seducida y cogida por mi jefe

Eu estava casada há um ano e meio. A empresa ia fazer um jantar de confraternização. Dias antes, comentei com meu marido pra ele me acompanhar, e fomos comprar o vestido que eu ia usar. Foi meu marido quem escolheu o vestido: um vestido vermelho justo, um pouco acima do meio da coxa, pra não aparecer a renda da minha meia presa com liga. Pra essa ocasião, escolhi uma meia preta de rede, ligas pretas e uma calcinha fio dental. A festa seria na sexta, depois do expediente. Pra isso, nos liberaram uma hora mais cedo. Na manhã de sexta, meu marido me disse que não ia poder me acompanhar.

Depois de sair do escritório, cheguei em casa, me arrumei pra festa: coloquei o vestido, minha meia preta de rede presa com as ligas e minha calcinha fio dental. Quando subi no carro, percebi que o vestido subia e aparecia onde terminava a meia, a renda das ligas. Tive que puxar pra baixo. Pensei em voltar e trocar, mas não quis dar motivo. Então fui direto pro salão onde ia ser a comemoração.

Nos tinham reservado uma mesa pra nossa área. Uma das minhas auxiliares tinha guardado um lugar pra mim. Sentei do lado dela. Perguntaram pelo meu marido, e eu expliquei por que ele não tinha vindo. Minutos depois, meu chefe chegou. Tinha um lugar vazio do meu lado. Convidamos ele pra sentar. A esposa dele também não tinha vindo. Num sussurro suave, meu chefe falou no meu ouvido: "Pena que somos casados." Nos dois anos desde que ele virou meu chefe, nunca tinha feito um comentário desse tipo. Sinceramente, me pegou de surpresa. Só olhei pra ele, sorri. Por nervosismo, respondi: "É verdade." Começaram a servir os pratos. Meu chefe perguntou pelo meu marido, e eu expliquei por que ele não pôde vir.

Alguns casais se levantaram pra dançar. Um fornecedor me chamou pra dançar. Enquanto dançava com ele, me perguntou se meu chefe era meu marido. Falei que não. Ele disse que eu estava muito gostosa e que dava os parabéns pro meu marido. O comentário dele, sinceramente, me deixou inquieta. Quando voltei pra mesa, meu chefe me chamou pra dançar; era uma música suave. Ele sussurrou no meu ouvido que era uma pena meu marido não ter ido, que gostava de como aquele vestido caía em mim, me elogiou por usar ligas e meia-calça, disse que tinha reparado no escritório como dava pra ver a renda nos meus vestidos e saias justas, que adoraria que a esposa dele se vestisse como eu. Não sabia o que responder. Não pensei que meu chefe reparasse em mim. Senti a mão dele na minha cintura, na renda das minhas ligas e na minha calcinha fio dental. Sentir a voz dele no meu ouvido me deixou nervosa, inquieta. Um homem que não era meu marido fazer esses comentários... não consegui evitar ficar um pouco molhada. Como eu disse, nos dois anos que ele é meu chefe, nunca tinha feito um comentário desse tipo. Que ele gostava de como eu mexia a cintura ao andar, como dançava quando o fornecedor me tirou pra dançar, que tinha reparado como os outros me olhavam, que eu me mexia de um jeito gostoso. Olhei nos olhos dele e falei pra parar, que ele era meu chefe, que éramos casados.

A gente foi sentar. Ele deixou eu andar na frente dele. Senti pela primeira vez o olhar do meu chefe na minha cintura. A verdade é que não sabia o que fazer, queria ir embora antes, mas até agora não sei por que não saí. A gente fazia comentários de todo tipo, quando senti o pé do meu chefe passando por baixo de mim, fazendo um movimento pra separar minha perna, pra eu abri-las. Tentei resistir, mas não quis fazer escândalo. Quando olhei pra ele, ele sorriu e sussurrou: "Abre." Falei que não, que não era certo. Ele insistiu de novo. Abri minhas pernas, senti meu vestido subir até a renda das meias, meu chefe olhou onde começava minha pele. Ele sussurrou: "Que gostoso de ver." Levantei pra ir ao banheiro pela segunda vez. Tava quase indo embora quando entrei no banheiro e senti que tava molhada.

