Miranda e seu corno 32 - na escola

Eduardo continuava com o rosto enterrado entre as nádegas de Juana, lambendo com devoção o cu da filha mais nova. A língua dele entrava e saía, catando os últimos restos de merda que tinham ficado depois da longa penetração da Miranda. O gosto era forte, amargo e terroso, mas ele não parava. Chupava, lambia e engolia tudo, limpando a bunda da Juana até deixar ela o mais rosada e limpa possível.
Juana gemia baixinho, ainda sensível, sentindo a língua quente do pai se movendo dentro do cu dela.
Miranda, enquanto continuava fodendo o cu da Carla com estocadas profundas e constantes, olhou pra eles e sorriu com tesão.
—Acho que já tá limpo o suficiente, viadinho. Termina logo de uma vez.
Eduardo tirou a língua do cu da Juana e levantou o rosto. Os lábios e o queixo estavam manchados de restos marrons. Olhou pra filha mais nova com vergonha e tesão, a voz trêmula:
—Juana… terminei de limpar sua bunda… me dá licença pra te beijar? Mamãe disse que só se você quiser…
Juana hesitou por um momento. Olhou pra boca suja do pai, ainda com restos visíveis, e ficou vermelha que nem pimentão. Sabia que era nojento… mas também sentia um tesão estranho pela humilhação e pelo incesto.
—Tá bom, papai… pode me beijar —disse ela com uma voz baixinha e hesitante.
Eduardo se aproximou rapidamente. Juana fechou os olhos e abriu a boca. Pai e filha trocaram um beijo profundo e nojento. Eduardo enfiou a língua cheia do gosto do cu da própria filha dentro da boca limpa de Juana. Ela sentiu na hora o gosto forte e terroso da própria merda misturada com a saliva do pai.
O beijo foi longo, babado e sujo. Línguas se enroscando, saliva trocada, restos marrons passando da boca de Eduardo para a de Juana. Juana gemia baixinho dentro do beijo, enojada mas excitada ao mesmo tempo. Eduardo beijava com desespero, como se aquele fosse o único contato sexual que lhe era permitido com suas filhas.
Miranda, que continuava metendo com força no cu da Carla, olhou a cena e deu uma risadinha:
—Olha como eles se beijam… pai e filha compartilhando o gosto da buceta da Juana…
Enquanto isso, as investidas de Miranda em Carla ficaram mais rápidas e profundas. O consolo entrava e saía do cu de Carla sem piedade.
Carla começou a tremer. A respiração dela ficou ofegante e os gemidos aumentaram de tom.
— Mamãe… aí… vou gozar… pelo cu…!
Miranda agarrou firme nos quadris dela e meteu com mais força, enfiando o consolo até o fundo a cada estocada.
—Goza pra mamãe, filhinha… goza só com a buceta enquanto teu pai beija tua irmã com a boca suja…
Carla soltou um grito agudo e teve um orgasmo anal intenso. O cu dela se contraiu forte em volta do consolo, a buceta dela soltou uns líquidos claros sem ninguém tocar, e o corpo inteiro tremeu violentamente. Ela gozou gostoso e por muito tempo, gemendo sem controle enquanto a mãe dela continuava fodendo ela durante o orgasmo todo.
Quando finalmente desceu da onda de prazer, Carla ficou ofegante e tremendo, com o cu ainda aberto e pulsando ao redor do consolo da mãe dela.
Miranda puxou lentamente o consolo da bunda da Carla e olhou pra família dela com orgulho e tesão.
—Que noite mais linda a gente tá tendo…




No dia seguinte – Amanhã
Carla e Juana acordaram cedo. O sol mal entrava pelas janelas. As duas se levantaram com o corpo ainda sensível da noite anterior. Tomaram banho rápido e vestiram o uniforme escolar: saia plissada cinza curta que mal cobria a metade da coxa, camisa branca justa com gravatinha vermelha, meias até o joelho e sapatilhas pretas.
Se olharam no espelho e sorriram cúmplices. Sabiam que por baixo daquela aparência de colegiais inocentes escondiam uma realidade muito mais pervertida.
Desceram pra cozinha. A Miranda já tava preparando o café da manhã. As duas se aproximaram da mãe e deram um beijinho suave, mas demorado, nos lábios dela.
—Bom dia, gostosa —disse Carla com voz doce.
