Passamos a manhã carregando o carro... Nosso filho ia pra faculdade e a gente ia acompanhar ele... Era meio-dia e tava quase 30 graus lá fora... Eu, o Toni e meu marido estávamos suando pra caramba carregando o carro... O porta-malas já tava cheio e no banco de trás não cabia mais muita coisa... O Toni voltou pra casa pra pegar as últimas coisas dele. Eu ouvi ele sair de casa... Me virei e vi ele trazendo a TV de tela plana de 42 polegadas. — "Onde você vai colocar a TV?", ouvi o pai dele perguntar. — "Não sei, mas não quero deixar ela... Vou meter no banco de trás mexendo umas coisas", ele me disse. Meu marido olhou pro banco de trás e respondeu: — "Acho que não, filho." — "Dá pra colocar no meio do banco da frente inclinando pra trás e no espaço que sobrar atrás, eu sento", respondeu meu filho Toni. — "Então, onde a mãe vai sentar?" Eu vi na cara dele que ele tava tentando achar uma solução. — "Tive uma ideia", ele disse... Abriu a porta do lado do passageiro... Colocou a TV no meio... Depois entrou, sentou e falou: — "Vamos testar... A mãe senta aqui, do meu lado." Tentei sentar do lado do meu filho... Dava pra sentar, mas a porta não fechava... Não sou uma mulher alta... Tenho 1,60m de altura e peso uns 53 quilos... Mas meu filho é diferente... Ele tem quase 1,85m e pesa uns 90 quilos. — "Não sou eu que tô ocupando o banco inteiro, é você... Isso não vai dar certo... Vou te falar uma coisa, deixa a TV e, quando a gente voltar pra te ver, a gente traz ela." — "De jeito nenhum", ele respondeu quando eu saí do carro e fiquei na porta. — "Decide logo, Toni, que tá calor aqui fora e a gente já tá atrasado." — "Ok, mãe... Já sei... A senhora pode sentar no meu colo." — "Toni, são cinco horas de carro até chegar", disse o pai dele. — "Eu sei, mas a mãe não pesa muito... O que acha, mãe?... A senhora se importaria de ir sentada no meu colo?" — 'Não, não me importaria... Sento no seu colo se você quiser... Mas se É muito desconfortável, vamos ter que fazer mais paradas pra descansar", falei olhando pro meu marido… Ele concordou. — "Beleza… Vamos tomar um banho pra ficar mais frescos e cair na estrada o mais rápido possível", disse ele. Meu banho não durou muito… Como ia ficar sentada no colo do meu filho por cinco horas, teria que usar algo realmente confortável… Minha jeans ia ficar apertada demais… Além disso, tava muito calor pra vestir ela… Olhei no meu armário e achei um vestido de verão curtinho que batia no meio das minhas coxas, sem mangas… Abotoava na frente e eu vesti… Quando terminei de abotoar, percebi que mostrava muito meu sutiã… Tirei ele de novo, tirei o sutiã e vesti o vestido de novo. Me olhei no espelho… Não precisava mesmo de sutiã… Mesmo com 41 anos, meus peitos ainda eram durinhos… Coloquei uma calcinha branca pequena e dei uma última olhada no espelho. ‘Pra ser mãe de um filho de dezoito anos, ainda tô bem… Sei que meu marido ainda gosta do meu corpo… Ele me come pelo menos cinco vezes por semana’, pensei… Ouvi a buzina do carro. Corri escada abaixo, tranquei a porta e fui pro carro… Meu filho já tava sentado… Sentei no colo dele e, quando olhei pra baixo, percebi que meu vestido mal cobria minhas coxas… Tava subindo bem alto… Meu filho tava usando um shorts folgado e uma camiseta… Fechei a porta do carro. Fiquei feliz de ter vestido esse vestido… Dava pra sentir a parte de trás das minhas pernas nuas coladas nas pernas nuas do meu filho. — "Como você tá?", perguntei pro meu filho. — "Tô bem, mãe, você não pesa nada… Sem problema." Olhei por cima do banco pro meu marido. — "Você tem espaço suficiente pra dirigir?", perguntei. — "Claro", ele respondeu… Só dava pra ver a cabeça dele. — "Você consegue me ver pelo menos?"… Eu ri. — "Só parte da sua cabeça, querida… Você tá confortável?" — "Sim, tô confortável e vou ficar bem assim"… Me mexi no colo do meu filho. Meu marido ligou O rádio... Enquanto eu ouvia a música, comecei a sentir algo duro no meu cu e me mexi, mas não foi embora... Também notei que meu filho estava muito quieto. 