Laura ficou olhando para os lábios inchados e brilhantes da Carla por vários segundos eternos. O rosto dela refletia uma batalha interna: nojo profundo, vergonha profissional, preocupação com a aluna e uma curiosidade mórbida que ela não queria admitir.
—Não… isso tá errado… —murmurou uma última vez, quase sem convicção.
Carla se aproximou um pouco mais, com a voz suave e convincente:
—Só um beijinho, professora… por favor. Só pra experimentar. Ninguém vai ficar sabendo. Faz isso por mim…
Laura engoliu saliva com dificuldade. As tetonas dela subiam e desciam com a respiração ofegante. O cheiro nojento do Beto ainda tomava conta do escritório, mas agora ela também sentia o bafo quente da Carla, que ainda tinha o gosto da rola suja do velho na boca.
Com as mãos trêmulas, Laura se inclinou devagar pra frente. O rosto dela estava a só alguns centímetros do da sua aluna.
—Só… um segundo… —murmurou, mais pra se convencer do que pra Carla.
Ela fechou os olhos com força, como se não quisesse ver o que estava fazendo, e aproximou os lábios dos de Carla.
O beijo começou tímido e hesitante. Os lábios de Laura roçaram os da sua aluna com muita relutância. Carla, suavemente, abriu um pouco mais a boca e enfiou a ponta da língua.
Naquele instante, Laura sentiu o gosto.
O gosto forte, amargo, salgado e pastoso do esmegma do Beto invadiu a boca dela. Era nojento: um sabor rançoso, terroso, levemente ácido, misturado com a saliva doce da Carla. Laura fez uma careta de nojo e quis se afastar, mas a Carla colocou uma mão suave na nuca dela e a manteve ali.
—Shhh… só mais um pouquinho, professora… —sussurrou Carla contra os lábios dela.
O beijo ficou mais profundo. Carla enfiou a língua com mais decisão, compartilhando o gosto da pica do Beto com a professora. Laura gemia de nojo dentro do beijo, mas não se separava. A língua dela, quase contra a vontade, roçou a de Carla e provou mais daquele gosto nojento.
—Ugh… que horrível… —murmurou Laura contra a boca da sua aluna, mas continuou beijando ela.
O beijo ficou mais babado. A saliva da Carla, carregada de esmegma do Beto, passava pra boca da Laura. A professora dava uns pequenos engulhos, mas continuava. Os peitões enormes dela tremiam contra o corpo da Carla enquanto o beijo ficava mais intenso e sujo.
Beto observava tudo com um sorriso perverso e excitado.
—Assim… se beijem gostoso, professoras… olha como a neném passa meu gosto pra professora dela…
Laura finalmente se separou, ofegante. Os lábios dela estavam brilhando e ela tinha uma cara de nojo profundo. Ela limpou a boca com as costas da mão várias vezes, respirando pesado.
—Meu Deus… que nojo… —sussurrou, com a voz trêmula—. É repugnante… amargo, pastoso… como você aguenta isso todo dia, Carla…
Carla olhou pra ela com olhos suaves e compreensivos, ainda com os lábios molhados.
—No começo dá muito nojo… mas depois você se acostuma… e até gosta um pouquinho. Viu? Não foi tão terrível assim…
Laura ficou sentada no chão, claramente arrependida e enojada, mas não se levantou mais. Olhava para Carla e Beto com uma mistura de vergonha, confusão e uma estranha excitação que não queria admitir.
Beto, com o pau ainda duro e brilhando de saliva, sorriu satisfeito.
—Tá vendo, professora? Já provou o gosto… quer continuar ajudando sua aluna favorita?
Laura não respondeu. Só ficou ali, respirando ofegante, com o gosto nojento da pica do Beto ainda na boca.
Laura ficou um instante ofegante, com os lábios inchados e brilhantes, ainda com o gosto forte e nojento do esmegma do Beto na boca. A cara dela mostrava uma mistura de nojo, vergonha e uma estranha excitação que começava a tomar conta.
Carla, ainda de joelhos na frente dela, se aproximou de novo com suavidade.
—Professora… só mais um beijinho —sussurrou com voz doce e persuasiva—. A senhora já viu que não é tão horrível assim… deixa eu beijar a senhora de novo.
Laura hesitou, respirando ofegante. Os peitões enormes dela subiam e desciam com força dentro da blusa. Finalmente, com um suspiro trêmulo, murmurou:
—Só… só mais um pouquinho… mas nada além disso.
Ela se inclinou pra frente e, dessa vez, foi ela quem começou o beijo.
No começo foi tímido, quase experimental. Os lábios dele roçaram os de Carla com hesitação. Mas Carla respondeu com mais paixão, enfiando a língua devagar. Laura soltou um gemidinho de surpresa… e aí, aos poucos, começou a aceitar o beijo.
O gosto continuava forte e nojento, mas a Laura já não se afastava com tanta força. A língua dela começou a se mover contra a da sua aluna, provando o gosto salgado e terroso que a Carla passava pra ela. O beijo ficou mais profundo, mais molhado, mais babado.
—Mmhh… — gemeu Laura contra a boca de Carla, já não por puro nojo, mas com uma mistura de repulsa e prazer proibido.
Carla percebeu a mudança. Sorriu dentro do beijo e começou a beijar a professora com mais intensidade, enroscando a língua na dela. Laura, aos poucos, foi se entregando. As mãos dela, que no começo estavam duras sobre os joelhos, subiram timidamente e pousaram na cintura de Carla.
O beijo ficou mais apaixonado. Laura já não só aceitava… começava a gostar de beijar sua aluna. Ela gemia baixinho dentro da boca de Carla, a língua se movendo com mais desejo, saboreando o gosto proibido que vinha da rola do Beto.
—Deus… isso é errado… mas… —sussurrou Laura entre um beijo e outro, sem se separar de vez.
Carla, cada vez mais ousada, baixou o olhar e viu o decote pronunciado da professora. As tetonas enormes da Laura, pesadas e balançando, se mexiam a cada respiração ofegante. O decote era fundo e deixava ver o vale macio e branco entre as peitolas gigantes, com os bicos largos e grandes se marcando contra o tecido da blusa.
Carla se excitou.
Enquanto continuavam se beijando, ele deslizou uma mão devagar para cima e pousou sobre uma das tetas gigantes da Laura. Sentiu ela pesada, macia e quente debaixo da palma. Os dedos dele afundaram suavemente na carne suave e farta.
Laura soltou um gemido abafado dentro do beijo, surpresa.
—Carla… o que você tá fazendo…? —murmurou contra os lábios dela, mas não tirou a mão da sua aluna.
Carla apertou suavemente a peitona, sentindo como transbordava entre seus dedos, e continuou beijando sua professora com mais paixão.
—São tão grandes, professora… —sussurrou Carla, sem parar de tocá-la—. Parecem tão macias…
Laura gemia baixinho, claramente excitada e envergonhada ao mesmo tempo. O corpo dela respondia ao toque da aluna, mas a mente ainda lutava contra isso.
—Isso… isso não tá certo… eu sou sua professora… —murmurou, embora a voz já soasse mais fraca e a mão subiu timidamente pra acariciar o cabelo da Carla enquanto continuavam se beijando.
Beto observava tudo com um sorriso perverso e excitado, o pau duro e sujo pulsando enquanto via a professora madura e gostosa se beijando com sua aluna colegial.
O beijo entre Laura e Carla ficava cada vez mais intenso e safado, enquanto a mão de Carla continuava explorando os peitões enormes e pesados da sua professora.
O beijo entre Laura e Carla tinha ficado cada vez mais profundo e apaixonado. Laura já não lutava tanto contra o gosto forte que vinha da boca da sua aluna; pelo contrário, gemia baixinho e mexia a língua com mais desejo.
Carla, sentindo que a professora dela tava se deixando levar, subiu as mãos até a blusa da Laura. Com dedos trêmulos mas decididos, começou a desabotoar os botões um por um. Laura soltou um gemido de protesto fraco, mas não impediu ela.
—Carla… isso já é demais… —murmurou contra os lábios dela, embora a voz soasse mais excitada do que convencida.
Carla não parou. Abriu a blusa por completo e revelou o sutiã branco de renda que mal segurava os peitões enormes da sua professora. Com cuidado, passou as mãos para trás e soltou o fecho do sutiã.
As tetonas gigantes e pesadas da Laura se soltaram de uma vez. Eram enormes, milf, com um formato de úberes caídos e cheios. A pele era branca e macia, com algumas veias visíveis. Os bicos eram largos, grandes e escuros, já durinhos de tesão. As tetas balançavam pesadamente pra baixo, balançando a cada respiração ofegante da Laura.
Carla ficou olhando fascinada.
—Professora… são tão grandes… tão lindas… —murmurou, sem conseguir desviar o olhar.
Laura, envergonhada mas excitada, se deixou levar completamente. As mãos dela subiram até a camisa de Carla e começaram a desabotoá-la com dedos trêmulos. Tirou a camisa e depois o sutiãzinho que a colegial usava.
As tetas da Carla ficaram expostas: pequenas, quase lisas, com mamilos rosados e miúdos. Eram peitos de adolescente, durinhos, juvenis e quase sem volume.
O contraste era brutal e excitante:
As tetas da Laura: enormes, pesadas, milf, balançando como úberes cheias, com mamilos largos e escuros.
As tetas da Carla: pequenas, lisas, juvenis, com bicos rosados e delicados.
Laura olhou para os peitos da sua aluna e soltou um gemido baixinho.
Meu Deus… que contraste…" — ela sussurrou, claramente afetada pela diferença.
