Hoje vou contar o que andei fazendo na última semana de fevereiro. Fui de férias pra Cariló, no apartamento de um conhecido, sozinha, pra desconectar do trampo, relaxar e curtir a praia.
Mesmo indo no modo relax, não dava pra ficar 100% tranquila. Óbvio que levei biquínis pequenininhos que deixavam pouco pra imaginação, shorts que não cobriam minha bunda por completo, tops meio transparentes e roupas chamativas pra não perder o costume. Detalhe importante: tava há mais de um mês e meio sem nenhuma ação, e meu corpo já tava sentindo falta.
No primeiro dia, saí do apartamento com meu biquíni preto. No terceiro andar, entraram eles: uma mulher loira com dois filhos e um senhor de cabelo preto curto, meio grisalho, alto, barba curta com alguns fios brancos. Ele me olhou de cima a baixo sem disfarçar, os olhos pararam nos meus peitos, desceram pra minha cintura e se cravaram na área do biquíni. Mesmo com a família do lado, ele manteve o olhar fixo. Quando chegamos no térreo, olhei de canto antes de sair do elevador e notei um volume grande e grosso no short dele. Óbvio que o senhor chamou minha atenção.
No dia seguinte, na praia. Eu tava tomando sol de bruços, virei pra ficar de barriga pra cima e lá estava ele, a poucos metros, brincando com as crianças enquanto a mulher lia, me encarando. Dessa vez a ereção foi mais evidente: short cinza esticado e um volume pesado e comprido. Ele tentou se ajeitar, mas eu já tinha visto. Mordi o lábio e segui com o que tava fazendo, sabendo que ele tava me devorando com os olhos.
Na mesma tarde, voltando da praia, eu entrava no apartamento com o biquíni molhado colado no corpo e ele vinha caminhando sozinho — a mulher e os filhos estavam uns metros atrás. Quando me viu, parou, o olhar desceu direto pros meus peitos e o volume apareceu de novo, ainda maior. Passei do lado dele e sorri de leve.
— Oi de novo — falei baixinho.
— Oi... você tá muito bronzeada.
— Valeu, o sol ajuda — respondi com um sorriso.
A mulher nem prestou atenção na situação, como se Se a gente não existisse, ele continuou andando normal e cada um seguiu seu rumo.
No dia seguinte de manhã, eu saía do apartamento com um top branco curto e um short preto apertado. Entrei no elevador e no terceiro andar ele entrou sozinho. Assim que as portas se fecharam, o olhar dele percorreu meu corpo inteiro, o volume apareceu na hora. Não disse nada no começo, só me olhou.
— Bom dia — falei sorrindo.
— Bom dia… — respondeu, e engoliu seco.
Ele falou num tom resignado, o elevador chegou e eu saí primeiro, senti o olhar dele me seguindo até a porta de saída.
Na mesma tarde, umas 3 horas depois do almoço, coloquei um biquíni vermelho e voltei pra praia. No elevador, cruzei com ele de novo, ele me olhou de cima a baixo, dessa vez estava sem camisa e de sunga.
— Boa tarde de novo, cê tá me seguindo? — ele falou com um sorriso safado enquanto entrava no elevador.
— Boa tarde haha não, juro que não — respondi rindo.
— Cadê sua família? — perguntei.
— Os meninos tão vendo TV e minha mulher tá tirando um cochilo, como toda tarde — respondeu.
— E você vai fazer o que sozinho? — perguntei.
— Nada, vou caminhar na praia, aproveitar o dia, não quero ficar largado deitado ou vendo TV — falou de novo num tom resignado.
— Vamos juntos caminhar na praia então, vai me fazer bem conversar com alguém, senão vou ficar louca — falei com um olhar safado.
— Você veio sozinha? — perguntou.
— Sim, vim sozinha, aproveitar o litoral.