'Não estava ali quando me sentei primeiro', pensei. Então percebi o que estava sentindo... O pau do meu filho tava endurecendo... Dava pra sentir ele crescendo. 'Meu Deus... Como ele é grande?... Será que ele acha que não tô sentindo ele entre a fenda da minha bunda?', eu me perguntava. Olhei para minhas pernas... Meu vestido tinha subido um pouco mais... Quase dava pra ver minha calcinha... As mãos do meu filho estavam no banco, uma de cada lado de mim... Me perguntei se ele conseguia ver o quanto meu vestido tinha subido... Percebi que gostava da ideia do meu vestido estar levantado... Me deu uma certa excitação saber que podia deixar meu filho sem graça... Já fazia quase uma hora que estávamos na estrada... Sabia que meu marido não conseguia ver o quanto meu vestido estava subido porque a TV bloqueava tudo da visão dele... Senti meu filho se mexer e quando ele fez isso, o pau dele parou na parte de trás do meu cu... Queria que ele tentasse alguma coisa. - "Como é que cê tá, filho?", perguntei. - "Tô bem, mãe... E você, como se sente?" - "Tô gostando do que tô sentindo... Seus braços tão cansando onde cê colocou eles?", respondi. - "É, tá meio desconfortável." - "Coloca eles aqui pra ver se fica melhor... Assim, que tal?", falei enquanto pegava as mãos dele e colocava nos meus coxas nus. - "É... Assim é bem melhor." Olhei pra baixo... Quando coloquei as mãos dele sobre minhas coxas, coloquei as palmas pra baixo... Os polegares dele descansavam na parte interna das minhas coxas, bem perto da minha calcinha... Gostei de como estavam... Queria que ele mexesse e tocasse na minha buceta... Sabia que ele não ia fazer isso... Quanto mais sentia as mãos dele em mim, mais queria que ele me tocasse... Então coloquei minhas mãos sobre as dele... Isso parecia muito inocente... Comecei a esfregar a parte de cima das mãos dele como qualquer mãe faria, mas tinha algo a mais. Diferente na mente… Olhei pro meu marido… Gostei da ideia das mãos do meu filho em mim com meu esposo ali do lado. Enquanto eu esfregava as mãos dele, tentei mover um pouco pelos meus muslos… Ele não ofereceu resistência… Me levantei um pouco pra puxar minha saia pra cima… Olhei pra baixo e vi minha calcinha… Os dedos dele estavam quase tocando ela. Levantei a mão direita dele e coloquei na minha calcinha… Ele deixou a mão ali… Abri um pouco as pernas… Quando fiz isso, a mão dele caiu entre minhas coxas… Peguei a mão dele e apertei contra minha calcinha… A mão do meu filho agora estava na minha buceta coberta pela calcinha… Dava pra sentir que eu tava ficando molhada… Eu queria mais… Quando tirei minha mão, ele manteve a mão dele na minha calcinha… Não tava mexendo nem nada, mas deixou a mão descansando na minha buceta… Esperei ele começar a mexer os dedos… Nada… Talvez ele tivesse medo… Eu sabia como resolver isso. Peguei a mão dele e movi pra parte de cima da calcinha… Quando senti os dedos dele por cima da calcinha, apertei a mão dele contra meu corpo e devagar deslizei os dedos dele entre a calcinha e a pele nua… Fui levando a mão dele pra baixo até sentir as pontas dos dedos tocando a parte de cima dos meus lábios da buceta… Empurrei a mão dele mais pra baixo, mas não consegui colocar a mão dele entre minhas pernas por baixo da calcinha pra ele sentir minha buceta porque a calcinha tava apertada demais pra nossas duas mãos. Finalmente, senti ele tentando mover a mão mais pra baixo pra achar a entrada da minha buceta… Quando tirei minha mão de dentro da calcinha, meu filho colocou a mão dele direitinho na minha buceta… Levantei meus quadris, enfiei os polegares dos dois lados da calcinha e puxei ela até os joelhos. Assim que fiz isso, senti o Toni mexer a mão pra enfiar os dedos em mim… Minha calcinha tava me impedindo de abrir mais as pernas pra ele me tocar do jeito que quisesse. Antes que eu pudesse mexer a mão pra tirar as calcinhas, Toni usou a outra mão e começou a puxá-las até meus tornozelos... Levantei a perna pra ele tirar minha calcinha... Agora sim eu podia abrir as pernas o quanto quisesse... Era tudo que eu precisava... Eu tava