Carla sorriu timidamente e aproximou o peito liso ao da professora. As tetinhas pequenas roçaram as enormes mamas caídas da Laura. O contraste era evidente: a carne jovem e firme contra a carne madura e pesada.
Laura já não resistia mais. As mãos dela subiram e acariciaram os peitinhos lisos da Carla com ternura e desejo. Depois, ela baixou a cabeça e beijou um dos mamilos rosados da aluna, chupando ele de leve.
Carla gemeu e arqueou as costas, oferecendo mais do seu peitinho pra ele.
—Professora… eu gosto quando você me toca assim…
Enquanto isso, Beto observava tudo sentado na cadeira, com a pica suja e dura na mão, se masturbando devagar enquanto curtia o espetáculo da sua colegial e da professora madura se despindo uma à outra.
Laura ergueu a cabeça, os lábios brilhando, e olhou para Carla com olhos vidrados de tesão e vergonha.
—Isso tá muito errado… mas… não consigo parar agora —sussurrou, antes de beijar sua aluna de novo com mais paixão, as tetonas dela se apertando contra o peito liso da Carla.
O contraste entre o corpo maduro e voluptuoso da Laura e o corpo jovem e quase liso da Carla era hipnótico e profundamente pervertido.

Beto já não conseguia mais ficar só olhando. Levantou da cadeira, com a pica grossa, velha e ainda coberta de esmegma pulsando na frente das duas mulheres. O cheiro forte e rançoso de pica suja se intensificou no pequeno escritório.
—Olha que lindo que elas ficam… professora e aluna se beijando igual putas —grunhiu com voz rouca e excitada—. Agora venham aqui. As duas. Quero que me façam um boquete duplo.
Ele se aproximou delas, segurando a própria pica pela base e balançando na frente dos rostos delas. A cabeça brilhava com a saliva da Carla e restos de esmegma.
Laura, que tava beijando a Carla com paixão e acariciando os peitinhos dela, levantou o olhar. O nojo voltou na cara dela ao ver aquela pica fedida tão perto, mas o tesão que sentia pela aluna tava dominando ela. Os peitões caídos dela subiam e desciam com a respiração ofegante.
—Eu… não sei se consigo… —murmurou hesitante, embora já não se afastasse mais.
Carla, com os lábios inchados e os olhos brilhando de excitação, olhou para a professora e falou com uma voz suave, mas insistente:
—Professora… só me ajuda um pouquinho. Juntas vai ser mais fácil pra ele gozar rápido. Eu te mostro…
Carla se inclinou primeiro e pegou o pau do Beto com uma mão. Começou a lamber ele da base até a cabeça, passando a língua pela camada de esmegma. Depois olhou pra Laura e aproximou o pau dela.
—Vem, professora… só chupa um pouco comigo. A senhora já viu que o gosto não é tão ruim quando tá misturado…
Laura hesitou mais um segundo, mas a excitação que sentia depois de beijar e apalpar a Carla era mais forte que o nojo. Ela se inclinou devagar, os peitões enormes balançando pesados, e colocou a língua pra fora com timidez.
Deu uma primeira lambida hesitante na cabeça da pica do Beto. O gosto forte e rançoso fez ela torcer o nariz, mas não se afastou. Carla, do lado dela, lambia o outro lado da pica, e suas línguas se roçavam enquanto limpavam o esmegma.
—Assim… muito bem, professora —sussurrou Carla, incentivando-a—. Lambe comigo… olha como ele fica mais duro.
Pouco a pouco, Laura foi se deixando levar. A tesão com a Carla tava fazendo ela tolerar muito mais o nojo. Ela começou a lamber com mais decisão, passando a língua na buceta fedida do Beto, catando o esmegma pastoso e engolindo com uns ânsios de vômito que já não eram tão violentos.
Beto gemia de prazer, olhando pra baixo o espetáculo:
—Que gostosa… a professora de peitão e a colegial chupando meu pau juntas… chupem mais fundo, putas… enfiem na boca.
Carla abriu a boca e enfiou a cabeça da rola dentro, chupando com gosto. Depois tirou e ofereceu pra Laura.
—Agora a senhora, professora… enfia um pouquinho na boca. Eu ajudo.
Laura, com o rosto vermelho e os olhos vidrados, hesitou só mais um segundo. A excitação tinha vencido. Abriu a boca e deixou Carla guiar a rola suja do Beto entre seus lábios.
A cabeça entrou na boca dela. Laura fez uma careta de nojo ao sentir o gosto forte, mas continuou chupando. Carla, do lado, lambia o tronco e os ovos sujos do Beto, e de vez em quando beijava a professora nos lábios enquanto as duas dividiam a pica.
Beto segurou a cabeça de Laura com uma mão e a de Carla com a outra, metendo na boca delas alternadamente.
—Assim que eu gosto… duas putas lambendo minha pica ao mesmo tempo. Professora, chupa mais fundo… já viu que mesmo fedendo, você tá gostando, né?
Laura gemia em volta da pica, com lágrimas de nojo e prazer nos olhos. Já não resistia tanto. A tesão com a Carla tinha feito ela tolerar o nojo pela pica fedida do Beto. Chupava com mais ritmo, embora ainda fizesse pequenos engasgos cada vez que engolia um pedaço grande de esmegma.
Carla sorriu e beijou a professora no canto dos lábios enquanto as duas continuavam chupando a pica do Beto.
—Olha, professora… já tá indo muito bem…
As duas mulheres — a professora madura de peitões gigantes e a jovem colegial de peitos lisos — continuavam de joelhos, dividindo a piroca suja e fedorenta do Beto num boquete duplo cada vez mais entregue.
Beto gemia cada vez mais alto, segurando firme a cabeça de Laura enquanto as duas mulheres chupavam a rola suja dele. Carla lambia o tronco e os ovos, e Laura chupava a cabeça com uma mistura de nojo e tesão crescente.
— Vou gozar…! — grunhiu Beto de repente.
Empurrou a cabeça de Laura pra frente e gozou violentamente na boca dela. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra saíram da sua piroca velha, enchendo a boca da professora. Laura arregalou os olhos, surpresa com a quantidade. O gozo tinha um gosto forte, amargo e salgado. Ela engoliu como deu, mas um pouco escapou pelos cantos dos lábios e escorreu sobre as tetonas caídas dela.
—Engole tudo, professora… —ordenou Beto enquanto continuava gozando.
Laura engoliu com dificuldade, quase engasgando, mas conseguiu. Quando Beto finalmente tirou a pica da boca dela, Laura ficou ofegante, com os lábios inchados, porra no queixo e escorrendo pelas tetonas dela.
Ela ficou uns segundos em silêncio, processando o que acabara de fazer. De repente, a realidade bateu nela como um tapa na cara.
—Isso… isso tem que acabar agora —disse com voz trêmula, mas firme, limpando a boca e os peitos com um lenço—. É arriscado demais. A gente tá na escola, qualquer um podia ter entrado. Carla, veste a roupa. Beto, sobe as calças. Vocês têm que ir embora já.
Carla se levantou rapidinho e ajeitou a camisa e a saia. Beto subiu a calça devagar, ainda com um sorriso satisfeito.
—Volto pra buscar mais —disse Beto, olhando pra Laura com cara de safado—. Gostei do jeito que você chupa, professora. Na próxima vez quero ver esses peitões enormes quicando enquanto te como.
Laura ficou vermelha que nem pimenta e apontou pra porta.
—Vão embora. Agora. E tomem muito cuidado ao sair. Não quero ver vocês juntos nunca mais dentro da escola.
Carla e Beto saíram discretamente do escritório. Carla foi primeiro pra sala dela pegar as coisas, e Beto esperou uns minutos antes de dar o fora por uma saída lateral.
Laura ficou sozinha no escritório dela. Trancou a porta e se jogou na cadeira. Ainda sentia o gosto da porra do Beto na boca, os peitos grudentos e a buceta molhada, apesar de tudo.
Levou uma mão à testa e murmurou para si mesma, com voz trêmula:
—Meu Deus… o que eu acabei de fazer? Beijei minha aluna… chupei a rola suja daquele velho nojento… e gostei… Como pude deixar uma garota tão nova me levar a isso? A Carla tem só 14 anos… e eu… eu sou professora dela. No que eu estava pensando?
Ela se olhou no espelhinho que tinha em cima da mesa. Os lábios estavam inchados, restos de porra seca no queixo e uma expressão de culpa misturada com tesão.
Isso não pode acontecer de novo..." — ela sussurrou, mesmo sabendo que, no fundo, uma parte dela já queria que acontecesse de novo.
Ficou ali sentada, pensando no que tinha acontecido, no contraste entre o corpo maduro dela e o da Carla, no gosto nojento do Beto… e em como, apesar de tudo, a buceta dela ainda pulsava de tesão.
No dia seguinte – Fim da última aula
Laura passou a aula inteira evitando olhar diretamente pra Carla. Cada vez que os olhos delas se cruzavam, a professora desviava o olhar rapidamente, com as bochechas levemente coradas. Ela lembrava muito bem do que tinha acontecido no dia anterior: o beijo sujo, o gosto do esmegma do Beto na boca dela, as tetas da Carla contra as dela… e como ela tinha se deixado levar.
Quando a campainha tocou e os alunos começaram a guardar as coisas e sair, Laura pigarreou e levantou a voz:
—Carla, pode ficar mais um pouquinho? Quero falar com você sobre sua tarefa de Matemática. Tem uns errinhos que eu queria dar uma olhada.
As outras garotas saíram conversando e rindo, sem desconfiar de nada. Carla ficou sentada, nervosa, sabendo que não era realmente sobre o dever.
Quando a sala ficou completamente vazia e a porta se fechou, Laura levantou da mesa e se aproximou de Carla. Ficou de pé na frente dela, com as mãos entrelaçadas e visivelmente envergonhada.
