Como vocês sabem, eu já tinha sido feminizado por um homem na minha adolescência. Essa história é sobre como me apaixonei por um deles, meu melhor amigo. Infelizmente, ele faleceu por causa de uma doença degenerativa, mas eu o fiz feliz durante o pouco tempo que ele teve de vida. Meu primeiro amor. Meu amigo parou de ir pra escola militar por causa da doença, e eu ia visitá-lo. Ele nunca tinha beijado uma mulher e também nunca tinha transado. A gente tinha 17 anos, e ele estava sozinho. Eu saía com garotas, mas com tanto estrogênio que tinha sobrado das hormônios que meu padrasto me deu, eu sentia uma atração por homens. Um dia, na casa dele, ele me disse que estava cansado de ficar sozinho, que queria dar o primeiro beijo. Eu me ofereci, e ele reagiu mal, até que eu disse que me vestiria de mulher. No fim de semana seguinte, a gente começou o ato. Eu me vesti de mulher, e ele ficou surpreso.
Ele começou a me falar umas coisas gostosas e eu fiquei toda vermelha, falei pra ele a gente começar, que ia ser só um beijo pra ele não morrer sem dar um beijo.
Nós nos entregamos, e foi lindo, ele foi ficando excitado devagar e o volume foi crescendo, foi assim que ele começou a se animar, e eu, como se fosse exatamente o que eu queria, me deixei levar.
Foi assim que ele começou a ficar excitado e me pediu pra mostrar a bunda, e eu aceitei.
Ele ficou ainda mais duro e pediu pra eu tirar o short. Fiquei só de calcinha e ele começou a jogar água pela boca.
Ele pediu pra eu tirar ela e eu topei.
Completamente nu, ele olhava pro meu cu e pro meu pauzinho e ficava rindo disso. Aí eu falei pra ele não ser malvado, que não era como se eu pudesse ter uma rola tão grande igual a dele. Ele puxa a dela pra fora e, quase que instintivamente, por causa do meu estrogênio, começo a chupar ela.
Aí ele me pega e diz: obrigado, obrigado por estar sempre aí, por ser meu psicólogo, meu amigo, meu confidente e agora meu saco de porra. Nisso ele me fala que não pode mais me chamar de mano, que já evoluímos, e me chama de amor.
Nisso eu chupei mais forte e ele começou a gemer até gozar.
Aí ele me vira e começa a brincar com a minha bunda.
Ela chupa meu pau e diz que já era hora.
É aí que eu sento no pau dele e começo a chupar com a minha buceta.
Ele mal conseguia se mexer, então eu queria apertar ela e tirar todo o estresse e a tristeza do meu namorado, meu amigo, meu homem.
Ele me batia uma punheta e me fazia ter espasmos.
Nisso eu começo a sentir o gozo dele no meu cu.
Ele me chamando de bebê e eu gemendo. Naquela noite dormimos abraçados.
Ele começou a me falar umas coisas gostosas e eu fiquei toda vermelha, falei pra ele a gente começar, que ia ser só um beijo pra ele não morrer sem dar um beijo.
Nós nos entregamos, e foi lindo, ele foi ficando excitado devagar e o volume foi crescendo, foi assim que ele começou a se animar, e eu, como se fosse exatamente o que eu queria, me deixei levar.
Foi assim que ele começou a ficar excitado e me pediu pra mostrar a bunda, e eu aceitei.
Ele ficou ainda mais duro e pediu pra eu tirar o short. Fiquei só de calcinha e ele começou a jogar água pela boca.
Ele pediu pra eu tirar ela e eu topei.
Completamente nu, ele olhava pro meu cu e pro meu pauzinho e ficava rindo disso. Aí eu falei pra ele não ser malvado, que não era como se eu pudesse ter uma rola tão grande igual a dele. Ele puxa a dela pra fora e, quase que instintivamente, por causa do meu estrogênio, começo a chupar ela.
Aí ele me pega e diz: obrigado, obrigado por estar sempre aí, por ser meu psicólogo, meu amigo, meu confidente e agora meu saco de porra. Nisso ele me fala que não pode mais me chamar de mano, que já evoluímos, e me chama de amor.
Nisso eu chupei mais forte e ele começou a gemer até gozar.
Aí ele me vira e começa a brincar com a minha bunda.
Ela chupa meu pau e diz que já era hora.
É aí que eu sento no pau dele e começo a chupar com a minha buceta.
Ele mal conseguia se mexer, então eu queria apertar ela e tirar todo o estresse e a tristeza do meu namorado, meu amigo, meu homem.
Ele me batia uma punheta e me fazia ter espasmos.
Nisso eu começo a sentir o gozo dele no meu cu.
Ele me chamando de bebê e eu gemendo. Naquela noite dormimos abraçados.
3 comentários - Meu melhor amigo e eu