Verão em Família 3

Capítulo Três: Arrependimento?

Estávamos tomando café da manhã em silêncio, ninguém falava nada, Brenda parecia um zumbi, a ressaca sugava toda a energia dela, Susana tinha vindo visitar e estava nos acompanhando, Erica só comia sem dizer nada, ignorando por enquanto o que tinha rolado na noite anterior.

Depois do café, as três ficaram na sala conversando entre elas e eu fui lavar a louça. Sinceramente, me sentia desconfortável, me sentindo culpado por ter transado com alguém da idade da minha filha, além de ter feito isso com minha filha inconsciente pelo álcool. Mas elas pareciam bem, conversando, cantando e até rindo na sala.

De repente, Erica interrompeu meus pensamentos.

— Ei, oi — falou séria — olha, a gente quer ir no shopping comprar umas roupas pra praia — continuou.

— Claro, só termino de lavar isso e a gente vai. Vocês vão as três? — perguntei sem parar de lavar.

— Lógico, mas se você preferir, vou só eu — me abraçou por trás, ficamos em silêncio total.

— Erica, quero falar sobre o que aconteceu ontem à noite. Foi um erro, e sinto muito você ter me visto daquele jeito — falei — Eu devia ter agido como um adulto. Mais como um pai, acho. Desculpa ter perdido a cabeça.

— Você é o melhor pai do mundo — disse, e me apertou mais — bom, padrasto — soltou uma risadinha — Fico feliz de saber que você tem uma rola tão gostosa. Minha mãe aproveitou ela por tanto tempo e podia usar quando quisesse, então fico feliz que o nosso rolou. Você é muito melhor que qualquer moleque da escola, e sua rola é bem maior — falou.

— Bom, é... — murmurei, sem saber o que dizer, e com certeza tava vermelho.

— Sério, pai, se um dia você quiser me foder, chupar sua rola ou até meter no meu cu, eu adoraria tentar. Se você me comesse sempre, acho que nem ia mais querer entrar na faculdade. Ia ficar na sua cama o dia inteiro, deixando você gozar dentro de mim, na minha boca, nos meus peitos e na minha buceta. Buceta" — ela disse enquanto começava a massagear meu pau por cima da calça.
"Erica, isso seria um erro", falei, sabendo que a sensatez devia prevalecer sobre a excitação.
"Mas seu pau, papai. Você sempre foi tão doce e bom comigo. Não tinha percebido antes, mas te amo mais que qualquer homem. Mais que qualquer garoto e quero compartilhar esse amor com você pra sempre. Além disso, minha mãe diz que seu pau deu o orgasmo mais gostoso da vida dela" — ela desabotoou minha calça e enfiou a mão lá dentro.
"Não", falei, me afastando e indo pro meu quarto. Provavelmente era a primeira vez na vida que Erica me ouvia dizer isso.

Deitei na cama pra pensar um pouco, mas não consegui. Alguém bateu na porta. Quando olhei, era Brenda.
"Oi, papai. Heeee, a Erica já te contou, né? Já estamos prontas pra ir" — ela disse, tímida.
"Sim, filha. Daqui a pouco vou" — respondi.
"Pai, sobre o de ontem..." — ela falou devagar.
"Não se preocupa, você bebeu demais" — levantei da cama e me aproximei dela — "Fica tranquila, não fez nada de errado. Vamos, bora pro shopping" — dei um beijo na testa dela e saímos rumo ao shopping.

Entramos no shopping por uma das entradas que dá direto no térreo, em vez de uma daquelas lojas de roupa enormes que costumam ter. Como era meio de semana, tava tranquilo, cheio principalmente de idosos fazendo suas coisas. Tinha uma variedade impressionante de roupas em promoção, desde as mais baratas e feias até as mais caras. As três, ao entrar, correram pra seção de interesse delas: calças, saias, blusas. Todas perguntavam tamanhos, cores. Definitivamente, eram mulheres no habitat natural delas.