Peguei minha bolsa, falei pra eles que precisava ir, então saí pro estacionamento. Quando ouvi uns passos, era meu chefe. Ele pediu desculpas, disse que não sabia. porque ela tinha se comportado assim. Falei que não era certo ele me dizer aquilo, que sabia que eu era casada e ele também. Ele disse que não conseguia evitar, que há dias queria me falar, que gostava do jeito que eu me vestia. Falei pra ele não falar mais aquilo, andei, ele me pegou pelas costas, disse que não conseguia evitar, que continuaria fazendo. Me abraçou, se grudou em mim, tentei me soltar, virei meu rosto pra olhar por cima do ombro, falei que ia gritar. Ele me soltou só pra me beijar. Tentei me soltar, falei que não, ele começou a beijar meu pescoço, minhas orelhas, disse que gostava de mim, que me desejava. Desceu uma das mãos, colocou no meio das minhas coxas, levantou meu vestido, sentiu como eu estava molhada, disse que tasty, olha como você está. Minha umidade, ele passou na minha calcinha fio dental, disse te quero comer. Se grudou em mim, falei que não, ele me beijou de novo, abri minha boca, deixei a língua dele entrar, acariciava a dele com a minha, não consegui evitar, me grudei nele, deixei ele me acariciar. Minha pussy, ele tinha na mão, molhada, desejosa, comecei a gemer. A outra mão acariciava minhas nádegas, meu vestido na cintura, no meio do estacionamento. Me grudei numa caminhonete, beijava ele com desespero, falei pra ele não continuar. Tava excitada, com tesão, desde que casei nenhum outro homem tinha me tocado, muito menos deixado me acariciar. Desci uma das minhas mãos, comecei a acariciar o pau dele, ele tirou pra fora, senti quente, grosso, diferente do do meu marido. Acariciei o pau dele, sentia os líquidos na minha mão, tentei chupar ele, ele disse que não, que queria meter em mim. Perguntei se tinha camisinha, ele disse que não, falei que seria outro dia, que tinha que ir. Beijei ele de novo, ele se grudou em mim de novo, soltei o pau dele, ele se esfregava na minha pussy depilada, sentia a cabeça dele tocando meus lábios vaginais, querendo entrar. Não aguentava mais, falava que tinha que ir, que me largasse, ele continuava me acariciando, beijando. O que nunca pensei que fosse falar: me come, não aguento mais, me come... Me virei, ele colocou minhas mãos sobre um carro, afastou minha calcinha fio dental, senti a cabeça do pau dele se Eu abria caminho em mim, sentia o vai e vem gostoso, entra e sai, eu gemia, mordia meus lábios pra não gritar. Ele sussurrava no meu ouvido… finalmente você é minha. Comecei a me mexer com desejo, com desespero. Ele dizia que eu apertava muito gostoso, que eu comia muito gostoso. Assim, assim… me come, me come, eu dizia: SOU SUA, SUA… me come, me come, quanto tempo eu desejava te comer. Eu me mexia mais, tive meu orgasmo, senti que ele estava prestes a gozar. Falei: sai, sai. Ele não me obedeceu, me segurou mais forte, me abraçou com força. Senti o pau dele ficar rígido, as batidas de porra dentro de mim, me banhando quente. Era a primeira porra de outro homem depois que eu casei. Eu ouvia ele gemer, se esvaziando dentro de mim.seducida y cogida por mi jefe. Me acompanhou até meu carro, nos despedimos. Era a primeira vez que eu ia chegar em casa sem fio dental, cheia de porra de outro enquanto dirigia de volta pra casa.

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