Chegava do trabalho, quando vi que minha vizinha, L, estava prestes a sair de bicicleta pra levar o filho dela no jardim de infância. Dava pra perceber que ela tava enrolando até eu chegar perto. Fiz minha parte e acelerei o passo.
Eu: Oi L, beleza?
L: Bem e você?
Eu: Agora tô bem, e quando te ver indo embora, melhor ainda kkk
L: Pô, cê tá me expulsando!
Eu: Kkk não, cê sabe que não é por aí.
Deixando claro que era pra ver a rabeta dela esticando a legging na bicicleta. Bati um cinco com o filho e falei: se comporta mal hoje no jardim. Nós dois rimos, sempre tive uma conexão boa com o filho dela, mesmo ele sendo muito tímido, sempre nos achamos engraçados.
L: Não fala pra ele se comportar mal, depois quem vai falar com a professora é você.
Eu: Então se comporta bem você, e deixa sua mãe se comportar mal.
Ela riu, e com a mãe a gente se olhou, ela entendeu a indireta.
Eu: Não vai abrir?
L: Acho que não, mas se precisar de algo me avisa, daqui a pouco volto. A gente se despediu e eles foram. Entrei, tomei banho, me troquei e esperei um tempo. Mando ou não mando mensagem? Bom, já era, mandei, mas o que eu falo? Tinha que cumprir o que tinha dito no outro dia, que a partir daquele momento ela seria minha putinha.
Eu: Voltou?
L: Sim, tô em casa.
Eu: Tá sozinha?
L: Sim, como sempre, a tarde toda.
Não falei mais nada, só fiz uma transferência e mandei o comprovante.
L: E isso, é de quê?
Eu: Tô indo pra sua casa, é pelo boquete que você vai me fazer agora.
L: Ah é? Nunca disse que você tinha que me pagar pra eu chupar sua pica.
Eu: Eu sei, mas no outro dia falei que você ia ser minha putinha, e puta tem que ser paga.
L: Daqui 10 minutos, entra pela garagem e tranca a porta. Pronto, percebi que não tinha sido um caso isolado o do outro dia, ela queria transar, desejava minha pica e tinha levado a sério a parada de ser minha putinha. Não sabia onde tava se metendo, ou talvez quem tinha se confiado era eu, e não sabia com que tipo de mulher tava me envolvendo. Passaram 10 minutos. Minutos, entrei pela garagem, tinha uma luz fraca, tranquei a porta e outra luz acendeu, iluminando um pouco mais, mas não o suficiente pra clarear o lugar todo, uma luz quente. Quando me virei, vi ela: um conjunto preto, com renda, era um absurdo. Ela tava ajoelhada no chão em cima de um colchonete, apoiando a bunda nos calcanhares, empinando a rabeta e as mãos apoiadas uma em cada joelho, e na frente dela, uma cadeira. L: Vem e fica à vontade, enquanto eu cumpro minha parte. Só consegui falar "UFF", era uma milf do caralho, e igual quando outro dia ela tirou a legging em cima da escada, dessa vez também me surpreendeu. Acho que é daquelas mulheres que podem ser tão putas assim com um único homem na vida toda, com certeza com o marido ela transava do jeito mais tradicional possível. Não acho que ele tenha despertado nenhuma fantasia nela, ou vontade de se arriscar, e acho que eu sim. Tirei a bermuda e sentei, ela começou a lamber os lábios com a língua, aproximou o rosto da minha cueca e começou a cheirar minha pica por cima do pano, acariciava minhas pernas e um pouco a pica, tirou minha cueca mas ainda não tava dura o suficiente, isso deixou ela ainda mais animada. Ela passava a pica toda no rosto, sorria, cheirava, se lambia, tava adorando ser minha puta e dava pra ver que tava com vontade de pica. L: Posso? Fez uma voz e uma cara, me olhando com cara de pidona. Isso fez minha pica ficar dura na hora. Eu: É sua, aproveita. Não demorou nada depois de ouvir minha