INTRO
-Oi. Eu gostaria de fazer um roleplay de uma mamãe de classe média, professora, que você quisesse introduzir na prostituição...
Bem tarado e sem limites...
*Você seria a mamãe?
-Sim
*Legal. E que tipo de personagem você gostaria que eu interpretasse?
-De cafetão, que foi meu namorado na adolescência...
Eugenia, a mamãe, 38 anos, professora de jardim de infância, casada, uma filha de 16 anos, Sofia...
*Um "ugly bastard" tá bom ou alguém com aparência melhor?
-Um cara que agora comanda uma rede de tráfico de alto nível...
*Mas, pensando bem, eu interpretaria dois personagens--o cafetão e o cliente. Certo?
-Tá bom
*Me parece bem, como seria a coisa?
-Corromper a mamãe primeiro... Encontro "ocasional", com a vítima já estudada pela rede...
*Entendo, me interessa muito...
O cafetão: Jonathan. 40 anos, ator pornô e cafetão sempre procurando novas "funcionárias"...
Você começa?
-Vai ser meio aos pulos, tô trabalhando...
*Eu também, sem problema
DESENVOLVIMENTO
-"Preciso chegar em casa rápido" - pensa Eugenia enquanto procura as chaves do carro-
Carlos e Sofi já devem ter tudo pronto pra gente ir pro litoral no fim de semana
*Jony sai pra caminhar pela rua perto do bairro onde a Eugenia se mexia. Por sorte a encontra na rua procurando as chaves do carro. O moreno se aproxima por trás dela e diz com voz de galã:
Mas olha só a sorte que eu tenho de encontrar essa gostosa na rua
(me viro assustada e te olho)
-Como é? Eu te conheço?
*De barba e careca não me reconhece, né? Sou eu! Jonathan, lembra?
(O moreno tira os óculos escuros e abre os braços em sinal de boas-vindas. Oferece um grande sorriso)
Jonathan, Jonathan, Jonathan... Jony, minha aventura afro de garota!!! É você?
*Sua "aventura"? Olha só. É assim que você lembra de mim? kkk
Eu que lembro de você com tanto carinho. Como você tá?
(O negro se joga em cima de você e se funde num abraço com a Eugenia)
*O que conta? Pra onde você ia? Eu tava pela região, resolvendo uns negócios
- Para, ela tinha a idade da minha filha quando eu saía com você... trabalho nessa escola (indica com a cabeça), sou professora, acabei de sair do trampo e tô indo pra casa...
Então, empresário?
* Então você tem uma menina? Vejo que não perdeu tempo. Me faz sentir mais velho do que sou
É, algo assim. Ia fechar uma transação aqui perto. Tem um tempinho pra tomar um café ou tá ocupada?
(Se toma a liberdade de colocar a mão no ombro dela)
- Me solta que eu tô na frente da escola... qualé, mas só um pouquinho. Daqui a pouco vou pra praia com minha família
* Opa, desculpa. Não quis me passar dos limites. Costume do negócio
(Ainda Eugenia não entendeu o que ele quis dizer com isso. Tira a mão do homem e mostra as palmas em sinal de respeito, com um sorriso)
* É, não se preocupa. Pelo menos um tempinho. Tem um café aqui perto, com certeza você conhece. Vamos
- Vamos. Vou gostar de saber o que você fez nesses vinte e tantos anos. Eu me casei, tenho uma filha, me formei professora... e tô com muita vontade de tomar uma
* Eita! Nesse horário? Tá com sede, hein? Então melhor a gente ir nesse barcinho
(O cara indica um bar pequeno e modesto. Ao entrar no lugar, todo mundo cumprimenta Jonathan amigavelmente, como se o conhecessem de sempre. Sentam e ele pede duas canecas de cerveja)
* E... É complicado. Mas digamos que teve tempos difíceis e eu tive que começar do zero. Mas agora tenho meu próprio negócio e tudo tá indo sobre rodas
(A garçonete traz as canecas e um pouco de amendoim)
Vamos brindar, por esse encontro
(Levanta sua caneca esperando o brinde)
- Vamos bater os copos... a primeira vez que tomei cerveja foi com você.. que horrível eu achei...
Saúde!
(Batem as canecas e o cara toma metade de um gole)
* Hehe é, lembro. A carinha que você fazia quando tomava, agora parece que até curte.
Eu faz tempo que não tomo uma cerveja, agora sou mais do uísque
(Toma outro gole da caneca)
Então você é professora. Como Vai com isso?
- Tantas expectativas colocadas nisso, e a gente ganha uma merreca. Nem passamos necessidade; Carlos, meu marido, é bancário e tem um bom salário, mas...
(O moreno está prestes a dar o último gole na cerveja quando uma jovem de vinte e poucos anos se aproxima da mesa. Ela é chamativa e usa roupas bem reveladoras)
J: Agus! Chegou. Que bom te ver.
(O moreno a abraça e a garota tira da bolsa um enorme maço de dinheiro)
A: Digo o mesmo. Aqui está o que te devia.