Saímos juntos do prédio falando sobre qualquer coisa. Ele se chamava Alejandro, 43 anos, trabalhava na contabilidade de uma empresa média da zona norte. Contei sobre a faculdade, meu trabalho e minhas coisas. Durante a conversa, ele deixou escapar que não tava se dando bem com a mulher. Depois de 40 minutos caminhando, antes de voltar, entramos na água do mar. Alejandro aproveitou cada segundo pra me olhar e me tocar quando podia, me agarrava meu braço quando uma onda me batia mais forte e me revirava, e me abraçava pra eu não ser arrastada contra a costa. Num dos pulos que ele dava pra me segurar pra eu não ser jogada por uma onda, ele acabou me abraçando por trás e a onda derrubou nós dois, fomos parar uns metros na frente, ele em cima de mim. Quando ele tentou se levantar, senti o volume dele apertado contra minha coxa, e não exagero quando digo que era enorme, fazia sentido porque o volume dele marcava toda vez que eu via. Aí eu comecei a ficar com tesão nele e comecei a provocar também, se vinha uma onda grande eu me colocava na frente dele pra onda me arrastar pra cima dele, sem querer eu caía em cima dele e às vezes batia de costas com minha bunda ou ia de frente pra ele e tentava me segurar nele, apalpando a sunga dele e tocando no volume dele. Assim a gente flertou um tempão até que eu fiquei com frio e a gente voltou pro apartamento, ele foi pro dele e eu pro meu.
No quarto dia, eu já sabia que se a mulher dele tirasse um cochilo, ele ia sair pra caminhar com a desculpa de talvez me encontrar, eu fiz a mesma coisa e saí exatamente no mesmo horário do dia anterior. Quando cruzei com ele no hall do prédio na entrada, a gente se cumprimentou e eu falei pra gente ir caminhar de novo. Dessa vez a gente não entrou no mar porque tava mais ventoso, então só caminhamos e por causa do vento foram só uns 10 minutos. Quando voltamos, eu falei:
— Ale, sabe que vou ter que te pedir um pouco de sal se você tiver, aqui no supermercado o pacote tá caríssimo e eu só preciso de um pouco pra fazer meu macarrão hoje à noite.
— Claro, Lola, óbvio, me acompanha que foda-se a sal.
Fomos pro apartamento e quando ele abriu a porta, dava pra ouvir os roncos da senhora dormindo. Quando ele saiu, falou:
— Toma, Lola, amanhã você me devolve.
— Não, fica tranquilo, agora eu jogo um pouco de sal na panela e já te devolvo a sal, não quero que vocês fiquem sem sal por minha causa — falei fazendo olhinhos pra ele.
Naquele momento, um sorriso se desenhou no rosto dele e ele me acompanhou até meu apartamento. Assim que entrei, deixei o sal na pia, fechei a porta e ele me atacou.
Me beijou com paixão enquanto apertava minha bunda com vontade, amassava como se fosse um adolescente cheio de tesão e força. Depois de alguns segundos, me virou de costas contra a parede e se ajoelhou, puxou meu shortinho e a calcinha fio dental de uma vez só e enfiou a cara entre minha bunda. A língua dele era desajeitada, rápida demais e sem ritmo, lambia de cima pra baixo sem parar no clitóris, às vezes passava os dentes sem querer e outras sugava forte demais. Minha buceta molhava mesmo assim com o atrito, mas o calor não subia. Depois de um tempo, fiquei entediada e me virei, levei ele até o sofá e sentei ele. Me ajoelhei entre as pernas dele, puxei o shorts dele pra baixo, tirei a pica já meio dura, era comprida e grossa mas manejável, com veias marcadas que pulsavam sob a pele macia e quente. Segurei com as duas mãos, senti o peso e o calor pulsando e coloquei na boca devagar, primeiro só a cabeça grossa, passando a língua em volta saboreando o gostinho salgado que já saía. Depois desci mais, deixando encher minha boca até bater no fundo da garganta. Subia e descia devagar, apertando os lábios, sentindo como ela inchava mais e mais contra minha língua.
Levantei e tirei uma camisinha da minha bolsa, desenrolei devagar por toda a pica dela, sentindo como se ajustava apertada na grossura. Subi em cima dele no sofá e guiei a cabeça. Desci devagar, senti como me abria centímetro por centímetro, como minha buceta quente e molhada se esticava em volta da grossura sem dor, só aquela pressão gostosa e cheia que chegava fundo. Quando sentei completamente e minha bunda descansava nas coxas dele, comecei a me mexer. Pra cima e pra baixo, primeiro devagar e depois mais rápido, quicando, minha bunda batendo nele com um som molhado e carnudo. Sentia a respiração pesada dele contra meu pescoço e as mãos grandes apertando minha cintura.