—Carla… o que aconteceu ontem… foi errado —disse ela com voz baixa e trêmula—. Muito errado. Eu sou sua professora, tenho uma responsabilidade com você. Não devia ter deixado as coisas irem tão longe. Me deixei levar pela situação e… te perverti. Sinto muito. Não sei o que deu em mim.
Carla ergueu o olhar e sorriu suavemente, sem nenhum traço de arrependimento.
—Professora… tá tudo bem. De verdade. Cê não precisa se desculpar.
Laura balançou a cabeça, ainda envergonhada.
—Não, Carla. Você é muito nova. Eu sou uma adulta, uma professora… não devia ter beijado minha aluna, nem ter… chupado aquela pica nojenta na sua frente. Foi um erro grave.
Carla se levantou devagar e se aproximou um pouco mais da professora. A voz dela era calma e sincera:
—Professora Laura, eu já tinha experimentado coisas com mulheres antes. Não sou tão inocente quanto a senhora pensa.
Laura olhou pra ela, surpresa.
—O que você quer dizer?
Carla baixou o olhar por um segundo, depois levantou a vista com uma mistura de timidez e orgulho:
—Com a minha irmãzinha Juana… e com a minha mãe, Miranda. Já fizemos coisas juntas. Nos beijamos, nos tocamos… minha mãe já me penetrou com o cinto dela e eu também já penetrei ela. E com a Juana… a gente se lambeu e colocou os dedos uma na outra. Não é a primeira vez que fico com uma mulher. Por isso não me incomoda o que aconteceu ontem. Pelo contrário… gostei de beijar ela.
Laura ficou muda. As tetonas dela subiam e desciam com uma respiração funda. A confissão tinha abalado ela por dentro.
—Sua mãe…? E sua irmã…? —repetiu, quase sem voz—. Tá dizendo que você transa com sua própria mãe e sua irmã?
Carla concordou com naturalidade.
—Sim. É uma coisa que a gente faz em casa. Meu pai também participa, mas ele é mais passivo. Minha mãe é quem manda. Por isso, quando a gente se beijou ontem… não achei tão estranho. Adorei sentir as tetas dela esfregando nas minhas.
Laura ficou em silêncio por um bom tempo, processando tudo. A cabeça dela era um turbilhão: surpresa, tesão, culpa e uma excitação estranha que voltava a aparecer.
—Não sei o que dizer… —murmurou por fim—. Pensei que era uma garota inocente… e no fim você tem uma vida sexual muito mais… complicada que a minha.
Carla sorriu com doçura e deu mais um passo pra perto.
—Professora… a senhora não precisa se sentir mal pelo que aconteceu ontem. Se quiser… a gente pode conversar mais sobre isso. Ou se preferir esquecer, também tá tudo bem. Mas eu não me arrependo.
Laura ficou olhando para sua aluna favorita, com o coração batendo forte. A lembrança dos beijos, do sabor proibido e do contraste entre seus corpos ainda estava bem fresca.
Ela passou a mão no rosto e suspirou.
—Preciso de tempo pra pensar… Isso é demais pra processar num dia só.
Laura ficou sentada na cadeira, completamente pasma. Os olhos dela estavam bem abertos e a boca entreaberta, como se não conseguisse processar o que acabara de ouvir.
—Incesto…? —repetiu em voz baixa, quase sem fôlego—. Com sua mãe… e com sua irmãzinha Juana? Tá falando sério, Carla?
Carla acenou com calma, sem vergonha. Sentou na ponta da mesa da professora, com a saia plissada subindo um pouco pelas coxas.
—Sim, professora. É verdade. Na minha casa as coisas são assim. Minha mãe é quem comanda tudo. Ela ensinou eu e minha irmã. No começo, eu também fiquei com medo… mas depois percebi que eu gostava pra caralho.
Laura levou a mão ao peito, sobre as tetonas enormes dela, como se estivesse sem ar.
—Meu Deus… não acredito. Você é tão novo… e sua mãe… como ela pôde fazer isso com você?
Carla sorriu suavemente e continuou falando com voz calma:
—Vou te contar três coisas que me aconteceram, pra você entender melhor.
Primeira experiência:
—Uma noite, depois que meu pai dormiu, minha mãe me chamou no quarto dela. A Juana já estava lá, pelada. Mamãe mandou eu tirar a roupa e deitar com elas. Primeiro a gente se beijou as três… língua com língua. Depois, mamãe me colocou de quatro e me meteu com o cinto dela no cu enquanto a Juana lambia minha buceta. Eu gozei muito forte naquela noite. Mamãe ficava dizendo “assim, minha princesinha, deixa a mamãe abrir seu cuzinho enquanto sua irmãzinha te chupa”.
Laura engoliu saliva com dificuldade, visivelmente afetada.
Segunda experiência:
—De novo, minha mãe fez a gente brincar de “as menininhas que se ajudam”. Ela colocou eu e a Juana uma de frente pra outra, peladas, e mandou a gente se tocar. Eu enfiei dois dedos na buceta da Juana enquanto ela enfiava os dedos no meu cu. Mamãe ficava olhando da cama, se tocando, e falava um monte de putaria: “Olha como vocês se comem como irmãs… que vadias gostosas vocês são”. A gente acabou gozando juntas, se beijando de língua enquanto mamãe assistia.
Laura se remexeu na cadeira, claramente desconfortável e excitada ao mesmo tempo. Os bicos dos peitos marcavam contra a blusa.
Terceira experiência:
—A mais forte foi quando mamãe levou nós três pro banheiro. Ela nos colocou no chuveiro e fez a gente se lavar uma à outra. Depois, ela se ajoelhou e lambeu o cu das duas, uma depois da outra. Aí mandou eu e a Juana ajoelharmos e lamber as tetonas dela e chupar os bicos enquanto ela se masturbava. No final, mamãe gozou pra caralho e espirrou os sucos dela na nossa cara. Ela disse que a gente era as "putinhas particulares" dela e que aquilo era amor de verdade entre mãe e filhas.
Quando a Carla terminou de contar as três experiências, a Laura estava vermelha que nem um tomate. Tava com a respiração ofegante e as mãos apertadas em cima da mesa. Os peitões enormes dela subiam e desciam na maior evidência.
—Não… não acredito —sussurrou Laura, quase sem voz—. Sua própria mãe… e sua irmãzinha… fazendo essas coisas com você. E você… parece tão tranquila contando isso.
Carla deu de ombros com um sorriso suave.
—Porque pra mim já é normal, professora. Na minha casa, o sexo faz parte do amor familiar. Minha mãe diz que é lindo compartilhar o corpo com as pessoas que mais amamos.
Laura ficou em silêncio por um bom tempo, processando tudo. A mente dela era um turbilhão de choque, tesão, culpa e uma excitação que não conseguia controlar.
Finalmente, com a voz baixa e trêmula, ele murmurou:
—Carla… isso é… demais. Não sei como processar tudo isso. Você é minha aluna… e agora eu sei que tem uma vida sexual com sua mãe e sua irmã que eu nem conseguia imaginar.
Carla se aproximou um pouco mais e colocou uma mão suave no braço da sua professora.
Carla ainda estava de pé na frente da mesa da professora Laura, que a olhava com os olhos bem abertos e uma mistura de choque e fascinação. Depois de contar as três experiências, Carla sorriu com malícia e completou:
—E às vezes… meu pai também participa.
Laura piscou, claramente sobrecarregada.
—Seu pai também…?
Carla soltou uma risadinha suave, quase divertida, como se estivesse contando algo do dia a dia.
—Sim. Mas ele não é igual à mamãe. Papai participa de forma passiva. Mamãe chama ele de “o corno cuck da família”. Ela enfia o cinto nele pelo cu enquanto a gente olha. A gente ganha chupada nos pés e na bunda. Ele adora se ajoelhar e lamber nossos cuzinhos depois que a mamãe nos comeu.
Laura ficou muda, com a boca entreaberta.
Carla continuou falando entre risadinhas, como se achasse graça:
—Às vezes, se a gente quiser, a gente beija o papai na boca. Mas só beijos… nada mais. Ele quer foder a gente, principalmente no cu, mas a mamãe não deixa. Ela diz: “Você é a putinha passiva da família, Eduardo. Seu pauzinho murcho não serve pra foder minhas menininhas. Seu lugar é lamber cuzinhos e eu arrebentar seu rabo”.
Carla deu uma risadinha baixa, lembrando.
—Uma vez a mamãe ficou de quatro enquanto fodía a Juana e eu com o cinto de borracha. Papai só podia lamber nossos pés e chupar nossos cuzinhos enquanto a mamãe nos penetrava. No final, a mamãe gozou dentro de mim e mandou o papai limpar meu cu com a língua… cheio do esperma dela. Ele fez sem reclamar.
Laura estava vermelha como um tomate. As tetonas dela subiam e desciam com força. Ela não sabia onde se enfiar.
—Carla… isso é… demais —conseguiu dizer com voz fraca—. Teu pai… participando daquele jeito… lambendo… sendo penetrado pela tua mãe… enquanto você e sua irmã…
Carla deu de ombros com naturalidade.
—Pra gente já é normal. Mamãe diz que papai nasceu pra ser o corno passivo. Ele fica excitado nos vendo ser fodidas por ela ou por uns caras sujos que nem o Beto. E a gente… gosta de ver ele assim. Faz parte do jogo de família.
Laura passou a mão no rosto, claramente sobrecarregada com todas as confissões.
—Não sei o que dizer… Achava que sua família era normal… e descobre que vocês têm orgias incestuosas onde sua mãe domina todo mundo, seu pai é a putinha passiva e você e sua irmãzinha… deixam fazer de tudo.
