Embarazada e infiel. Parte 6

Continuação daquele dia na casa do Salvador, com uma ligação e uma confissão que fez meu mundo desmoronar. Senti o celular dele vibrar e olhei por cima, vi que eram mensagens do Dante. Me assustei e tentei me acalmar, li a notificação: "Fala, irmão... a gente precisa se encontrar pra colocar o papo em dia, você com o 'seu' e eu com o 'meu'. Você vai cair pra trás quando souber das novidades. Se cuida, parceiro." Não tentei olhar mais pra não ficar mal, vesti minha calcinha e levantei pra pegar meu celular, mas não vi nenhuma mensagem do Dante. Só tinha corações e uns emojis de "perfeito" ou "muito bem". Fiquei puta e desliguei o celular. Me vesti e vejo o Salvador saindo do banheiro barbeado, bem penteado e cheiroso, só coberto com a toalha do umbigo pra baixo, torso nu. Salva: - Oi, gostosa! Eu: - Oi, Salva... - ele se aproximou pra me dar um beijo e eu respondi com um beijo seco. Salva: - Tá bem, gostosa? Eu: - Tô, tô... já vou pra casa - enquanto calçava meus sapatos. Salva: - Mas podia ficar e... - chegou perto de mim e sentou na cama - juro que não sei como fazer pra te deixar ir e como fazer pra que entre a gente não tenha rolado nada. Eu: - Olha, Salvador... sinto que foi um erro ter ficado com você. Salva: - Nããão... não fala isso... pelo amor de Deus... pra mim foi a melhor coisa que aconteceu esse ano e na minha vida. Eu: - Eu acho o contrário... Salva: - Não, meu amor - me beijou nos ombros e no pescoço - por algum motivo esse momento maravilhoso aconteceu entre a gente. Eu precisava disso e você... você também precisou. Eu sorri sem dizer nada, mas com um sorriso de cúmplice. Me levantei e ele se levantou comigo, me pegou pelas mãos. Ficou bem junto de mim, segurando minhas mãos nas dele, entrelaçou nossos dedos, mexendo eles juntos. Salva: - Eu te amo, Yulita... te amo loucamente, com muita paixão. Eu: - Você tá me matando com o que tá falando... Salva: - Mas é verdade, minha linda... minha linda Yulita. O corpo dele estava bem colado no meu. O celular dele tocou de novo. Mas ele fez sinal pra eu esperar, olhou pro número e me mandou ficar quieta. Salva:
- Fala, irmão...

Eu tentei me soltar, mas ele me segurou na hora.
- Sim, sim... tô resolvendo umas paradas aqui. O quê?? Agora na minha casa?? Não, não, não tô em casa... tô criando e desenhando na casa dos meus velhos. Sim, sim, beleza, à noite a gente toma alguma coisa. Simmm...

Eu me desvencilhei dele, peguei minha bolsa e a chave do carro. Ele correu até mim e trancou a porta com o corpo.
- Falou, boludo... a gente se vê hoje à noite... fala, sim, sim... depois você me conta, agora não dá. Não... não, boludo... é que tô aqui com meu cachorro, o Charo.

Eu fiz gestos pra ele, e ele deu uma risadinha.
- Beleza... tchau, tchau, Dante...

Eu fiquei vermelha que nem um pimentão e parei, imóvel.
Eu:
- Cê tava falando com meu marido??

Salva:
- Sim, sim... é que... ele precisa ver uma parada.

Eu:
- Não me mente, Salvador... com quem é que meu marido tá?

Salva:
- De onde você tira essas coisas, gostosa?

Eu:
- Eu mesma vi uma mensagem que ele te mandou. Com quem o Dante tá me traindo???

Salva:
- Se acalma... pelo amor de Deus... vai fazer mal pro seu bebê...

Eu:
- Não, não... quem tá me fazendo mal é ele, me traindo, e você ainda tá encobertando... Você vai me contar a verdade ou vai ficar de palhaçada?

Salva:
- Não, meu amor! Isso nunca... eu te amo, pra caralho. E vou te contar, mas pelo seu estado, eu não devia me meter. Quer dizer, seu marido devia ser sincero e ele mesmo te contar.

Eu:
- Então é verdade... é verdade que ele tá me traindo.

Salva:
- Olha... se eu te contar, sei que você vai me odiar, mas não dá mais pra esconder. O Dante tem transado com mulheres, ou melhor... senhoras.

Eu:
- Ele gosta de casadas... filho da puta do caralho...

Salva:
- Emm... sim, e são senhoras mais velhas que ele.

Eu:
- Ele tá comendo coroas? Ai, não, pelo amor de Deus... que nojo...

Salva:
- Calma... se acalma... não quero que você se estresse...

Eu:
- Esse otário eu vou matar... agora entendi tudo... agora faz sentido... Ai, meu Deus... e... ele também come a própria mãe??