J: Valeu. Te apresento a Euge, uma amiga.
- Oi, tudo bem, prazer. Você é...
A: Agustina. Um prazer. Trabalho com o Jony.
(A garota olha as horas)
A: Adoraria ficar pra bater papo, mas na verdade tenho que atender um cliente daqui a pouco. Então espero que terminem bem o dia.
J: Beleza. Que tudo dê certo. Qualquer coisa me avisa.
A: Sim, sim. Foi um prazer, Euge.
(A jovem manda um beijo pro Jony e sai pela porta)
- Leve de roupa a garota... então trabalha com você... o que você é, cafetão? (dando a entender que falava como brincadeira)
*É... você sabe. A gente tem que ganhar o pão como dá.
(Ele toma o que resta de cerveja no copo)
É um trabalho como qualquer outro. E na real...
(Começa a contar as notas que Agustina deixou)
...vale a pena, como você vê.
- Não tô entendendo... sério, qual é o seu negócio? Tem boa grana pelo que vejo.
*Como você disse. Sou cafetão, sexy, proxeneta. Chama como quiser. E a Agus daqui a pouco vai atender um cliente naquele apartamento.
(O moreno aponta com o dedo um apto na calçada da frente)
Se tudo der certo, semana que vem ela me traz um maço igual a esse ou até maior. Mas relaxa. Ela fica com um maço muito maior pelos serviços dela.
- Olha só meu ex-namoradinho... ainda bem que a gente terminou, senão você teria me feito uma das suas putas (levantando, já com vontade de ir embora)
*(Antes que você vá embora ofendida, eu me levanto, tiro algumas notas do maço, coloco sobre a mesa e guardo o resto dentro da minha) (campeiro)
Olha, Euge, como eu te falei, é só mais um trabalho. E paga muito bem.
Se você tiver interesse em fazer uma grana extra boa… Com uma mensagem eu resolvo tudo.
(O moreno tira um cartão de visita e coloca em cima da mesa)
Foi um prazer te ver. Espero que a gente se encontre de novo.
— Ok, Jony. Vou te ligar, mas não pelo "trabalho"... mas isso me dá um tesão… quero que você me conte…
Volto do litoral e te ligo.
*Sim, fala comigo e a gente conversa sobre o que você quiser.
(O moreno se joga de novo sobre a Euge e se fundem num abraço. Ela sente seus braços enormes e musculosos, que não têm nada a ver com os do marido. Ele dá um beijo perto da boca e se despede)
Se cuida, louca. Te amo. Espero sua mensagem.
Alguns dias depois, mensagem no WhatsApp:
— Oi Jony, sou a Euge, como você tá…
Quando a gente pode se ver? Quero que você me conte do seu mundo, me dá muito tesão…
Só você me contar, nada mais.
… tá claro?
*(O moreno sorri ao olhar o celular)*
Oi, linda. Como você tá? Como foram as férias?
Olha, nos fins de semana eu tô ocupado, mas se você quiser a gente faz como da última vez e eu te busco quando você sai do trampo.
(Já mordeu a isca, hehe)
— Bom, Joni, a gente se encontra na terça. Mas me espera no bar; me assusta um pouco que alguém te conheça, nos veja juntos na porta da escola, e pense coisas que não são verdade…
*Não acontece nada, negona. Te espero lá onde da outra vez, assim a gente toma umas cervejinhas de boa. Te mando um beijo enorme.
(Chegando a terça…)
— Oi Jony, como você tá? (beijo na bochecha)
Preciso de uma cerveja. Esses caras de merda me fizeram passar raiva pra caralho hoje. Meus pés tão destruídos.
*Sério? Que pena que a gente tá aqui. Se a gente estivesse em casa, eu te dava um daqueles massagens que você gosta tanto.
(Ajeita a cadeira para ela sentar)
E então? Me conta. O que te levou a me chamar de novo?
— Já foi direto ao ponto, né? Sim, o litoral foi muito legal, com pouca gente…
Não, me dá muito tesão o seu mundo. Você sabe, porque… você trabalha com isso, que todas as mulheres fantasiam às vezes em ser putas. Depois passa...
Além disso, todas são faveladinhas, mas me dá um tesão danado ver como elas são submetidas, dominadas...
(Uma garçonete traz para ambos uns chopes que Jony havia pedido antes. Enquanto ela está prestes a dar o primeiro gole na sua cerveja, o moreno abre os olhos surpreso com a resposta)
*Olha só a senhora. Fantasiando em ser uma vagabunda haha
(Ele toma um gole do chope e continua falando)
A coisa é assim. Vêm me procurar garotas que precisam de grana. A maioria faveladinhas como você disse. Mas são minas trabalhadoras.
Depois, tem alguma ou outra "menina de família", de boa situação financeira, que quer começar a "trabalhar" porque tá entediada.
Tem de tudo como você deve imaginar.
- Meninas "de família" que topem se deixar comer por qualquer um??? Isso não existe, não me engana, a não ser que estejam sendo chantageadas...