resposta, não começou devagar nem com carinho, tava desesperada pela minha pica, abriu a boca e tentou engolir inteira, mesmo não conseguindo, ela se esforçava, engasgava mas queria ter ela toda no fundo da garganta, parava pra respirar e metia de novo. Tirei a camiseta, ela começou a passar a mão no meu peito, enquanto eu tava com a cabeça jogada pra trás, aproveitando o boquete que ela tava fazendo. Me inclinei, segurei o queixo dela e beijei ela, com língua bem fundo, enquanto ela continuei me masturbando, bem duro. L: Adoro sua pica, se eu soubesse antes, anos atrás teria te comido mesmo sendo menor. Eu: Você é uma puta do caralho. Temos tempo pra recuperar o tempo perdido. L: Me dá a porra do gozo, por favor, da outra vez fiquei com o gosto do seu gozo na boca o dia inteiro, até beijei o corno. Eu: Assim que eu gosto, que você seja bem puta, agora você tem um macho que vai te comer sempre. Abre a boca... (cuspi na boca dela e um pouco no rosto) Ela juntou toda a saliva do rosto e engoliu. Segurei ela pelos cabelos e mandei ela continuar me chupando. Ela enfiou a pica na boca até o fundo, tirava pra respirar e continuava me punhetando forte, cuspia na pica e voltava a chupar de novo. Que puta, como ela curtia chupar pica, adorava. Eu: Aí vem seu gozo. Me punheto cada vez mais forte, até minhas bolas começarem a tremer, e senti a boca dela ficar mais quente, por causa do calor do meu gozo. Ela mostrou a boca cheia, engoliu e sorriu. L: Que gozo gostoso que você tem, cara. Espero que esse gosto dure na minha boca o dia inteiro. Sorri, me vesti e falei: Eu: Não vou te comer agora, você vai ter que aguentar, quando eu tiver vontade venho te foder um pouco. Ela me agradeceu por ter emprestado minha pica e deixar ela tomar meu gozo, cheguei em casa e recebi uma mensagem. L: Você gostaria que da próxima vez eu usasse alguma fantasia ou me vestisse de algum jeito pra você? Eu: Vou pensar, daqui a pouco te falo. Agora espero que meus amigos do pornô me digam: peço pra ela usar alguma fantasia ou que roupa poderia mandar ela vestir pro próximo encontro? Tô lendo vocês...
Eu: Oi L, beleza?
L: Bem e você?
Eu: Agora tô bem, e quando te ver indo embora, melhor ainda kkk
L: Pô, cê tá me expulsando!
Eu: Kkk não, cê sabe que não é por aí.
Deixando claro que era pra ver a rabeta dela esticando a legging na bicicleta. Bati um cinco com o filho e falei: se comporta mal hoje no jardim. Nós dois rimos, sempre tive uma conexão boa com o filho dela, mesmo ele sendo muito tímido, sempre nos achamos engraçados.
L: Não fala pra ele se comportar mal, depois quem vai falar com a professora é você.
Eu: Então se comporta bem você, e deixa sua mãe se comportar mal.
Ela riu, e com a mãe a gente se olhou, ela entendeu a indireta.
Eu: Não vai abrir?
L: Acho que não, mas se precisar de algo me avisa, daqui a pouco volto. A gente se despediu e eles foram. Entrei, tomei banho, me troquei e esperei um tempo. Mando ou não mando mensagem? Bom, já era, mandei, mas o que eu falo? Tinha que cumprir o que tinha dito no outro dia, que a partir daquele momento ela seria minha putinha.
Eu: Voltou?
L: Sim, tô em casa.
Eu: Tá sozinha?
L: Sim, como sempre, a tarde toda.
Não falei mais nada, só fiz uma transferência e mandei o comprovante.
L: E isso, é de quê?
Eu: Tô indo pra sua casa, é pelo boquete que você vai me fazer agora.
L: Ah é? Nunca disse que você tinha que me pagar pra eu chupar sua pica.
Eu: Eu sei, mas no outro dia falei que você ia ser minha putinha, e puta tem que ser paga.