—A gente te ama muito — acrescentou Juana, dando outro beijinho nos lábios dela.
Miranda sorriu com carinho e tesão, acariciando o cabelo delas.
—Minhas menininhas lindas... tenham um bom dia na escola. Se comportem bem... por fora.
Depois as minas foram se despedir dos seus problemas.
Dogoberto ainda dormia profundamente com a Camilita abraçada no corpo gordo e fedorento dele. Juana deu um beijo rápido na bochecha dele e saiu.
Carla entrou no quarto onde Beto dormia. O velho estava acordado, sentado na cama só de cueca suja. Quando viu Carla de saia curta, blusa justa e gravatinha, os olhos dele se encheram de tesão.
Carla se aproximou e deu um beijo na boca dela.
Tchau, meu macho… vou pra escola.
Beto agarrou ela pela cintura com força e enfiou a língua na boca dela por uns segundos, beijando ela de forma grosseira. Quando soltou, tava com um sorriso safado.
—Vai nessa, sua putinha de colégio... se comporta.
Mas na mente dele já tava se formando uma ideia suja. Ele olhou pra saia plissada, as meias e a gravatinha, e pensou: “Hoje à tarde vou dar um jeito de escapar até a escola. Quero pegar essa menininha de surpresa num cantinho e comer ela com o uniforme ainda no corpo”.
Carla não desconfiava de nada. Saiu do quarto toda corada e encontrou Juana na porta.
Eduardo, por sua vez, se preparava pra ir trabalhar. Mal conseguia sentar de tanta dor no cu depois da foda que a Miranda deu nele na noite anterior. Cada movimento lembrava como a esposa o tinha usado como uma putinha enquanto as filhas participavam. Ele se despediu da Miranda com um beijo tímido e saiu mancando de leve pro trampo, ainda com a gaiola de castidade no lugar.
Miranda ficou sozinha em casa, sorrindo satisfeita. Sabia que a noite anterior tinha sido só o começo.
Enquanto isso, na mente do Beto já girava o plano sujo dele: dar um jeito de escapar até a escola, encontrar a Carla e surpreender ela em algum canto isolado pra usar ela com o uniforme escolar ainda vestido.




Durante o recreio na escola.
O pátio da escola estava cheio de barulho e risadas. Carla e Juana, com seus uniformes escolares impecáveis — saias plissadas curtas, camisas brancas com gravatinha vermelha e meias até o joelho — estavam em grupos diferentes.
Juana tava sentada num banco com as amiguinhas de sempre. As quatro meninas riam e conversavam animadas sobre desenhos animados.
Não, o novo episódio de 'As Meninas Superpoderosas' foi irado!" — dizia Juana com voz infantil, dando risada —. "Quando a Buttercup deu uma surra no monstro...
As amigas dela riam e comentavam entre si. Juana parecia uma menina normal e inocente.
De repente, enquanto falava, Juana levantou os olhos e seu sorriso congelou.
Lá longe, numa parte afastada do pátio, perto das lixeiras e meio escondido atrás de uma árvore grande, estava o Beto. O velho gordo, sujo e desleixado, com a roupa rasgada e aquele cheiro de suor que dava pra imaginar até de longe. Ele olhava fixo pra ela com um sorriso safado.
Juana se assustou. O coração deu um pulo. Ela olhou rapidamente pras amigas pra ver se alguém tinha percebido, mas elas continuavam rindo e falando de desenhos. Juana entrou em pânico. "O que o Beto tá fazendo aqui? Se alguém vê ele…!
Beto, ao notar que Juana tinha visto ele, não se mexeu. Em vez disso, levantou a mão discretamente e fez um sinal pra Carla, que estava a uns metros conversando com outras colegas.
Carla sentiu o olhar e virou a cabeça. Quando viu Beto, o rosto dela empalideceu. O medo tomou conta na hora. "Não… não pode ser… aqui não…
Não queria que ninguém descobrisse o caso secreto dela com aquele velho nojento. Sabia que, se alguém visse ele conversando com ela, tudo podia dar merda.
Ela respirou fundo, fingiu normalidade e disse pras amigas com voz casual:
—Meninas, vou um segundo no banheiro. Já volto.
As amigas dela nem deram muita bola pra ela e continuaram conversando.
Carla andou na discrição, tentando não chamar atenção. Deu uma volta pra parecer que tava indo pro banheiro, mas na real seguiu pra área afastada do pátio onde o Beto tava. O coração dela tava batendo forte. Ficava olhando pra trás direto pra ter certeza de que ninguém tava seguindo ela.