*Você se surpreenderia com cada história que eu encontrei desde que comecei nisso.
Você não é a única que fantasia em ser vagabunda...
E sim. Às vezes tenho que dar um empurrãozinho para que aceitem em alguns casos.
Mas também não deixo que qualquer um coma elas, eu cuido das minhas garotas. É meu trabalho.
- Sei não, sei não... me mostra alguma garota como eu que trabalhe para você e que não tenha cara de vagabunda, porque aquela Agustina do outro dia...
*Ei. Não mexe com a Agus que ela é uma mulher de ferro.
(O moreno pega o celular e começa a mostrar alguns perfis)
Essas são algumas que trabalham para mim. Me diz aí o que você acha.
(Mostra uma ampla variedade de mulheres, de diferentes corpos e idades)
Me diz se alguma delas tem cara de vagabunda como você diz.
- Pô, tem de tudo... mas essas garotas devem ter limites, coisas que não permitem que façam com elas, temos nossa dignidade...
*Depende da garota. Cada uma sabe até onde é capaz de ir. Mas esses limites sempre podem mudar. Né?
(O moreno sorri maliciosamente)
Vamos lá. Escolhe uma delas. A que mais te der curiosidade ou te chamar a atenção -Isso de que os limites podem mudar... os meus NÃO. NÃO PERMITO. Pra ninguém, olha só, a garota do vestido rosa, que não permitia antes e agora permite... *Abby? Uma mina legal, de família com boa situação financeira. Tava afim de uma aventura e eu dei mesmo. Ela não deixava filmar, não queria anal nem nada de ménage... Mas foi gostando aos poucos. Foi se soltando e agora permite isso e muito mais. (Pega o celular e pesquisa algo rápido. Mostra uma imagem) Essa é a foto que ela usa pra divulgar os serviços dela na internet. -Elas deixam fotografar nuas e filmar? Esse seria um dos meus limites... quer conhecer outros? *Nonono. Para. Para... Se vamos jogar, vamos jogar direito. (O negro fica sério e junta as mãos, entrelaçando os dedos) Euge. Se você fosse uma profissional do sexo trabalhando pra mim. Qual seria o nome que você usaria? -Ha! Meu "nome de guerra"? Marisa. Adoro. Mas acontece que eu não quero ser "profissional do sexo", nem você me aceitaria com os limites que não negocio... Pode ter passado pela minha cabeça com a pouca atenção que meu marido me dá, mas óbvio, não dá pra entrar nessa. Sou professora, uma profissional... *É um jogo só. Por enquanto você não tem coragem. Mas... Mesmo assim... Quais seriam esses limites que você tanto fala? -Nunca de joelhos na frente de ninguém, jamais permito que gozem na minha cara, e sexo anal ou ménage... tá sonhando? Viu que não te serviria? (Jony olha pra você com os braços cruzados e sorri meio tentado) *Você pré-julga demais, Euge. Conheço muita gente interessada nos seus serviços, Marisa. Mesmo com esses limites. -Ha! Todos os putanheiros querem algo disso. Meu marido dizia que ia pra puteiro quando pedia algo disso e eu mandava ele pra merda... E não me chama de Marisa que eu fico nervosa... *Você fica tranquila. Vai ser um segredo entre a gente, Maru. Hehe (Dá um bom gole na cerveja) Olha. Os homens não só querem coisas mórbidas. Também buscam mulheres com um corpo gostoso, e você Você tem o necessário para ser muito considerada...
- Pedi pra você não me chamar assim porque eu deixo de ser a Euge, e com o tempo que faz que meu marido não me toca, eu fico até com vontade de dizer sim à sua proposta; ainda bem que eu ainda raciocino um pouquinho
(O negro tira um cartão de visita e uma caneta. Vira o cartão e escreve um endereço atrás. Depois te entrega o cartão)
*Eu vou me despedir agora da Euge. Se a Marisa tiver vontade, ela vai aparecer nesse endereço à meia-noite. Lá vamos conversar com ela sobre uma proposta mais... concreta
(Se levanta e deixa dinheiro sobre a mesa)
Foi um prazer, Eugenia, tomara que a gente se encontre de novo. Diga pra Marisa que espero vê-la hoje à noite.
(Faz uma piscadela, manda um beijo e vai embora sem dar chance pra ela rebater)
Cerca de meia hora depois, mensagem no WhatsApp
- Oi Jony, sou a Mar... a Euge; não sei o que tá acontecendo comigo... me deixa pensar se eu vou... teria que resolver umas coisas em casa, e pensar... se eu não for, me esquece... tá?
*(Responde na hora)*
Você não é obrigada a nada. Mas também não tem nada a perder. Você deixa a Mari vir e ela vai decidir se vale a pena ou não.
(À meia-noite)
-Boa noite. Estou procurando o Jonathan...