Carla sorriu com doçura e deu mais um passo pra perto.
—Não se assuste, professora. É amor de família… só que um pouco diferente. Se quiser… posso contar mais detalhes outro dia. Ou se preferir não saber mais nada, também tá de boa.
Laura ficou encarando sua aluna favorita por um bom tempo. A cabeça dela era um turbilhão: imagens da Miranda metendo no marido dela, lambendo as bucetinhas das filhas dela, beijos incestuosos, pés e cus sendo chupados… tudo misturado com a excitação que ela ainda sentia no próprio corpo.
Finalmente, com a voz baixa e trêmula, ele murmurou:
—Carla… vai pra casa. Preciso ficar sozinha um tempo. Isso é… demais pra processar num dia só.
Carla concordou respeitosamente, pegou suas coisas e foi em direção à porta. Antes de sair, virou-se e disse com um sorriso:
—Se algum dia quiser saber mais… ou experimentar algo… é só me falar, professora.
Quando a Carla foi embora, Laura ficou sozinha na sala de aula vazia. Ela se jogou na cadeira, com o coração batendo forte e a buceta molhada apesar de todo o choque.
—Meu Deus… que tipo de família é essa? —murmurou para si mesma, ainda com as imagens da confissão da Carla rodando na cabeça.
Uns dias depois – Vida familiar normalizada
A rotina na casa da Miranda e do Eduardo já tinha se consolidado numa dinâmica estranha, mas fluida. Por fora, continuavam sendo uma família "normal": mãe amorosa, pai trabalhador, três filhas (duas biológicas e uma transexual) que iam pra escola. Mas dentro das paredes da casa, tudo girava em torno do desejo da Miranda e da submissão do resto.
Miranda era o centro absoluto. A Hotwife dominante, a mamãe que ditava as regras. Ela decidia quando e como as filhas dela eram fodidas, quando o marido corno podia lamber ou ser penetrado, e como cada "namorado" indigente podia usar a sua respectiva nenenzinha.
Camilita e Dogoberto
Camilita, a mais novinha e delicada, tinha virado completamente a "princesinha" do Dogoberto. Toda noite, depois do jantar, Camilita vestia sua camisola curta e transparente e subia pro quarto que dividia com o macho dela. Dogoberto, gordo, careca, fedorento e malcheiroso, já esperava ela na cama.
Miranda passava pra dar uma olhada quase toda noite. Sentava numa cadeira do lado da cama e observava com orgulho de mãe como Dogoberto metia na bunda da filha trans dela. Camilita gemia feito criança enquanto o velho enfiava no cu dela, e Miranda dava umas instruções suaves:
—Abre mais essas perninhas, Camilita… deixa teu macho te encher direitinho. Mamãe quer ver escorrendo dentro de você.
Dogoberto grunhia e investia com força, enquanto a Camilita, com a gaiolinha de castidade, só conseguia gozar com a estimulação anal.
Carla e Beto
Carla, a mais velha, tinha a relação mais bruta e humilhante. Beto era dominante e grosso. Quase toda tarde, quando Carla voltava da escola, Beto a esperava no quarto dela. Mandava ela ficar de quatro com o uniforme ainda vestido e metia no cu dela sem piedade, chamando ela de "putinha de colégio" e comparando com as amiguinhas inocentes dela.
Miranda dava uma olhadinha de vez em quando. Sentava na cama e acariciava o cabelo da Carla enquanto o Beto metia no cu dela.
—Assim, filhinha… aguenta feito uma boa namorada. Mamãe tá orgulhosa de você dar a buceta pro seu macho, mesmo que doa.
Às vezes Miranda entrava na brincadeira: enfiava os dedos na buceta da Carla enquanto Beto comia ela pelo cu, ou fazia ela beijar a filha de língua enquanto o velho usava ela.
Juana e Groncho
Juana, a do meio, tinha uma dinâmica mais suave, mas igualmente depravada. Groncho era menos brutal que o Beto, mas tão sujo quanto. Toda noite, depois do jantar, a Juana ia pro quarto dela e se ajoelhava pra chupar a rola suja do macho dela. Depois o Groncho comia ela no cu ou na buceta, sempre com a Miranda de olho bem de perto.
Miranda curtia especialmente com a Juana. Ela adorava sentar do lado e sussurrar no ouvido dela:
—Beija gostoso o teu macho, minha nenenzinha… mesmo que ele cheire mal. Mamãe quer que você aprenda a amar o cheiro dos homens de verdade.
Às vezes, Miranda fazia Juana e Carla se beijarem enquanto seus respectivos machos as comiam ao mesmo tempo, criando uma cena de dupla penetração incestuosa.
A visão geral da Miranda
Miranda observava tudo com uma mistura de orgulho maternal e tesão dominante. Pra ela, isso era o amor familiar perfeito.
As filhas delas estavam sendo criadas pra serem boas namoradas submissas de reis do mal (sujos, velhos, grosseiros).
O marido dela, Eduardo, era o corno manso que limpava as bucetas, lambia os pés e deixava ela meter nele quando ela queria.
Ela, como mãe e dona, controlava tudo: decidia quem comia quem, quando e como.
Toda noite, depois que cada filha cuidava do seu macho, Miranda reunia a família na cama grande. Fazia as filhas lamberem sua buceta e seu cu enquanto Eduardo lambia os pés de todas. Às vezes, ela metia em alguma das filhas com o cintaralho enquanto as outras assistiam.
Naquela noite, enquanto Miranda observava Beto comendo a bunda de Carla no quarto ao lado, ela sorriu satisfeita e pensou:
Minhas menininhas estão aprendendo direitinho. Cada uma com seu macho sujo… e todas sob o controle da mamãe.
O aniversário do Eduardo tava chegando e a Miranda queria preparar uma surpresa especial pra ele… mas só em família. Nada de Beto, Groncho nem Dogoberto. Ela queria que fosse algo íntimo, só entre eles cinco.
Uns dias antes, a Miranda comprou ingressos pra final da Copa de Futebol e deu de presente pros três malas. Falou pra eles com um sorriso doce, mas firme:
—Vocês três merecem um bom partido. Vão, se divirtam e encham a cara à vontade. Nesse dia a casa é só da família.
Beto, Groncho e Dogoberto aceitaram na maior felicidade. A ideia de ir pra final animava eles muito mais do que ficar em casa.
Naquela mesma noite, depois que os malvados foram dormir, Miranda reuniu suas três filhas na sala. Carla, Juana e Camilita sentaram no sofá, curiosas.
—Filhinhas… —começou Miranda com voz suave, mas carregada de safadeza—. Para o aniversário do papai, quero preparar uma surpresa muito especial para vocês. Só nós cinco. Nada de namorados. Quero que seja algo íntimo, só da família.
As três garotas se entreolharam. Miranda continuou:
—Papai sempre foi muito bom com a gente. Aceitou tudo: que eu seja uma hotwife, que vocês tenham seus vícios, que ele seja o corno manso da casa. Por isso, como presente de aniversário, vou pedir uma coisa importante pra vocês.
Ele fez uma pausa e olhou pra cada uma delas.
—Quero que as três transem com o papai. Transa completa. Que deixem ele meter nelas. Buceta e cu. Quero que por um dia ele possa sentir o que é ser o macho da casa… mesmo que seja só por algumas horas.
As três garotas ficaram em silêncio, claramente desconfiadas.
Carla foi a primeira a falar, com a testa franzida:
—Mas, mãe… o pai nunca nos penetrou. Sempre foi passivo. Nós amamos ele, mas… a gente vê ele como um baita de um viadinho. Não sei se vou conseguir ficar excitada com ele. Me dá agonia pensar na pica pequena e mole dele…
Juana concordou, mordendo o lábio:
—Eu também amo ele, mas… vejo ele como aquele que lambe buceta e deixa a mamãe comer ele. Não como um homem que pode me foder. Sinto vergonha.
Camilita, a mais infantil, ficou toda vermelha de vergonha:
—Mami… eu sou uma garotinha… e papai é… papai. Não sei se vou me sentir confortável deixando ele me penetrar. Sempre fui a putinha da casa…
Miranda ouviu elas com paciência e compreensão. Chegou perto e acariciou o cabelo das três.
—Entendo perfeitamente suas dúvidas, minhas princesinhas. Papai é nosso maricona cuck e amamos ele assim. Mas é justamente por isso que quero dar esse presente pra vocês. Quero que por um dia ele se sinta desejado como homem. Quero que sintam o que é ter o próprio pai dentro de vocês… mesmo que seja diferente do que sentem com Beto, Groncho ou Dogoberto.
Miranda olhou para elas com carinho e tesão.
—Vai ser só pelo aniversário dele. Depois tudo volta ao normal. Aceitam? Vocês dariam esse presente pro papai?
As três garotas se olharam, ainda na dúvida. Carla suspirou:
Tá bom, mãe… se for só por um dia e for pra deixar ele feliz… eu aceito.
Juana e Camilita, depois de um momento, também concordaram, embora com uma certa relutância.
—A gente também… —disseram quase em uníssono.
Miranda sorriu com orgulho e abraçou as três.
—Minhas menininhas boas. Mamãe tá muito orgulhosa de vocês. Vamos preparar algo lindo pro papai. Prometo que vai ser uma noite especial.
As três garotas ficaram abraçadas na mãe delas, ainda com dúvidas na cabeça: amavam muito o pai, mas viam ele como o viadinho passivo da casa… e agora teriam que deixar ele meter nelas.
Miranda, por outro lado, já estava excitada só de imaginar a cena: as três filhas dela sendo fodidas pelo próprio pai corno, mesmo que fosse por uma única noite.