Quando ela chegou perto dos contêineres, Beto já estava esperando com um sorriso safado e triunfante. O cheiro de suor e pé sujo dele já dava pra sentir de longe.
—Olha que gostosa essa colegial… —murmurou Beto com voz rouca quando Carla se aproximou—. Dei um pulo aqui pra te ver com essa saia curtinha… dá pra ver a rachadinha quando você anda.
Carla tava nervosa e assustada. Olhava pra todo lado, morrendo de medo de alguma professora ou colega ver eles.
—Beto… o que cê tá fazendo aqui? —sussurrou com a voz trêmula—. Se alguém te ver… vão perguntar quem é você… cê não pode estar na escola…
Beto soltou uma risadinha baixa e colocou a mão calejada na cintura dela, puxando-a um pouco mais para perto dos contêineres pra ficarem mais escondidos.
—Fica tranquila, neném… só vim ver minha putinha colegial… essa saia curta me deixa louco. Vem mais pra trás… ninguém vai nos ver.
Carla engoliu seco, com medo, mas também sentindo aquela mistura de medo e tesão proibido que o Beto sempre causava nela.
Enquanto isso, Juana continuava no banco com as amigas, fingindo que nada tava rolando, mas dando uma olhadinha de canto de olho pra onde a irmã e o Beto estavam, com o coração batendo feito louco.
Miranda e seu corno 32 - na escola


Carla chegou onde Beto estava, quase colada nos contêineres de lixo. Olhou nervosamente pra todos os lados antes de falar baixo, mas com raiva:
—Beto… que porra você tá fazendo aqui? Isso é loucura! A gente tá na escola, tem professor, tem colega… Se alguém te ver falando comigo, vão perguntar quem você é! Quer que tudo seja descoberto?
Beto soltou uma risada rouca e grave, mostrando os dentes amarelos e tortos. Não parecia nem um pouco preocupado.
—Hahaha… olha como a mocinha reclama… Você vem toda arrumadinha com sua saia curta e gravatinha como se fosse uma santa… e agora me xinga porque vim ver minha putinha.
Carla tava vermelha de raiva e medo.
—Isso não é brincadeira, Beto. Se minha mãe descobrir que você veio até a escola…
Não conseguiu terminar a frase.
Beto se jogou em cima dela de repente. Agarrou firme a cintura dela com as mãos calejadas e sujas, puxando ela contra o corpo gordo e fedorento dele. Antes que Carla pudesse reagir, ele enfiou um beijo brutal na boca dela.
Carla tentou resistir. Colocou as mãos no peito do Beto e empurrou, virando o rosto.
— Beto… não… aqui não…! — sussurrou desesperada contra os lábios dele.
Mas ele era muito mais forte. Pressionou ela contra a parede dos contêineres e enfiou a língua grossa e babuda na boca dela.
O beijo foi nojento. A boca do Beto tinha gosto de cigarro vagabundo, comida podre, cerveja choca e dente sujo. A saliva dele era grossa e tinha um gosto nauseabundo que faria qualquer um vomitar. Mas a Carla… a Carla não sentia enjoo. Pelo contrário, mesmo que a mente dela gritasse de medo de ser descoberta, o corpo dela reagiu com aquela excitação proibida que só o Beto despertava nela.
Aos poucos, ela parou de resistir. As mãos dela deixaram de empurrar e se agarraram na camisa rasgada do Beto. Ela abriu mais a boca e começou a responder o beijo, enrolando a língua limpa dela com a língua suja e babada do velho.
O beijo foi ficando cada vez mais intenso e safado. Beto chupava os lábios dela, enfiava a língua até a garganta e babava na boca da colegial. Carla gemia baixinho dentro do beijo, sentindo o gosto nojento de Beto encher a boca dela. Os joelhos dela tremiam.
Passaram vários minutos se beijando de forma suja e desesperada atrás dos contêineres. A saia plissada da Carla levantava um pouco do jeito que o Beto apertava ela contra ele.
De repente, tocou a campainha avisando que o recreio tinha acabado.
Carla se separou bruscamente, ofegante, com os lábios inchados e brilhando de saliva. Ela estava com o rosto vermelho e a gravatinha um pouco torta.
