Sem dentes 2

Se tem uma coisa que quase nunca acontece em Mendoza, é chover. Podem passar mais de 6 meses sem nem uma garoa. Mas quando chove, parece que o céu desaba. Por ser uma região seca, as ruas não estão preparadas para tanta água que desce da montanha. E muito menos os canais de concreto, que transbordam. Isso faz as ruas alagarem e o trânsito virar um caos.
Alguns anos atrás, numa tarde de terça-feira (dia bonito), o céu escureceu de repente e, depois de uma granizada violenta, choveu por um tempão. Eu estava trabalhando no centro e, por precaução, deixei o carro num estacionamento coberto e alto.
Por volta das 18h, quando a chuva já estava fraca, comecei a voltar para casa pelas ruas escuras e alagadas. Escuras porque o céu estava nublado e a luz tinha caído. Segui devagar, já que os semáforos estavam apagados, e quase numa esquina o trânsito parou bem em frente a um ponto de ônibus.
O ponto estava cheio de gente, a maioria encharcada. Uma senhora mais velha me chamou a atenção: cabelos longos e cacheados presos de lado, bolsa tipo bandoleira apertando seus peitos grandes, colados ao vestido molhado.
O trânsito ficou parado vários minutos bem onde ela tentava se proteger da chuva. Cruzamos olhares algumas vezes, e em uma delas ela me presenteou com um sorriso.
Quando o trânsito andou, em vez de seguir meu caminho, virei na esquina e dei a volta no quarteirão para passar de novo e ver a senhora outra vez. Não tinha certeza se ela ainda estaria lá, porque o trânsito estava lento e o ônibus dela podia ter passado.
Mas ao chegar perto do ponto, ela ainda estava lá, de pé. Dessa vez não fiquei parado tanto tempo, mas durante aqueles minutos trocamos vários olhares e sorrisos, até que ela me mandou um "OI" com os lábios.
Várias buzinadas me obrigaram a seguir, e ela ficou me olhando. como dizendo QUE PEDAÇO DE TROUXA. Então, enquanto seguia, fiz sinal com a mão de que voltaria. Sem saber se ela tinha visto meus sinais e se o ônibus dela chegava e partia, dei a volta no quarteirão lentamente de novo. Depois de um bom tempo, cheguei de volta ao ponto e ela já me viu de longe, e quando eu estava chegando no ponto, ela se aproximou da calçada.

Eu abaixei o vidro e ofereci uma carona. Sem trocar uma palavra, ela abriu a porta e entrou no carro. Mal entrou, ela se acomodou e me disse:

— Obrigada, filho, estou encharcada e o ônibus não vem.

Enquanto colocava o cinto de segurança, ela me indicou para onde ia, que era justamente no caminho da minha casa. O cinto ficou entre os dois peitos dela, apertando e marcando os mamilos através do vestido molhado.

Enquanto trocávamos nossos nomes, dei uma toalhinha que tinha para ela se secar um pouco. O trânsito lento dava tempo para conversarmos. Ela não parava de manter a distância, sem me tratar por "você" em nenhum momento. Eu fazia o contrário, a tratava por "você" e falava como se nos conhecêssemos a vida toda.

Aí ela manda um áudio pelo celular dizendo que já tinha pegado o ônibus, que avisava quando estivesse perto para a esperarem, que o ônibus estava bem lento por causa do trânsito. Enquanto dizia isso, me olhava e piscava o olho.

No caminho todo, ela não parava de dizer o quanto estava agradecida. Que as pessoas já não tinham empatia e que ninguém fazia nada sem querer algo em troca. E então ela me diz:

— Me surpreende sua gentileza sem querer nada em troca.

Então eu, que queria comer ela a qualquer custo, digo:

— Quem disse que não quero nada em troca? Você poderia fazer alguma coisa para me agradecer.

Naquela época eu tinha uns 40 anos, mas aparentava muito menos. Então ela percebe minhas intenções e me diz, bem tranquila:

— Você acha que vai me comer só por dar uma carona e me tirar da chuva? Eu poderia ser sua mãe ou sua avó, tenho 63 anos, sou uma senhora, um pouco mais de respeito, rapaz.