(Uma senhora na recepção do prédio indica em qual apartamento estão te esperando)
**Você é a Marisa, né? O Jony tá te esperando no 2B
- Oi Jony. Eu vim. Bom, a Marisa veio realizar a fantasia dela. Foder com você, ir embora e nunca mais. Te falei que faz tempo que ninguém me toca
(No apartamento tem uma luz suave. Jony a faz entrar e depois se senta numa poltrona de veludo ao lado da cama)
*Bem-vinda, Marisa. Primeiro vamos conversar. Senta aqui
(Bate de leve na cama)
Quer beber alguma coisa?
- Me dá um uísque. Não sei o que tô fazendo aqui. Tô muito nervosa
(O negro pega um copo e serve a bebida com um sorriso)
*Nervosa? Por quê? Não é a primeira vez que você tem sexo, eu pessoalmente cuidei disso na época, hehe
É mais uma experiência. Você deixa comigo. Se você gostar, a gente repete, se não, fica só entre nós e ninguém se liga -Gostou de como vim de putinha? De minissaia e salto? *Adoro como você tá. Por que não dá uma voltinha pra eu ver a mercadoria que vou vender? (O negro se senta e faz um gesto com a mão indicando para você girar lentamente) (Começo a girar, e digo) -Foda-se a voltinha, mas eu não sou a mercadoria que você vai vender. Sou a que você vai comprar, e só uma vez... (O negro sorri e se anima) *Isso a gente vê. De qualquer jeito, é bom saber que você se sente mercadoria. Né? (Faz uma pausa) Quanto sairia uma hora do seu tempo? -Além de ser o único cliente da minha vida, você é meu primeiro e último gostoso. Me diz você quanto eu valho *E, olha. Por essa bunda sua eu pagaria até 80 mil. Mas como sou tão bom negociador, vou conseguir clientes que paguem 100 ou 120 -Opa! Mas o Jony te disse que tem coisas que eu não faço.. só papai e mamãe, e uma chupadinha se tiver gorjeta... Jony,... a gente conversou sobre isso... Com certeza os números que te falei não são trocado comparado com o que a Eugenia ganha como professora... (O negro entrelaça os dedos esperando a resposta) - (me despeço "sensualmente", sem tirar os sapatos, me jogo na cama e te digo; vem cá, gato, a gente vai se divertir muuuuito (O negro se joga e começa a acariciar com suas mãos fortes) *Vamos ver o que você tem pra oferecer... putinha (Se funde em um beijo com você e massageia seus seios) -Calma, devagar, meu amor... você vai se divertir, mas eu também quero, não seja tão bruto... gosta que eu te dê beijinhos? *Mil desculpas. Seu corpo me excita bastante Com certeza seu marido te trata como uma flor. Aqui você vai conhecer coisas mais duras, que vão acabar te agradando (Começa a beijar seus peitos, sendo mais delicado desta vez) -Viu?, agora é diferente... se os clientes fossem assim... mas eu sei que... Não *E... As garotas podem te dizer. É como qualquer trabalho. Tem dias bons e tem dias ruins (Começa a acariciar sua virilha por cima da roupa) la thong) E parece que você tá gostando disso -Sim, ahhhhh, porque agora você tá me tratando bem, ahhhh, e porque é você, mas nos dias ruins, ahhhhhhhhhh...... *(Ele puxa a thong e mete os dedos na sua buceta. Tá bem molhada) Os dias ruins também... Por que você veio vestida assim então? Não me engana não (Enquanto te dá beijos nos peitos) Você ficou pensando em mim desde a última vez, né? No meu pau, em ser puta. Em ser comprada por outros homens (Ele te masturba com um ritmo constante) -Não para, continua, continua, siiiiii, fiquei pensando no seu pauuuu ahĥhh, mas nós dois sabemos que eu não posso ser putaaaaaa..... sou professora, tenho famíliaaaaaa ahhhh *Essa menininha ficou lá fora desse quarto. Essa é a sua verdadeira essência Olha como você tá gostando, seu corpo não mente. Sei que ele pede pelo meu pau, mas preciso que você diga com suas palavras -Ayyyyyyy, sim Jony, quero seu pauuuuuu ayyyyy, me come, quero ser sua putaaaaaaa (O negro para de te tocar e se afasta. Fica de pé ao lado da cama) *Nãonão, assim não. Tem que pedir como uma puta. Me chama de gostoso. Me provoca um pouco -Ayyyy, não sei o que você quer que eu faça, vem e me come, por favooooooorrrrrrr (O negro desabotoa o cinto) *Abaixa minha calça, tira meu pau. Me diz que é o melhor, o maior, que você o deseja. Faz de conta que eu sou um cliente (Eu desço da cama, fico de pé ao seu lado, fazendo malabarismo tiro sua calça, fuck you seu pau e o masturbo) -Era isso que você queria? Vamos voltar pra cama... Me come, pelo amor de Deussssss *Para, não esquece que toda essa situação é pro meu prazer, não pro seu. Então agora você vai ficar de quatro e me oferecer essa bucetinha molhada. Pedindo, implorando pra eu meter /Voltando pra cama, me posiciono de quatro como uma putinha, viro o rosto e te digo) Me come. Joni, me come pelo amor de Deus, me come ou eu vou emboraaa (O negro não hesita nem um segundo e começa a te penetrar com um ritmo rápido. A grossura do pau dele era enorme) comparação com seu marido. Por sorte você estava bem molhada) *É assim que você gosta, putinha? -Ahhhhh, siiiim, assimmmm.... fazia tanto tempo que não me atendiam, eu adoro ser sua putaaaaa.... me come todiiiiinha.... /Jony começa a meter com força. Você consegue sentir os ovos dele batendo na sua virilha, fazendo um barulho de palmas) *Dá pra ver que você gosta, Marisa. Você vai adorar estar à venda, sem dúvida nenhuma. *O negro tira o membro descomunal de dentro de Marisa e fica a um passo da cama* Ajoelha aqui, putinha, na frente do meu pau. Faça agora, Marisa!!! Obedeça seu dono!!! *Ele aponta o lugar no chão. Seu pau ainda estava ereto e encharcado dos seus fluidos* COMO CONTINUA? ALGUÉM FAZ ROLEPLAY???