—Preciso ir embora… —sussurrou nervosa—. A aula vai começar… Se eu não voltar agora, minhas amigas vão perguntar.
Beto olhou pra ela com cara de raiva e frustração. O pau dele já tava duro dentro da calça suja.
—Vai logo… mas não demora muito, puta. Vim até aqui pra te ver e não vou embora de mãos abanando. Volta assim que puder… nem que seja por uns minutos. Se não, vou entrar pra te buscar eu mesmo.
Carla engoliu saliva, ainda com o gosto nojento da boca do Beto na dela.
—Tá bom… vou voltar… mas você tem que se esconder melhor —disse ela, com medo.
Ajeitou rapidinho a saia e a gravatinha, limpou a boca com as costas da mão e saiu correndo na maciota pro prédio das aulas, com o coração batendo a mil por hora.
Beto ficou escondido atrás dos contêineres, com um sorriso raivoso e cheio de tesão, esperando a sua coleguinha gostosa voltar.






Carla voltou correndo pra sala de aula, ainda com o coração batendo forte e aquele gosto nojento da boca do Beto na língua. Sentou na carteira e tentou se concentrar, mas não conseguia. A saia dela tava meio amassada e os lábios ainda inchados.
Passaram uns minutos de aula quando a Carla levantou a mão.
—Professora… posso ir ao banheiro? Tô com uma dor danada na barriga.
A professora, uma mulher madura de uns 40 anos chamada Laura, olhou pra ela por cima dos óculos. Era uma mulher voluptuosa: cabelo castanho comprido e ondulado, peitões enormes e pesados que balançavam como tetas de milf dentro da blusa apertada. Dava pra ver claramente os bicos largos e grandes marcando o tecido.
—Vai, Carla, mas não demora —disse ele com voz cansada, mas amigável.
Carla concordou e saiu da sala de aula o mais rápido que pôde sem correr. Caminhou pelo corredor vazio e foi direto pra área afastada do pátio, perto dos contêineres onde Beto a esperava.
Quando ela chegou, o Beto já tava impaciente. Mal viu ela, sorriu com aquele sorriso sem vergonha e agarrou o braço dela, puxando ela pra trás dos contêineres pra ficarem escondidos.
—Não tenho muito tempo… —sussurrou Carla, nervosa, olhando pra todo lado—. A professora me deixou ir só no banheiro… se eu demorar muito, vão desconfiar.
Beto soltou uma risada baixa e puxou a calça suja pra baixo de uma vez. A piroca grossa e curta dele pulou pra fora. Tava coberta por uma camada grossa de esmegma branco-amarelado, acumulado de dias sem lavar. O cheiro forte e rançoso de queijo podre e suor velho bateu no nariz da Carla na hora.
—Então não vamos perder tempo, putinha de colégio —rosnou Beto—. Chupa. Limpa minha pica com essa boquinha gostosa que você tem.
Carla olhou praquela pica suja com uma mistura de nojo e tesão. Ainda não tinha se acostumado de vez com o gosto forte e nojento do esmegma. Dava ânsia… mas no fundo, aquela ânsia molhava ela.
Ajoelhou-se rapidamente no chão sujo, levantou a saia plissada pra não sujar e aproximou o rosto da pica do Beto. O cheiro era forte. Hesitou um segundo, mas abriu a boca e enfiou a cabeça do pau pra dentro.
O gosto foi imediato e forte: amargo, salgado, ácido, com aquele gosto rançoso e pastoso do esmegma acumulado. Carla fez uma careta de nojo e teve um pequeno engasgo, mas não tirou a rola. Começou a chupar com jeito atrapalhado no começo, passando a língua em volta da cabeça, catando o esmegma grosso.
—Assim… chupa mais fundo, neném —grunhiu Beto, segurando a cabeça dela com uma mão—. Tira toda essa sujeira da minha pica… cê sabe que adora isso, mesmo que te dê nojo.
Carla gemia baixinho enquanto chupava. A língua dela trabalhava pra limpar aquela camada branco-amarelada. O gosto era horrível, mas quanto mais ela chupava, mais a calcinha dela ficava molhada. Ela sentia vergonha de ficar excitada com algo tão sujo, mas não conseguia evitar.
Beto empurrava a cabeça dela devagar, metendo na boca dela com calma.
—Que buceta gostosa você tem… olha só como a colegial tá limpando minha rola cheia de esmegma… continua chupando, puta… engole tudo.