O aniversário do Eduardo tava chegando… e a surpresa da família já tava sendo preparada.
—Não… isso tá errado… —murmurou uma última vez, quase sem convicção.
Carla se aproximou um pouco mais, com a voz suave e convincente:
—Só um beijinho, professora… por favor. Só pra experimentar. Ninguém vai ficar sabendo. Faz isso por mim…
Laura engoliu saliva com dificuldade. As tetonas dela subiam e desciam com a respiração ofegante. O cheiro nojento do Beto ainda tomava conta do escritório, mas agora ela também sentia o bafo quente da Carla, que ainda tinha o gosto da rola suja do velho na boca.
Com as mãos trêmulas, Laura se inclinou devagar pra frente. O rosto dela estava a só alguns centímetros do da sua aluna.
—Só… um segundo… —murmurou, mais pra se convencer do que pra Carla.
Ela fechou os olhos com força, como se não quisesse ver o que estava fazendo, e aproximou os lábios dos de Carla.
O beijo começou tímido e hesitante. Os lábios de Laura roçaram os da sua aluna com muita relutância. Carla, suavemente, abriu um pouco mais a boca e enfiou a ponta da língua.
Naquele instante, Laura sentiu o gosto.
O gosto forte, amargo, salgado e pastoso do esmegma do Beto invadiu a boca dela. Era nojento: um sabor rançoso, terroso, levemente ácido, misturado com a saliva doce da Carla. Laura fez uma careta de nojo e quis se afastar, mas a Carla colocou uma mão suave na nuca dela e a manteve ali.
—Shhh… só mais um pouquinho, professora… —sussurrou Carla contra os lábios dela.
O beijo ficou mais profundo. Carla enfiou a língua com mais decisão, compartilhando o gosto da pica do Beto com a professora. Laura gemia de nojo dentro do beijo, mas não se separava. A língua dela, quase contra a vontade, roçou a de Carla e provou mais daquele gosto nojento.
—Ugh… que horrível… —murmurou Laura contra a boca da sua aluna, mas continuou beijando ela.
O beijo ficou mais babado. A saliva da Carla, carregada de esmegma do Beto, passava pra boca da Laura. A professora dava uns pequenos engulhos, mas continuava. Os peitões enormes dela tremiam contra o corpo da Carla enquanto o beijo ficava mais intenso e sujo.
Beto observava tudo com um sorriso perverso e excitado.
—Assim… se beijem gostoso, professoras… olha como a neném passa meu gosto pra professora dela…
Laura finalmente se separou, ofegante. Os lábios dela estavam brilhando e ela tinha uma cara de nojo profundo. Ela limpou a boca com as costas da mão várias vezes, respirando pesado.
—Meu Deus… que nojo… —sussurrou, com a voz trêmula—. É repugnante… amargo, pastoso… como você aguenta isso todo dia, Carla…
Carla olhou pra ela com olhos suaves e compreensivos, ainda com os lábios molhados.
—No começo dá muito nojo… mas depois você se acostuma… e até gosta um pouquinho. Viu? Não foi tão terrível assim…
Laura ficou sentada no chão, claramente arrependida e enojada, mas não se levantou mais. Olhava para Carla e Beto com uma mistura de vergonha, confusão e uma estranha excitação que não queria admitir.
Beto, com o pau ainda duro e brilhando de saliva, sorriu satisfeito.
—Tá vendo, professora? Já provou o gosto… quer continuar ajudando sua aluna favorita?
Laura não respondeu. Só ficou ali, respirando ofegante, com o gosto nojento da pica do Beto ainda na boca.
Laura ficou um instante ofegante, com os lábios inchados e brilhantes, ainda com o gosto forte e nojento do esmegma do Beto na boca. A cara dela mostrava uma mistura de nojo, vergonha e uma estranha excitação que começava a tomar conta.
Carla, ainda de joelhos na frente dela, se aproximou de novo com suavidade.
—Professora… só mais um beijinho —sussurrou com voz doce e persuasiva—. A senhora já viu que não é tão horrível assim… deixa eu beijar a senhora de novo.
Laura hesitou, respirando ofegante. Os peitões enormes dela subiam e desciam com força dentro da blusa. Finalmente, com um suspiro trêmulo, murmurou:
—Só… só mais um pouquinho… mas nada além disso.
Ela se inclinou pra frente e, dessa vez, foi ela quem começou o beijo.
No começo foi tímido, quase experimental. Os lábios dele roçaram os de Carla com hesitação. Mas Carla respondeu com mais paixão, enfiando a língua devagar. Laura soltou um gemidinho de surpresa… e aí, aos poucos, começou a aceitar o beijo.
O gosto continuava forte e nojento, mas a Laura já não se afastava com tanta força. A língua dela começou a se mover contra a da sua aluna, provando o gosto salgado e terroso que a Carla passava pra ela. O beijo ficou mais profundo, mais molhado, mais babado.
—Mmhh… — gemeu Laura contra a boca de Carla, já não por puro nojo, mas com uma mistura de repulsa e prazer proibido.
Carla percebeu a mudança. Sorriu dentro do beijo e começou a beijar a professora com mais intensidade, enroscando a língua na dela. Laura, aos poucos, foi se entregando. As mãos dela, que no começo estavam duras sobre os joelhos, subiram timidamente e pousaram na cintura de Carla.
O beijo ficou mais apaixonado. Laura já não só aceitava… começava a gostar de beijar sua aluna. Ela gemia baixinho dentro da boca de Carla, a língua se movendo com mais desejo, saboreando o gosto proibido que vinha da rola do Beto.
—Deus… isso é errado… mas… —sussurrou Laura entre um beijo e outro, sem se separar de vez.
Carla, cada vez mais ousada, baixou o olhar e viu o decote pronunciado da professora. As tetonas enormes da Laura, pesadas e balançando, se mexiam a cada respiração ofegante. O decote era fundo e deixava ver o vale macio e branco entre as peitolas gigantes, com os bicos largos e grandes se marcando contra o tecido da blusa.
Carla se excitou.
Enquanto continuavam se beijando, ele deslizou uma mão devagar para cima e pousou sobre uma das tetas gigantes da Laura. Sentiu ela pesada, macia e quente debaixo da palma. Os dedos dele afundaram suavemente na carne suave e farta.
Laura soltou um gemido abafado dentro do beijo, surpresa.
—Carla… o que você tá fazendo…? —murmurou contra os lábios dela, mas não tirou a mão da sua aluna.
Carla apertou suavemente a peitona, sentindo como transbordava entre seus dedos, e continuou beijando sua professora com mais paixão.
—São tão grandes, professora… —sussurrou Carla, sem parar de tocá-la—. Parecem tão macias…
Laura gemia baixinho, claramente excitada e envergonhada ao mesmo tempo. O corpo dela respondia ao toque da aluna, mas a mente ainda lutava contra isso.
—Isso… isso não tá certo… eu sou sua professora… —murmurou, embora a voz já soasse mais fraca e a mão subiu timidamente pra acariciar o cabelo da Carla enquanto continuavam se beijando.
Beto observava tudo com um sorriso perverso e excitado, o pau duro e sujo pulsando enquanto via a professora madura e gostosa se beijando com sua aluna colegial.
O beijo entre Laura e Carla ficava cada vez mais intenso e safado, enquanto a mão de Carla continuava explorando os peitões enormes e pesados da sua professora.
O beijo entre Laura e Carla tinha ficado cada vez mais profundo e apaixonado. Laura já não lutava tanto contra o gosto forte que vinha da boca da sua aluna; pelo contrário, gemia baixinho e mexia a língua com mais desejo.
Carla, sentindo que a professora dela tava se deixando levar, subiu as mãos até a blusa da Laura. Com dedos trêmulos mas decididos, começou a desabotoar os botões um por um. Laura soltou um gemido de protesto fraco, mas não impediu ela.
—Carla… isso já é demais… —murmurou contra os lábios dela, embora a voz soasse mais excitada do que convencida.
Carla não parou. Abriu a blusa por completo e revelou o sutiã branco de renda que mal segurava os peitões enormes da sua professora. Com cuidado, passou as mãos para trás e soltou o fecho do sutiã.
As tetonas gigantes e pesadas da Laura se soltaram de uma vez. Eram enormes, milf, com um formato de úberes caídos e cheios. A pele era branca e macia, com algumas veias visíveis. Os bicos eram largos, grandes e escuros, já durinhos de tesão. As tetas balançavam pesadamente pra baixo, balançando a cada respiração ofegante da Laura.
Carla ficou olhando fascinada.
—Professora… são tão grandes… tão lindas… —murmurou, sem conseguir desviar o olhar.
Laura, envergonhada mas excitada, se deixou levar completamente. As mãos dela subiram até a camisa de Carla e começaram a desabotoá-la com dedos trêmulos. Tirou a camisa e depois o sutiãzinho que a colegial usava.
As tetas da Carla ficaram expostas: pequenas, quase lisas, com mamilos rosados e miúdos. Eram peitos de adolescente, durinhos, juvenis e quase sem volume.
O contraste era brutal e excitante:
As tetas da Laura: enormes, pesadas, milf, balançando como úberes cheias, com mamilos largos e escuros.
As tetas da Carla: pequenas, lisas, juvenis, com bicos rosados e delicados.
Laura olhou para os peitos da sua aluna e soltou um gemido baixinho.
Meu Deus… que contraste…" — ela sussurrou, claramente afetada pela diferença.
Carla sorriu timidamente e aproximou o peito liso ao da professora. As tetinhas pequenas roçaram as enormes mamas caídas da Laura. O contraste era evidente: a carne jovem e firme contra a carne madura e pesada.