- Para, ela tinha a idade da minha filha quando eu saía com você... trabalho nessa escola (indica com a cabeça), sou professora, acabei de sair do trampo e tô indo pra casa...
Então, empresário?
* Então você tem uma menina? Vejo que não perdeu tempo. Me faz sentir mais velho do que sou
É, algo assim. Ia fechar uma transação aqui perto. Tem um tempinho pra tomar um café ou tá ocupada?
(Se toma a liberdade de colocar a mão no ombro dela)
- Me solta que eu tô na frente da escola... qualé, mas só um pouquinho. Daqui a pouco vou pra praia com minha família
* Opa, desculpa. Não quis me passar dos limites. Costume do negócio
(Ainda Eugenia não entendeu o que ele quis dizer com isso. Tira a mão do homem e mostra as palmas em sinal de respeito, com um sorriso)
* É, não se preocupa. Pelo menos um tempinho. Tem um café aqui perto, com certeza você conhece. Vamos
- Vamos. Vou gostar de saber o que você fez nesses vinte e tantos anos. Eu me casei, tenho uma filha, me formei professora... e tô com muita vontade de tomar uma
* Eita! Nesse horário? Tá com sede, hein? Então melhor a gente ir nesse barcinho
(O cara indica um bar pequeno e modesto. Ao entrar no lugar, todo mundo cumprimenta Jonathan amigavelmente, como se o conhecessem de sempre. Sentam e ele pede duas canecas de cerveja)
* E... É complicado. Mas digamos que teve tempos difíceis e eu tive que começar do zero. Mas agora tenho meu próprio negócio e tudo tá indo sobre rodas
(A garçonete traz as canecas e um pouco de amendoim)
Vamos brindar, por esse encontro
(Levanta sua caneca esperando o brinde)
- Vamos bater os copos... a primeira vez que tomei cerveja foi com você.. que horrível eu achei...
Saúde!
(Batem as canecas e o cara toma metade de um gole)
* Hehe é, lembro. A carinha que você fazia quando tomava, agora parece que até curte.
Eu faz tempo que não tomo uma cerveja, agora sou mais do uísque
(Toma outro gole da caneca)
Então você é professora. Como Vai com isso?
- Tantas expectativas colocadas nisso, e a gente ganha uma merreca. Nem passamos necessidade; Carlos, meu marido, é bancário e tem um bom salário, mas...
(O moreno está prestes a dar o último gole na cerveja quando uma jovem de vinte e poucos anos se aproxima da mesa. Ela é chamativa e usa roupas bem reveladoras)
J: Agus! Chegou. Que bom te ver.
(O moreno a abraça e a garota tira da bolsa um enorme maço de dinheiro)
A: Digo o mesmo. Aqui está o que te devia.
J: Valeu. Te apresento a Euge, uma amiga.
- Oi, tudo bem, prazer. Você é...
A: Agustina. Um prazer. Trabalho com o Jony.
(A garota olha as horas)
A: Adoraria ficar pra bater papo, mas na verdade tenho que atender um cliente daqui a pouco. Então espero que terminem bem o dia.
J: Beleza. Que tudo dê certo. Qualquer coisa me avisa.
A: Sim, sim. Foi um prazer, Euge.
(A jovem manda um beijo pro Jony e sai pela porta)
- Leve de roupa a garota... então trabalha com você... o que você é, cafetão? (dando a entender que falava como brincadeira)
*É... você sabe. A gente tem que ganhar o pão como dá.
(Ele toma o que resta de cerveja no copo)
É um trabalho como qualquer outro. E na real...
(Começa a contar as notas que Agustina deixou)
...vale a pena, como você vê.
- Não tô entendendo... sério, qual é o seu negócio? Tem boa grana pelo que vejo.
*Como você disse. Sou cafetão, sexy, proxeneta. Chama como quiser. E a Agus daqui a pouco vai atender um cliente naquele apartamento.