Carla chupava com mais vontade, embora ainda fizesse pequenos engasgos toda vez que engolia um pedaço grande de esmegma. A saliva dela se misturava com a sujeira e escorria pelo queixo.
De repente, ouviram vozes distantes de alunos. Carla se assustou e tirou a rola por um segundo, ofegante.
—Preciso voltar… a aula…
Beto olhou pra ela com frustração, mas soltou.
—Vai nessa… mas isso não acaba aqui. Volta no próximo recreio ou eu mesmo vou te buscar dentro do colégio.
Carla se levantou rápido, limpou a boca com as costas da mão e ajeitou a saia e a gravatinha. Ainda tinha gosto de esmegma na língua quando voltou correndo pra sala de aula.
A professora Laura olhou pra ela quando entrou, mas não falou nada.
Carla sentou no banco dela, com as bochechas vermelhas e a calcinha molhada, sabendo que o Beto ainda tava esperando ela lá fora.


Carla passou o resto da aula extremamente nervosa. Não conseguia se concentrar em nada do que a professora Laura explicava. A mente dela estava em outro lugar: o gosto forte do esmegma do Beto ainda impregnava sua língua, e ela sabia que ele estava esperando por ela lá fora. Cada vez que se mexia no banco, sentia a calcinha molhada grudada na buceta. As bochechas dela estavam permanentemente coradas.
Quando finalmente tocou o sinal do segundo recreio, a Carla sentiu um nó no estômago. As amiguinhas dela chamaram pra brincar, mas ela inventou uma desculpa rápida:
—Vou no banheiro de novo… minha barriga ainda tá doendo. Já alcanço vocês.
Ela se mandou discretamente do grupo e andou rápido pra área afastada do pátio, perto das lixeiras. O coração tava batendo forte. Sabia que tava arriscando muito, mas não conseguia resistir.
Beto esperava por ela, impaciente, escondido atrás dos contêineres. Mal viu ela aparecer com aquela saia plissada curta, os olhos já se acenderam de tesão.
—Não perdi tempo, vagabunda... —rosnou com voz rouca.
Sem dar tempo pra ela falar nada, Beto agarrou ela com força pela cintura, empurrou contra a parede dos contêineres e puxou a saia plissada até a cintura de uma vez. Com a outra mão, puxou a calcinha branca de colegial até os joelhos, deixando a bunda branca e redonda dela completamente exposta.
Carla ofegou assustada.
—Beto… rápido… não temos muito tempo…
Beto cuspiu grosseiramente na mão, passou na pica grossa e suja, e encostou a cabeça direto no cu da Carla. Sem rodeios, meteu com força.
— Aaaahhh…! — gemeu Carla quando sentiu a piroca do velho abrir o cu dela de uma vez.
Beto penetrou ela analmente de uma só enfiada funda, enfiando mais da metade da pica no cu apertado da colegial. Carla teve que morder o lábio pra não gritar. A ardência era intensa, mas ela já conhecia aquela sensação.
—Que buceta gostosa, neninha… —grunhiu Beto enquanto começava a foder ela com estocadas brutais e rápidas—. O recreio inteiro pensando em te comer com o uniforme…
Ele comia ela com força contra a parede, uma mão segurando a cintura dela e a outra tampando a boca pra ela não fazer muito barulho. A saia plissada balançava a cada estocada, mostrando como o pau grosso entrava e saía do cu da Carla.
Carla gemia contra a mão do Beto, as lágrimas de prazer e dor escorrendo pelas bochechas dela. A calcinha dela pendurada nos joelhos enquanto ela era comida no cu pelo velho sujo dela no meio do recreio da escola.
Beto sussurrava no ouvido dela com voz rouca e safada enquanto a penetrava sem piedade:
—Toma toda a pica no cu, putinha de colégio… enquanto suas amiguinhas brincam de boneca, eu tô arrombando teu cu… me fala que você gosta…
Carla, com a voz abafada contra a mão de Beto, só conseguia gemer e balançar a cabeça, completamente entregue ao prazer proibido.
O tempo do recreio tava passando perigosamente…




Beto metia a pica no cu de Carla com estocadas brutais e rápidas, esmagando ela contra a parede dos contêineres. O pau grosso dele entrava e saía do rabo da colegial sem piedade, fazendo a saia plissada balançar violentamente a cada golpe.