Laura já não resistia mais. As mãos dela subiram e acariciaram os peitinhos lisos da Carla com ternura e desejo. Depois, ela baixou a cabeça e beijou um dos mamilos rosados da aluna, chupando ele de leve.
Carla gemeu e arqueou as costas, oferecendo mais do seu peitinho pra ele.
—Professora… eu gosto quando você me toca assim…
Enquanto isso, Beto observava tudo sentado na cadeira, com a pica suja e dura na mão, se masturbando devagar enquanto curtia o espetáculo da sua colegial e da professora madura se despindo uma à outra.
Laura ergueu a cabeça, os lábios brilhando, e olhou para Carla com olhos vidrados de tesão e vergonha.
—Isso tá muito errado… mas… não consigo parar agora —sussurrou, antes de beijar sua aluna de novo com mais paixão, as tetonas dela se apertando contra o peito liso da Carla.
O contraste entre o corpo maduro e voluptuoso da Laura e o corpo jovem e quase liso da Carla era hipnótico e profundamente pervertido.

Beto já não conseguia mais ficar só olhando. Levantou da cadeira, com a pica grossa, velha e ainda coberta de esmegma pulsando na frente das duas mulheres. O cheiro forte e rançoso de pica suja se intensificou no pequeno escritório.
—Olha que lindo que elas ficam… professora e aluna se beijando igual putas —grunhiu com voz rouca e excitada—. Agora venham aqui. As duas. Quero que me façam um boquete duplo.
Ele se aproximou delas, segurando a própria pica pela base e balançando na frente dos rostos delas. A cabeça brilhava com a saliva da Carla e restos de esmegma.
Laura, que tava beijando a Carla com paixão e acariciando os peitinhos dela, levantou o olhar. O nojo voltou na cara dela ao ver aquela pica fedida tão perto, mas o tesão que sentia pela aluna tava dominando ela. Os peitões caídos dela subiam e desciam com a respiração ofegante.
—Eu… não sei se consigo… —murmurou hesitante, embora já não se afastasse mais.
Carla, com os lábios inchados e os olhos brilhando de excitação, olhou para a professora e falou com uma voz suave, mas insistente:
—Professora… só me ajuda um pouquinho. Juntas vai ser mais fácil pra ele gozar rápido. Eu te mostro…
Carla se inclinou primeiro e pegou o pau do Beto com uma mão. Começou a lamber ele da base até a cabeça, passando a língua pela camada de esmegma. Depois olhou pra Laura e aproximou o pau dela.
—Vem, professora… só chupa um pouco comigo. A senhora já viu que o gosto não é tão ruim quando tá misturado…
Laura hesitou mais um segundo, mas a excitação que sentia depois de beijar e apalpar a Carla era mais forte que o nojo. Ela se inclinou devagar, os peitões enormes balançando pesados, e colocou a língua pra fora com timidez.
Deu uma primeira lambida hesitante na cabeça da pica do Beto. O gosto forte e rançoso fez ela torcer o nariz, mas não se afastou. Carla, do lado dela, lambia o outro lado da pica, e suas línguas se roçavam enquanto limpavam o esmegma.
—Assim… muito bem, professora —sussurrou Carla, incentivando-a—. Lambe comigo… olha como ele fica mais duro.
Pouco a pouco, Laura foi se deixando levar. A tesão com a Carla tava fazendo ela tolerar muito mais o nojo. Ela começou a lamber com mais decisão, passando a língua na buceta fedida do Beto, catando o esmegma pastoso e engolindo com uns ânsios de vômito que já não eram tão violentos.
Beto gemia de prazer, olhando pra baixo o espetáculo:
—Que gostosa… a professora de peitão e a colegial chupando meu pau juntas… chupem mais fundo, putas… enfiem na boca.
Carla abriu a boca e enfiou a cabeça da rola dentro, chupando com gosto. Depois tirou e ofereceu pra Laura.
—Agora a senhora, professora… enfia um pouquinho na boca. Eu ajudo.
Laura, com o rosto vermelho e os olhos vidrados, hesitou só mais um segundo. A excitação tinha vencido. Abriu a boca e deixou Carla guiar a rola suja do Beto entre seus lábios.
A cabeça entrou na boca dela. Laura fez uma careta de nojo ao sentir o gosto forte, mas continuou chupando. Carla, do lado, lambia o tronco e os ovos sujos do Beto, e de vez em quando beijava a professora nos lábios enquanto as duas dividiam a pica.
Beto segurou a cabeça de Laura com uma mão e a de Carla com a outra, metendo na boca delas alternadamente.
—Assim que eu gosto… duas putas lambendo minha pica ao mesmo tempo. Professora, chupa mais fundo… já viu que mesmo fedendo, você tá gostando, né?
Laura gemia em volta da pica, com lágrimas de nojo e prazer nos olhos. Já não resistia tanto. A tesão com a Carla tinha feito ela tolerar o nojo pela pica fedida do Beto. Chupava com mais ritmo, embora ainda fizesse pequenos engasgos cada vez que engolia um pedaço grande de esmegma.
Carla sorriu e beijou a professora no canto dos lábios enquanto as duas continuavam chupando a pica do Beto.
—Olha, professora… já tá indo muito bem…
As duas mulheres — a professora madura de peitões gigantes e a jovem colegial de peitos lisos — continuavam de joelhos, dividindo a piroca suja e fedorenta do Beto num boquete duplo cada vez mais entregue.
Beto gemia cada vez mais alto, segurando firme a cabeça de Laura enquanto as duas mulheres chupavam a rola suja dele. Carla lambia o tronco e os ovos, e Laura chupava a cabeça com uma mistura de nojo e tesão crescente.
— Vou gozar…! — grunhiu Beto de repente.
Empurrou a cabeça de Laura pra frente e gozou violentamente na boca dela. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra saíram da sua piroca velha, enchendo a boca da professora. Laura arregalou os olhos, surpresa com a quantidade. O gozo tinha um gosto forte, amargo e salgado. Ela engoliu como deu, mas um pouco escapou pelos cantos dos lábios e escorreu sobre as tetonas caídas dela.
—Engole tudo, professora… —ordenou Beto enquanto continuava gozando.
Laura engoliu com dificuldade, quase engasgando, mas conseguiu. Quando Beto finalmente tirou a pica da boca dela, Laura ficou ofegante, com os lábios inchados, porra no queixo e escorrendo pelas tetonas dela.
Ela ficou uns segundos em silêncio, processando o que acabara de fazer. De repente, a realidade bateu nela como um tapa na cara.
—Isso… isso tem que acabar agora —disse com voz trêmula, mas firme, limpando a boca e os peitos com um lenço—. É arriscado demais. A gente tá na escola, qualquer um podia ter entrado. Carla, veste a roupa. Beto, sobe as calças. Vocês têm que ir embora já.
Carla se levantou rapidinho e ajeitou a camisa e a saia. Beto subiu a calça devagar, ainda com um sorriso satisfeito.
—Volto pra buscar mais —disse Beto, olhando pra Laura com cara de safado—. Gostei do jeito que você chupa, professora. Na próxima vez quero ver esses peitões enormes quicando enquanto te como.
Laura ficou vermelha que nem pimenta e apontou pra porta.
—Vão embora. Agora. E tomem muito cuidado ao sair. Não quero ver vocês juntos nunca mais dentro da escola.
Carla e Beto saíram discretamente do escritório. Carla foi primeiro pra sala dela pegar as coisas, e Beto esperou uns minutos antes de dar o fora por uma saída lateral.
Laura ficou sozinha no escritório dela. Trancou a porta e se jogou na cadeira. Ainda sentia o gosto da porra do Beto na boca, os peitos grudentos e a buceta molhada, apesar de tudo.
Levou uma mão à testa e murmurou para si mesma, com voz trêmula:
—Meu Deus… o que eu acabei de fazer? Beijei minha aluna… chupei a rola suja daquele velho nojento… e gostei… Como pude deixar uma garota tão nova me levar a isso? A Carla tem só 14 anos… e eu… eu sou professora dela. No que eu estava pensando?
Ela se olhou no espelhinho que tinha em cima da mesa. Os lábios estavam inchados, restos de porra seca no queixo e uma expressão de culpa misturada com tesão.
Isso não pode acontecer de novo..." — ela sussurrou, mesmo sabendo que, no fundo, uma parte dela já queria que acontecesse de novo.
Ficou ali sentada, pensando no que tinha acontecido, no contraste entre o corpo maduro dela e o da Carla, no gosto nojento do Beto… e em como, apesar de tudo, a buceta dela ainda pulsava de tesão.
No dia seguinte – Fim da última aula
Laura passou a aula inteira evitando olhar diretamente pra Carla. Cada vez que os olhos delas se cruzavam, a professora desviava o olhar rapidamente, com as bochechas levemente coradas. Ela lembrava muito bem do que tinha acontecido no dia anterior: o beijo sujo, o gosto do esmegma do Beto na boca dela, as tetas da Carla contra as dela… e como ela tinha se deixado levar.
Quando a campainha tocou e os alunos começaram a guardar as coisas e sair, Laura pigarreou e levantou a voz:
—Carla, pode ficar mais um pouquinho? Quero falar com você sobre sua tarefa de Matemática. Tem uns errinhos que eu queria dar uma olhada.
As outras garotas saíram conversando e rindo, sem desconfiar de nada. Carla ficou sentada, nervosa, sabendo que não era realmente sobre o dever.
Quando a sala ficou completamente vazia e a porta se fechou, Laura levantou da mesa e se aproximou de Carla. Ficou de pé na frente dela, com as mãos entrelaçadas e visivelmente envergonhada.