(O moreno aponta com o dedo um apto na calçada da frente)
Se tudo der certo, semana que vem ela me traz um maço igual a esse ou até maior. Mas relaxa. Ela fica com um maço muito maior pelos serviços dela.
- Olha só meu ex-namoradinho... ainda bem que a gente terminou, senão você teria me feito uma das suas putas (levantando, já com vontade de ir embora)
*(Antes que você vá embora ofendida, eu me levanto, tiro algumas notas do maço, coloco sobre a mesa e guardo o resto dentro da minha) (campeiro)
Olha, Euge, como eu te falei, é só mais um trabalho. E paga muito bem.
Se você tiver interesse em fazer uma grana extra boa… Com uma mensagem eu resolvo tudo.
(O moreno tira um cartão de visita e coloca em cima da mesa)
Foi um prazer te ver. Espero que a gente se encontre de novo.
— Ok, Jony. Vou te ligar, mas não pelo "trabalho"... mas isso me dá um tesão… quero que você me conte…
Volto do litoral e te ligo.
*Sim, fala comigo e a gente conversa sobre o que você quiser.
(O moreno se joga de novo sobre a Euge e se fundem num abraço. Ela sente seus braços enormes e musculosos, que não têm nada a ver com os do marido. Ele dá um beijo perto da boca e se despede)
Se cuida, louca. Te amo. Espero sua mensagem.
Alguns dias depois, mensagem no WhatsApp:
— Oi Jony, sou a Euge, como você tá…
Quando a gente pode se ver? Quero que você me conte do seu mundo, me dá muito tesão…
Só você me contar, nada mais.
… tá claro?
*(O moreno sorri ao olhar o celular)*
Oi, linda. Como você tá? Como foram as férias?
Olha, nos fins de semana eu tô ocupado, mas se você quiser a gente faz como da última vez e eu te busco quando você sai do trampo.
(Já mordeu a isca, hehe)
— Bom, Joni, a gente se encontra na terça. Mas me espera no bar; me assusta um pouco que alguém te conheça, nos veja juntos na porta da escola, e pense coisas que não são verdade…
*Não acontece nada, negona. Te espero lá onde da outra vez, assim a gente toma umas cervejinhas de boa. Te mando um beijo enorme.
(Chegando a terça…)
— Oi Jony, como você tá? (beijo na bochecha)
Preciso de uma cerveja. Esses caras de merda me fizeram passar raiva pra caralho hoje. Meus pés tão destruídos.
*Sério? Que pena que a gente tá aqui. Se a gente estivesse em casa, eu te dava um daqueles massagens que você gosta tanto.
(Ajeita a cadeira para ela sentar)
E então? Me conta. O que te levou a me chamar de novo?
— Já foi direto ao ponto, né? Sim, o litoral foi muito legal, com pouca gente…
Não, me dá muito tesão o seu mundo. Você sabe, porque… você trabalha com isso, que todas as mulheres fantasiam às vezes em ser putas. Depois passa...
Além disso, todas são faveladinhas, mas me dá um tesão danado ver como elas são submetidas, dominadas...
(Uma garçonete traz para ambos uns chopes que Jony havia pedido antes. Enquanto ela está prestes a dar o primeiro gole na sua cerveja, o moreno abre os olhos surpreso com a resposta)
*Olha só a senhora. Fantasiando em ser uma vagabunda haha
(Ele toma um gole do chope e continua falando)
A coisa é assim. Vêm me procurar garotas que precisam de grana. A maioria faveladinhas como você disse. Mas são minas trabalhadoras.
Depois, tem alguma ou outra "menina de família", de boa situação financeira, que quer começar a "trabalhar" porque tá entediada.
Tem de tudo como você deve imaginar.
- Meninas "de família" que topem se deixar comer por qualquer um??? Isso não existe, não me engana, a não ser que estejam sendo chantageadas...
*Você se surpreenderia com cada história que eu encontrei desde que comecei nisso.
Você não é a única que fantasia em ser vagabunda...
E sim. Às vezes tenho que dar um empurrãozinho para que aceitem em alguns casos.
Mas também não deixo que qualquer um coma elas, eu cuido das minhas garotas. É meu trabalho.
- Sei não, sei não... me mostra alguma garota como eu que trabalhe para você e que não tenha cara de vagabunda, porque aquela Agustina do outro dia...
*Ei. Não mexe com a Agus que ela é uma mulher de ferro.
(O moreno pega o celular e começa a mostrar alguns perfis)
Essas são algumas que trabalham para mim. Me diz aí o que você acha.
(Mostra uma ampla variedade de mulheres, de diferentes corpos e idades)
Me diz se alguma delas tem cara de vagabunda como você diz.
- Pô, tem de tudo... mas essas garotas devem ter limites, coisas que não permitem que façam com elas, temos nossa dignidade...
*Depende da garota. Cada uma sabe até onde é capaz de ir. Mas esses limites sempre podem mudar. Né?
