Parte 11: O "amigo" do meu filho

Boa tardeees, quanto tempo, hein!? Depois que Agus e Marcos saíram da minha vida, fiquei sozinha, mas não era um problema, só precisava me acostumar... Tinha sido a melhor fase da minha vida sexual e tinha acabado. Por um lado, foi melhor, não corria mais o risco de ser descoberta, mas é claro que sentia falta. Luqui continuou com Anto, e isso me deixava feliz, e a gente já tinha juntado as duas famílias. Na verdade, do lado do Luqui era só eu, mas a família da Anto era Agus, os pais dela e agora a namorada do Agus, chamada Camila, era muito gostosa. Às vezes a família dela vinha, bem numerosa. Durante o verão, a família da Camí nos convidou pra casa dela, tinha piscina e queriam passar o dia todos juntos. Quando chegamos, o dia estava lindo, e falaram pra gente pegar sol ou cair na piscina. Aí me toquei de uma coisa que não tinha pensado. Meu biquíni era fio-dental, os outros cobriam bem mais a bunda, fiquei com uma vergonha danada e não tirei o short. Num momento, a mãe da Anto, com quem eu me dava super bem, me fala pra tirar o short e aí, entre a gente, eu digo... - Sabe o que rola? Eu trouxe biquíni, mas é fio-dental e tô com vergonha, pra próxima compro um mais discreto, desculpa - Flor, a gente pede pra mãe da Camí se ela tem um e te empresta, quer? - Beleza, senão fico com o short A mãe da Camí me empresta um, mas não entrava, não subia no meu quadril, e aí ela me fala... - Usa o que você trouxe, pronto, não vai ficar de shortParte 11: O "amigo" do meu filhoVoltamos pra piscina e tirei o short. Nem a Anto, nem a Cami, nem a irmã da Cami (Estefi) tinham fio dental, só eu. No decorrer do dia, toda a família da Cami me fez sentir à vontade. Com o Luqui a gente tava super feliz, tinha sido muito legal. Criaram um grupo no WhatsApp com todo mundo e repetimos aquele dia de piscina. Aí sim comprei um biquíni maior e que me cobria mais. A mãe da Anto e da Cami ficavam me zoando, perguntando por que eu não tinha trazido o fio dental, que se elas tivessem aquela bunda iam andar de fio dental também haha. Começamos a nos encontrar direto e a gente se divertia. Antes do verão acabar, a mãe da Cami e da Anto me deram um presente. Quando abri, era um biquíni novo, mas era fio dental, e elas queriam que eu usasse porque eu tinha me encaixado desde o primeiro dia. Primeiro recusei usar, depois acabei aceitando. Me senti completamente livre naquele dia, sem nenhum preconceito. Me dava bem com as senhoras das famílias, e isso era vários pontos a favor. Naquele dia percebi que o irmão da Cami me olhava, toda vez que eu virava pra ver ele, ele tava me encarando. Era mais velho que o Luqui, já tinha 32 e morava sozinho. Tinha se separado antes do verão, depois de 10 anos de namoro. O verão acabou e a gente se encontrava pouco entre as famílias. Alan escreveu um dia no grupo que sentia falta dos sábados de piscina, e eu respondi que sim, que era uma pena que o verão tinha passado. Foi uma mensagem amigável, sem nenhuma intenção. Depois disso, ele me chamou no privado. - Oi Flor, como cê tá? Uma pena que o outono começou, a gente não se vê mais. - Simmm, que bad, a gente adorava ir pra piscina, a casa dos seus pais é muito boa. - É, os sábados estavam legais, vou sentir falta. - Agora é se agasalhar, que ódio hahaha. - A pior época do ano tá chegando. E como ficava bem em você aquele biquíni. - hahaha ahh valeu!!! Sim sim, odeio frio. A conversa terminou aí, foi estranha. No outro dia, ele foi mais direto. - Oi Flor, como cê tá? Queria saber se você quer vir comer aqui em casa pra bater um papo um pouco. Me pegou de surpresa total, não esperava por isso. Sinceramente, não gostava dele nem achava ele bonito ou atraente. Não sabia se aceitava, mas já fazia um tempão desde minha última noite de sexo e eu tava precisando de algo, então acabei falando que sim. Falei pra Luqui que ia sair com alguém, mas não disse com quem, ela ficou toda animada e insistiu, mas não contei. Fui na casa do Alan, ele morava sozinho num apartamento. Ele me fez entrar, comemos algo e fomos pro sofá, conversamos muito mas não rolava nada. Dava pra ver que ele tava tímido, queria se aproximar mas não tinha coragem. Eu já tava querendo ir embora, entre não ter muita vontade de ficar com ele e ele ser tímido, piorou... Num momento, ele me dá um beijo... suave, só lábios, me acendeu um pouco, gostei, mas ficou por isso... sem língua. Paramos de nos beijar e eu olhei pra ele, ele sorriu pra mim, tentou se afastar, mas com minha mão peguei a dele e levei pra minha cintura, dando a entender que precisava de mais beijos. Nos beijamos de novo, continuava sem língua, mas eu tava esquentando bem devagar, então subi em cima dele, tudo com roupa, montei nele no sofá. Aí fui eu que meti a língua, e ele respondeu super bem, agora sim a gente tava se entendendo. Teve muitos beijos, as mãos dele tocavam minhas pernas, minhas costas, mas nunca a bunda... depois de um bom tempo, saí de cima dele. Paramos de nos beijar e, sem falar nada, bem devagar peguei minhas coisas pra ir embora, esperando que ele me convidasse pra ficar. Ele me acompanha até a porta pra abrir e eu não me seguro, falo: — Quer que eu fique? — Sério!? Sim, se você quiser, sim. Empurro ele contra a parede e falo: — Sim, bebê... e solto um gemido. Nos beijamos de novo. Ele me pega pela cintura e a gente se beija forte... com muita língua. Aí a gente vai pra cama e começa a se despir. Aos poucos vamos tirando a roupa, até eu ficar só de fio dental... Nessa hora ele fala: — Sua bunda é um sonho... — Sério? — Sim, óbvio!!!rabaoEu montei nele de boxer e eu de tanguinha. A gente tava com muito contato de pele, os beijos eram muito quentes, ele beijava muito bem, e enchia as mãos na minha bunda. Eu sentia ele apertando forte e isso me esquentava toda. Não queria apressar as coisas, mas eu tava muito tesuda, queria que a gente tirasse logo a roupa. Saí de cima dele e deitei do lado, continuei beijando ele e comecei a roçar por cima do boxer. Ele tava duríssimo. Pra minha decepção, o tamanho era pequeno, mas já tava ali, e eu tava muito excitada. Puxei o boxer dele pra baixo e comecei a punhetar ele devagar, e ele rapidamente tirou minha mão. Continuei beijando ele como se nada tivesse acontecido, e fui passando a mão no corpo dele... a gente foi esquentando de novo e eu voltei pro pau dele. A mesma coisa: devagar, e ele tirou minha mão de novo. Bem suave, eu perguntei:
— O que foi, amor?
— Nada...
— Por que você tá tirando minha mão?
Ele me beijou... Eu toquei nele de novo e ele tentou tirar minha mão, mas não deixei. Peguei firme e bati uma punheta forte até ele gozar.