Depois de um tempão esperando e esperando, me aproximei de um manequim. Ele usava um conjunto bem bonito que chamou minha atenção: um short e um top preto brilhante. "Sem dúvida, é algo que a Erica usaria", pensei.
"Tá se divertindo?" — ouvi uma voz atrás de mim. Quando virei, vi a Susana se aproximando. "Merda, a hora chegou. “de pagar” pensei — viu só, vir fazer compras não é tão ruim quanto parece? — ela me disse com um sorriso.
—Puxa, pelo menos você tem bom gosto, acho que vou experimentar isso, vem comigo — pegou o conjunto que tinha visto, me segurou pela mão e fomos para os provadores. Entramos num corredor onde tinha três portas de pano que eram a entrada de cada provador.
—Meninas, precisam de algo? — perguntou em voz alta.
—Não, obrigada — responderam Brenda e Erica, que estavam cada uma num provador diferente.
—Beleza, espera um pouquinho — ela me disse e entrou no provador. Passaram alguns segundos quando ouvi de novo a voz da Susana.
—Pode entrar? Preciso de uma opinião masculina — gritou através do pano. Obedeci e entrei no provadorzinho junto com ela. — O que você acha? — começou a desfilar.

Verão em Família 3—Parece incrível, você está linda, embora ache que é meio curta pro meu gosto — respondi. Susana soltou uma risadinha. — Você nunca me impediu de usar roupas curtas no escritório — disse ela, mordendo o lábio. — Mas, e aí, o que acha do tecido? — Ela pegou minha mão e colocou sobre o peito dela. — Acha que é de qualidade? — continuou, esfregando o peito na minha mão.
— Sim, sem dúvida parece ser de qualidade — apertei o peito dela com firmeza. — Parece de muito boa qualidade — me aproximei e dei um beijo nela.
Susana interrompeu o beijo. — Quer fazer aqui? — perguntou.
— Tô morrendo de vontade de fazer agora — respondi e continuei beijando ela com paixão enquanto minha mão começava a tocar o corpo dela com desespero.
Assim que Susana ouviu isso, ajoelhou-se, desabotoou minha calça e puxou meu pau pra fora, começando a acariciar. Dava pra ver que os dois estavam adorando a excitação. Susana fez uma pausa pra apreciar meu pau antes de pegar ele e envolver com os lábios quentes, movendo de um lado pro outro, enquanto usava a outra mão pra levantar a blusa, deixando os pezões durinhos à mostra pra eu ver de perto.
Depois de uns minutos, sussurrei: — Tô quase gozando. — Susana, ao ouvir isso, parou de repente, levantou, virou de costas e abaixou o short. Eu não esperava um convite, então meti meu pau direto na buceta molhada dela e comecei a meter. Ela começou a gemer de prazer até perceber onde estavam, então rapidamente tapou a boca pra tentar abafar o som do prazer que tomava conta dela.
Não acreditava como ela tava molhada e sentia que ela ia gozar, então começou a se mover mais rápido. Era improvável que aquilo acontecesse de novo, então ela ia garantir que aproveitasse ao máximo. Dava pra sentir as pernas de Susana começando a tremer enquanto eu enfiava meu pau no fundo da buceta molhada dela, tapando a boca dela pra tentar suavizar os gemidos.
Aí aconteceu. O orgasmo tomou conta dela, as Os joelhos dela dobraram levemente enquanto tentava segurar, mas um gemido escapou por entre a mão dela.

— Ei, Mãe — ouvi a voz da Erica —, pode me ajudar com uma coisa?

— Hãã, tô meio ocupada, mas o Cesar já vai — congelei ao ouvir essas palavras.

— O quê? — falei sussurrando.

— Anda, vai, deve ser alguma besteira de zíper, tenho que me trocar, corre, vai — disse isso e me empurrou pra fora do provador.

— Erica? — perguntei com medo.