—Olha só… —rosnou Beto perto do ouvido dela, com voz rouca e debochada—. Que diferença que tem entre você e suas amiguinhas, hein?
Carla gemia contra a mão do Beto, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto sentia o cuzinho dela sendo aberto de novo e de novo.
Beto continuou humilhando ela enquanto a sodomizava com mais força:
—Enquanto suas amiguinhas estão lá sentadas, rindo feito mocinhas comportadas, falando de desenho animado, brincando de boneca e trocando segredos de princesa… você tá aqui, com a saia levantada e a calcinha no joelho, deixando um velho mendigo nojento rasgar sua buceta no recreio da escola.
Empurrou mais fundo, fazendo Carla soltar um gemido abafado.
—Elas são meninas de verdade… inocentes… sonham com beijinhos de príncipe e com ir a festas de aniversário. E você… você é uma puta fantasiada de colegial. Uma menininha que deixa o cu comer por um velho sujo e feio como eu. Imagina se suas amiguinhas te vissem agora? Se vissem como você abre a bunda pra eu meter a pica toda?
Carla balançou a cabeça, soluçando de prazer e vergonha, mas o cu dela apertava a pica do Beto a cada estocada.
Beto riu baixinho e continuou humilhando ela sem piedade:
—Enquanto elas comem guloseimas e pulam corda, você tá engolindo pau pelo cu como uma puta barata. Elas brincam de casinha... e você deixa um mendigo usar sua bunda como se fosse um buraco público. Que vergonha, né? Tão gostosa com sua gravatinha e sua saia... e tão puta por dentro.
Deu uma palmada forte na bunda dela e acelerou o ritmo, metendo nela de forma mais selvagem.
—Me diz… me diz a verdade enquanto eu como teu cu… tu gosta mais que tuas amiguinhas te vejam como uma menininha boazinha, ou que saibam que na real tu é uma coleguinha que se deixa sodomizar por um velho fedorento no recreio?
Carla, com a voz trêmula e abafada pela mão do Beto, conseguiu balbuciar entre gemidos:
—Eu… eu gosto… que você me coma o cu… mesmo que seja nojento… mesmo que você seja um mendigo…
Beto soltou uma risada cruel e mordeu o lóbulo da orelha dela enquanto continuava penetrando ela no cu sem parar.
—Exato… porque você não é igual a elas. Você nasceu pra ter a buceta arrebentada em lugares sujos enquanto suas amiguinhas continuam sendo meninas puras. Que puta mais gostosa você é, Carla…
Ele fodava ela cada vez mais forte, o som molhado do pau entrando no cu da colegial se misturava com os gemidos abafados da Carla e as humilhações constantes do Beto.
O recreio ainda tava rolando… e Beto não parecia ter intenção de acabar logo.


Beto continuava metendo nela com força selvagem, esmagando Carla contra a parede dos contêineres. Sua piroca grossa entrava e saía do cu da colegial com estocadas brutais, fazendo as nádegas de Carla tremerem e ficarem vermelhas.
—Kkkk… olha só —rosnou Beto perto do ouvido dela, com a voz carregada de deboche e tesão—. Enquanto tuas amiguinhas tão lá sentadas feito princesinhas, falando dos desenhos que viram ontem e brigando por quem tem a boneca mais bonita… tu tá aqui, com a saia levantada e a bunda aberta, engolindo pica de um velho mendigo nojento.
Deu um tapa forte na bunda dela e continuou:
—Elas ainda acham que beijo é de boca fechada e que os garotos da idade delas são "fofinhos". E você... você já sabe o que é ter uma rola suja e cheia de esmegma enfiada até o fundo do cu. Enquanto elas sonham com um príncipe que dá flores, você fica toda molhada quando um velho feio e fedorento manda você limpar a rola dele com a boca.
Carla gemia contra a mão do Beto, as lágrimas de prazer e vergonha escorrendo pelas bochechas dela.
Beto continuou com comparações cada vez mais nojentas:
—Imagina tuas amiguinhas agora… sentadas no banco, comendo bolachinhas com as mãos limpinhas, rindo porque uma soltou um pum. E você… você tá aqui deixando um mendigo te abrir a buceta como se fosse um banheiro público. Elas ainda limpam a bunda com papel perfumado depois de cagar… e você deixa eu sujar a sua com meu pau e depois fazer você limpar com a língua o seu próprio pai.