De repente, ele se levantou como se Não pesou nada, me virou e me colocou de quatro no sofá, abriu minha bunda com as duas mãos e entrou de uma só vez, com uma enfiada profunda. A vara comprida dele batendo no fundo a cada estocada, a grossura esticando e preenchendo, as bolas batendo no meu clitóris. O ritmo era forte e constante. Minha bunda quicava violentamente, tremia a cada golpe e o calor subia pelo meu ventre igual fogo. Me fez gozar enquanto ele continuava me bombando, ele seguiu por mais uns minutos, cada vez mais rápido e fundo, até soltar um gemido, se cravou até o talo e gozou dentro da camisinha. Senti ele pulsando e inchando dentro de mim a cada jato.
Quando parou, me virei ainda tremendo, tirei a camisinha com cuidado, cheia e quente, e joguei de lado. Meti o pau dele, ainda meio duro e sensível, na boca de novo. Lambi devagar de cima pra baixo, limpando cada resto de porra e do meu próprio mel que ficava na pele, passando a língua pelas veias e pela cabeça inchada, saboreando o gosto salgado misturado com o látex. Deixei limpinho, brilhando e reluzente com minha saliva, e só então sentei do lado dele. A gente se trocou, me despedi e ele foi pro apartamento dele.
No dia seguinte a gente se cruzou na praia, ele chegou perto enquanto a mulher lia e me falou:
— Vamos dar uma caminhada às 15:30?
— Me busca no meu apê que a gente vai — falei, sorrindo pra ele. Nesse dia a gente trepou de novo e assim seguimos nos dias que restaram das nossas férias. Ele arrumava qualquer momento em que a mulher não tava prestando atenção em mim pra vir comigo, eu recebia ele de pernas abertas, ele me comeu como quis e onde quis, no carro dele no estacionamento do prédio, no sofá do meu apê, na minha cama, no banheiro de serviço do prédio onde o pessoal da limpeza deixava os materiais. E assim terminou uma semana agitada em Cariló, onde tirei as vontades acumuladas de um mês e meio inteiro.
Mesmo indo no modo relax, não dava pra ficar 100% tranquila. Óbvio que levei biquínis pequenininhos que deixavam pouco pra imaginação, shorts que não cobriam minha bunda por completo, tops meio transparentes e roupas chamativas pra não perder o costume. Detalhe importante: tava há mais de um mês e meio sem nenhuma ação, e meu corpo já tava sentindo falta.
No primeiro dia, saí do apartamento com meu biquíni preto. No terceiro andar, entraram eles: uma mulher loira com dois filhos e um senhor de cabelo preto curto, meio grisalho, alto, barba curta com alguns fios brancos. Ele me olhou de cima a baixo sem disfarçar, os olhos pararam nos meus peitos, desceram pra minha cintura e se cravaram na área do biquíni. Mesmo com a família do lado, ele manteve o olhar fixo. Quando chegamos no térreo, olhei de canto antes de sair do elevador e notei um volume grande e grosso no short dele. Óbvio que o senhor chamou minha atenção.
No dia seguinte, na praia. Eu tava tomando sol de bruços, virei pra ficar de barriga pra cima e lá estava ele, a poucos metros, brincando com as crianças enquanto a mulher lia, me encarando. Dessa vez a ereção foi mais evidente: short cinza esticado e um volume pesado e comprido. Ele tentou se ajeitar, mas eu já tinha visto. Mordi o lábio e segui com o que tava fazendo, sabendo que ele tava me devorando com os olhos.
Na mesma tarde, voltando da praia, eu entrava no apartamento com o biquíni molhado colado no corpo e ele vinha caminhando sozinho — a mulher e os filhos estavam uns metros atrás. Quando me viu, parou, o olhar desceu direto pros meus peitos e o volume apareceu de novo, ainda maior. Passei do lado dele e sorri de leve.
— Oi de novo — falei baixinho.
— Oi... você tá muito bronzeada.
— Valeu, o sol ajuda — respondi com um sorriso.