tão molhada que ele enfiou dois dedos de uma vez dentro da minha buceta... Deixei escapar um gemido baixinho. — "Tá bem?", perguntou meu marido me olhando de canto... Sorri pra ele e falei: — "Tô bem... No começo achei que ia ser um problema sentar no colo do meu filho, mas não é nada disso... Essa viagem não vai ser tão ruim", eu tava dizendo pro meu marido com os dedos do meu filho enfiados até o fundo na minha buceta. — "Quer que a gente pare?", ele perguntou. — "Não... Quando a gente tiver um pouco mais longe a gente vê." — "E você, Toni, aguenta até chegar um pouco mais longe?" — "Aguento, mãe. Posso aguentar até chegar bem mais longe." — "Bom... Quanto mais longe a gente for, melhor e mais eu gosto", respondi. — "Você tá bem, né, amor?", perguntei pro meu marido. — "Tô... Prefiro não parar", ele respondeu. Me virei, olhei pro meu filho e falei: — "Eu também não quero que você pare." — "Como é que tá com sua mãe no colo?", perguntou meu marido pro meu filho. — "Sem problema, pai... Mamãe fica se mexendo pra achar uma posição que não fique desconfortável... Ela levanta de vez em quando pra aliviar a pressão", ele respondeu pro pai enquanto enfiava os dedos ainda mais fundo na minha buceta. Toni tava começando a mexer os dedos pra dentro e pra fora de mim... Tive que morder a língua pra não gemer... Apertei minha mão contra a dele e empurrei a mão dele com força na minha buceta... Queria que ele soubesse que eu queria que ele fosse mais fundo em mim... Ele sacou a ideia e enfiou os dedos em mim o mais fundo que conseguiu. Comecei a mexer minha bunda no ritmo dos dedos dele. Olhei pro meu marido... Ainda bem que a televisão tava bloqueando a visão dele... Se ele visse o filho dele com os dedos na buceta da mãe, não sei o que faria... Meu corpo todo tava começando respondendo aos seus dedos. Sem aviso, ele tirou os dedos de dentro de mim e me senti decepcionada... Mas isso não durou muito... Meu filho começou a desabotoar meu vestido... Começou pelo botão de cima e foi até o último, e meu vestido se abriu, fazendo meus mamilos ficarem durinhos. Minha frente estava totalmente nua para meu filho fazer o que quisesse comigo... E ele começou a passar as mãos pra cima e pra baixo no meu corpo, acariciando meus dois peitos... Levantei meus quadris e tirei o vestido de debaixo da minha bunda... Meu filho entendeu o porquê. Ele baixou as mãos pra abrir o short dele... Tive que me levantar pra ele conseguir alcançar o zíper... Levantei meus quadris ainda mais. — "Tá tudo bem, querida?... Tá se sentindo desconfortável no colo do nosso filho?... Quer que eu pare pra você ficar mais à vontade?", meu marido me perguntou. Enquanto isso, Toni abaixava a cueca e eu senti o pau quente dele... Sentei de novo em cima dele... O pau dele tava pressionando a parte de trás da minha bunda nua. — "Não, tô bem, querido... Se eu me mexer direitinho, acho que vou ficar bem confortável... E você, Toni?... Precisa que eu faça alguma coisa pra você ficar mais à vontade?... Quer que eu faça algo?", falei pro meu marido e pro meu filho. Toni colocou as mãos de cada lado dos meus quadris e disse: — "Se você levantasse um pouquinho, eu poderia me ajeitar melhor, mãe"... Eu entendi perfeitamente o que meu filho tava dizendo. Levantei minha bunda no ar o mais alto que consegui... Senti uma das mãos dele sair do meu quadril... Eu sabia o que ele tava fazendo... Comecei a descer de novo em cima do Toni e senti a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta... Desci mais e o pau dele deslizou fácil pra dentro da minha buceta... Quando ele tava enfiando tudo até o fundo, eu gemi... Não consegui evitar. — "Tem certeza de que não quer que eu pare?", meu marido disse, olhando pelo retrovisor. — "Não,... não,... não para, quero que continue... Tô bem assim, pelo menos pelos próximos trinta Hora... E aí, Toni... Você aguenta mais meia hora assim, do jeito que tá?" - "Sim, mãe... Quando você sentou de novo em cima de mim, me posicionei pra não ter problema nenhum... Só preciso levantar um momentinho... Tá bom?" - "Quer que eu levante com você?" - "Não... Só fica no meu colo que eu te levanto comigo"... Dito isso, meu filho ergueu os quadris e cravou a rola inteira na minha buceta... Quase gozei na hora. "Aqui, deixa eu me ajeitar um pouco". Mexi minha bunda pra trás e pra frente, fazendo o pau dele se mover mais fundo dentro de mim... Enquanto cavalgava a rola do meu filho, olhei pro meu marido... Toni ainda tava metendo a vara dele em mim com toda força que podia. 