Salva:
- O quê??? Ah, não... sei lá... sei lá... Yo:- Uf... tá bem... sabe o que acontece é que o Dante e a mãe dele são muito próximos e...- me deu ânsia do que eu imaginava e bateu uma vontade de vomitar Salva:- Calma, Yulita... vem no banheiro, vai lá, faz o que precisa fazer e se refresca Fui correndo pro banheiro e tava com ânsia, mas não vomitava, aquela sensação de querer vomitar e não conseguir. Chorava de impotência e vinham mais ânsias. Salvador entrou sem bater e foi me acariciando enquanto eu chorava de raiva Yo:- Por que... por que ele faz isso comigo??? Salva:- Não sei, linda... vem- pegou na minha mão e me abraçou Yo:- Cê acha que ele transa com...?? Salva:- Shhhhh- colocou o dedo na minha boca- calma... sabe de uma coisa? Acho que você devia ficar aqui, comigo... Yo:- Não, não... vou pra casa dos meus pais ou pra casa da minha irmã... não se preocupa, tô bem Salva:- Não te vejo bem, cê tá toda tremendo, muito nervosa... precisa se acalmar... Yo:- Por favor... Salva:- Por favor, eu que peço pra você. Cê tá se machucando e machucando seu bebê- acariciou minha barriga e sentiu ela mexer- viu? Seu bebê concorda comigo que você devia se acalmar- sorriu pra mim Yo:- Obrigada. Obrigada, mas prefiro ir, não é bom eu voltar e a gente não devia se ver mais... Salva:- Não, não fala isso, Yulita... Yo:- É que eu... eu sou casada, tô esperando um bebê com esse... com esse... nem sei como classificar Salva:- Podia apelidar ele de sem-vergonha!- ele riu e eu sorri. Ele me abraçou pela cintura e minha barriga encostou na dele. Continuou me abraçando, me balançando de um lado pro outro. Eu abracei ele pelos ombros. E olhava pros meus peitos, que com aquela sensação estavam bem durinhos e excitados, assim como minha buceta que ficava molhada de novo. Uma das mãos dele desceu até minha bunda e apertou contra ele, começou a massagear e eu soltei um gemido baixinho, ele gemeu no meu ouvido, senti a mão dele roçar minha bunda e enfiar uns dedos dentro do meu jeans Acariciando a rabeta do meu cu. Como não falei nada nem me neguei, ele foi enfiando mais fundo e eu me abracei no peito dele, e ele sentiu minha camiseta molhada de gotas de porra e sem dizer nada. Levantou minha camiseta junto com o sutiã. Desabotoou minha calça e apertava meu cu com desespero enquanto lambia meus peitos, se prendeu igual um recém-nascido pra chupar minha porra, fazia isso de um jeito delicado e suave. Degustando, saboreando e engolindo aos poucos aquela porra que saía de mim. De vez em quando me olhava e tinha aquele cruzamento de olhares que buscava uma aprovação, e com um sorriso eu aprovava. Eu ofegava cada vez mais forte. Eu: — Aaaaaggghhhhh, Salvador... mmmmmmmmmmmmmm... — meu orgasmo veio com toda a violência e quando sentiu que eu relaxava, ele aproximou a mão da minha buceta empapada e colocou na boca dele, e vendo aquilo, eu também lambi os dedos dele. Provando meu próprio gosto. Ele ficou estupefato com aquela imagem tão safada, se jogou pra me beijar, passando da boca dele com a saliva o meu próprio mel. Desabotoou a calça e tirou o pauzão dele, me segurou pelo cu e enfiou até o fundo. Era a primeira vez que me comiam assim, no ar enquanto ele estava de pé. Eu apertava com as mãos o cabelo dele cheio de gel, me embriagava com o perfume dele, tão masculino, tão forte. Cheirava e apertava ele com mais força contra meus peitos e meu pescoço. Nossos movimentos voltaram a ter o mesmo ritmo, como se sincronizados no som da paixão e da loucura. Eu estava no clímax total quando o celular dele toca de novo. Eu: — Mmmm... é... é seu telefone, Salva. Ele: — Aghhh.... mmmmmmm... não tô, tô muito ocupado... — continuou me beijando. Eu: — Acho que... acho que ufffff.... ayyyy... mmmmmmm... devia atender... Ele: — Aaaaagggghhh.... uffff nãooo... não agora, tô numa coisa muito importante e... — me beijava na boca enfiando a língua até o fundo — e eles já vão cansar... não vão me incomodar mais... Depois de um tempo parou de tocar, mas chegaram muitos WhatsApps e mensagens normais. Foi. andando devagar até o celular comigo por cima e pegou ele, não olhou as mensagens e desligou, jogou na poltrona tipo puff perto da cama dele e nós dois caímos na cama CONTINUA...

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