A mulher nem prestou atenção na situação, como se Se a gente não existisse, ele continuou andando normal e cada um seguiu seu rumo.
No dia seguinte de manhã, eu saía do apartamento com um top branco curto e um short preto apertado. Entrei no elevador e no terceiro andar ele entrou sozinho. Assim que as portas se fecharam, o olhar dele percorreu meu corpo inteiro, o volume apareceu na hora. Não disse nada no começo, só me olhou.
— Bom dia — falei sorrindo.
— Bom dia… — respondeu, e engoliu seco.
Ele falou num tom resignado, o elevador chegou e eu saí primeiro, senti o olhar dele me seguindo até a porta de saída.
Na mesma tarde, umas 3 horas depois do almoço, coloquei um biquíni vermelho e voltei pra praia. No elevador, cruzei com ele de novo, ele me olhou de cima a baixo, dessa vez estava sem camisa e de sunga.
— Boa tarde de novo, cê tá me seguindo? — ele falou com um sorriso safado enquanto entrava no elevador.
— Boa tarde haha não, juro que não — respondi rindo.
— Cadê sua família? — perguntei.
— Os meninos tão vendo TV e minha mulher tá tirando um cochilo, como toda tarde — respondeu.
— E você vai fazer o que sozinho? — perguntei.
— Nada, vou caminhar na praia, aproveitar o dia, não quero ficar largado deitado ou vendo TV — falou de novo num tom resignado.
— Vamos juntos caminhar na praia então, vai me fazer bem conversar com alguém, senão vou ficar louca — falei com um olhar safado.
— Você veio sozinha? — perguntou.
— Sim, vim sozinha, aproveitar o litoral.
Saímos juntos do prédio falando sobre qualquer coisa. Ele se chamava Alejandro, 43 anos, trabalhava na contabilidade de uma empresa média da zona norte. Contei sobre a faculdade, meu trabalho e minhas coisas. Durante a conversa, ele deixou escapar que não tava se dando bem com a mulher. Depois de 40 minutos caminhando, antes de voltar, entramos na água do mar. Alejandro aproveitou cada segundo pra me olhar e me tocar quando podia, me agarrava meu braço quando uma onda me batia mais forte e me revirava, e me abraçava pra eu não ser arrastada contra a costa. Num dos pulos que ele dava pra me segurar pra eu não ser jogada por uma onda, ele acabou me abraçando por trás e a onda derrubou nós dois, fomos parar uns metros na frente, ele em cima de mim. Quando ele tentou se levantar, senti o volume dele apertado contra minha coxa, e não exagero quando digo que era enorme, fazia sentido porque o volume dele marcava toda vez que eu via. Aí eu comecei a ficar com tesão nele e comecei a provocar também, se vinha uma onda grande eu me colocava na frente dele pra onda me arrastar pra cima dele, sem querer eu caía em cima dele e às vezes batia de costas com minha bunda ou ia de frente pra ele e tentava me segurar nele, apalpando a sunga dele e tocando no volume dele. Assim a gente flertou um tempão até que eu fiquei com frio e a gente voltou pro apartamento, ele foi pro dele e eu pro meu.
No quarto dia, eu já sabia que se a mulher dele tirasse um cochilo, ele ia sair pra caminhar com a desculpa de talvez me encontrar, eu fiz a mesma coisa e saí exatamente no mesmo horário do dia anterior. Quando cruzei com ele no hall do prédio na entrada, a gente se cumprimentou e eu falei pra gente ir caminhar de novo. Dessa vez a gente não entrou no mar porque tava mais ventoso, então só caminhamos e por causa do vento foram só uns 10 minutos. Quando voltamos, eu falei:
— Ale, sabe que vou ter que te pedir um pouco de sal se você tiver, aqui no supermercado o pacote tá caríssimo e eu só preciso de um pouco pra fazer meu macarrão hoje à noite.
— Claro, Lola, óbvio, me acompanha que foda-se a sal.
Fomos pro apartamento e quando ele abriu a porta, dava pra ouvir os roncos da senhora dormindo. Quando ele saiu, falou:
— Toma, Lola, amanhã você me devolve.
— Não, fica tranquilo, agora eu jogo um pouco de sal na panela e já te devolvo a sal, não quero que vocês fiquem sem sal por minha causa — falei fazendo olhinhos pra ele.
