De otário a gostosão dos sonhos (parte 6)

Tudo foi pro caralho desde que eu pedi demissão do restaurante.

Nos primeiros dias, tentei me segurar. Vendi as poucas roupas de homem que ainda tinha, procurei bicos. Mas era foda, os caras só enxergavam uma coisa: uma loira de curvas escandalosas que eles podiam aproveitar. As mulheres me olhavam com inveja ou desconfiança. Ninguém me dava um contrato, ninguém confiava numa mina que não tinha documentos nem histórico de trabalho direito.

A grana do maço que o Juan me jogou acabou em menos de uma semana: aluguel atrasado, comida e uns conjuntos baratos que tentei usar nas entrevistas.

O Jean tava me rodeando. De vez em quando me chamava pra "passar um tempo". Eu evitava como podia, mesmo que meu corpo traiçoeiro ficasse molhado só de ouvir a voz grossa dele. Mas fui forte em me manter longe dos caras e daquelas pirocas que alimentavam de vitalidade a pulseira.

Até que chegou o dia do pagamento do aluguel.

Ouvi os batucões na minha porta às oito da noite. Sabia quem era.

— Josefina… sei que você tá aí, gostosa. Hoje é dia de pagar.

Engoli seco. Tinha uns trocados na minha carteira, faltava mais que o triplo.

Abri a porta de top e shorts. O Ernesto tava lá, com a barriga enorme, a camisa suada e aquele sorriso nojento que se alargava quando me via.De otário a gostosão dos sonhos (parte 6)-Dom Ernesto… por favor, me dá mais uns dias. Tô procurando emprego, eu…-

-Não, mocinha. Você sabe que não tem extensão. - Ele me cortou, empurrando a porta e entrando sem pedir licença. - Você sabe como pagar se não tiver dinheiro. Da última vez você se comportou bem. Mas me deixou no ridículo no final. Agora quero te dar como você merece.-

Lembrando daquela vez que um boquete foi suficiente pra pagar ele e ele não teve virilidade pra me comer, porque o amiguinho dele murchou logo no primeiro round.

Tentei negociar. Ofereci o pouco que tinha. Falei que pagaria o dobro na semana que vem. Nada adiantou. Os olhos dele já estavam cravados nas minhas tetas, que marcavam por baixo do pano.

-Você vem comigo agora mesmo pro meu apartamento e me deixa cobrar do jeito que você já sabe... ou vai pra rua ainda hoje. - ele disse, me olhando com um sorriso malicioso.

Baixei a cabeça. Senti as lágrimas ardendo nos meus olhos, mas também aquela maldita safadeza traiçoeira entre as pernas. A joia no meu pulso parecia pulsar.

-Tá bom... - sussurrei resignada, ele sorriu satisfeito, me olhando dos pés à cabeça. Se lambendo pela gostosa que estava prestes a jantar.

-Vamos, princesa, já é hora de eu pegar o que você me deve - ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto dele, bem colada no corpo gordo dele.

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Quinze minutos depois, eu estava parada no meio da sala dele, completamente nua.

Ernesto tinha trancado a porta. A luz amarela da lâmpada dava um aspecto ainda mais nojento nele: peludo, gordo, com aquela barriga caída e o pau já meio duro marcando na calça. Eu estava de pé, exatamente como ele mandou. Minhas pernas longas levemente abertas, os braços levantados, as mãos entrelaçadas atrás da nuca. Essa posição fazia com que minhas tetas enormes se projetassem pra frente, firmes, pesadas, com os bicos rosados já duros por causa do ar e da vergonha.

-É assim que eu gosto, mamãe - ele grunhiu, se aproximando - Bem oferecida. Olha essas tetonas que você tem, garota gostosa... que... Desperdício você estar com o José, aposto que nunca te comeu direito — ele ainda acreditava naquela história que inventei, nem imaginava que as tetonas que ele via eram do próprio José.

Ele parou na minha frente. As mãos gordas e ásperas subiram direto pros meus peitos. Agarrou com força, apertando, levantando, sentindo o peso. Soltou um gemido de satisfação.

— A puta da mãe… são maiores do que eu lembrava —

Juntou meus peitos com as duas mãos, apertando forte até eles se esmagarem um contra o outro, formando um decote profundo e obsceno. Meus bicos quase se tocavam. O velho lambeu os lábios, babando.

Baixou a cabeça e abriu a boca. Primeiro lambeu o vale entre meus peitos, deixando um rastro grosso de saliva. Depois atacou.

Chupou meu bico direito com força, barulhento, fazendo um som molhado e obsceno: *slurp… chuuup…!*loiraGemi sem conseguir evitar. O puxão foi forte, quase doloroso, mas meu corpo reagiu na hora. Senti um choque de prazer direto no meu clitóris. Ernesto mudou pro esquerdo, chupando com a mesma força, balançando a cabeça de um lado pro outro enquanto mantinha meus peitos bem juntos com as mãos.