—Carla… o que aconteceu ontem… foi errado —disse ela com voz baixa e trêmula—. Muito errado. Eu sou sua professora, tenho uma responsabilidade com você. Não devia ter deixado as coisas irem tão longe. Me deixei levar pela situação e… te perverti. Sinto muito. Não sei o que deu em mim.
Carla ergueu o olhar e sorriu suavemente, sem nenhum traço de arrependimento.
—Professora… tá tudo bem. De verdade. Cê não precisa se desculpar.
Laura balançou a cabeça, ainda envergonhada.
—Não, Carla. Você é muito nova. Eu sou uma adulta, uma professora… não devia ter beijado minha aluna, nem ter… chupado aquela pica nojenta na sua frente. Foi um erro grave.
Carla se levantou devagar e se aproximou um pouco mais da professora. A voz dela era calma e sincera:
—Professora Laura, eu já tinha experimentado coisas com mulheres antes. Não sou tão inocente quanto a senhora pensa.
Laura olhou pra ela, surpresa.
—O que você quer dizer?
Carla baixou o olhar por um segundo, depois levantou a vista com uma mistura de timidez e orgulho:
—Com a minha irmãzinha Juana… e com a minha mãe, Miranda. Já fizemos coisas juntas. Nos beijamos, nos tocamos… minha mãe já me penetrou com o cinto dela e eu também já penetrei ela. E com a Juana… a gente se lambeu e colocou os dedos uma na outra. Não é a primeira vez que fico com uma mulher. Por isso não me incomoda o que aconteceu ontem. Pelo contrário… gostei de beijar ela.
Laura ficou muda. As tetonas dela subiam e desciam com uma respiração funda. A confissão tinha abalado ela por dentro.
—Sua mãe…? E sua irmã…? —repetiu, quase sem voz—. Tá dizendo que você transa com sua própria mãe e sua irmã?
Carla concordou com naturalidade.
—Sim. É uma coisa que a gente faz em casa. Meu pai também participa, mas ele é mais passivo. Minha mãe é quem manda. Por isso, quando a gente se beijou ontem… não achei tão estranho. Adorei sentir as tetas dela esfregando nas minhas.
Laura ficou em silêncio por um bom tempo, processando tudo. A cabeça dela era um turbilhão: surpresa, tesão, culpa e uma excitação estranha que voltava a aparecer.
—Não sei o que dizer… —murmurou por fim—. Pensei que era uma garota inocente… e no fim você tem uma vida sexual muito mais… complicada que a minha.
Carla sorriu com doçura e deu mais um passo pra perto.
—Professora… a senhora não precisa se sentir mal pelo que aconteceu ontem. Se quiser… a gente pode conversar mais sobre isso. Ou se preferir esquecer, também tá tudo bem. Mas eu não me arrependo.
Laura ficou olhando para sua aluna favorita, com o coração batendo forte. A lembrança dos beijos, do sabor proibido e do contraste entre seus corpos ainda estava bem fresca.
Ela passou a mão no rosto e suspirou.
—Preciso de tempo pra pensar… Isso é demais pra processar num dia só.
Laura ficou sentada na cadeira, completamente pasma. Os olhos dela estavam bem abertos e a boca entreaberta, como se não conseguisse processar o que acabara de ouvir.
—Incesto…? —repetiu em voz baixa, quase sem fôlego—. Com sua mãe… e com sua irmãzinha Juana? Tá falando sério, Carla?
Carla acenou com calma, sem vergonha. Sentou na ponta da mesa da professora, com a saia plissada subindo um pouco pelas coxas.
—Sim, professora. É verdade. Na minha casa as coisas são assim. Minha mãe é quem comanda tudo. Ela ensinou eu e minha irmã. No começo, eu também fiquei com medo… mas depois percebi que eu gostava pra caralho.
Laura levou a mão ao peito, sobre as tetonas enormes dela, como se estivesse sem ar.
—Meu Deus… não acredito. Você é tão novo… e sua mãe… como ela pôde fazer isso com você?
Carla sorriu suavemente e continuou falando com voz calma:
—Vou te contar três coisas que me aconteceram, pra você entender melhor.
Primeira experiência:
—Uma noite, depois que meu pai dormiu, minha mãe me chamou no quarto dela. A Juana já estava lá, pelada. Mamãe mandou eu tirar a roupa e deitar com elas. Primeiro a gente se beijou as três… língua com língua. Depois, mamãe me colocou de quatro e me meteu com o cinto dela no cu enquanto a Juana lambia minha buceta. Eu gozei muito forte naquela noite. Mamãe ficava dizendo “assim, minha princesinha, deixa a mamãe abrir seu cuzinho enquanto sua irmãzinha te chupa”.
Laura engoliu saliva com dificuldade, visivelmente afetada.
Segunda experiência:
—De novo, minha mãe fez a gente brincar de “as menininhas que se ajudam”. Ela colocou eu e a Juana uma de frente pra outra, peladas, e mandou a gente se tocar. Eu enfiei dois dedos na buceta da Juana enquanto ela enfiava os dedos no meu cu. Mamãe ficava olhando da cama, se tocando, e falava um monte de putaria: “Olha como vocês se comem como irmãs… que vadias gostosas vocês são”. A gente acabou gozando juntas, se beijando de língua enquanto mamãe assistia.
Laura se remexeu na cadeira, claramente desconfortável e excitada ao mesmo tempo. Os bicos dos peitos marcavam contra a blusa.
Terceira experiência:
—A mais forte foi quando mamãe levou nós três pro banheiro. Ela nos colocou no chuveiro e fez a gente se lavar uma à outra. Depois, ela se ajoelhou e lambeu o cu das duas, uma depois da outra. Aí mandou eu e a Juana ajoelharmos e lamber as tetonas dela e chupar os bicos enquanto ela se masturbava. No final, mamãe gozou pra caralho e espirrou os sucos dela na nossa cara. Ela disse que a gente era as "putinhas particulares" dela e que aquilo era amor de verdade entre mãe e filhas.
Quando a Carla terminou de contar as três experiências, a Laura estava vermelha que nem um tomate. Tava com a respiração ofegante e as mãos apertadas em cima da mesa. Os peitões enormes dela subiam e desciam na maior evidência.
—Não… não acredito —sussurrou Laura, quase sem voz—. Sua própria mãe… e sua irmãzinha… fazendo essas coisas com você. E você… parece tão tranquila contando isso.
Carla deu de ombros com um sorriso suave.
—Porque pra mim já é normal, professora. Na minha casa, o sexo faz parte do amor familiar. Minha mãe diz que é lindo compartilhar o corpo com as pessoas que mais amamos.
Laura ficou em silêncio por um bom tempo, processando tudo. A mente dela era um turbilhão de choque, tesão, culpa e uma excitação que não conseguia controlar.
Finalmente, com a voz baixa e trêmula, ele murmurou:
—Carla… isso é… demais. Não sei como processar tudo isso. Você é minha aluna… e agora eu sei que tem uma vida sexual com sua mãe e sua irmã que eu nem conseguia imaginar.
Carla se aproximou um pouco mais e colocou uma mão suave no braço da sua professora.
Carla ainda estava de pé na frente da mesa da professora Laura, que a olhava com os olhos bem abertos e uma mistura de choque e fascinação. Depois de contar as três experiências, Carla sorriu com malícia e completou:
—E às vezes… meu pai também participa.
Laura piscou, claramente sobrecarregada.
—Seu pai também…?
Carla soltou uma risadinha suave, quase divertida, como se estivesse contando algo do dia a dia.
—Sim. Mas ele não é igual à mamãe. Papai participa de forma passiva. Mamãe chama ele de “o corno cuck da família”. Ela enfia o cinto nele pelo cu enquanto a gente olha. A gente ganha chupada nos pés e na bunda. Ele adora se ajoelhar e lamber nossos cuzinhos depois que a mamãe nos comeu.
Laura ficou muda, com a boca entreaberta.
Carla continuou falando entre risadinhas, como se achasse graça:
—Às vezes, se a gente quiser, a gente beija o papai na boca. Mas só beijos… nada mais. Ele quer foder a gente, principalmente no cu, mas a mamãe não deixa. Ela diz: “Você é a putinha passiva da família, Eduardo. Seu pauzinho murcho não serve pra foder minhas menininhas. Seu lugar é lamber cuzinhos e eu arrebentar seu rabo”.
Carla deu uma risadinha baixa, lembrando.
—Uma vez a mamãe ficou de quatro enquanto fodía a Juana e eu com o cinto de borracha. Papai só podia lamber nossos pés e chupar nossos cuzinhos enquanto a mamãe nos penetrava. No final, a mamãe gozou dentro de mim e mandou o papai limpar meu cu com a língua… cheio do esperma dela. Ele fez sem reclamar.
Laura estava vermelha como um tomate. As tetonas dela subiam e desciam com força. Ela não sabia onde se enfiar.
—Carla… isso é… demais —conseguiu dizer com voz fraca—. Teu pai… participando daquele jeito… lambendo… sendo penetrado pela tua mãe… enquanto você e sua irmã…
Carla deu de ombros com naturalidade.
—Pra gente já é normal. Mamãe diz que papai nasceu pra ser o corno passivo. Ele fica excitado nos vendo ser fodidas por ela ou por uns caras sujos que nem o Beto. E a gente… gosta de ver ele assim. Faz parte do jogo de família.
Laura passou a mão no rosto, claramente sobrecarregada com todas as confissões.
—Não sei o que dizer… Achava que sua família era normal… e descobre que vocês têm orgias incestuosas onde sua mãe domina todo mundo, seu pai é a putinha passiva e você e sua irmãzinha… deixam fazer de tudo.
Carla sorriu com doçura e deu mais um passo pra perto.
