveis que sentiram cada crista da renda que contornava a parte de cima da calcinha dela. A respiração dele estava rápida, e ele sabia que ela tava gostando, mesmo sendo tímida demais pra falar sobre o que ele tava fazendo.
Ele passou a mão por baixo das coxas dela pra agarrar cada nádega e levantou os quadris dela ao mesmo tempo, inclinando-se pra frente pra poder aspirar o cheiro dela, que agora era ainda mais intenso e fez a cabeça dele voar.
— Posso? — perguntou Juan. Anna, em resposta, levantou os quadris um pouco mais e esfregou a cara dele na virilha dela. Juan apertou o rosto contra a calcinha. O tecido macio acariciou a cara de Juan, e o calor da buceta dela disse que Anna tava tão excitada quanto ele. A parte interna da coxa de Anna era a coisa mais macia que Juan já tinha notado. Com o nariz e os lábios, Juan explorou a virilha de Anna, se excitando com o calor, a maciez e a intimidade da conexão deles.
Através do tecido fino da calcinha dela, Juan beijou e acariciou a área mais privada de Anna por vários minutos antes de deixar ela relaxar. Enquanto fazia isso, Juan se aproximou dela pra que o pau bem duro dele ficasse debaixo dela enquanto ela relaxava. Essa posição colocou Anna numa situação extremamente íntima com Juan, e a excitação dela continuou aumentando. A pressão da bunda dela no membro dele era maravilhosa; encaixava perfeitamente entre as nádegas dela, e ele sabia que ela podia sentir o calor dele enquanto ele... pressionava entre as nádegas dela. Anna apoiou a bunda ainda coberta pela calcinha no pau dele, dizendo — Ah, adoro isso!
Ela respirava com dificuldade enquanto enfiava os dedos na cintura da calcinha e fazia uma pausa. Anna disse — Tio Juan, tira minha calcinha e coloca sua boca na minha buceta! — A garota se levantou um pouco e Juan começou a puxar a calcinha sobre os quadris dela. Quando a peça se soltou da bunda macia dela, Anna juntou as pernas e os pés até o topo da barraca. Os joelhos dela ficaram na frente do rosto de Juan, e ele terminou de tirar a pequena e sedosa peça. Juan colocou a calcinha dela de lado e pegou as duas pernas de Anna nas mãos, segurando-as juntas enquanto acariciava as panturrilhas firmes e as coxas, cobrindo-as de beijos.
Depois de devolver as pernas dela para os lados, Juan levantou os quadris de Anna de novo até o rosto e começou a cobrir a buceta dela com beijinhos. Anna não tinha aparado a linha do biquíni, e os pelos pubianos jovens, cor de mogno, estavam exatamente como Deus fez. Como ela ainda era bem jovem, não eram muito grossos nem largos, mas Juan sabia que era a coisa mais doce que já tinha visto e beijado. A boca de Juan continuou acariciando as coxas dela, o púbis e a parte de baixo da barriga com beijos, beijos de língua e lambidas.
Com uma mão, Juan sustentava os quadris erguidos de Anna, e com a outra ele tocava e acariciava as nádegas do rabo dela e o pequeno buraco escondido entre elas, as coxas macias mas fortes, a parte de baixo da barriga com os pelinhos finos e diminutos, os pelos pubianos macios e cheirosos. Juan sabia que aquilo era o paraíso; queria que a vida pudesse ser sempre tão maravilhosa. Apesar de tudo isso, ele ainda não tinha se aprofundado entre os delicados lábios internos da buceta dela. Estava guardando para o momento certo, e esse momento finalmente tinha chegado. Anna colocou as mãos atrás da cabeça dele, e ele separou os lábios internos dela com o nariz, depois com os lábios e a língua. O doce dela... Os sucos escorreram e cobriram o rosto dela enquanto ele acariciava os lábios da buceta com a língua. Ele até meteu a cara no buraquinho doce dela e sentiu o gosto da própria buceta e a emoção dela escorrendo pela boca dele, mas ainda não tinha tocado no clitóris dela.
Enquanto comia a buceta mais gostosa da vida dele, Juan ouvia os gemidos dela mostrando a vontade crescente de ser comida. Quando Anna empurrava o quadril na boca de Juan com mais força, ele sabia que era hora de atacar o clitóris dela com os lábios. Os lábios de Juan envolveram delicadamente a bucetinha de Anna e, quando ele chupou de leve, Anna sussurrou — Jesus, isso é muito bom! Não para, não para, tio Juan — e começou a esfregar a buceta na boca dele com força de verdade.

Juan não tinha a menor intenção de parar; na verdade, ele ficaria feliz em lamber e chupar a buceta dela o resto da noite ou até a mandíbula cair, o que viesse primeiro. Com a mão livre, Juan começou a explorar o túnel secreto de Anna e enfiou os dedos na vagina dela, acariciando bem de leve e puxando de volta. Isso fez Anna gemer cada vez mais — Sim, sim, sim... — Juan virou a palma da mão para cima e, com os dedos, varreu a parte de cima da vagina de Anna. Quando encontrou o ponto G, ela respirou fundo e ofegou — Tio Juan, eu, euuu...