*Slup! Slurp! Slurp!* o som enchia a sala. Ele chupava igual um bicho, babando, deixando meus peitos brilhando de saliva. Mordiscava os bicos, esticava com os lábios e depois soltava pra eles balançarem pesado.

Eu continuava com as mãos na nuca, igual ele mandou. Meus braços tremiam. Minhas pernas se apertavam uma na outra, tentando segurar a umidade que já começava a escorrer pelo lado de dentro das minhas coxas.

— Que yummy… que peitos deliciosos você tem, minha menina — ele grunhia contra minha pele, sem soltar nem um segundo. — Prefiro isso ao dinheiro do aluguel.

Ele juntou eles de novo com mais força, esmagando, e meteu os dois peitos na boca ao mesmo tempo. Chupou barulhentamente os dois, alternando lambidas e chupões fortes, fazendo meus bicos se roçarem um no outro dentro da boca quente e babenta dele.

Minha respiração ficou ofegante. Mordi meu lábio inferior com força, tentando não gemer mais alto, mas era inútil. O velho continuava devorando meus peitos com fome voraz, barulhento, sem nenhum cuidado, como se estivesse cobrando com juros o que eu devia.

E eu, nua, oferecida, com as mãos na nuca e os peitos virados no banquete dele… só podia ficar ali, sentindo meu corpo me trair mais uma vez.

Ernesto tava se esbaldando de verdade com meus peitos.

O velho gordo tinha a cara enterrada entre meus peitos, grunhindo igual um porco enquanto chupava com fome selvagem. As mãos gordas e suadas apertavam meus peitos com força, juntando eles brutalmente pra meter os dois ao mesmo tempo na boca babenta dele.

*Chuup! Slurp! POP!* o som molhado e obsceno enchia tudo. sala. Chupava com tanta força que meus mamilos esticavam dentro da boca quente dele, roçando um no outro enquanto ele os devorava.

Os braços tremiam do esforço e da vergonha. Minhas pernas longas levemente abertas, a buceta já vergonhosamente molhada. Sentia um fio dos meus fluidos começando a escorrer pela parte interna da minha coxa.

"Isso não pode estar acontecendo de novo…" pensava, mordendo o lábio inferior até quase sangrar. "Sou um homem… era um homem… e agora esse velho nojento está chupando meus peitos como se fossem propriedade dele."

Mas meu corpo me traía da pior forma.

Cada vez que Ernesto sugava com força, um choque de prazer percorria dos meus mamilos até o clitóris. Meus peitos, tão grandes e sensíveis, respondiam contra minha vontade. Os mamilos estavam inchados, duros como pedras, e cada lambida barulhenta arrancava um gemido abafado que eu não conseguia segurar.

– Hmm… que tetas mais gostosas… – grunhiu o velho, afastando a boca por um momento para respirar. Meus seios ficaram brilhando de saliva, vermelhos das chupadas e mordidas. Ele deu umas palmadas fortes, fazendo eles balançarem pesado – Olha como elas dançam pra mim. Foram feitas pra isso, Josefina. Pra um homem como eu chupar elas.

Ele voltou ao ataque com mais vontade.

Abriu a boca o máximo que pôde e sugou meu mamilo direito com força brutal, puxando ele enquanto a língua chicoteava por dentro. Depois passou pro esquerdo, chupando ruidosamente, babando sem controle. Alternava entre um e outro, deixando meus peitos cobertos de fios grossos de saliva que pendiam e caíam no meu abdômen liso.

*Slurp! Slurp! Slurp! CHUUP*

Gemi mais alto do que queria. Meus joelhos fraquejaram por um segundo.

"Tô gostando… porra, tô gostando", admiti com horror na minha mente. "Como pode isso ser gostoso? É nojento… é o Ernesto, o velho caseiro nojento… mas meus peitos tão ardendo… minha buceta tá encharcada…"

O velho pareceu notar minha excitação. Ela soltou uma risadinha cruel e começou a usar mais a língua: longas lambidas de baixo pra cima, rodeando minhas aréolas, mordiscando os bicos e depois chupando com força renovada. Juntava meus peitos tão forte que eles se deformavam entre as mãos dele, virando duas massas moles e sensíveis que ele devorava sem piedade.

— Que putinha você é — murmurou contra minha pele molhada — Adora que eu chupe essas tetonas, né, gostosa? Por mais que tente, seu corpo não mente, raposinha.

Ele deu um tapa forte na parte interna do meu peito esquerdo, fazendo ele pular, e depois se jogou de novo pra chupá-los com ferocidade renovada. Os sons dele ficavam cada vez mais altos, mais molhados, mais obscenos. Babava tanto que sentia a saliva escorrendo pela minha barriga, descendo pra minha buceta.