—Não se assuste, professora. É amor de família… só que um pouco diferente. Se quiser… posso contar mais detalhes outro dia. Ou se preferir não saber mais nada, também tá de boa.
Laura ficou encarando sua aluna favorita por um bom tempo. A cabeça dela era um turbilhão: imagens da Miranda metendo no marido dela, lambendo as bucetinhas das filhas dela, beijos incestuosos, pés e cus sendo chupados… tudo misturado com a excitação que ela ainda sentia no próprio corpo.
Finalmente, com a voz baixa e trêmula, ele murmurou:
—Carla… vai pra casa. Preciso ficar sozinha um tempo. Isso é… demais pra processar num dia só.
Carla concordou respeitosamente, pegou suas coisas e foi em direção à porta. Antes de sair, virou-se e disse com um sorriso:
—Se algum dia quiser saber mais… ou experimentar algo… é só me falar, professora.
Quando a Carla foi embora, Laura ficou sozinha na sala de aula vazia. Ela se jogou na cadeira, com o coração batendo forte e a buceta molhada apesar de todo o choque.
—Meu Deus… que tipo de família é essa? —murmurou para si mesma, ainda com as imagens da confissão da Carla rodando na cabeça.
Uns dias depois – Vida familiar normalizada
A rotina na casa da Miranda e do Eduardo já tinha se consolidado numa dinâmica estranha, mas fluida. Por fora, continuavam sendo uma família "normal": mãe amorosa, pai trabalhador, três filhas (duas biológicas e uma transexual) que iam pra escola. Mas dentro das paredes da casa, tudo girava em torno do desejo da Miranda e da submissão do resto.
Miranda era o centro absoluto. A Hotwife dominante, a mamãe que ditava as regras. Ela decidia quando e como as filhas dela eram fodidas, quando o marido corno podia lamber ou ser penetrado, e como cada "namorado" indigente podia usar a sua respectiva nenenzinha.
Camilita e Dogoberto
Camilita, a mais novinha e delicada, tinha virado completamente a "princesinha" do Dogoberto. Toda noite, depois do jantar, Camilita vestia sua camisola curta e transparente e subia pro quarto que dividia com o macho dela. Dogoberto, gordo, careca, fedorento e malcheiroso, já esperava ela na cama.
Miranda passava pra dar uma olhada quase toda noite. Sentava numa cadeira do lado da cama e observava com orgulho de mãe como Dogoberto metia na bunda da filha trans dela. Camilita gemia feito criança enquanto o velho enfiava no cu dela, e Miranda dava umas instruções suaves:
—Abre mais essas perninhas, Camilita… deixa teu macho te encher direitinho. Mamãe quer ver escorrendo dentro de você.
Dogoberto grunhia e investia com força, enquanto a Camilita, com a gaiolinha de castidade, só conseguia gozar com a estimulação anal.
Carla e Beto
Carla, a mais velha, tinha a relação mais bruta e humilhante. Beto era dominante e grosso. Quase toda tarde, quando Carla voltava da escola, Beto a esperava no quarto dela. Mandava ela ficar de quatro com o uniforme ainda vestido e metia no cu dela sem piedade, chamando ela de "putinha de colégio" e comparando com as amiguinhas inocentes dela.
Miranda dava uma olhadinha de vez em quando. Sentava na cama e acariciava o cabelo da Carla enquanto o Beto metia no cu dela.
—Assim, filhinha… aguenta feito uma boa namorada. Mamãe tá orgulhosa de você dar a buceta pro seu macho, mesmo que doa.
Às vezes Miranda entrava na brincadeira: enfiava os dedos na buceta da Carla enquanto Beto comia ela pelo cu, ou fazia ela beijar a filha de língua enquanto o velho usava ela.
Juana e Groncho
Juana, a do meio, tinha uma dinâmica mais suave, mas igualmente depravada. Groncho era menos brutal que o Beto, mas tão sujo quanto. Toda noite, depois do jantar, a Juana ia pro quarto dela e se ajoelhava pra chupar a rola suja do macho dela. Depois o Groncho comia ela no cu ou na buceta, sempre com a Miranda de olho bem de perto.
Miranda curtia especialmente com a Juana. Ela adorava sentar do lado e sussurrar no ouvido dela:
—Beija gostoso o teu macho, minha nenenzinha… mesmo que ele cheire mal. Mamãe quer que você aprenda a amar o cheiro dos homens de verdade.
Às vezes, Miranda fazia Juana e Carla se beijarem enquanto seus respectivos machos as comiam ao mesmo tempo, criando uma cena de dupla penetração incestuosa.
A visão geral da Miranda
Miranda observava tudo com uma mistura de orgulho maternal e tesão dominante. Pra ela, isso era o amor familiar perfeito.
As filhas delas estavam sendo criadas pra serem boas namoradas submissas de reis do mal (sujos, velhos, grosseiros).
O marido dela, Eduardo, era o corno manso que limpava as bucetas, lambia os pés e deixava ela meter nele quando ela queria.
Ela, como mãe e dona, controlava tudo: decidia quem comia quem, quando e como.
Toda noite, depois que cada filha cuidava do seu macho, Miranda reunia a família na cama grande. Fazia as filhas lamberem sua buceta e seu cu enquanto Eduardo lambia os pés de todas. Às vezes, ela metia em alguma das filhas com o cintaralho enquanto as outras assistiam.
Naquela noite, enquanto Miranda observava Beto comendo a bunda de Carla no quarto ao lado, ela sorriu satisfeita e pensou:
Minhas menininhas estão aprendendo direitinho. Cada uma com seu macho sujo… e todas sob o controle da mamãe.
O aniversário do Eduardo tava chegando e a Miranda queria preparar uma surpresa especial pra ele… mas só em família. Nada de Beto, Groncho nem Dogoberto. Ela queria que fosse algo íntimo, só entre eles cinco.
Uns dias antes, a Miranda comprou ingressos pra final da Copa de Futebol e deu de presente pros três malas. Falou pra eles com um sorriso doce, mas firme:
—Vocês três merecem um bom partido. Vão, se divirtam e encham a cara à vontade. Nesse dia a casa é só da família.
Beto, Groncho e Dogoberto aceitaram na maior felicidade. A ideia de ir pra final animava eles muito mais do que ficar em casa.
Naquela mesma noite, depois que os malvados foram dormir, Miranda reuniu suas três filhas na sala. Carla, Juana e Camilita sentaram no sofá, curiosas.
—Filhinhas… —começou Miranda com voz suave, mas carregada de safadeza—. Para o aniversário do papai, quero preparar uma surpresa muito especial para vocês. Só nós cinco. Nada de namorados. Quero que seja algo íntimo, só da família.
As três garotas se entreolharam. Miranda continuou:
—Papai sempre foi muito bom com a gente. Aceitou tudo: que eu seja uma hotwife, que vocês tenham seus vícios, que ele seja o corno manso da casa. Por isso, como presente de aniversário, vou pedir uma coisa importante pra vocês.
Ele fez uma pausa e olhou pra cada uma delas.
—Quero que as três transem com o papai. Transa completa. Que deixem ele meter nelas. Buceta e cu. Quero que por um dia ele possa sentir o que é ser o macho da casa… mesmo que seja só por algumas horas.
As três garotas ficaram em silêncio, claramente desconfiadas.
Carla foi a primeira a falar, com a testa franzida:
—Mas, mãe… o pai nunca nos penetrou. Sempre foi passivo. Nós amamos ele, mas… a gente vê ele como um baita de um viadinho. Não sei se vou conseguir ficar excitada com ele. Me dá agonia pensar na pica pequena e mole dele…
Juana concordou, mordendo o lábio:
—Eu também amo ele, mas… vejo ele como aquele que lambe buceta e deixa a mamãe comer ele. Não como um homem que pode me foder. Sinto vergonha.
Camilita, a mais infantil, ficou toda vermelha de vergonha:
—Mami… eu sou uma garotinha… e papai é… papai. Não sei se vou me sentir confortável deixando ele me penetrar. Sempre fui a putinha da casa…
Miranda ouviu elas com paciência e compreensão. Chegou perto e acariciou o cabelo das três.
—Entendo perfeitamente suas dúvidas, minhas princesinhas. Papai é nosso maricona cuck e amamos ele assim. Mas é justamente por isso que quero dar esse presente pra vocês. Quero que por um dia ele se sinta desejado como homem. Quero que sintam o que é ter o próprio pai dentro de vocês… mesmo que seja diferente do que sentem com Beto, Groncho ou Dogoberto.
Miranda olhou para elas com carinho e tesão.
—Vai ser só pelo aniversário dele. Depois tudo volta ao normal. Aceitam? Vocês dariam esse presente pro papai?
As três garotas se olharam, ainda na dúvida. Carla suspirou:
Tá bom, mãe… se for só por um dia e for pra deixar ele feliz… eu aceito.
Juana e Camilita, depois de um momento, também concordaram, embora com uma certa relutância.
—A gente também… —disseram quase em uníssono.
Miranda sorriu com orgulho e abraçou as três.
—Minhas menininhas boas. Mamãe tá muito orgulhosa de vocês. Vamos preparar algo lindo pro papai. Prometo que vai ser uma noite especial.
As três garotas ficaram abraçadas na mãe delas, ainda com dúvidas na cabeça: amavam muito o pai, mas viam ele como o viadinho passivo da casa… e agora teriam que deixar ele meter nelas.
Miranda, por outro lado, já estava excitada só de imaginar a cena: as três filhas dela sendo fodidas pelo próprio pai corno, mesmo que fosse por uma única noite.
O aniversário do Eduardo tava chegando… e a surpresa da família já tava sendo preparada.
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