L: Daqui 10 minutos, entra pela garagem e tranca a porta. Pronto, percebi que não tinha sido um caso isolado o do outro dia, ela queria transar, desejava minha pica e tinha levado a sério a parada de ser minha putinha. Não sabia onde tava se metendo, ou talvez quem tinha se confiado era eu, e não sabia com que tipo de mulher tava me envolvendo. Passaram 10 minutos. Minutos, entrei pela garagem, tinha uma luz fraca, tranquei a porta e outra luz acendeu, iluminando um pouco mais, mas não o suficiente pra clarear o lugar todo, uma luz quente. Quando me virei, vi ela: um conjunto preto, com renda, era um absurdo. Ela tava ajoelhada no chão em cima de um colchonete, apoiando a bunda nos calcanhares, empinando a rabeta e as mãos apoiadas uma em cada joelho, e na frente dela, uma cadeira. L: Vem e fica à vontade, enquanto eu cumpro minha parte. Só consegui falar "UFF", era uma milf do caralho, e igual quando outro dia ela tirou a legging em cima da escada, dessa vez também me surpreendeu. Acho que é daquelas mulheres que podem ser tão putas assim com um único homem na vida toda, com certeza com o marido ela transava do jeito mais tradicional possível. Não acho que ele tenha despertado nenhuma fantasia nela, ou vontade de se arriscar, e acho que eu sim. Tirei a bermuda e sentei, ela começou a lamber os lábios com a língua, aproximou o rosto da minha cueca e começou a cheirar minha pica por cima do pano, acariciava minhas pernas e um pouco a pica, tirou minha cueca mas ainda não tava dura o suficiente, isso deixou ela ainda mais animada. Ela passava a pica toda no rosto, sorria, cheirava, se lambia, tava adorando ser minha puta e dava pra ver que tava com vontade de pica. L: Posso? Fez uma voz e uma cara, me olhando com cara de pidona. Isso fez minha pica ficar dura na hora. Eu: É sua, aproveita. Não demorou nada depois de ouvir minha resposta, não começou devagar nem com carinho, tava desesperada pela minha pica, abriu a boca e tentou engolir inteira, mesmo não conseguindo, ela se esforçava, engasgava mas queria ter ela toda no fundo da garganta, parava pra respirar e metia de novo. Tirei a camiseta, ela começou a passar a mão no meu peito, enquanto eu tava com a cabeça jogada pra trás, aproveitando o boquete que ela tava fazendo. Me inclinei, segurei o queixo dela e beijei ela, com língua bem fundo, enquanto ela continuei me masturbando, bem duro. L: Adoro sua pica, se eu soubesse antes, anos atrás teria te comido mesmo sendo menor. Eu: Você é uma puta do caralho. Temos tempo pra recuperar o tempo perdido. L: Me dá a porra do gozo, por favor, da outra vez fiquei com o gosto do seu gozo na boca o dia inteiro, até beijei o corno. Eu: Assim que eu gosto, que você seja bem puta, agora você tem um macho que vai te comer sempre. Abre a boca... (cuspi na boca dela e um pouco no rosto) Ela juntou toda a saliva do rosto e engoliu. Segurei ela pelos cabelos e mandei ela continuar me chupando. Ela enfiou a pica na boca até o fundo, tirava pra respirar e continuava me punhetando forte, cuspia na pica e voltava a chupar de novo. Que puta, como ela curtia chupar pica, adorava. Eu: Aí vem seu gozo. Me punheto cada vez mais forte, até minhas bolas começarem a tremer, e senti a boca dela ficar mais quente, por causa do calor do meu gozo. Ela mostrou a boca cheia, engoliu e sorriu. L: Que gozo gostoso que você tem, cara. Espero que esse gosto dure na minha boca o dia inteiro. Sorri, me vesti e falei: Eu: Não vou te comer agora, você vai ter que aguentar, quando eu tiver vontade venho te foder um pouco. Ela me agradeceu por ter emprestado minha pica e deixar ela tomar meu gozo, cheguei em casa e recebi uma mensagem. L: Você gostaria que da próxima vez eu usasse alguma fantasia ou me vestisse de algum jeito pra você? Eu: Vou pensar, daqui a pouco te falo. Agora espero que meus amigos do pornô me digam: peço pra ela usar alguma fantasia ou que roupa poderia mandar ela vestir pro próximo encontro? Tô lendo vocês...
3 comentários - Milf da banca 2