Eu continuava com as mãos na nuca, exposta, oferecida. As lágrimas de vergonha ardiam nos meus olhos, mas meus quadris se mexiam levemente sozinhos, procurando atrito. Meu clitóris pulsava, inchado e carente.

Ernesto levantou meus peitos por baixo, apertou-os pra cima e afundou a cara toda entre meus seios com luxúria enquanto grunhia de prazer. O som vibrava contra minha pele sensível.

Ele tava perdido no banquete dele, e eu… eu tava perdida na humilhação e no prazer.

Ernesto separou um momento a cara babada dos meus peitos, com os lábios inchados e brilhando de saliva. Me olhou de baixo com aqueles olhos pequenos cheios de luxúria, enquanto as mãos dele continuavam apertando meus seios com força, amassando como se fossem massa.

— Dessa vez você não vai escapar, docinho… — disse com voz rouca, quase ofegante — Dessa vez eu vou te comer de verdade.

Senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro. Meus olhos se arregalaram na hora.

— Seu Ernesto… da última vez o senhor disse que só a chupada bastava — sussurrei, com a voz trêmula.

Ele soltou uma risada baixa e cruel, apertando meus peitos ainda mais forte, fazendo eles transbordarem entre os dedos grossos dele. — Da última vez você se comportou bem, mas se salvou. Dessa vez não basta só me chupar. Hoje vou abrir essas suas pernas e meter o pau inteiro até o fundo. Vou te foder como se deve foder uma puta igual você.

Enquanto falava, ele se jogou de novo nos meus peitos com mais fome do que antes.

*SLUUURP! SCHLOP!*

Ele chupou meus dois peitos ao mesmo tempo com uma força brutal, enfiando quase metade de cada um na boca babada dele. A língua grossa batia neles por dentro enquanto chupava barulhento, puxando meus bicos inchados. Babava sem controle, deixando fios grossos de saliva pendurados nos meus peitos e caindo até minha barriga.

Eu gemei alto, sem conseguir evitar. Meus joelhos fraquejaram.

"Sempre a mesma merda, tudo dá errado pra mim… agora esse velho também quer me foder…"

Lembrando como outros também se safaram e conseguiram enfiar os paus sujos dentro da minha buceta que parecia feita pra dar e receber prazer.

Ernesto soltou um dos meus peitos com um som molhado e forte, só pra dar um tapa sonoro que fez meu peito balançar pesado.

— Olha só como você tá… molhada só de chupar seus peitos, dá pra ver que você quer pica, garota — ele zombou, enfiando dois dedos entre minhas pernas e sentindo o quanto eu tava encharcada — Essa buceta já tá pedindo pau. Não se faz de difícil agora, Josefina. Hoje você vai sair daqui bem fodida e com o aluguel pago.

Ernesto soltou meus peitos com um último *chup* molhado e forte, deixando eles balançarem pesado, vermelhos e inchados de tanto chupar. A boca e o queixo dele estavam cobertos de saliva, os olhos vidrados de pura safadeza.

— Pra cama, loira. Já — ordenou com a voz rouca, me dando um tapa forte na bunda que ecoou pela sala toda e fez minha rabeta dar um pulo firme.

Engoli seco. Sabia que não tinha escapatória. Abaixei os braços devagar, sentindo meus bicos ardendo e minha buceta pulsando, traiçoeiramente molhada. Caminhei até o quarto do velho. sentindo o olhar dele cravado na minha bunda enquanto eu me mexia. Cada passo fazia meus peitos pesados balançarem.

Subi na cama e, resignada, me deitei de costas no colchão. Abri as pernas devagar, expondo minha buceta completamente depilada e brilhando de tesão. Sabia exatamente como fazer: joelhos dobrados, calcanhares fincados no colchão, a bunda levemente levantada. Já tinha aprendido a posição que homens como ele queriam. Era horrível pensar que já tinha ficado assim pra três caras antes dele.

Ernesto ficou de pé na beira da cama, me olhando como se eu fosse um banquete. Tirou a camisa suada, deixando à mostra a barriga enorme e peluda e os peitos caídos.

— Por favor… coloca camisinha — implorei baixinho, quase envergonhada de ter que pedir — Não quero risco…

Ele soltou uma risada cruel, baixa e satisfeita.

— Camisinha? Haha... Josefina, hoje vou meter sem capa, como Deus manda.

Ele baixou a calça e a cueca de uma vez só. O pano caiu no chão ao redor dos tornozelos.