Enquanto me dizia isso, ela olhava para a minha... Cara, eu já estava com o pau latejando. Não parava de olhar para os mamilos duros dela. Aí ela me disse: "Tá tão carente assim que quer comer uma velha que poderia ser sua avó? Olha como você está de pau duro!" Eu respondi: "Idade não tem nada a ver, você é uma mulher muito sensual e dá pra ver que você também está excitada." A idade me surpreendeu, ela não aparentava nem de longe 63 anos, além de ser muito gostosa e sensual. Continuamos conversando e eu já estava falando de um jeito bem safado, até que em um momento peguei a mão dela e coloquei na minha coxa. Ela deixou a mão ali, mas não mexia. "Ai, garoto, você está me deixando com tesão", ela disse. "Dá pra ver que faz tempo que você também está com vontade", eu falei, enquanto me arriscava e apertava um dos mamilos dela com meus dedos. Ela continuou com a mão na minha coxa, nem mesmo com o movimento das minhas pernas enquanto dirigia ela tirou. Nisso, chegou uma mensagem no celular dela e, enquanto respondia o áudio dizendo que o ônibus ainda estava demorando, ela me fazia sinais para virar em uma rua. Depois que terminou de mandar o áudio, ela foi me indicando por onde ir até que, em uma rua mais escura por falta de iluminação e por causa das árvores, ela disse: "Para debaixo daquela árvore". "Desliga o motor", ela falou, enquanto tirava o cinto de segurança. Lá fora tinha começado a chover de novo. Eu olhava para ela sem saber o que ia acontecer, enquanto ela tirou da bolsa um batom bem vermelho e pintou os lábios. Depois, pegou uma caixinha e, enquanto me dizia para tirar o pau para ela agradecer a carona, abriu a caixinha e virou de costas para que eu não visse. Pelo vidro já embaçado, pude ver que ela tirou a dentadura e guardou na caixinha. Depois, amarrou o cabelo, reclinou-se sobre mim e, sem pegar meu pau com a mão, enfiou na sua boca vermelha. Ela começou a chupar meu pau enquanto se ajoelhava no banco. Seus lábios vermelhos percorriam todo meu pau suavemente. De vez em quando, ela fazia como se mordesse a cabeça do meu pau com as gengivas. Por sorte, com o vidro escurecido do carro, não dava para ver de fora, mas um senhor passou pela calçada correndo debaixo da chuva e... Pelo para-brisa, ele viu que estavam chupando minha rola. A cabeça dela subia e descia sem tocar no pau com as mãos. Eu aproveitei e meti as mãos por baixo do vestido pra apalpar os peitos. Ela, com uma mão, tirou eles pra fora do sutiã e ficaram balançando. Mesme meio caídos, os mamilos estavam bem duros. Minhas mãos percorreram toda a barriga dela e fui descendo até chegar na calcinha. Quando tentei enfiar a mão dentro da roupa íntima, ela tirou. Comecei a mexer a pelve como se estivesse fodendo a boca dela e tentei de novo, dessa vez ela deixou. Ao enfiar os dedos por baixo da calcinha, empurrei o absorvente que ela usava pro lado e abri caminho com os dedos pela pelve peluda. Quando cheguei com os dedos na buceta, ela estava bem molhada, e não era por causa da chuva. Quando enfiei os dedos dentro da xota, dava pra sentir que não só estava molhada, mas também grudenta. Ela apertava meus dedos com a vagina e às vezes parava de chupar meu pau pra suspirar e ficar quieta, curtindo meus dedos. De repente, ela estremeceu, pegou minha mão e chupou o fluxo da ppk nos meus dedos. Depois disso, ela me diz:
— Já tá na hora de você me comer, cara.
Então, começo a subir a calça. Ela se surpreende e pergunta o que estou fazendo. Digo que tenho camisinhas escondidas no porta-malas e preciso sair pra pegar. Ao descer do carro, chovia muito e me molhei todo. Quando voltei, ela reclinou o banco e ficou de quatro. Enquanto eu colocava a camisinha, ela baixou a calcinha e deixou à vista a bunda meio magra, mas a buceta era bem gorda e de lábios grossos. Depois, me coloquei atrás, segurei ela pela cintura e comecei a meter forte. Justo quando estava no melhor, o celular dela tocou e, mesmo enquanto eu continuava comendo, ela mandava áudios dizendo que ainda estava atrasada. Esticava as mãos pra alcançar os peitos que balançavam indo e vindo com o embalo. Então, tirei o pau e disse: que ela sentasse em mim. Mudamos de lugar e ela sentou na minha pica, começou a cavalgar enquanto eu chupava seus peitos e mordia seus mamilos. Ela continuava mandando áudios de vez em quando. Peguei seu rosto e devorei sua boca de lábios bem vermelhos, e ao enfiar minha língua em sua boca, pude sentir suas gengivas descobertas. Sua boca tinha um gosto muito bom, assim como sua saliva, e minha língua em suas gengivas era uma sensação estranha e prazerosa. Seu cabelo caía sobre um dos ombros. Não aguentei muito sua cavalgada e seus beijos, e gozei enquanto afundava meu rosto em seus peitos. Ela continuou movendo o quadril mais um pouco até minha pica amolecer. Depois, ela me deu espaço para eu voltar ao meu assento, e enquanto eu arrumava minha roupa, ela colocou sua dentadura de volta e ajustou a roupa e o cabelo. Lá fora ainda estava chovendo. Nenhum dos dois dizia uma palavra, e de repente nos olhamos e rimos juntos. Então pedi seu número de celular para me comunicar com ela e vê-la de novo. Ela respondeu muito séria: "Não, cara, vamos deixar assim. Se transarmos de novo, você vai se apaixonar. Já agradeci a carona e você tirou minha tesão. Na verdade, você mandou bem me esquentando até finalmente me comer." Depois disso, ela pediu para eu deixá-la num ponto de ônibus algumas quadras antes de onde ela precisava chegar, enquanto mandava um áudio para alguém ir esperá-la. É a segunda vez que uma mulher me chupa sem dentadura. Uma vez, um velho também me chupou sem dentadura, mas só a de cima, e fazia doer minha pica. Se alguém já chupou sua pica ou sua buceta sem dentadura, conte sua experiência nos comentários.

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