'Se ele soubesse... Aqui estou eu, pelada, fodendo meu filho com meu marido bem do meu lado... Que puta que eu sou', pensei. - Quando você acha que a gente vai poder ficar com Toni de novo depois que ele for embora?, perguntei pro meu marido. - "Com todo o trampo que tenho, vai ser difícil voltar tão cedo, mas não é uma viagem tão longa... Você pode ir sem mim", ele respondeu. Falar com meu marido com o pau do meu filho dentro da minha buceta me deixou ainda mais excitada. - "Você não vai ficar chateado por eu vir toda vez que der?... Vou vir o máximo que puder... Tá bom pra você, Toni?", falei pro meu filho. "Mãe, pode vir quantas vezes quiser... Na verdade, quanto mais você vier, mais vou gostar"... Quando terminou de falar, ele cravou de novo com força. "Quão cedo você acha que vai vir, mãe?", ele perguntou. - "Logo, Toni... Muito logo", respondi. E comecei a mexer minha bunda de um lado pro outro em cima do pau dele... A única parte de mim que se mexia era minha bunda, enquanto mantinha minha cabeça parada pra meu marido não perceber o que a gente tava fazendo. Senti um orgasmo chegando... Tirei as mãos de Toni dos meus quadris e coloquei elas nos meus peitos pra ele apertar... Isso foi demais... Senti onda após onda de prazer me atingindo e tudo que consegui fazer foi tensionar meu corpo... Durou uns Bons trinta segundos. Foi o orgasmo mais longo que já tive... Exausta, me deitei sobre meu filho, mas ele ainda não tinha terminado comigo... Ele continuou metendo o pau dele até que eu senti as pernas dele se esticarem e meu filho começou a jorrar o esperma dele dentro da minha buceta... Dava pra sentir ele me enchendo... Era muito quente... Fiquei parada até ele esvaziar o pau dentro da minha buceta... Nós dois estávamos exaustos. — "Tem uma placa dizendo que tem um lugar pra comer uns dez quilômetros adiante... Vocês estão com fome?", perguntou meu marido. — "Sim, pai, dava pra comer alguma coisa", disse Toni. Eu me virei e olhei para o Toni... Ele estava sorrindo pra mim. — "E você, mãe?... Acha que consegue comer alguma coisa?", ele me perguntou. — "Tô bem cheia, mas acho que dava pra comer um cachorro-quente ou algo assim", respondi sorrindo. Me abaixei pra pegar minha calcinha e, quando fiz isso, senti o pau do meu filho escorregar pra fora da minha buceta... Passei os pés pelos buracos da calcinha e a subi. Logo depois de tirar o pau da minha buceta, meu filho se inclinou e enfiou o dedo na minha buceta de novo... Dei um tapa de brincadeira na mão dele e ele tirou o dedo... Terminei de subir a calcinha e abotoei meu vestido... Percebi meu filho guardando o pau dele na calça e fechando o zíper. — "Depois de comer, quanto tempo falta de viagem de carro?", perguntei ao meu marido. — "Umas duas horas... Vocês aguentam mais duas horas?" — "Ah, não me importo, se o Toni aguentar eu sentada no colo dele por mais duas horas.", falei pro meu marido. — "O que você acha, Toni?... Se importa da mamãe sentar no seu colo por mais duas horas?", o pai perguntou pra ele. — "Claro... As primeiras duas horas passaram bem rápido e foram muito boas... Imagino que as próximas duas horas vão ser iguais ou até melhores", ele respondeu pro pai. — "Pensei que pelo menos um de vocês ia reclamar", disse o pai. — "Eu não tenho reclamação nenhuma, filho... Muito pelo contrário?" — "Mãe, eu Não reclamaria nem se a viagem durasse mais." — "Valeu, filho. Vou tentar fazer com que as próximas duas horas de viagem que ainda temos sejam boas pra você.
2 comentários - Sentada no meu pau duro...
Cómo se prendió al sentir mi pene duro en sus nalgas