O pau dele apareceu. Analisei. Era grosso, mas curto, uns 12 ou 13 centímetros, com a cabeça roxa e brilhando de pré-gozo, rodeada por uma moita espessa de pelo preto e grisalho na base e nos ovos pendurados. Comparado com os paus grandes que já tinham me comido — o pauzão preto e cabeçudo do Jean de 20 cm e o pau venoso e reto do Juan que chegava a 18 cm — imaginei que esse, por ser menor, seria mais fácil de lidar. Mas não me iludia: o velho sapateiro Julião tinha um de apenas 10 cm e mesmo assim me fez ver estrelas com a técnica dele.

Fiquei toda vermelha e balancei a carinha ao perceber que tava pensando nos paus dos homens que me possuíram, até lembrava bem das formas e medidas.

Nisso, Ernesto agarrou o pau dele com uma mão e começou a bater punheta devagar, me olhando com um sorriso vingativo.

— Tá vendo esse pau, puta? Da última vez que eu... Humilhou. Me deixou com a piroca mole e ainda tirou sarro de mim. Disse que com o José isso nunca acontecia… lembra, hein? — A voz dele estava carregada de rancor e tesão. — Pois hoje você vai pagar por essa humilhação. Vou te comer como se come uma putinha gostosa igual você. Vou encher essa sua buceta gostosa de creme grosso. Quando terminar, você vai voltar pro seu apartamento com a buceta escorrendo meu leite, andando de pernas abertas porque vou te deixar bem fudida.—

Mordi o lábio com força. Sentia meu rosto queimar de vergonha. Meus peitos subiam e desciam rápido com a respiração ofegante. Minha buceta se contraiu visivelmente na frente dele, me traindo mais uma vez.

— Seu Ernesto… pelo amor, não… — tentei uma última vez, embora minha voz já soasse fraca.

— Cala a boca e abre mais essas pernas, puta — ele rosnou, subindo na cama com dificuldade por causa do peso. Ajoelhou-se entre minhas coxas abertas, me olhando de cima como um porco prestes a devorar a comida. — Hoje você paga o aluguel como as putas devem pagar: com a buceta. Se prepara, Josefina… porque vou te encher até sair pelas orelhas.—

Senti a ponta quente e viscosa da piroca dele roçar meus lábios vaginais. O velho foi com calma, esfregando pra cima e pra baixo, lambuzando com meus fluidos, aproveitando minha humilhação e minha excitação evidente apesar de tudo.

Eu estava completamente resignada. Nem me mexia pra tentar evitar. Só esperava pacientemente que aquele velho se decidisse a enfiar de uma vez.

— Olha como você escorre, puta… — ele grunhiu satisfeito. — Mesmo dizendo que não, sua buceta já tá pedindo a vara.—

Ele esfregou a cabeça do pau várias vezes entre meus lábios vaginais, de cima pra baixo, lambuzando com meus fluidos. Cada roçada fazia meu clitóris pulsar. Eu respirava ofegante, mordendo o lábio inferior com força, as mãos ainda apertando os lençóis dos lados da minha cabeça.

Então ele posicionou a ponta bem na minha entrada.

- Agora vai… vou meter em você, gostosa -

Ele empurrou. Senti a cabeça grossa forçando a entrada da minha buceta. Meus lábios se esticaram em volta da glande, engolindo ela devagar. Soltei um gemido abafado quando a ponta entrou por completo, coroando dentro de mim.

- Ahh… porra… que apertadinha você é - grunhiu Ernesto, parando um segundo pra saborear o momento.

Depois empurrou mais forte.

Centímetro por centímetro, senti o pau dele invadindo sem proteção nenhuma. A pele quente e cheia de veias roçava direto nas minhas paredes internas, sem camisinha pra amortecer o atrito. Era uma sensação crua e humilhante. Dava pra sentir cada relevo, cada veia, o formato exato da cabeça abrindo caminho dentro da minha pussy.

- Hmmh… - gemi, arqueando as costas sem querer.

Ele continuou empurrando até as bolas peludas baterem em mim. Tava completamente dentro. O pau dele, mesmo sendo curto, me preenchia de um jeito denso e pesado. Sentia o calor pulsando dentro de mim, pele com pele, sem barreira nenhuma.

- Assim… tudo dentro - ofegou triunfante, ficando parado um momento pra eu sentir como ele me tinha completamente empalada - Tá sentindo, puta? Sem camisinha. Meu pau tocando direto na sua pussy. É isso que você merece por ter me humilhado da outra vez.

Ele começou a se mover.

Tirou quase o pau todo devagar, deixando só a glande dentro, e depois meteu de novo com um empurrão forte. O som molhado e obsceno do pau entrando na minha pussy melada encheu o quarto. Meus peitos balançaram com o impacto.

- Ahh! - gemi mais alto.