Empurrou mais fundo, enfiando a pica toda até o talo.
—Enquanto suas amiguinhas sonham com o primeiro beijinho romântico na bochecha… você já sabe o que é ter a boca cheia de esmegma rançoso e saliva de um velho que não toma banho há semanas. Elas trocam de calcinha porque molharam um pouquinho brincando… e você está de calcinha abaixada porque tá se deixando sodomizar como uma putinha barata no recreio da escola.
Beto riu baixinho e cruel, acelerando as estocadas:
—Me diz a verdade, neném… cê imagina se tuas amiguinhas te vissem agora? Se vissem a “boazinha” da Carla com a saia levantada, a bunda vermelha e uma pica de mendigo entrando e saindo do seu cu? Elas continuariam sendo umas meninas inocentes… e você já é uma coleguinha pervertida que goza quando um velho sujo fala putaria enquanto arrebenta seu rabo.
Carla soluçava de prazer, o cu apertando a pica do Beto a cada estocada. Beto continuou humilhando ela sem piedade:
—Elas vão chegar em casa e contar pra mãe que brincaram de boneca… e você vai chegar com a buceta cheia de porra de mendigo, fedendo a pau sujo e com a boca ainda com gosto de esmegma. Que diferença, né? Suas amiguinhas são menininhas… e você é minha putinha colegial pessoal.
Beto mordeu o pescoço dela e sussurrou com a voz rouca:
—Me diz... me diz enquanto eu como teu cu... você gosta mais de ser igual às suas amiguinhas... ou gosta de ser a menininha que deixa um velho nojento arrebentar o rabo dela no recreio?
Carla, completamente entregue, gemeu contra a mão dela:
—Eu… eu gosto… de ser sua putinha… mesmo sendo nojento…
Beto soltou uma risada triunfante e continuou fodendo ela com mais força, aproveitando cada segundo da humilhação.




De repente, o sinal do fim do recreio tocou alto por todo o pátio.
Riiiiiing! Riiiiiing!
Carla deu um pulo violento. O pânico tomou conta dela.
— Beto… o sinal! Tenho que voltar agora! —sussurrou desesperada, tentando se soltar.
Mas o Beto não soltou ela. Pelo contrário, segurou ela com mais força pela cintura e deu três estocadas brutais e profundas, enfiando a pica toda até o fundo do cu.
—Ainda não, puta... —rosnou com voz rouca e irritada—. Primeiro você vai engolir minha porra.
Com um último grunhido animal, Beto gozou violentamente dentro do cu da Carla. Jatos quentes e grossos de porra inundaram o cu dela, enchendo ela por completo. Carla sentiu o calor grosso jorrando dentro dela, marcando ela por dentro. Beto continuou metendo enquanto se esvaziava, garantindo que nem uma gota se perdesse.
Quando ele terminou, puxou a rola devagar. O cu da Carla ficou aberto, vermelho e inchado, e um fio grosso de porra branca começou a escorrer lentamente do buraco dela.
Beto deu um último tapa forte na bunda dela e puxou a calcinha de uma vez, escondendo a bagunça. O pano branco da calcinha ficou manchado na hora com porra e resto de cu.
—Vai… corre pra aula, putinha de colégio —disse ele com um sorriso cruel—. E anda normal… não quero que meu gozo escorra da sua buceta na frente das suas amiguinhas.
Carla tava tremendo. Ajeitou a saia plissada o mais rápido que pôde, sentindo o esperma quente do Beto se mexendo dentro do cu dela e começando a vazar pra calcinha. Cada passo que dava sentia o líquido grosso escorrendo e molhando a buceta dela.
—Eu te odeio… —sussurrou Carla com a voz embargada, mas os olhos brilhavam de excitação proibida.
Correu de volta pro prédio das aulas o mais rápido que conseguiu sem chamar muita atenção. Sentia a buceta cheia, quente e escorregadia. Cada vez que dava um passo, o gozo se mexia dentro dela e um pouco mais escapava pra calcinha, deixando uma sensação molhada e grudenta.
Quando ela entrou na sala de aula, a professora Laura olhou pra ela com a testa franzida.
—Carla, você tá bem?
Carla sentou rapidinho no banco dela, com as bochechas queimando e as pernas apertadas.
—Sim, professora… só tava doendo muito a barriga — mentiu, com a voz trêmula.
