Sou uma putinha desde menina

aqui vai a terceira parte dessa história
espero que vocês curtam muito


VALEU PELOS PONTOS DE VOCÊS
E SÓ POR LER ELA


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https://www.poringa.net/posts/relatos/6189264/Soy-puta-desde-pendeja-1.html

https://www.poringa.net/posts/relatos/6191444/Soy-puta-desde-pendeja-2.htmlHoje vou contar como usei meu sogrão e me entreguei pros amigos dele. Como vocês já sabem, eu sou a putinha dele, mas o que não contei é que eu tiro proveito disso. Naquela época, o Oscarcito já tava na faculdade e eu morava mais na casa dele do que na minha. As rolas com meu sogro eram frequentes, mas não tanto quanto ele queria. Naquele sábado, o Oscar tinha passado o dia estudando e a Laura tava preparando as saladas. Eu, sabendo o que ia rolar, vesti uma regatinha e uma saia curta, do jeito que o Oscarcito gosta de me ver. Tenho que admitir que, por mais decote que eu use, meus peitos não são tão grandes, são médios, mas minha raba chama atenção mesmo. Quando os amigos do Pablo chegaram, a Laura me apresentou pra eles. O que me surpreendeu foi que senti que o José, assim que me viu, já me comeu com os olhos. Os três homens foram pro churrasco e eu fiquei com a Laura ajudando nas saladas.

— Viu como o José me olhou?
— A Laura também. Com essa roupa que você tá, como não olhar? Essa noite com certeza ele vai te comer.
— E o que eu faço com o Oscarcito? Melhor eu ficar aqui com você.
— Laura, pelo Oscar não se preocupa. Tenho certeza que depois de comer ele vai dormir, tá muito cansado de estudar. Além disso, já te falei, ele não vai desconfiar do pai dele. Toma, leva esse vinho pra eles, com certeza já querem começar a beber.
— Melhor, assim eles ficam bêbados e se me comerem, não vão ser tão brutos. Nem os paus vão subir.

Levei o vinho e os copos pros três. O José não sabia o que fazer comigo, mas tanto o Pablo quanto o Mário seguravam a onda. Entre eles, algo tinham tramado, e a indiferença deles me deixava com muito mais tesão. Foi aí que eu realmente quis ser comida. Não aguentava a ideia de eles não se mexerem por mim. No almoço, percebi que tudo tava muito bem planejado. Me sentaram do lado do meu amorzinho e não paravam de admirar o casal lindo que a gente formava. Minha frustração já tava me estressando e, com o Oscarcito do meu lado, eu não podia fazer nada. Era a primeira vez que eu passava, aquela vontade de ser comida e não esquentar o macho. Oscar terminou de comer e foi estudar, Laura levantou a mesa e eu comecei a ajudá-la. Na cozinha, lavando os pratos, ela me disse:

Laura: O que que tu tem? Fica tranquila que já te mando pro quincho, eu conheço o José.

Foi assim que terminamos de lavar e Laura me pediu se eu podia limpar o quincho, ela queria descansar um pouco. Pablo logo disse que me ajudaria e, enquanto caminhávamos, ele me falou:

Pablo: Vadia, mais vale que tu esteja bem quentinha porque agora tu vai comer três picas e isso é por ficar provocando.

Eu: Eu não provoquei ninguém.

José: Desde hoje que tu tá mostrando a raba e, como tu tá com muita vontade de ter ela arrombada, a gente vai te dar o gosto.

Eu: Ah, não... e o Oscarzinho?

Mario: Não esquenta, ele não vai ficar sabendo de nada.

Eu: Sério que não vão contar nada pra ele?

José: E a gente vai perder uma vadia tão gostosa? Nem ferrando.

Assim que entramos no quincho, os três puxaram as picas pra fora. Eu me ajoelhei na frente deles e comecei a trabalhar, enfiando uma de cada vez na boca. Pablo só tirou minha calcinha e jogou uma manta no chão enquanto eu me entretinha com as picas do Mario e do José.

Pablo: Mas a vadia da mãe, que molhada que tu tem a buceta, tu não aguenta mais de puta, né, garota? Mas eu quero te fazer o cu, relaxa, vadia. Lá vai, já tá entrando, vadia. Tá sentindo lá dentro? Como esse rabo come carne, ahhh, ahhh, ahhh.

Meu sogro tava me matando, doía muito como ele arrombava meu cu e eu não conseguia disfarçar.

Mario: Vai mais devagar, idiota, a vadia tá chorando.