Ernesto agarrou minhas coxas com as mãos gordas, me abrindo ainda mais, e começou a me foder num ritmo constante. Cada estocada fazia a barriga dele bater na minha e as bolas dele esmagarem meu períneo. Sentia o pau entrando e saindo, arrastando meus fluidos, esfregando minhas paredes sensíveis sem piedade.

- Que pussy gostosa você tem… - grunhia sem parar, acelerando devagarzinho -Vou te encher todinha, Josefina. Vou deixar seu peru bem recheado, transbordando do meu creme. Você vai voltar pro seu apartamento escorrendo porra-

Minhas mãos se agarraram nos lençóis com força. A vergonha queimava meu rosto, mas meu corpo respondia com uma traição total: minha buceta se contraía em volta do pau dele, sugando a cada estocada, meus fluidos escorrendo pelo membro dele e molhando as bolas.

Ernesto pegou ritmo rápido, igual um animal desesperado.

As cadeiras gordas dele começaram a se chocar contra mim com mais força e velocidade. O som molhado e obsceno do pau dele entrando e saindo da minha buceta encharcada enchia o quarto inteiro: *plap, plap, plap, plap*. A barriga peluda dele batia na minha barriga lisa a cada estocada, fazendo meus peitões enormes balançarem violentamente na direção do meu rosto.

- Ahh! Ahh! que delícia! - grunhia ele igual um porco, suando e ofegando em cima de mim.

Meu corpo de mulher no cio começou a me trair do pior jeito. Cada vez que o pau grosso dele entrava até o fundo, roçava aquele ponto sensível dentro de mim e minha buceta se contraía em volta dele, sugando com avidez. Minhas paredes internas, quentes e escorregadias, apertavam ele como se quisessem ordenhar. Sentia um prazer profundo e humilhante crescendo na minha barriga, meus fluidos escorrendo pelo membro dele e molhando as bolas peludas.

"Só aguenta mais um pouco", repetia pra mim mesma mentalmente, mordendo o lábio com força até quase sangrar. Tentava me segurar, ficar quieta, não dar o gostinho de saber que eu tava gostando. Mas era quase impossível. Minhas cadeiras começaram a se mover levemente pra cima por instinto, indo ao encontro das estocadas dele.

Ernesto percebeu e soltou uma risada triunfante.

- Tá vendo? Sua buceta tá chupando meu pau... Você é uma ordenhadeira de pica nata! -

Ele acelerou ainda mais, me fodendo igual um desesperado. As bolas dele batiam com força. Meus peitos pulavam Selvagemente. Eu apertava os dentes, tentando segurar os gemidos, mas pequenos chorinhos abafados escapavam da minha garganta.

De repente, Ernesto soltou um grunhido gutural e se enterrou até o fundo.

- Uuuuufff! Vou gozaaaar! -

Senti o pau dele inchar dentro de mim e começar a disparar jatos quentes e grossos de porra direto nas minhas paredes internas. Ele gozou rapidão, depois de só uns dois minutos de foda. O pau dele pulsava forte enquanto me enchia, soltando uma carga surpreendentemente grande pra um velho como ele. Dava pra sentir cada pulsação, cada jato quente me inundando.

"Patético…", pensei com desprezo enquanto sentia a porra dele me enchendo. "Rápido igual da outra vez."

Um sorriso interno de deboche se formou na minha mente. Achei que tinha acabado. Que eu tinha pago o "aluguel" dele com aquela gozada rápida e patética.

Ernesto ficou uns segundos em cima de mim, ofegando, suando e com o pau ainda dentro. Depois se levantou com esforço, o membro saindo da minha buceta com um som molhado. Um fio grosso de porra branca começou a escorrer devagar da minha xota aberta.

Eu fechei um pouco as pernas, ainda com aquele sorrisinho interno de superioridade.

Mas aí vi ele andar até o criado-mudo, abrir uma gaveta e tirar um comprimido azul. Colocou na boca e engoliu com um copo d'água.

- Que…? - murmurei, arregalando os olhos.

Em menos de cinco minutos o pau dele, que tinha começado a amolecer, começou a inchar de novo. Ficou duríssimo, mais inchado e roxo do que antes. As veias se marcavam com força e a cabeça parecia ainda maior. Tava obscenamente ereto, apontando pra cima, pulsando forte.

Ernesto agarrou o pau inchado e balançou na minha frente, me olhando com um sorriso vingativo e cruel.

- Achou que tinha acabado, puta? - disse rindo - Dessa vez vou te comer como você merece… vou te foder até que eu supliques que pare.-

Seu pau agora parecia mais grosso, mais venoso e ameaçador. E eu, ainda com a primeira gozada dele escorrendo da minha buceta, senti meu estômago se apertar de antecipação e medo.

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Uma hora depois

O tempo tinha perdido todo o sentido.