(O moreno sorri maliciosamente)
Vamos lá. Escolhe uma delas. A que mais te der curiosidade ou te chamar a atenção -Isso de que os limites podem mudar... os meus NÃO. NÃO PERMITO. Pra ninguém, olha só, a garota do vestido rosa, que não permitia antes e agora permite... *Abby? Uma mina legal, de família com boa situação financeira. Tava afim de uma aventura e eu dei mesmo. Ela não deixava filmar, não queria anal nem nada de ménage... Mas foi gostando aos poucos. Foi se soltando e agora permite isso e muito mais. (Pega o celular e pesquisa algo rápido. Mostra uma imagem) Essa é a foto que ela usa pra divulgar os serviços dela na internet. -Elas deixam fotografar nuas e filmar? Esse seria um dos meus limites... quer conhecer outros? *Nonono. Para. Para... Se vamos jogar, vamos jogar direito. (O negro fica sério e junta as mãos, entrelaçando os dedos) Euge. Se você fosse uma profissional do sexo trabalhando pra mim. Qual seria o nome que você usaria? -Ha! Meu "nome de guerra"? Marisa. Adoro. Mas acontece que eu não quero ser "profissional do sexo", nem você me aceitaria com os limites que não negocio... Pode ter passado pela minha cabeça com a pouca atenção que meu marido me dá, mas óbvio, não dá pra entrar nessa. Sou professora, uma profissional... *É um jogo só. Por enquanto você não tem coragem. Mas... Mesmo assim... Quais seriam esses limites que você tanto fala? -Nunca de joelhos na frente de ninguém, jamais permito que gozem na minha cara, e sexo anal ou ménage... tá sonhando? Viu que não te serviria? (Jony olha pra você com os braços cruzados e sorri meio tentado) *Você pré-julga demais, Euge. Conheço muita gente interessada nos seus serviços, Marisa. Mesmo com esses limites. -Ha! Todos os putanheiros querem algo disso. Meu marido dizia que ia pra puteiro quando pedia algo disso e eu mandava ele pra merda... E não me chama de Marisa que eu fico nervosa... *Você fica tranquila. Vai ser um segredo entre a gente, Maru. Hehe (Dá um bom gole na cerveja) Olha. Os homens não só querem coisas mórbidas. Também buscam mulheres com um corpo gostoso, e você Você tem o necessário para ser muito considerada...
- Pedi pra você não me chamar assim porque eu deixo de ser a Euge, e com o tempo que faz que meu marido não me toca, eu fico até com vontade de dizer sim à sua proposta; ainda bem que eu ainda raciocino um pouquinho
(O negro tira um cartão de visita e uma caneta. Vira o cartão e escreve um endereço atrás. Depois te entrega o cartão)
*Eu vou me despedir agora da Euge. Se a Marisa tiver vontade, ela vai aparecer nesse endereço à meia-noite. Lá vamos conversar com ela sobre uma proposta mais... concreta
(Se levanta e deixa dinheiro sobre a mesa)
Foi um prazer, Eugenia, tomara que a gente se encontre de novo. Diga pra Marisa que espero vê-la hoje à noite.
(Faz uma piscadela, manda um beijo e vai embora sem dar chance pra ela rebater)
Cerca de meia hora depois, mensagem no WhatsApp
- Oi Jony, sou a Mar... a Euge; não sei o que tá acontecendo comigo... me deixa pensar se eu vou... teria que resolver umas coisas em casa, e pensar... se eu não for, me esquece... tá?
*(Responde na hora)*
Você não é obrigada a nada. Mas também não tem nada a perder. Você deixa a Mari vir e ela vai decidir se vale a pena ou não.
(À meia-noite)
-Boa noite. Estou procurando o Jonathan...
(Uma senhora na recepção do prédio indica em qual apartamento estão te esperando)
**Você é a Marisa, né? O Jony tá te esperando no 2B
- Oi Jony. Eu vim. Bom, a Marisa veio realizar a fantasia dela. Foder com você, ir embora e nunca mais. Te falei que faz tempo que ninguém me toca
(No apartamento tem uma luz suave. Jony a faz entrar e depois se senta numa poltrona de veludo ao lado da cama)
*Bem-vinda, Marisa. Primeiro vamos conversar. Senta aqui
(Bate de leve na cama)
Quer beber alguma coisa?