Ela sentou com muito cuidado. Na hora sentiu o gozo do Beto se espremendo contra a calcinha e começando a vazar. O tecido ficou molhado e grudou na buceta e no cu dela. Cada vez que mexia no banco, sentia a porra grossa se mexendo dentro do rabo e escorrendo devagar.
As amiguinhas dela olharam pra ela estranhadas.
—Tá bem, Carla? Cê tá toda vermelha…
Carla forçou um sorriso nervoso e apertou as pernas.
—É… só… ainda tô com uma dorzinha na barriga.
Durante a aula inteira seguinte, a Carla não conseguiu se concentrar em nada. Sentia o cu pulsando e cheio da porra do Beto. Cada vez que se mexia, um pouco mais de porra escapava e molhava a calcinha dela. Dava pra sentir de leve o cheiro de sexo e de homem sujo que a virilha dela exalava.
Sabia que a qualquer momento podia começar a escorrer pelas pernas dela se não tomasse cuidado.
E o pior… no fundo, aquela humilhação a deixava completamente molhada.


Carla tava sentada no banco dela, tentando manter a compostura. A aula de Matemática já tinha começado, mas ela não conseguia se concentrar em nada do que a professora falava. O cu dela pulsava, ainda aberto e sensível depois da foda selvagem do Beto. O pior era que o esperma quente e grosso do velho ainda se mexia dentro dela.
Cada vez que ela se mexia um pouco na cadeira, sentia um jorro grosso de porra escapando do cu e vazando pra calcinha. O pano branco já tava encharcado e grudento. Dava pra sentir a umidade quente se espalhando entre as nádegas e molhando também a buceta dela.
Tentava disfarçar como podia. Mantinha as pernas bem apertadas, as costas retas e o olhar fixo no quadro, mas o rosto estava vermelho e a respiração, ofegante.
A professora Laura fez uma pergunta. Carla nem ouviu qual foi.
— Carla, cê tá me ouvindo? — disse a professora com um tom sério.
Carla deu um pulo e sentiu como, com aquele movimento brusco, um jato mais forte de porra saiu do cu dela e encharcou completamente a calcinha. Agora o tecido tava todo molhado e começava a ficar meio transparente.
—S-sim, professora… desculpa… ainda tô com uma dorzinha na barriga —gaguejou, com a voz trêmula.
As amiguinhas dela sentadas perto olharam pra ela com cara de estranheza.
—Tá bem? Cê tá toda suada —sussurrou uma delas.
Carla concordou sem olhar pra ela, apertando ainda mais as pernas. Sentia o gozo do Beto escorrendo devagar. Um fio quente já tinha descido pela coxa esquerda e tava quase chegando na meia. Tentou secar disfarçado com a mão por baixo da saia, mas só conseguiu espalhar mais a umidade.
Cada vez que respirava fundo, sentia o cheiro leve, mas inconfundível, de sexo e porra saindo da sua entreperna. Tava morrendo de medo de alguém mais perceber.
A professora continuou explicando no quadro. Carla apertou a bunda o máximo que pôde pra tentar segurar o esperma, mas foi pior: o movimento fez outro jato grosso escapar e molhar ainda mais a calcinha. Agora ela sentia o tecido completamente grudado na buceta e no cu, frio e pegajoso.
Tentou cruzar as pernas, mas isso só apertou mais o sêmen contra a pele sensível dela. Um pequeno gemido escapou sem querer. Na hora, tossiu pra disfarçar.
Uma das amigas dela se inclinou pra ela e sussurrou:
—Carla, sério… você tá estranha. Quer que eu te acompanhe até a enfermaria?
Carla balançou a cabeça rapidamente, morrendo de vergonha.
—Não… tô bem… só… preciso ir no banheiro de novo depois da aula.
Por dentro, tava desesperada. Sentia o esperma do Beto ainda escorrendo devagar do cu arrombado dela, encharcando a calcinha e começando a descer pela parte de dentro das coxas. A saia plissada era tão curta que ela tava com medo de, se levantasse, aparecer alguma mancha.
Ela ficou sentada, imóvel, apertando a bunda e rezando pra aula acabar logo. Cada minuto que passava era uma tortura molhada e pegajosa. A porra do velho mendigo ainda escorria do cu fodido dela, lembrando o tempo todo o quão puta ela tinha sido no recreio.
E o mais humilhante… apesar do medo e da vergonha, a buceta dela estava completamente molhada de tesão.

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