Eu já estava há mais de uma hora sendo fodida sem piedade pelo Ernesto. O comprimido de Viagra tinha transformado aquele velho nojento numa besta incansável. O pau dele, agora duríssimo e inchado, entrava e saía da minha buceta sem parar, remexendo o próprio esperma grosso dentro de mim.

Eu estava de quatro na cama dele, completamente destruída.

Meus braços tremiam, mal conseguia me segurar. Minha cara estava afundada nos lençóis encharcados de saliva e lágrimas, a bunda bem levantada e oferecida. Ernesto me segurava com uma força brutal pelas minhas cadeironas largas e macias, os dedos gordos cravados na minha carne enquanto me montava como um animal.

*PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!*

O som dos quadris dele batendo na minha bunda era ensurdecedor. Cada metida violenta fazia meus peitões enormes balançarem e baterem um no outro debaixo de mim. Meu cabelo loiro comprido estava colado nas minhas costas suadas.

- Aaaah! Seu Ernesto! Pelo amor de Deus! - eu gritava sem controle, a voz rouca e entrecortada.

Minha buceta era um desastre. Tava inchada, vermelha e completamente cheia do esperma dele. Cada vez que ele tirava o pau grosso, um jorro grosso e branco saía de dentro de mim, só pra ele enfiar de novo com força e misturar tudo lá dentro. Dava pra ouvir um som molhado e sujo a cada estocada: *schlop, schlop, schlop*.

- Isso, putinha! Toma toda a minha porra revirada! - o velho grunhia atrás de mim, suando igual um porco, a barriga batendo na minha bunda levantada - Olha como eu to te domando! Há uma hora você se fazia de difícil... e agora tá gritando meu nome igual uma cadela no cio!

Ele já tinha me feito gozar três vezes. A primeira contra a minha vontade, apertando os dentes. A segunda chorando de vergonha. A terceira tinha acabado de terminar há poucos minutos: um orgasmo brutal que me deixou gritando e convulsionando em volta do pau dele.

Meu corpo já não me pertencia mais.

— Seu Ernesto! Aaah! É demais! — gemia desesperada, empurrando minha bunda pra trás por instinto enquanto minha mente ainda tentava resistir.

Ele soltou uma risada cruel e me deu um tapa forte na bunda que ecoou no quarto.

— Cala a boca e recebe o pau! Essa buceta já é minha — disse, acelerando ainda mais o ritmo, me fodendo com estocadas curtas e brutais, remexendo o esperma grosso dentro de mim como se quisesse me marcar pra sempre.

Eu sentia o pau dele inchado pelo Viagra roçando cada centímetro sensível do meu interior. A porra revolta deixava tudo mais escorregadio, mais obsceno. Cada metida funda produzia um som de chafurdar humilhante. Meus sucos misturados com o creme branco dele escorriam pelas minhas coxas e manchavam os lençóis.

Eu tava totalmente domada.

O velho gordo e nojento que eu tanto desprezava me tinha completamente submissa: de quatro, rabo empinado, gritando o nome dele enquanto me comia sem piedade e me enchia uma e outra vez. Meus peitos balançavam com violência, meus gemidos ficavam cada vez mais altos e desesperados, e minha buceta não parava de se contrair em volta do pau dele, ordenhando ele como a ordenhadeira que ele dizia que eu era.

— Seu Ernesto! Vou gozar de novo! Aaaah! — gritei, completamente quebrada, sem nenhuma dignidade já. — Aaaahhh! Seu Ernesto! Tô gozandooo! Tô gozandooo! — gritei sem controle, a voz rouca e vergonhosamente alta.

Meu orgasmo me acertou como um trem. Minha buceta se contraiu violentamente em volta do pau inchado dele, ordenhando ele com força enquanto um jato quente dos meus fluidos saía disparado, respingando nas bolas dele e na parte interna das minhas coxas. Meu corpo inteiro tremia sem controle. Meus braços cederam e eu caí de cara no colchão, a bunda ainda bem levantada, recebendo cada estocada enquanto gozava. como uma puta barata.
Ernesto soltou uma gargalhada cruel e debochada que me humilhou ainda mais.
- Jajajajajaja! Olha só você, garota! De novo se acabando como uma puta! - ria sem parar, sem parar de me foder nem um segundo -. Aquela que se fazia de digna! Aquela que zombava de mim porque não subia! E agora, hein? Gritando meu nome enquanto te faço gozar pela quarta vez! -
A risada dele era grossa, satisfeita e impiedosa. Continuava enfiando o pau sem dó, remexendo todo o esperma que já tinha gozado antes. O som era nojento e molhado: *schlop-schlop-schlop-schlop*, como se estivesse mexendo um creme grosso dentro da minha buceta.
O velho estava vermelho como um tomate. O Viagra tinha deixado ele completamente solto. A cara, o pescoço e o peito dele estavam num vermelho intenso, brilhando de suor. As veias da testa e do pescoço saltadas, respirando como um touro. Mas o pau... o pau dele continuava duríssimo, mais inchado do que nunca, pulsando dentro de mim sem dar sinal de amolecer.
- Jajaja! Olha como você treme! Sua buceta não para de chupar meu pau - zombava enquanto me dava um tapa forte na bunda -. Você é uma mulher de verdade, Josefina. Uma puta esgotadora de leite.garotaContinuou me fodendo com força bruta, me segurando firme pelas minhas ancas largas, me puxando pra trás a cada estocada. Minha cara estava esmagada contra os lençóis molhados, babando e gemendo sem controle enquanto as ondas de prazer continuavam me percorrendo.