Ficamos em silêncio... Eu não sabia o que dizer... Até que ele falou:
— Não foi nada, bebê...
— Desculpa...
— Não pede desculpa, tá tudo bem, sério.
— Eu queria te curtir, passar uma noite incrível com você.
— Olha, eu fico aqui se você quiser e se estiver confortável. Fica tranquilo que a gente vai se divertir muito...

Levantei pra pegar água, trouxe pra ele e a gente conversou sobre um monte de coisas. Mas num momento, comecei a beijar ele de novo, tirei a tanguinha e montei em cima dele... Esfreguei e ele ficou duro. Comecei a beijar o pescoço dele, depois o peito, desci pela barriga e fui chegando no pau dele. Tava duríssimo...vadiaComeço a fazer um boquete nele e ele ganha confiança, me segura pela cabeça e me guia, eu gostava do que ele fazia. Tiro da boca e começo a subir de volta, ele quer pegar uma camisinha, mas pra ele não perder o foco, seguro as mãos dele, falo que não precisa, monto nele e começo a rebolar. Apesar do tamanho pequeno, ele se movia muito bem e eu tava gostando, mudei o ritmo e ele me comeu excelente, decidimos fazer sem camisinha a noite toda. Gozo pra todo lado, fiquei muito cansada, e me deitei, não sei em que momento, mas acabei dormindo. No outro dia acordo e já era tarde pra caralho, eu tinha que ir trabalhar mas não dava pra ir com aquela roupa. Ele levantou e nos despedimos com um beijo. Cheguei em casa e o luqui tava dormindo. Tomei banho, me troquei rápido e fui trabalhar. Volto aos poucos, vêm surpresas por aí. Beijos

1 comentários - Parte 11: O "amigo" do meu filho

Hola diosa que bueno leerte de nuevo y que bueno verte ese pedazo de orto otra vez