A pedido de muitos, continuo a saga com o casal que conheci. Nos dias seguintes, continuei trocando mensagens com o marido. Ele tinha ficado maluco com o que aconteceu, soltou-se um pouco mais e me contou que tinha ficado muito excitado com a imagem do meu pau entrando na mulher dele e que, ao vê-lo a poucos centímetros, até conseguiu ver como estava todo molhado por causa dela e sentir o cheiro seco dos nossos corpos. Perguntei se eles queriam repetir, que me avisassem e a gente se organizava. Dois dias depois, recebo uma mensagem de um número desconhecido, com um tímido "oi". Devolvi o cumprimento e perguntei quem era. Ela disse que era Valéria, a mulher do corno. Surpresa agradável a minha, agora tínhamos linha direta e até o nome dela. Conversamos e conversamos sobre um pouco de tudo (eu estava na faculdade na época). V: Ela me manda uma foto com um conjunto branco, dizendo: "Para quando a gente se ver?" EU: UFFF, se dependesse de mim, já te vejo agora. V: Bom, eu adoraria. Só que já molhei a calcinha. Ela me manda uma foto com a calcinha fio-dental de lado e um filete de lubrificação, que me explodiu a cabeça. EU: Ah, bom! Justo me pega com sede e fome, sabe como eu como você todinha e chupo até secar essa calcinha. Perguntei se a gente se via no apartamento deles e a que horas. V: Depende, a que horas você vem? EU: Em meia hora estou livre (eram 19h). V: Bom, então vem ao meu escritório (ela era advogada) neste endereço. EU: Beleza, nos vemos. Naquela hora, já estava querendo ir pra porra, nem ouvi o que restava da aula. Terminei e fui para o encontro. Quando chego, me anuncio, me fazem entrar. E quando vejo "a secretária" era o marido fazendo esse papel. Todo sério, me diz para esperar a doutora, que ela já me atenderia. Passam dois minutos, o telefone toca e ele me diz para entrar. Quando entro, a vejo sentada, ela me diz para sentar e me pergunta o que estava acontecendo comigo (rapidamente entendi o jogo). Comento que tenho um problema com um casal, na verdade com o marido de uma mulher. Que ele não aguentava ser um impotente, cuck e que a mulher seja tão puta comigo. Os olhos dela brilharam, ela mordeu a caneta que segurava e disse que esse caso era muito interessante, que eu continuasse contando mais. Eu disse que era muito ruim narrando os fatos, que se pudesse eu mostrava. Comecei dizendo que a mulher era uma loba, faminta por sexo, fisicamente muito parecida com ela. Que toda vez que nos víamos, não conseguíamos resistir. (Imediatamente me levanto e vou atrás da cadeira dela) Digo no ouvido dela: sempre que vejo essa mulher não consigo segurar a vontade de chupar aquela buceta linda que ela tem e dou um puxão na sua blusa branca, fazendo os botões voarem (ela se surpreende, mas solta um suspiro de excitação). Meto as mãos no seu peito, brinco com os mamilos duros, os aperto e isso arranca outro suspiro. Brinco com os seios e começo a descer com minhas mãos pelo abdômen. Digo: a senhora não imagina, doutora, o quanto essa mulher é puta, me manda fotos da boceta toda molhada a qualquer hora, não liga pra nada. Enquanto dizia isso, puxei a calcinha fio-dental dela e passei os dedos pelos lábios, já estavam super molhados e inchados. Giro ela na cadeira e abro as pernas dela, para fazer sexo oral (fácil 10 minutos). Passei da buceta para o cu, mil vezes até molhar todo o queixo. Toda excitada, ela me agarra e abaixa minha calça e devora meu pau, não deixei muito tempo porque ela estava muito excitada. Levantei ela e coloquei em cima da mesa, abri as pernas dela com ela de costas e, nos olhando, penetrei devagar, mas até o fundo (assim por um tempo). Até que virei ela de quatro em pé, apoiada na mesa, e sussurrei no ouvido: chama o secretário. Ele entra e começo a meter mais forte (de propósito), puxando o cabelo dela. Depois de alguns minutos, digo a ELE para deitar no chão e ela em cima dele, fazendo um 69. Depois, com ela ainda de quatro, enfiei com tudo. Não exagero ao dizer que ela gozou na hora e eu estava a ponto de fazer o mesmo. Disse a ele para continuar brincando com o clitóris. da sua mulher que já vinha seu prêmio. Acabei de gozar uns 250 cc de porra dentro da Valéria, que quis sair rápido mas eu segurei e falei pra ela fazer força pra sair o sêmen, porque tinha prometido um prêmio pro marido (ela se surpreendeu, mas gostou). Não tô mentindo quando digo que os dois adoraram, mas pra ele mudou a vida. Um momento de loucura.
3 comentários - Corno e Curioso II