— Dom Ernesto… pelo amor de Deus… não aguento mais! — supliquei entre gemidos, a voz rouca.

Mas ele só ria mais alto, acelerando o ritmo, fazendo meus peitos baterem contra o colchão a cada golpe.

— Claro que aguenta, putinha! Olha como você tá escorrendo! Essa buceta vermelha e inchada foi feita pra receber pica de velho. Vou te dar mais uma carga bem quente… e depois outra… e outra. Até você não conseguir nem andar.

Sentia o pau grosso e veiudo se movendo dentro de mim, misturando o esperma grosso dele com meus sucos.

Acabei gritando, tremendo, gozando uma vez atrás da outra enquanto o velho nojento ria de mim, vermelho de tanto Viagra, me fodendo como se quisesse me quebrar — e ele estava conseguindo.

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Já tinham passado duas horas desde que cheguei.

Saí do apartamento do Ernesto cambaleando, com as pernas abertas e trêmulas igual uma potranca que acabou de ser montada.

Mal conseguia andar. Cada passo fazia um fio grosso de esperma quente escapar da minha buceta inchada e escorrer pela parte de dentro das minhas coxas. Sentia a crema grossa do velho descendo devagar, pegajosa, quente, misturada com meus próprios sucos. Minha calcinha fio-dental vermelha estava completamente encharcada e arruinada, mal segurando a enxurrada.

Minha roupa estava toda desalinhada, o cabelo bagunçado e grudado no rosto de suor, marcas de mordidas e chupões no pescoço e nos meus peitos. Meus bicos continuavam inchados e sensíveis, roçando no tecido e mandando pequenas descargas de prazer a cada movimento.

Fechei a porta do meu apartamento com dificuldade e me apoiei nela, respirando ofegante. Minhas pernas cederam e eu deslizei devagar até ficar sentada no chão, com os joelhos abertos. e as costas contra a madeira.
- Caí de novo... - sussurrei com a voz rouca de tanto gemer e gritar.

Duas horas recebendo pica sem parar. O velho, dopado de Viagra, tinha me fodido em todas as posições possíveis: papai e mamãe, de quatro, montada, contra a parede, de novo de quatro... Eu tinha gozado um monte de vezes enquanto ele ria de mim, se esvaziando dentro uma e outra vez. Minha barriga tava pesada, cheia do esperma grosso dele. Dava pra sentir ele se mexer dentro de mim a cada respiração.

Tirei a roupa, fiz o controle de danos. Meus peitos todos chupados e babados, minha buceta tava vermelha, inchada e completamente destruída. Os lábios vaginais salientes e brilhantes. Quando apertei de leve, um jorro de porra branca e grossa saiu de dentro de mim, caindo no chão com um som molhado e vergonhoso.

- Nojento - gemi, envergonhada e excitada ao mesmo tempo.

Aí senti aquele calor familiar no meu pulso.

A joia brilhava com um tom esverdeado intenso, quase satisfeito. E lá estava ela... aquela voz debochada dentro da minha cabeça, clara como nunca.

"Tá vendo, Josefina? Não importa o que você escolha. Tentou resistir, procurou trabalho honesto, quis sair com a Javiera, prometeu que não ia cair mais... e sempre termina do mesmo jeito: de pernas abertas e a buceta cheia de pica. Porque é isso que você é agora. Uma puta. Minha puta."

Fechei os olhos com força, mas a voz continuou, doce e cruel ao mesmo tempo.

"Olha pra você... tremendo, escorrendo porra de velho nojento. E o pior é que você gozou igual uma louca, né? Gritando o nome dele enquanto ele te domava. Eu me alimento disso. Da sua vergonha. Do seu prazer. Quanto mais você resiste, mais gostoso é quando você cai."

Me levantei com dificuldade e fui até a cama, deixando um rastro de porra no chão. Me joguei de barriga pra cima, com as pernas ainda abertas, sentindo mais creme saindo devagar de dentro de mim.

