Milf da banca 2

Chegava do trampo, quando vi que minha vizinha, L, tava quase saindo de bike pra levar o filho dela no jardim de infância, dava pra ver que ela tava enrolando até eu chegar perto. Fiz minha parte e acelerei o passo.
Eu: Fala, L, beleza?
L: Bem, e você?
Eu: Agora tô bem, e quando te ver indo embora, melhor ainda, haha.
L: Pô, cê tá me mandando embora!
Eu: Haha, não, cê sabe que não é por aí. Dei a entender que era pra ver a raba dela esticando a legging na bike. Bati um cinco com o filho e falei: se comporta mal hoje no jardim. Nós dois demos risada, sempre tive uma boa conexão com o filho dela, mesmo ele sendo muito tímido, a gente sempre se acha engraçado.
L: Não fala pra ele se comportar mal, depois você vai ter que falar com a professora.
Eu: Então se comporta bem você, e deixa sua mãe se comportar mal. Ela riu, e eu e a mãe trocamos olhar, ela entendeu a indireta.
Eu: Não vai abrir?
L: Acho que não, mas se precisar de algo me avisa, daqui a pouco volto. A gente se despediu e eles foram. Entrei, tomei um banho, me troquei e esperei um pouco. Mando ou não mando uma mensagem? Bom, já era, mandei, mas o que eu digo? Tinha que cumprir o que falei outro dia, que a partir daquele momento ela seria minha putinha.
Eu: Voltou?
L: Sim, tô em casa.
Eu: Tá sozinha?
L: Sim, como sempre, a tarde toda. Não falei mais nada, só fiz uma transferência e mandei o comprovante.
L: E isso, é o quê?
Eu: Tô indo pra sua casa, é pelo boquete que você vai me fazer agora.
L: Ah, é? Nunca disse que você tinha que me pagar pra eu chupar sua pica.
Eu: Eu sei, mas outro dia falei que você ia ser minha putinha, e puta tem que pagar.
L: Daqui 10 minutos, entra pela garagem e tranca a porta. Pronto, percebi que não tinha sido um caso isolado o do outro dia, ela queria transar, desejava minha pica e tinha levado a sério a parada de ser minha putinha. Eu não sabia onde tava me metendo, ou talvez quem se confiou fui eu, e não sabia com que tipo de mulher tava me envolvendo. Passaram 10 minutos. Minutos, entrei pela garagem, tinha uma luz fraca, tranquei a porta e acendeu outra luz que iluminava um pouco mais, mas não o suficiente pra clarear o lugar todo, uma luz quente. Quando me virei, vi ela, tava com um conjunto preto, com um pouco de renda, era um absurdo. Ela tava ajoelhada no chão em cima de um colchonete, apoiando a bunda nos calcanhares, empinando a rabeta e as mãos apoiadas uma em cada joelho, e na frente dela, uma cadeira. L: Vem e fica à vontade, enquanto eu cumpro minha parte. Só consegui falar "UFF", era uma milf do caralho, e igual quando outro dia ela tirou a legging em cima da escada, dessa vez também me surpreendeu. Acho que é daquelas mulheres que podem ser tão putas assim com um único homem na vida toda, com certeza com o marido ela transava do jeito mais tradicional possível. Não acredito que ele tenha despertado qualquer fantasia nela, ou de correr riscos, e acho que eu sim. Tirei a bermuda e sentei, ela começou a lamber os próprios lábios com a língua, aproximou o rosto da minha cueca e começou a cheirar minha pica por cima da cueca, acariciava minhas pernas e um pouco a pica, tirou minha cueca mas ainda não tava totalmente dura, isso deixou ela ainda mais animada. Ela passava a pica toda no rosto, sorria, cheirava, se lambia, tava adorando ser minha puta e dava pra ver que tava com vontade de pica. L: Posso? Fez uma voz e uma cara, me olhando com cara de pidona. Isso fez minha pica ficar dura na hora. Eu: É pra você, aproveita. Não demorou nada quando ouviu minha resposta, não começou devagar nem com carinho, tava desesperada pela minha pica, abriu a boca e tentou engolir inteira, mesmo não conseguindo, ela se esforçava, engasgava mas queria ter ela toda no fundo da garganta, parava pra respirar e metia de novo. Tirei a camiseta, ela começou a tocar meu torso, enquanto eu tava com a cabeça jogada pra trás, aproveitando o boquete que ela tava fazendo. Me inclinei, peguei ela pelo queixo e beijei, com língua bem fundo, enquanto ela continuei me masturbando, bem duro. L: Adoro sua pica, se eu soubesse antes, anos atrás teria te comido mesmo sendo menor. Eu: Você é uma puta do caralho. Temos tempo pra recuperar o tempo perdido. L: Me dá a porra da gozada por favor, da outra vez fiquei com o gosto da sua porra na boca o dia inteiro, até beijei o corno. Eu: Assim que eu gosto, que você seja bem puta, agora você tem um macho que vai te comer sempre. Abre a boca.. (cuspi na boca dela e no rosto um pouco) Juntei toda a saliva do rosto dela e engoli. Segurei ela pelos cabelos e mandei ela continuar me chupando. Ela enfiou na boca até o fundo, tirava pra respirar e continuava me punhetando forte, cuspia na pica e voltava a chupar de novo. Que puta, como ela curtia chupar pica, adorava. Eu: Aí vem sua gozada. Me punheto cada vez mais forte, até minhas bolas começarem a tremer, e senti a boca dela ficar mais quente, pelo calor da minha porra. Ela mostrou a boca cheia, engoliu e sorriu. L: Que gozada gostosa que você tem, cara. Espero que esse gosto dure na minha boca o dia inteiro. Sorri, me vesti e falei: Eu: Não vou te comer agora, você vai ter que aguentar, quando eu tiver vontade venho te foder um pouco. Ela me agradeceu por ter emprestado minha pica e deixar ela tomar minha gozada, cheguei em casa e recebi uma mensagem. L: Você gostaria que da próxima vez eu usasse alguma fantasia ou me vestisse de algum jeito pra você? Eu: Vou pensar, daqui a pouco te falo. Agora espero que meus amigos do poringa me digam, peço pra ela usar alguma fantasia ou que roupa poderia mandar ela vestir, pro próximo encontro? Tô lendo vocês..

3 comentários - Milf da banca 2

Pedile alguna foto y compartila con los muchachos
No sé que pasa, que si subo fotos me bajan la cuenta
Muy buenos relatos hay más? Van 10 espero el próximo
Hay muchos más, los tengo que ir subiendo de a poco para que no me bajen la cuenta