José: Devagar nada, tem que arrebentar essa vadia de merda. Me deixa um lugar que eu vou partir essa buceta faminta.

Pablo me jogou em cima dele, eu já sabia o que ia rolar e abri as pernas esperando aquela pica na buceta — e olha se não tive. A calma do Pablo ajudou muito pra não doer tanto, e eu me enchi de prazer tendo essas duas picas dentro de mim. Não demorou nada pra Mário calou meus gemidos enfiando o pau na minha boca, esses três caras agora eram meus de verdade e eu só deixava eles aproveitarem meu corpinho. Tenho que dizer que, apesar da dor que aquelas picas me causavam, o prazer era maior. Me comeram toda e não pararam até me deixar mais que satisfeita, cheia de porra e cheiro de macho até nas minhas roupas. José e Mário foram pra casa continuar bebendo e eu fiquei sozinha com Pablo.

— E agora, o que a gente faz com o Oscar? Não vou largar seu filho porque, mesmo que você não acredite, eu amo ele.

— Pablo: E você acha que vai acontecer o quê quando ele descobrir que puta você é?

— E por que ele vai descobrir? Por acaso você quer foder a vida dele?

— Pablo: Por que você diz isso?

— Ele vai me chamar de puta e me odiar por um bom tempo, mas o que vai dizer de você? Eu talvez em alguns anos consiga me perdoar, mas será que ele vai te perdoar? Guarda o segredo, controla seus amigos pra fazerem igual eu faço com a Laura e deixa isso não virar rotina. Sei lá, pensa nisso.

Do jeito que tava, peguei minha calcinha fio dental e fui pra casa. Entrei, me meti no banheiro, tomei um banho, me troquei e fui ver meu amor que ainda tava estudando. Sentei do lado dele só pra fazer companhia.

— Oscar: Já limpou todo o churrasco?

— Não, amor, ainda não terminei. Deixei com seu pai. Sujei tanto que tive que tomar banho. O churrasco tava uma delícia, mas eles fazem uma bagunça pra cozinhar.

— Oscar: Tá bom, deixa esse vagabundo fazer alguma coisa.

Saímos pra sala de jantar só pra jantar. Nem José nem Mário estavam lá, tinham ido embora, mas deixaram muitos abraços pro Oscar e pra mim. Desde então, tivemos vários encontros com eles, mas nunca mais repetimos aquela festa que a Laura me fez contar cada detalhe. Naquela noite, por sorte, o Oscar tava muito cansado de tanto estudar e, graças a isso, não transamos. Só nos mimamos. Foi muito fácil pra mim evitar, e a verdade é que eu não conseguia fazer aquilo. Minha bunda pequena ardia mais que minha buceta, e só de olhar pra ela o Oscar teria percebido que alguém além dele tinha usado. Desde aquele dia, nunca mais deixei ele sozinho. Enquanto o Oscar estudava, as coisas com o Pablo tinham mudado — agora ele me enciumava, me controlava pra caralho. Por isso, um dia eu coloquei os pingos nos is com ele.

— Por que você me controla tanto?

— Pablo, não quero que meu filho seja um corno manso. E se for, que pelo menos não seja motivo de piada pra todo mundo. Eu sei que você não segura a buceta, mas pelo menos se esforça até ele se formar. Se for dar pra outro, tenta pelo menos...

— Fica tranquilo com isso, mas faz algo de bom pra ele.

— Pablo, tipo o quê?

— Sei lá, um carro talvez, pra ele ir pra faculdade. Você pode fazer isso e, sabe, a Laura ia ficar muito feliz. Eu sei que entre vocês não rola muita coisa, mas quem sabe assim vocês não se dão melhor?

— Pablo, deixa eu pensar.

Uma semana depois, o Oscarcito ganhou o carro dele. Foi uma festa. Me fazia muito bem ver meu namorado tão feliz. Quando o Oscar recebeu as chaves, me levou pra dar uma volta. Ele já tinha carteira de motorista. Quando voltamos, a gente trepou como nunca. O Oscar é um touro solto na cama. Qualquer mulher que não seja tão puta quanto eu seria a parceira ideal pra ele. Com a pica dele, nenhuma mulher pode se sentir insatisfeita. O único problema é que o Oscar é muito doce na hora de transar. Com ele é diferente, é fazer amor de verdade. Não é que nem com o pai dele, que me trata como às vezes eu preciso — como uma puta qualquer. É isso que mais me excita e me dá mais orgasmos. Naquela noite, depois de uma trepada daquelas, a gente ficou conversando.

— Oscar: Amor, o que que tem com o meu velho?