- Não importa o que eu faça... - sussurrei derrotada, olhando pro teto - Sempre Tudo acaba assim—
A joia pulsou mais uma vez, quase como um carinho debochado no meu pulso.
E no fundo, naquele canto escuro e úmido da minha mente, eu sabia que ela tinha razão.

Não importava o quanto eu lutasse.
Essa joia sempre vencia.
E eu sempre acabava me transformando no que ela queria: uma puta bem comida.

Fiquei largada na cama por um bom tempo, com as pernas abertas e o olhar perdido no teto. Minha buceta continuava pulsando, inchada e sensível. Cada vez que eu mexia os quadris, sentia outro jorro grosso de porra do Ernesto escapando de mim, escorrendo entre minhas nádegas e sujando os lençóis. Eu estava literalmente cheia.

Fechei os olhos e suspirei fundo. Pela primeira vez, não tentei negar. Não busquei desculpas. Só aceitei.

Não importava o quanto eu lutasse, o quanto eu prometesse resistir, o quanto tentasse levar uma vida “normal”. A joia sempre dava um jeito. Eu terminava de pernas abertas, gemendo, gozando e recebendo leite dentro. No apartamento do Ernesto, no depósito da sapataria, na cama do João, no chão do Jean… Sempre acabava fodida.

Talvez… fosse hora de parar de lutar contra isso.

Mordi o lábio inferior enquanto o pensamento tomava forma na minha mente, mais claro e perigoso do que nunca.

“Se eu sempre vou acabar dando… talvez seja melhor viver disso. Do meu corpo.”

Fiquei vermelha feito um pimentão. Senti minhas bochechas queimando e um calor novo subindo pelo meu pescoço. Só a ideia já me envergonhava até o fundo da alma… mas também fez minha buceta se contrair no vazio, soltando outro fio de porra.

Não como uma puta de rua, claro. Isso não. Mas… um macho? Um homem que me sustentasse. Alguém com grana, com poder, que me desse teto, comida, roupa bonita… e em troca eu desse esse corpo. Essas tetonas, essa bunda redonda, essa carinha de anjo nórdico e essa buceta que, pelo visto, foi feita pra enlouquecer os homens.

Imaginei a cena e fiquei— Ainda mais vermelha.

Um homem provedor chegando em casa depois do trabalho e me encontrando esperando por ele de lingerie cara. De joelhos. Abrindo as pernas, deixando ele usar meus peitos, minha boca, minha buceta… quando ele quisesse. Em troca de ele pagar tudo. De me manter como seu troféu.

- Deus… - sussurrei, cobrindo o rosto com as mãos, morta de vergonha.

Mas não conseguia parar de pensar nisso. Minha mente continuava criando imagens: eu vestida provocante, esperando meu “dono”, me abrindo para ele, gemendo o nome dele enquanto ele me comia gostoso. Sem ter que me preocupar com aluguel, com procurar emprego, com fingir que era uma garota decente. Só… me entregar aos desejos da maldição da pulseira de Afrodite.

A joia no meu pulso brilhou com mais intensidade, como se aprovasse o pensamento. Senti aquela presença zombeteira dentro da minha cabeça, rindo baixinho.

“Finalmente você começa a entender, Josefina… Já era hora.”

Sentei na cama, ainda com as pernas abertas. Olhei meu reflexo no espelho: o cabelo bagunçado, as marcas no pescoço, os mamilos aparecendo sob o vestido amassado, o esperma brilhando nas minhas coxas. Eu parecia exatamente o que era: uma mulher recém-comida.

E pela primeira vez, em vez de sentir só nojo e vergonha… senti uma excitação estranha misturada com resignação.

“Talvez seja mais fácil assim. Parar de lutar. Procurar alguém que me sustente. Um homem forte, generoso… que saiba usar esse corpo como deve ser.”

Fiquei ainda mais vermelha e apertei as coxas, sentindo mais esperma escorrer de mim. A ideia me dava vergonha, muita vergonha… mas também me molhava.

Será que eu estava realmente considerando me tornar a mulher mantida de alguém?

A joia pulsou quente no meu pulso, como se celebrasse minha rendição.

Por enquanto, o melhor era conseguir a pílula, de novo o risco de gravidez era alto. Depois eu pensaria melhor na ideia de me aceitar como mulher para sempre. Mas a dúvida continuava na minha cabeça. O que eu deveria fazer?

4 comentários - De otário a gostosão dos sonhos (parte 6)

Espero con ansias el siguiente buen trabajo
Estube esperando esta continuacion ... ahora a esperar aun mas pero vale la pena
Genio, José!!! Como siempre, valió totalmente la pena la espera...! Acá estaremos esperando más. Gracias por compartirlo!