— Aqui, Papi, no segundo provador, entra — ouvi a Erica responder, suspirei e entrei no provador. 

Aqui esta a traducao para o p



— Por que você tá assim? — perguntei sussurrando, empurrei ela pra dentro e fechei a cortina pra ninguém ver a Erica pelada
— Tô com muito tesão, papai — ela começou a acariciar meu pau por cima da calça
— Cê tá louca? Podem nos pegar — falei baixinho
— Não te importou de foder minha mãe, né? Por que você vai se preocupar comigo? — disse e desabotoou minha calça
— Não, não tá certo — repreendi
— Você fala que não quer, mas teu corpo diz outra coisa — ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau que tava cheio dos fluidos da Susana. Não resisti, deixei ela continuar, afinal, tava quase gozando
Peguei meu pau na mão dela, guiando pra boca dela — Abre, você vai chupar esse pau e comer o que eu tenho pra te dar. Entendeu? — ordenei


sexo



Erica estava tão excitada que só balançou a cabeça e respondeu: "Sim, papai, quero comer todo esse leite quente. Por favor, não derrame nada. Quero tudo. Preciso disso, por favor, enche minha boca com seu leite."

Essas palavras me excitaram ainda mais, então comecei a massagear meu pau com a mão direita, com a esquerda atrás da cabeça dela, pressionando. A boca da Erica era tão pequena que ela teve que esticar a mandíbula só pra enfiar. Quando finalmente entrou na boca dela, Erica começou a mexer a cabeça no meu pau, pra frente e pra trás, com engasgos de vez em quando, algo que eu adorava.

"É, engasga com esse pau monstruoso. Espera até eu gozar; você nunca viu tanto leite na sua vida. Quero cobrir esse corpo com ele, dos pés à cabeça, e ver você sair da loja coberta do meu leite", falei antes de chegar ao clímax.

Comecei a bater punheta, segurando ela assim, e ela começou a chupar minhas bolas com força. Quando menos esperava, meu corpo começou a ter espasmos. Soltei ela e comecei a gozar. Eu tinha razão, nunca tinha visto tanto leite. Saíram jorros longos e grossos, acompanhados de um esguicho de porra. Molhei a cara dela, o peito, o sutiã e a calcinha. O leite quente não parava de sair em borbotões até que finalmente acabou, e Erica ficou coberta por ele.

Ela usou os dedos, juntando na palma da mão antes de lamber como um cachorro, e repetiu o processo até ficar mais ou menos limpa. Só fiquei observando, admirando o corpo dela com a calcinha e o sutiã que ela escolheu pra provar e que agora estavam manchados de porra.

"Que bom, raposinha, agora temos que comprar isso", falei. Sacudi meu pau uma última vez, deixando umas gotas de leite nas pernas dela, antes de guardar e sair do provador.

Fiquei lá um tempo, do lado de fora dos provadores, rezando pra ninguém ter percebido o que aconteceu. E aos poucos começaram a sair: Susana, Brenda e finalmente Erica.

"Tão prontas?" perguntei, e as três balançaram a cabeça sem falar muito. Caminhamos até o caixa. caixa e, aos poucos, vi como aquele valor ia aumentando, "chic" a funcionária registrou uma peça da Erica
— Mmmmmh, esse biquíni tem umas manchas estranhas — disse angustiada e me olhou fixamente, eu congelei, o olhar dela me acusava, mas mantive a seriedade — Melhor trocarmos, deve ter sujado outro dia — falou no rádio e, minutos depois, outra funcionária chegou com um conjunto novo

Depois daquele mini infarto que tive ao pagar, decidimos voltar pra casa, o caminho foi curto, as três conversavam entre si sobre o quanto estavam felizes com as roupas que tinham comprado