Essa pergunta simples me fez tremer por dentro. Será que ele tinha percebido que eu tava dando pro pai dele? Mas aquilo já tinha acabado.

— Nada, bebê. Por quê?

— Oscar: Nada, não. Eu conheço ele muito bem. Às vezes ele é muito intenso e, sim, reconheço que ele passa do ponto. Quando ele te abraça ou te acaricia, isso pode ser muito chato. Você discutiu com ele? Me fala a verdade. Faz tempo que eu vejo que meu velho te evita completamente.

— Não, de jeito nenhum, bebê. Eu gosto dos carinhos dele, embora às vezes eu pense que pode te incomodar. E sim, é verdade, muitas vezes ele exagera. Mas tá... Tudo bem, meu anjo, sério.
Oscar, eu já tinha pensado que algo tinha rolado entre vocês, e pra fazer as pazes com você, meu velho me deu o carro.

Não, amor, nada a ver. É verdade que me incomoda ele me tocar às vezes, acho que você pode ficar mal.

Oscar: Pelo contrário, bebê, isso me excita pra caralho, e você também, eu sei que te excita tanto quanto a mim. Mas não tenha medo, deixa rolar. Ele é muito feliz assim, e desde que você chegou, vejo ele melhor com minha velha.

Então você quer que ele fique me paquerando? Sério, não te incomoda? Nem quando ele dá palmadas na minha bunda?

Oscar: Qualquer um ia querer dar palmadas nessa sua bunda, minha rainha, e você adora mostrar. Mas ele é meu pai, não rola nada.

E se rolar?

Oscar: Bom, sei lá, mas sério, não acredito nisso. É meu pai, e embora ele tenha fama de galinha, bom, talvez possa ser. Depende de você. Você quer comer meu pai? Sério, faria isso?

Nem fudendo, bebê. Com que cara eu ia olhar pra sua mãe depois?

Oscar: Ele tava me dizendo que o excitava pensar em ser corno com o próprio pai. Não falava com palavras, falava com o pau dele, que tinha ficado duríssimo só de falar disso. Eu pulei em cima dele e a gente transou de novo. A parada foi quando, pela primeira vez, o Oscar pediu minha bunda e eu falei:

A bunda não, amor. A bunda é pros outros. Você só é dono da minha buceta.

Oscar continuou me comendo como se eu não tivesse falado nada, e dessa vez gozou como nunca. Quando terminou, disse:

Oscar: Que puta gostosa você é comigo, adoro isso, meu anjo.

Assim confirmei que o que o Oscar mais queria era ser um corno manso do caralho. E se isso fazia ele feliz, pra mim tava perfeito. Talvez isso tivesse ficado nele desde que aquele colega chato dele tinha feito de puta a mãezinha dele. Foi assim que não esperei nada. No dia seguinte, falei com a Laura e contei que o filho dela queria ser corno e que o pai dela botasse chifre nele.

Laura: Ah, meu amor, mas se já bota. Você é a mulher do Pablo. pelo menos até o mês passado, não sei o que aconteceu, mas agora ele me come mais seguido

E você gosta disso?

Laura, adoro, meu céu

Me diz uma coisa: você dá pra esse Oscarcito?

Laura, só foi quando ele desconfiava de mim, pode-se dizer que eu ensinei ele a comer, por quê?

Então você não dá mais pra ele?

Laura, faz um tempão que a gente não faz mais

Então ele é capaz de comer outras

Laura, amor, ele é homem, o que você espera? Embora o Oscar não seja igual ao pai

É que minha mãe quer conhecer ele, e se ela vir, tenho certeza que vai dar pra ele

Laura, então não apresenta ele. Quanto tempo você não vê sua mãe?

Você tem razão, mas um dia vou ter que fazer isso. Melhor dar o gosto pro Oscarcito e deixar o Pablo continuar me comendo

Laura, faz isso, mas toma cuidado com o José

O José é seu, mami, você tinha razão, ele é perverso, mas eu gosto que ele seja assim

Foi assim que comecei a me insinuar pro Pablo, me vestir de puta era normal, provocava ele o tempo todo, principalmente na frente do Oscar, e claro que o Pablo começou a responder. Uma noite na cozinha ele me disse:

Pablo, tá com tesão, puta?

Tô, com tesão em você

Pablo, e o Oscar?

Ele me come, mas não igual a você, sogrinho

Pablo, você não pode ser tão puta

Ele gosta de mim do jeito que sou. Quer que eu chupe um pouquinho?

Pablo, agora não, puta. Que viciada você é

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