Viernness gostosa 😍🥰🥳

Viernness🥰😍🥳
vadiaBom, na sexta-feira, como sempre, fiquei cuidando do meu sobrinho e do meu meio-irmão também, então pensei que, se meu cunhado me fodesse, seria sem poder gemer alto. Sabem que durante a semana é muito raro meu meio-irmão ficar aqui. Bom, chegou a hora de minha mãe e minha irmã irem trabalhar, e eu estava usando um shorts e uma blusinha preta. Já era noite, e meu irmão estava no quarto dele, e eu na sala com meu sobrinho. Passou mais de meia hora quando meu cunhado chegou com pizza. Eu não fiz nada, deixei ele fazer tudo. Sentei no sofá vendo TV. Quando tudo ficou pronto, jantamos e depois fomos ver um filme, mas dessa vez eu estava deitada no sofá, ele atrás de mim, me abraçando, acariciando e me dando beijinhos na bochecha, embora eu estivesse com uma puta vontade de gozar uns orgasmos gostosos, queria brincar com meu cunhado, deixando ele impaciente. CUNHADO — Que lindo! É estar do seu lado, deliciosa e gostosa cunhada. CUNHADO — Tantas noites que você passou sozinha. EU — Coitadinho do meu cunhado tarado, mas não exagera, só duas noites sem me comer😏 CUNHADO — Foram noites muito frias sem você. Mas agora finalmente tenho você comigo e sinto finalmente sua temperatura quente, valeu a pena esperar, e hoje vamos gozar de novo, bem gostoso como da outra vez, e ainda mais porque vou te dar de novo nessa sua bunda linda. EU — Você não vê a hora de profanar minha bundinha desejada, né? CUNHADO — Exatamente! EU — Mas vai ter que esperar até o filme acabar e o docinho dormir, e meu irmão está lá em cima no quarto dele 😔😭 CUNHADO — O que você mandar, princesa — então deixa eu emprestar meu videogame pra ele. Depois dessas palavras, ele me pegou pelo queixo, virou minha cabeça e me beijou docemente. Subiu e emprestou o console pro meu irmão, assim ele não sai do quarto. Quando o filme terminou, eu disse pra ele colocar outro, e ele não teve escolha a não ser me obedecer. Eu me divertia fazendo ele se desesperar, queria que a vontade dele aumentasse ainda mais. Durante o segundo filme, ele continuava me dando beijinhos, e... Também notei como ele estava duro, o pau dele preso batia a cada momento na minha bunda pequena. Eu também tava com vontade, mas segurei até o fim do filme. Meu sobrinho dormiu. EU: Vou colocá-lo pra dormir. CUNHADO: Na sua cama? EU: Não, no berço dele, já coloquei no meu quarto pra não precisar levantar de noite. CUNHADO: Ah, ok. Subi com muito nervoso e, quando cheguei no meu quarto, a garrafa de lubrificante tava na minha cama e um cobertor no chão. Coloquei o docinho no berço dele enquanto olhava tudo aquilo e pensava: já ia sentar na cama, ele entrou no quarto e me abraçou por trás, começou a me beijar muito intensamente e falou no meu ouvido com um tom muito, muito perverso que ainda me excita só de lembrar. CUNHADO: Vou arrebentar essa sua bunda pequena, princesa... E eu fiquei muito nervosa e muito tesuda, me virei e nos beijamos intensamente pra caralho. Ele tirou minha blusa e o short, me empurrou na cama, eu fiquei deitada de barriga pra cima e ele começou a tirar meu sutiã. CUNHADO: Vou penetrar essa buceta, vou fazer um oral delicioso. EU: Sim, já tava com saudade e preciso de você. CUNHADO: Você tem que ser obediente em tudo hoje, princesa, e garanto que vai adorar tudo. Ele começou a me fazer um oral muito, muito intenso, ficou assim um tempão até que meu irmão bateu na porta e me perguntou se eu ia com ele pegar um copo d'água. Coloquei rápido a camisa dele, que só cobria minha bunda, e saí correndo. Quando voltei, falei pro meu irmão pra não dormir tarde jogando e não aumentar o volume da TV por causa do docinho. Ele respondeu que tava de fone. Ao entrar, fechei a porta e não vi meu cunhado. Ele, atrás da porta, me agarrou e me