Finalmente chegamos em casa, as meninas correram pro quarto da Brenda, e eu me deitei no sofá, cansado, uns segundos depois senti umas mãos nos meus ombros
— Valeu pelas compras hoje — disse Susana enquanto massageava meus ombros com delicadeza
— Não é nada, é meu dever, acho — respondi
— Ah, para, não fala assim, deixa eu te recompensar por isso — disse e as mãos dela entraram na minha camisa, massageando meu peito
— Mmmmmh — soltei um gemidinho — Foi foda aquilo no provador — sussurrei
— Você gostou, né? — acho que a gente pode terminar, disse e, num instante, ela subiu em cima de mim e começou a me beijar com paixão

Comecei a acariciar os peitos da Susana por cima da blusa dela até que, depois de uns minutos, ela resolveu tirar a blusa de vez. Eu também tirei minha camisa e começamos a esfregar nossos corpos, era incrível, mas mais incrível ainda foi quando ela tirou minha calça. Não queria me apressar muito, então lambi em volta dos peitos dela. Até levantei eles e lambi e beijei por baixo
— Mmmmm, isso aí, assim mesmo — disse enquanto gemia. Lambia em volta das aréolas e depois passava a língua no mamilo como se fosse um redutor de velocidade. Chupei o peito dela e dava batidinhas no mamilo com a língua, aí enfiei um dedo na buceta suculenta dela
— Aaaaaaah — gemeu com um pouco de força, mas eu tava tão tesudo que não liguei que as meninas estivessem no andar de cima Enfiei meu dedo mais fundo e mexi como um tornado até fazer ela gozar.
— Aaaah, porra, isso aí — ela apertou a buceta já toda melada de fluidos. — Fica de pé. Obedeci sem falar muito e ela puxou minha cueca pra baixo pra tirar meu pau já duro.
— Senti saudades desse bebê — disse sorrindo, e depois começou a dar beijinhos leves na ponta do meu pau, de cima pra baixo. Em seguida, com a língua, lambeu o membro inteiro até as bolas. Depois, bem devagar, enfiou a cabeça entre os lábios e mordiscou até embaixo, pra depois subir de novo até o topo. Tava me matando. Quando meu pau já tava todo molhado de saliva, ela acariciou ele, lambeu, chupou e fez cócegas nas minhas bolas. Eu gemia forte.
Quase gozei quando olhei pra baixo e nossos olhares se encontraram enquanto ela tinha minhas duas bolas na boca e acariciava meu pau com a mão firme e macia.
— Ah, porra! Vou gozar! — gritei.mamada
 De repente, os dentes dela morderam bem embaixo da cabeça do meu pau, misturando dor e prazer.
— Ainda não — espera, ela disse, deitou e enfiou meu pau na buceta dela. Tava apertada e molhada. Pediu pra eu ir devagar, mas continuar empurrando. Fiz isso. Logo eu tinha quase todo meu pau grande e grosso dentro dela.
— Porra! Me fode! — disse Susana —. Vai, me fode mais forte!
Continuei bombando meu pau dentro da buceta apertada dela por uns minutos até que trocamos de posição. Foi quando eu tava fodendo ela, deitada no sofá e eu metendo com força, que de repente olhei pra escada. Mesmo com a luz apagada, consegui ver alguma coisa. Lá, parada, uma silhueta. Tava olhando fixo enquanto eu comia a Susana. Não falei nada, continuei metendo pra não levantar suspeitas nela.
Uns segundos depois, quando percebeu que eu tinha visto, a silhueta subiu correndo as escadas.
— Tá bem? — perguntou Susana.
— Tô, desculpa. Pode me esperar no quarto? Já vou subir — respondi. Susana concordou, se vestiu.
— Vou te esperar — ela disse e subiu as escadas, não sem antes me dar um beijo.
Fiquei ali pensando: Erica? Não, ela teria sido mais ousada. Brenda? Lembrei daquela vez que, bêbada, me deu um beijo e eu não aguentei a culpa. Deitei no sofá pra recuperar a sanidade. O que eu vou fazer?

Continua…


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