- Me dá um uísque. Não sei o que tô fazendo aqui. Tô muito nervosa
(O negro pega um copo e serve a bebida com um sorriso)
*Nervosa? Por quê? Não é a primeira vez que você tem sexo, eu pessoalmente cuidei disso na época, hehe
É mais uma experiência. Você deixa comigo. Se você gostar, a gente repete, se não, fica só entre nós e ninguém se liga -Gostou de como vim de putinha? De minissaia e salto? *Adoro como você tá. Por que não dá uma voltinha pra eu ver a mercadoria que vou vender? (O negro se senta e faz um gesto com a mão indicando para você girar lentamente) (Começo a girar, e digo) -Foda-se a voltinha, mas eu não sou a mercadoria que você vai vender. Sou a que você vai comprar, e só uma vez... (O negro sorri e se anima) *Isso a gente vê. De qualquer jeito, é bom saber que você se sente mercadoria. Né? (Faz uma pausa) Quanto sairia uma hora do seu tempo? -Além de ser o único cliente da minha vida, você é meu primeiro e último gostoso. Me diz você quanto eu valho *E, olha. Por essa bunda sua eu pagaria até 80 mil. Mas como sou tão bom negociador, vou conseguir clientes que paguem 100 ou 120 -Opa! Mas o Jony te disse que tem coisas que eu não faço.. só papai e mamãe, e uma chupadinha se tiver gorjeta... Jony,... a gente conversou sobre isso... Com certeza os números que te falei não são trocado comparado com o que a Eugenia ganha como professora... (O negro entrelaça os dedos esperando a resposta) - (me despeço "sensualmente", sem tirar os sapatos, me jogo na cama e te digo; vem cá, gato, a gente vai se divertir muuuuito (O negro se joga e começa a acariciar com suas mãos fortes) *Vamos ver o que você tem pra oferecer... putinha (Se funde em um beijo com você e massageia seus seios) -Calma, devagar, meu amor... você vai se divertir, mas eu também quero, não seja tão bruto... gosta que eu te dê beijinhos? *Mil desculpas. Seu corpo me excita bastante Com certeza seu marido te trata como uma flor. Aqui você vai conhecer coisas mais duras, que vão acabar te agradando (Começa a beijar seus peitos, sendo mais delicado desta vez) -Viu?, agora é diferente... se os clientes fossem assim... mas eu sei que... Não *E... As garotas podem te dizer. É como qualquer trabalho. Tem dias bons e tem dias ruins (Começa a acariciar sua virilha por cima da roupa) la thong) E parece que você tá gostando disso -Sim, ahhhhh, porque agora você tá me tratando bem, ahhhh, e porque é você, mas nos dias ruins, ahhhhhhhhhh...... *(Ele puxa a thong e mete os dedos na sua buceta. Tá bem molhada) Os dias ruins também... Por que você veio vestida assim então? Não me engana não (Enquanto te dá beijos nos peitos) Você ficou pensando em mim desde a última vez, né? No meu pau, em ser puta. Em ser comprada por outros homens (Ele te masturba com um ritmo constante) -Não para, continua, continua, siiiiii, fiquei pensando no seu pauuuu ahĥhh, mas nós dois sabemos que eu não posso ser putaaaaaa..... sou professora, tenho famíliaaaaaa ahhhh *Essa menininha ficou lá fora desse quarto. Essa é a sua verdadeira essência Olha como você tá gostando, seu corpo não mente. Sei que ele pede pelo meu pau, mas preciso que você diga com suas palavras -Ayyyyyyy, sim Jony, quero seu pauuuuuu ayyyyy, me come, quero ser sua putaaaaaaa (O negro para de te tocar e se afasta. Fica de pé ao lado da cama) *Nãonão, assim não. Tem que pedir como uma puta. Me chama de gostoso. Me provoca um pouco -Ayyyy, não sei o que você quer que eu faça, vem e me come, por favooooooorrrrrrr (O negro desabotoa o cinto) *Abaixa minha calça, tira meu pau. Me diz que é o melhor, o maior, que você o deseja. Faz de conta que eu sou um cliente (Eu desço da cama, fico de pé ao seu lado, fazendo malabarismo tiro sua calça, fuck you seu pau e o masturbo) -Era isso que você queria? Vamos voltar pra cama... Me come, pelo amor de Deussssss *Para, não esquece que toda essa situação é pro meu prazer, não pro seu. Então agora você vai ficar de quatro e me oferecer essa bucetinha molhada. Pedindo, implorando pra eu meter /Voltando pra cama, me posiciono de quatro como uma putinha, viro o rosto e te digo) Me come. Joni, me come pelo amor de Deus, me come ou eu vou emboraaa (O negro não hesita nem um segundo e começa a te penetrar com um ritmo rápido. A grossura do pau dele era enorme) comparação com seu marido. Por sorte você estava bem molhada) *É assim que você gosta, putinha? -Ahhhhh, siiiim, assimmmm.... fazia tanto tempo que não me atendiam, eu adoro ser sua putaaaaa.... me come todiiiiinha.... /Jony começa a meter com força. Você consegue sentir os ovos dele batendo na sua virilha, fazendo um barulho de palmas) *Dá pra ver que você gosta, Marisa. Você vai adorar estar à venda, sem dúvida nenhuma. *O negro tira o membro descomunal de dentro de Marisa e fica a um passo da cama* Ajoelha aqui, putinha, na frente do meu pau. Faça agora, Marisa!!! Obedeça seu dono!!! *Ele aponta o lugar no chão. Seu pau ainda estava ereto e encharcado dos seus fluidos* COMO CONTINUA? ALGUÉM FAZ ROLEPLAY???
1 comentários - Para segui-lo... eu me esfreguei