fez ajoelhar ao lado da cama — pra isso era o cobertor que ele colocou no chão. Então pegou o lubrificante, passou um pouco no dedo e começou a esfregar meu cu bem devagar, e aos poucos começou a empurrar. Ficamos assim um tempão até que meu cuzinho deixou entrar a ponta do dedo dele. Ele continuou esfregando, depois tirou o dedo e colocou a ponta da garrafa de lubrificante no meu cu e apertou. Eu senti como... Passei lubrificante no meu cuzinho, ele deu um aperto forte e eu senti um jato entrando em mim e outro escorrendo. Ele pegou, espalhou no meu cuzinho e enfiou o dedo, e eu sentia ele massageando e meu cuzinho deixando o dedo entrar. Eu tava super nervosa, mas ao mesmo tempo achando muito gostoso. Ele tava me apertando contra a cama e eu senti ele se inclinar sobre mim e falar: CU- Princesinha, você tá toda ensopada de suor (e ele lambia minhas costas e meu pescoço, tomando aquele suor que tinha lambido). EU- Eu soluçava. CU- Por que minha princesa tá chorando? EU- Dói e sinto como se você fosse me rasgar. CU- Que bom, princesa, porque você acabou de engolir meu pau inteiro, todo, bebê, essa bundinha minúscula comeu tudo. EU- Sério??? CU- Sim, princesa, e você também tá me machucando de tão apertada que você tá, mas você tá perfeita. Mas se eu tô te machucando, então eu saio. EU- Não, não sai, só me abraça bem forte, mas não mexe dentro de mim ou vou me partir, sim. Só fica assim dentro de mim, sim. CU- Então vamos ficar assim, princesa, mas me beija. Ele continuou me beijando apaixonadamente e foi se movendo cada vez mais forte. Acho que minha bundinha minúscula se acostumou com ele, porque em algum momento ele se mexia e eu sentia o pau deslizando, e aí ele conseguia bombar, mas devagar. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas eu continuava sentindo meu cuzinho não respondendo mais, só pulsando e apertando um pouco. De qualquer forma, naquele momento, minha bundinha minúscula inteira já pertencia a ele... é assim que ele sempre fala quando me penetra, hehe. Em algum momento, ele começou a se mover mais forte até que falou pra eu não me apoiar na cama, pra ficar de joelhos mas com as costas retas. Nessa hora, ele me abraçou com uma mão, começou a esfregar minha buceta e com a outra amassava meus peitos, e começou a se mover mais forte. Eu só gemia e sentia ele indo até o fundo, e só as bolas dele batiam nas minhas nádegas. Num momento, ele me deitou de novo na beirada da cama, colocou a mão nas minhas costas e... Bombeio de plano, bombeio forte. Tirei pra fora e meti de novo na buceta dela, e assim por um tempo. Tirava e enfiava no meu cuzinho apertado. Eu, inclinada, mordia os lençóis enquanto ele me perfurava. Ele chegava perto do meu ouvido. CUÑ — Gostou, gostosa? EU — Sim, ahhh! CUÑ — Quer a porra na sua barriguinha? EU — Não! CUÑ — Vai, deixa eu te encher, gostosa. EU — Tá bom, mas pode ser que eu engravide, e devagar que meu irmão pode nos ouvir. CUÑ — Não se preocupa, dei os fones pra ele. EU — Ah, é verdade. Me dá mais, enfia no meu cu, por favor. CUÑ — Tá bem, princesa. Ele perfurou meu cu, e eu apertava mais, mordia os lençóis e apertava com as mãos. Ele puxou meu cabelo e senti os jatos de porra enchendo meu cu. CUÑ — Uff, gata. Tava com muita porra acumulada. Você me esvaziou. EU — Tô vendo. Você me encheu por completo. Quando ele tirou, deitamos no chão, eu de barriga pra baixo e ele do meu lado, me abraçando. CUÑ — Por que você diz que não quer engravidar? Não tá tomando as pílulas? EU — Esqueço 😔 CUÑ — Então vamos usar camisinha, ok? EU — Não, prometo que vou tomar agora. Vai, que o bebê tá acordando. Nos beijamos e ele foi embora. Fiquei dormindo no chão, de barriga pra baixo, com a porra dele dentro de mim 😊😍🥰

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