Naquele momento, um sorriso se desenhou no rosto dele e ele me acompanhou até meu apartamento. Assim que entrei, deixei o sal na pia, fechei a porta e ele me atacou.
Me beijou com paixão enquanto apertava minha bunda com vontade, amassava como se fosse um adolescente cheio de tesão e força. Depois de alguns segundos, me virou de costas contra a parede e se ajoelhou, puxou meu shortinho e a calcinha fio dental de uma vez só e enfiou a cara entre minha bunda. A língua dele era desajeitada, rápida demais e sem ritmo, lambia de cima pra baixo sem parar no clitóris, às vezes passava os dentes sem querer e outras sugava forte demais. Minha buceta molhava mesmo assim com o atrito, mas o calor não subia. Depois de um tempo, fiquei entediada e me virei, levei ele até o sofá e sentei ele. Me ajoelhei entre as pernas dele, puxei o shorts dele pra baixo, tirei a pica já meio dura, era comprida e grossa mas manejável, com veias marcadas que pulsavam sob a pele macia e quente. Segurei com as duas mãos, senti o peso e o calor pulsando e coloquei na boca devagar, primeiro só a cabeça grossa, passando a língua em volta saboreando o gostinho salgado que já saía. Depois desci mais, deixando encher minha boca até bater no fundo da garganta. Subia e descia devagar, apertando os lábios, sentindo como ela inchava mais e mais contra minha língua.
Levantei e tirei uma camisinha da minha bolsa, desenrolei devagar por toda a pica dela, sentindo como se ajustava apertada na grossura. Subi em cima dele no sofá e guiei a cabeça. Desci devagar, senti como me abria centímetro por centímetro, como minha buceta quente e molhada se esticava em volta da grossura sem dor, só aquela pressão gostosa e cheia que chegava fundo. Quando sentei completamente e minha bunda descansava nas coxas dele, comecei a me mexer. Pra cima e pra baixo, primeiro devagar e depois mais rápido, quicando, minha bunda batendo nele com um som molhado e carnudo. Sentia a respiração pesada dele contra meu pescoço e as mãos grandes apertando minha cintura.
De repente, ele se levantou como se Não pesou nada, me virou e me colocou de quatro no sofá, abriu minha bunda com as duas mãos e entrou de uma só vez, com uma enfiada profunda. A vara comprida dele batendo no fundo a cada estocada, a grossura esticando e preenchendo, as bolas batendo no meu clitóris. O ritmo era forte e constante. Minha bunda quicava violentamente, tremia a cada golpe e o calor subia pelo meu ventre igual fogo. Me fez gozar enquanto ele continuava me bombando, ele seguiu por mais uns minutos, cada vez mais rápido e fundo, até soltar um gemido, se cravou até o talo e gozou dentro da camisinha. Senti ele pulsando e inchando dentro de mim a cada jato.
Quando parou, me virei ainda tremendo, tirei a camisinha com cuidado, cheia e quente, e joguei de lado. Meti o pau dele, ainda meio duro e sensível, na boca de novo. Lambi devagar de cima pra baixo, limpando cada resto de porra e do meu próprio mel que ficava na pele, passando a língua pelas veias e pela cabeça inchada, saboreando o gosto salgado misturado com o látex. Deixei limpinho, brilhando e reluzente com minha saliva, e só então sentei do lado dele. A gente se trocou, me despedi e ele foi pro apartamento dele.
No dia seguinte a gente se cruzou na praia, ele chegou perto enquanto a mulher lia e me falou:
— Vamos dar uma caminhada às 15:30?
— Me busca no meu apê que a gente vai — falei, sorrindo pra ele. Nesse dia a gente trepou de novo e assim seguimos nos dias que restaram das nossas férias. Ele arrumava qualquer momento em que a mulher não tava prestando atenção em mim pra vir comigo, eu recebia ele de pernas abertas, ele me comeu como quis e onde quis, no carro dele no estacionamento do prédio, no sofá do meu apê, na minha cama, no banheiro de serviço do prédio onde o pessoal da limpeza deixava os materiais. E assim terminou uma semana agitada em Cariló, onde tirei as vontades acumuladas de um mês e meio inteiro.
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