Anna estava gozando, e Juan se sentia muito feliz por ter levado ela a esse pico de prazer sexual. Enquanto Anna passava pelo clímax, Juan continuou mordiscando de leve os lábios pequenos dela e a virilha. Finalmente, Anna relaxou completamente e o quadril dela afundou de novo. Juan se recostou sobre as mãos e descansou, mas o pau dele não descansava nem um pouco. O pau dele estava duro pra caralho e agora estava bem na frente da buceta molhada de Anna. Ele sentia o calorão que vinha dela e só pensava em enfiar em Anna e sentir ela enroscando os braços e as pernas nele enquanto ele... mexia dentro da sua buceta doce.
Anna se meteu entre as pernas dele e pegou suavemente a pica de Juan nas mãos. Sentiu a pele apertada e depois a cabeça em formato de cogumelo, onde encontrou uma quantidade enorme de líquido escorregadio que escorria da pica dele. Juan mudou de posição, ficando de joelhos entre as pernas dela, o que facilitou pra Anna alcançá-lo. Com os dedos, ela acariciou as bolas dele com uma mão e seguiu o rastro dos dedos desde os pelos pubianos até a ponta da pica e as costas. As mãos dela excitavam Juan ainda mais do que o fato de ele estar chupando a buceta dela, e ele decidiu que não podia mais esperar pra meter na buceta dela.
Tudo o que ele conseguiu dizer foi: — Agora, Anna, quero foder sua buceta agora!
Em vez de responder, Anna envolveu as pernas em volta das costas de Juan e puxou ele pra baixo, contra o peito dela. Depois, colocou as mãos atrás da cabeça dele, aproximou a boca dele da dela e deixou as línguas dançarem na boca um do outro. O corpo de Juan estava sobrecarregado sensorialmente pela língua e pelos lábios da boca de Anna. Ele podia sentir os peitos dela pressionados contra o peito dele, o calor da barriga dela contra a dele, mas ainda tinha mais por vir.
Juan sentia a ponta da pica roçar em Anna entre as coxas dela. Com uma mão, ele molhou a ponta do pau com um pouco de saliva que colocou na ponta dos dedos e, suavemente, deslizou a pica pra cima e pra baixo nos lábios quentes de Anna até que eles se separaram e espalharam a umidade por toda a cabeça da pica dele. Juan se apoiou nos dois braços, e Anna assumiu o controle da pica dele. Anna empurrou, pressionando os lábios da buceta contra a pica dele, enquanto Juan começou a bombear e deslizar pra cima e pra baixo contra a parte de fora da buceta dela. Isso fez Anna exclamar: — Isso é fantástico!... Tio Juan, por favor, me fode agora! — Anna pressionou a cabeça do pau de Juan na pequena abertura dela, e Juan começou a pressionar firme pra dentro. Quando Juan enfiou a pica na buceta apertada de Ana, ela gemeu, e Juan quase desmaiou quando o calor da buceta dela fez o pau dele parecer que estava em chamas.
Ana aproveitou e gozou tanto que num instante encharcou o pau dentro da buceta dela. Ele sentiu a tensão do próprio pau e cada pedacinho do seu comprimento dentro da buceta da Ana. Sentiu os pelos pubianos apertados dela e o resto dos corpos deles, até as bocas que se beijavam com um fervor que Juan nunca tinha conhecido antes. Sabia que Ana o queria tanto quanto ele a queria, e Juan ia dar a Ana tudo o que pudesse. A respiração pesada de Ana era todo o estímulo que ele precisava; ele se ergueu sobre as mãos, rompendo o contato com a boca dela, e começou a bombear o pau na buceta quente e acolhedora de Ana com todo o seu ardor. Era um prazer que ele queria que durasse para sempre, e teria tentado fazer exatamente isso se Ana não tivesse abaixado as pernas e as juntado, depois de fazer Juan sentar-se montado nela com o pau ainda dentro da buceta. Juan tinha acabado de começar a acariciar Ana de novo quando ela apertou as coxas e a buceta, depois agarrou a bunda de Juan e puxou ele para perto, dizendo: — Agora, tio Juan, goza dentro da minha buceta.

Isso era demais para resistir; Juan podia imaginar a visão da vara dura deslizando entre as coxas dela e se esfregando contra o pequeno capuz que cobria o clitóris dela, que era dominado pelo montinho da buceta peluda. Juan adorava essa posição e sabia que nunca durava muito quando fodiam assim. Ouvir ela pedindo para ele gozar dentro dela o levou ao limite, e o próprio orgasmo o arrastou; tudo o que ele conhecia era o prazer intenso que corria das bolas até a espinha e o sêmen quente e ardente que jorrava dele e entrava no túnel escuro e quente que Ana lhe dava para aproveitar. Quando ele entrou na buceta doce e escura de Ana, pôde ouvi-la dizendo: — Tio Juan... estou gozando de novo... não para... não para... Me come... me come... ¡¡¡Me come… me come!!!!
Por um tempo, os arrepios nas bolas dele fizeram o Juan soltar um pouco mais de porra dentro da Anna e, com os braços e pernas dela enroscados nele, o Juan queria ficar ali para sempre. Depois de vários minutos, bem na hora que o pau do Juan tava escorregando pra fora da buceta da Anna, ela sussurrou pra ele— Quando a gente pode fazer de novo, tio Juan?
O Juan sabia que o verão ia ser uma maravilha e sussurrou pra Anna— Vamos voltar e começar agora mesmo! —A Anna disse— Ah, que bom —e começaram de novo.

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